domingo, 24 de janeiro de 2016

462 anos de São Paulo - Crise política torna paulistanos mais descrentes nas instituições públicas, aponta pesquisa

 


  Foto: Portal IG

Play list - "Paulicéia Desvairada" - Homenagem aos 461 anos da cidade de São Paulo.

 sábado, 24 de janeiro de 2015 

 Play list - Edvaldo Santana "musiqualidade made in zona leste de São Paulo- safra 1980" 

sábado, 31 de janeiro de 2015

Crise política torna paulistanos mais descrentes nas instituições públicas, aponta pesquisa

A insatisfação com o sistema político e econômico foi um dos aspectos que mais chamou atenção na pesquisa de Bem-Estar no Município pesquisa realizada pela Rede Nossa São Paulo em parceria com o Ibope, divulgada, nesta terça-feira (19).Apesar de áreas como educação e saúde terem sido mais bem avaliadas neste ano, itens relacionados à segurança e a transparência tiveram uma piora significativa em relação ao ano anterior. Reportagem de Anelize Moreir.  AQUI

Vencer em São Paulo, para renascer no Brasil

A candidatura de Haddad não disputa apenas a prefeitura de São Paulo, mas um espaço de renascimento da agenda progressista no Brasil. E a direita sabe disso.

por: Saul Leblon - 18/01/2016 00:00 - Copyleft - AQUI

Confira a programação geral do aniversário de São Paulo

De 23 a 25 de janeiro, SP462 acontecerá em teatros, parques centros culturais, CEUS, ruas abertas e palcos externos. AQUI


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Por que o Brasil não pode dar certo? Como o Brasil pode dar certo? A via da Educação



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 Por um Brasil mais justo, democrático, plural, diverso, ambientalmente sustentável, tolerante e criativo. 








Leia também


O que os estudantes que derrotaram Alckmin nos ensinam

 segunda-feira, 7 de dezembro de 2015


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Curso de Verão 2016 - Mistica, Ciência, Afeto, Arte e Solidariedade. Junto e Misturado.



Curso de Verão 2016 –


‪#‎CursodeVerão2016‬

 http://ceseep.org.br/novo/

 https://www.facebook.com/cverao/?fref=ts

entrevistas em áudio

 5º dia (10/01/2016) – Assessoria de Adriana Ramos (2ª parte) “Desafios ambientais contemporâneos e saneamento básico”.







29º Curso de Verão - ECONOMIA PROMOTORA DOS DIREITOS HUMANOS E AMBIENTAIS - 4º dia - Adriana Ramos

“Conhecimento é o eixo econômico deste século”

jorge 9 de janeiro de 2016 0
O economista e professor da PUC-SP, Ladislau Dowbor, deu nesta sexta-feira (8) seu segundo e último dia de assessoria aos cursistas do 29° Curso de Verão, no Teatro da Universidade Católica (TUCA). Ele falou sobre a importância do conhecimento hoje na sociedade e em se saber o que acontece na economia.
“O eixo econômico geral deste século é o conhecimento. Se eu dou o meu relógio para alguém, eu o perco. É o que chamamos de bem rival na economia, ou eu ou outra o pessoa o tem”, disse. “Mas se eu compartilho uma ideia, nós dois a temos”.
Para o economista, é importante questionar as informações da mídia. “Devemos assistir o Jornal Nacional e pensar: ‘que porcaria é essa?”, disse sobre risadas dos cursistas. “Não deve ser uma empresa que acha que devemos pensar o que querem, é uma cooperação de jornalistas”.
Social
Dowbor voltou no último encontro a criticar os juros dos bancos – sobre os quais passou um vídeo crítico humorístico do programa “Zorra Total” -, a falta de preocupação com a pobreza no mundo e o mau uso das riquezas, acumuladas em grandes fortunas. “Sai muito mais caro resolver as consequências da miséria do que acabar com ela. Uma mãe não tem comida para dar para o seu filho”, lamentou.
O assessor falou sobre a importância de atuação conjunta dos setores público e privado. “Não é que somos contra a economia de mercado ou a favor da pública. Normalmente isto nos divide: quem é de direita quer privatizar; quem é de esquerda, estatizar. A economia de mercado é boa para produzir, mas não para a saúde, educação”. Dowbor falou também sobre como o Canadá oferece saúde pública de graça e, com menos custos com o tratamento de doenças, investe menos do que os Estados Unidos, onde o sistema de saúde pública tem difícil acesso.
Leia também: Brasil é um dos países mais desiguais do planeta.
O professor terminou o encontro agradecendo a todos antes de ser aplaudido de pé e receber o livro “Pacto das Catacumbas” de presente do autor da obra e coordenador-geral do Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEEP), padre José Oscar Beozzo. “Quero parabenizar as pessoas que organizaram este curso. O grande eixo (para a mudança) é esse. Nunca vi democracia de graça.”
O presidente do CESEEP, padre Benedito Ferraro, ainda falou sobre a importância da educação. “Escutando esta palestra, penso que temos de retomar o método (do educador) Paulo Freire, a pedagogia do oprimido, para pensar o mundo de baixo para cima”.
Para o teólogo, devemos seguir as recentes declarações do Papa Francisco e buscar uma economia para os pobres, a paz no mundo e cuidar do nosso planeta, a “Casa Comum”.
 3º dia (08/01/2016) – Assessoria do prof. Ladislau Dowbor (2ª parte)
“O sistema financeiro atual trava o
desenvolvimento econômico do país”.




Quase tudo é economia…

jorge 9 de janeiro de 2016 0
Alguns defendem que ‘tudo é política, embora a política não seja tudo’. Do mesmo modo, pode-se afirmar que ‘tudo ou quase tudo é economia, embora a economia não seja tudo’. Porém, a política e a economia estão intimamente relacionadas e não são, ou não deveriam ser, um jogo de “vale tudo”. Em ambas, a ética, a justiça e o bem estar coletivo devem prevalecer. Esse foi o mote que orientou a reflexão do economista e professor da PUC/SP Ladislau Dowbor nesta sexta feira (8) no 29º Curso de Verão, numa promoção do Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEEP). O curso acontece na PUC de São Paulo com o tema “Economia promotora dos direitos humanos e ambientais”.
Conforme Dowbor, a economia é uma dimensão fundamental da vida sobre a qual todos precisam aprender. “Economia é o conjunto das atividades que podem levar à melhoria da qualidade de vida. O grande desafio é utilizar os recursos econômicos para resolver os dramas sociais e ambientais”, advertiu. O professor também chamou atenção para a questão da urbanização. “Hoje cerca de 85% da população brasileira vive nas cidades. Esse fenômeno pode multiplicar problemas sociais e ambientais, mas, por outro lado, abre inúmeras possibilidades de convivência”, disse.
O economista enfatizou a importância de utilizar o conhecimento para promover a democracia, o espírito público e o bem comum. “Se eu distribuo meu relógio, fico sem ele; mas se compartilho uma ideia, ela se multiplica. Assim, o conhecimento pode gerar novas formas colaborativas e organizativas”. Incentivou os cursistas a se engajarem em projetos alternativos. Para contribuir nesse sentido citou o documento “Projeto Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento Local”, que contém 89 sugestões concretas e viáveis para dinamizar a economia local. O documento está disponível no site: http://www.polis.org.br/uploads/1509/1509.pdf.
O enfoque dado pelo professor está em sintonia com a perspectiva dos Fóruns Sociais Mundiais, cuja primeira edição aconteceu em 2001 na cidade de Porto Alegre/RS, tendo como slogan “Um outro mundo é possível”. Em sua 15ª edição, o Fórum Social Mundial volta ao Rio Grande do Sul. O evento que articula experiências e propostas altermundistas será realizado de 19 a 23 de janeiro de 2016, em Porto Alegre, com o tema “Paz, democracia, direitos dos povos e do planeta”. Inscrições podem ser feitas pelo site: www.forumsocialportoalegre.org.br.


2º dia (07/01/2016) – Assessoria do prof. Ladislau Dowbor
“O sistema financeiro atual trava o desenvolvimento econômico do país”.


1º dia (06/01/2016) – Celebração de Abertura do 29º Curso de Verão (2016)

sábado, 2 de janeiro de 2016

2016 com mais cultura e comunicação democrática. Igual a mais vida saudável, prazer em ensinar/aprender e menos violência.

Por um 2016 com maior compreensão da importância da cultura e da comunicação, para o crescimento do desenvolvimento humano, social, econômico e cultural do Brasil e consequentemente com uma maior quantidade de investimentos a altura desse maior nivel de compreensão.


Por Zezito de Oliveira - Educador e Produtor Cultural ligado a iniciativas de base comunitária.


Há poucos dias precisei assistir/ouvir um destes programas de sensacionalismo policial, por conta de estar trabalhando em uma escola, onde tinha pessoas na secretaria que estava com a televisão ligada na Tv Record e percebi uma das principais razões, quiçá a principal razão, para o crescimento e a proporção que estão tomando as manifestações de intolerância e ódio, as quais no limite abrem caminho para o nazi-fascismo redivivo

Isso tende a fazer estragos ainda maiores no sistema politico, com a eleição de mais  lideranças politicas identificadas com este tipo de ideologia politica. Neste sentido, é fundamental que a questão da comunicação seja encarada como estratégica ou de primeira importância para quem quer uma sociedade mais justa e mais democrática.

 
Na minha opinião pela ordem:  Cultura, comunicação e educação, são estratégicas e precisam ser encaradas como prioridade na sequência elencada acima, porque as estruturas mentais e organizacionais dentro do universo escolar,  são mais dificeis de serem transformadas, em direção as mudanças que tanto almejamos, no curto espaço de tempo e na profundidade necessária,  caso  estes esforços incidam apenas no campo da gestão e das  metodologias pedagógicas "stricto sensu" em outras palavras, circunscritas ao universo restrito do pensamento e das práticas acadêmicas e escolares.


Portanto, a educação como ambiente de  formação e socialização, tendo a  escola como o principal lugar de enfrentamento desse tipo de situação de barbárie a que a ordem mundial capitalista quer nos levar. Porém,  sem mudar o sistema educacional, não adiantará muita coisa. E para mudar o sistema educacional que é um sistema cultural, a forma mais inteligente de fazer isso é através da cultura e da comunicação ou através da ação cultural, como bem colocava o mestre Paulo Freire, assim também como da arte educação e da educomunicação. Uma pena termos tantos intelectuais progressistas ocupando cargos de relevância no sistema educacional da união, dos estados e dos municipios e pouco ser realizado na direção proposta  acima.

 


Vale citar como uma das poucas e saudáveis exceções, os nomes do historiador Célio Turino, do ex-ministro da cultura Gilberto Gil e do atual Juca Ferreira , cujas palavras e atitudes enquanto intelectuais e gestores, demonstraram e demonstram estar em bastante sintonia com o que defendemos acima. Um exemplo são os programas Cultura Viva e  Mais Cultura nas Escolas. 

No caso deste último lamentavelmente enfrentando problemas de repasse de recursos financeiros por parte do MEC, com atraso de mais de um ano para liberação da segunda parcela de miseros R$10.000,00. Quanto ao Cultura Viva também enfrentou nos últimos anos, uma marcha a ré, por causa da brutal redução dos recursos disponibilizados e da compreensão da importância do mesmo, na perspectiva defendida acima.

P.S.: O movimento Ocupe Escola, iniciado pelos estudantes de São Paulo apontam ou  sinalizam "as mudanças que tanto almejamos".

O que os estudantes que derrotaram Alckmin nos ensinam

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

 

 Frei Betto também escreveu um dos melhores textos em português sobre a escola e reclamada pelas novas gerações e por muitos que deixaram um legado de construção e de lutas em favor de uma outra escola, outra educação. Como é o caso de Anisio Teixeira, Darcy Ribeiro e Paulo Freire.


A Escola dos meus Sonhos, artigo de Frei Betto

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Blog Produção Cultural na Escola 

 

 

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Play list da Rádio Cultura Brasil - Brasis - O Som da Gente: Folias de Um Natal Brasileiro

Programa especial com cantos de reza, versos sagrados e temas que remetem às tradições, manifestações e a religiosidade da nossa gente

Teca Lima 28/12/15 12:13 - Atualizado em 28/12/15 12:22

Xilogravura: Airton Marinho 
 
O programa especial apresentado no dia de Natal traz Chico Lobo e Gilson Peranzetta em “Folias de Um Natal Brasileiro”, e mais Inezita Barroso, Dércio e Doroty Marques, Coral Trovadores do Vale, Milton Nascimento, Vidal França e muitos mais, em temas relacionados aos cultos religiosos e dias santos.

Brasis – O Som da Gente. Seleção musical diária, com destaque para a música dos muitos interiores do Brasil. A influência das nossas matrizes regionais no trabalho de artistas das mais variadas tendências e estilos.

Ouça diariamente, às 8h, com reapresentação às 20hs, pela Rádio Cultura Brasil (AM 1200 kHz de São Paulo) ou pelo Controle Remoto aqui no site. E ainda pelos aplicativos para IOS e Android no seu celular ou tablet.

Roteiro, produção e apresentação: Teca Lima
Montagens: Maria Cleidiane
Estágio em produção: Igor Monteiro
OUÇA AQUI EM PODCAST

Ouça também:
 Play list - Músicas por um natal sem Simone
domingo, 13 de dezembro de 2015 

Natal com este tipo de arte é tudo o que eu quero. 

 quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Fim do ‘boom’ da periferia - Nos últimos anos a cultura da periferia ressignificou a palavra periferia

Foto: Universidade das Quebradas

O fim do “boom” da periferia, daquilo que ficou conhecido como cultura da periferia, não significa que seu projeto estético esteja realizado por completo ou que haja um esgotamento. Significa, num outro sentido, a sua era de alquimia e aponta que o modo de recepção crítica dessa cena precisa ser atualizado. Nos últimos anos a cultura da periferia ressignificou a palavra periferia, dando-lhe força política, comportamental e artística. A recepção a essa cena foi regida pelo argumento de inclusão, que agora se mostra limitadora.
Nesta terceira e última coluna que nos propomos a fazer com foco sobre alguns aspectos da cultura em 2015 cabe dizer que a escolha dos pontos abordados não pretende ranquear nem tampouco reduzir a produção anual a esses elementos. A crise política afetou as políticas culturais nacionais e também ofuscou o debate sobre a centralidade da cultura no país — tornou invisíveis microacontecimentos pelo excesso de debate macro. Assim, a escolha da abordagem desta série de coluna é uma tentativa de manter a centralidade do debate cultural e atualizações dos últimos anos. 

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/fim-do-boom-da-periferia-18377897#ixzz3viEuRcJa

Leia/Assista mais:

Política pública e cultura da periferia, por Sheila Suzane

Universidade das Quebradas 

 Programa Art é Arte!