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quinta-feira, 20 de julho de 2023

‘Quintas Negras’ debate literatura negra sergipana com Severo D'Acelino

 

Publicada: 20/07/2023 às 11:01

Por Wênia Bandeira/Agência de Notícias Alese

O projeto ‘Quintas Negras’ recebeu, nesta quinta-feira, 20, a palestra com o tema ‘Literatura e o negro sergipano: Uma questão de identidade’. A ideia é mostrar para todos como  livros foram escritos ao longo da história contando a forma de viver do povo no estado. O evento foi realizado na Escola do Legislativo Deputado  João de Seixas Dória” (Elese), órgão da Assembleia Legislativa de Sergipe.

Nesta edição, o palestrante desta vez foi o ator Severo D’Acelino. Ele defendeu a presença de autores que falam sobre o assunto nas escolas para combater o racismo e estruturar o antirracismo entre os alunos de todas as idades.

“A literatura é a própria história porque é através da literatura que a gente vai se conhecer e conhecer os antecedentes e a nossa ancestralidade. Quando o negro é protagonista, a história se torna muito mais positiva a uma ação afirmativa negra porque quando você fala uma literatura negra, você está colocando o negro em evidência, você está falando dos direitos, da situação e da condição do negro em todos os sentidos: história, literatura e psicologia do negro”, falou.

Palestrante Severo D’Acelino

Esta ausência vem sendo sentida. Severo D’Acelino explicou que não ter estes autores na educação demonstra a forma como o preconceito vem sendo tratado, já que o assunto não se torna tema de aulas para educar as crianças e adolescentes.

“A literatura é indicadora do racismo, do processo antirracista e da estrutura do sistema de ensino, direito e saber, onde o negro está com todo o universo da sua trajetória, das tradições e do seu conjunto organizado de ideia. Então o autor se preocupa em falar do lugar do negro e do lugar de fala do negro”, afirmou.

O palestrante disse que são diversos os autores que falam sobre a literatura negra sergipana, muitos deles vindos de outros estados e até mesmo de outros países. Esta realidade, de acordo com ele, não os desqualifica.

“Você pode encontrar autores que não são sergipanos, mas que estão aqui e falando sobre a literatura negra sergipana porque fala da continuidade, da cultura e da história do negro em Sergipe. Um autor estrangeiro pode certamente fazer uma literatura afro sergipana desde que more e conviva aqui e fale das atividades e manifestações”, declarou.

Severo D’Acelino fala sobre a condição do negro de Sergipe e busca todo o aspecto no processo da diáspora, trazendo para a realidade do estado. A sergipanidade é muito constante na sua leitura sobre a nossa literatura.

Coordenador de assuntos culturais da Elese, Beneti Nascimento

Mediador

O coordenador de assuntos culturais da Elese, Beneti Nascimento, destacou a importância deste tipo de evento. Ele falou que é necessário discutir o assunto para torná-lo cada vez mais presente em nossa sociedade, como forma de combatê-lo.

“O mais importante é que esse espaço da Elese se transforma em um fórum privilegiado para essas discussões. O Quintas Negras se apresenta como este local privilegiado para discutir as questões filosóficas, da diáspora negra, do preconceito, do racismo, da colocação do negro como um protagonista da sociedade para falar de suas ações”, afirmou.

O Quintas Negras é um projeto da Elese e é realizado todas as quinta-feira no auditório da Escola tratando de diversos temas sobre a realidade negra.

Fotos: Joel Luiz/Agência de Notícias Alese





SEVERO D’ACELINO: UM INTELECTUAL PAN-AFRICANISTA 
Petrônio Domingues1 Doutor em História (USP) Professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS) pjdomingues@yahoo.com.br 

Resumo: O artigo pretende reconstituir a trajetória e a produção intelectual de Severo D’Acelino, um escritor, ator, diretor de teatro, produtor cultural e ativista negro sergipano. A ideia é demonstrar como a obra desse intelectual, notadamente sua produção literária, confere centralidade à questão do negro, contribuindo para fomentar novas narrativas, abordagens, subjetividades e práticas epistêmicas no campo das relações étnico-raciais. Palavras-chave: negro, raça, afro-diáspora, literatura, intelectual. 

Leia AQUI


domingo, 7 de maio de 2023

Os sonhos não envelhecem. Só Alegria! A roda de conversa sobre Teatro como educação popular na Aracaju dos anos de 1980..

 

Zezito de Oliveira - Foto Raoni Smith

GIlvanete de Melo - Foto Raoni Smith

Só alegria! O final da tarde de hoje, 05 de maio de 2023,  quando chegamos ao fim da conversa sobre teatro como educação popular na Aracaju dos anos 1980. Mais especificamente no Bairro América...

Foi uma tarde que correspondeu a todas nossas expectativas, repetindo o que já tinha acontecido quando assisti a excelente roda de conversa sob a batuta  do professor Romero Venâncio sobre teatro contra a ditadura militar, realizada há cerca de quarenta dias. 

Nesta tarde de hoje, contamos com a presença tanto de alunos da Escola de Arte Valdice Teles, ex-alunos, professor Carlos Mascarenhas (UFS)  e com a presença luxuosa de Marcélio Bonfim, grande liderança da luta e da resistência contra a ditadura militar em Sergipe.

Interessante saber que Marcélio, assim como o escritor de literatura de cordel, o Sr. Jaci, foram participar da roda de conversa por meio de convite publicado nas redes digitais.

Do nosso círculo mais próximo contamos com a presença de Raoni Smith, que fez a cobertura fotográfica e apoio técnico na projeção de slides, Antônio Luiz,  integrante da diretoria, depois conselho deliberativo da AMABA , desde meados dos anos de 1980 até o inicio dos anos 2000 e Alan de Oliveira, escritor, pesquisador e ativista cultural do campo da literatura, membro fundador do Fórum de Literatura de Sergipe, criado em janeiro deste ano no bojo das discussões para implementação das Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc,

No primeiro momento da estréia do Café com Teatro quando convidado, afirmei  via instagram “tudo que o artista Raimundo Venâncio toca como diretor, vira ouro” aqui lembrando o nosso grande cantor e compositor Guilherme Arantes.

Do mesmo modo acrescento, “tudo que Tânia Maria interpreta como atriz e cantora vira ouro”, a peça "Billie Holiday, a canção"  que o diga, assim como as magistrais interpretações de canções especialmente escolhidas de acordo com a temáticas das rodas de conversa.  No dia de hoje fomos brindados na abertura com a interpretação da  canção “O amor é o meu país” de Ivan Lins.

Vida longa ao Projeto Café com Teatro, com o desejo que gere outras ramificações, outras iniciativas semelhantes, assim como vida longa a todos que estão a frente do projeto, assim como aos demais que estiverem presentes nesta tarde...

E que os sonhos de mais igualdade e liberdade democráticas nunca acabem, nunca envelheçam, como disse na apresentação utilizando o verso de uma canção de Gilberto Gil “O sonho acabou, quem não dormiu de sleeping bag nem sequer sonhou.”

Portanto, overdose de sonhos e desejos de construção e reconstrução de homens e mulheres novos, mediados pela arte e pela cultura, assim como por meio das práticas esportivas e de atividades de interação com o meio ambiente. O “sleeping bag” , saco de dormir ou colchonete utilizados em acampamentos e congressos estudantis e de movimentos culturais ambientalistas e populares na década de 1980,  foi a  a metáfora que utilizei, pegando emprestado o verso da canção de Gilberto Gil, um de nossos artistas geniais.

O que garantirá o antidoto ou a vacina necessária contra o retrocesso civilizatório que sofremos nestes último anos, sem esquecer que ainda não estamos fora de perigo, o que inclusive foi destacado pelo bravo lutador do povo, Marcélio Bonfim...

Fotos abaixo: Raoni Smith





SERGIPE E BRASIL: SEM ARTE E MEMÓRIA NÃO HÁ FUTURO.

Sensacional! A roda de conversa na tarde de ontem, 06/05/2023, no projeto Café com Teatro da Escola de Arte Valdice Teles (Funcaju) na qual fiz a fala provocadora/inspiradora, juntamente com a colega professora e atriz Gilvanete de Melo.

 O texto com as nossas impressões já está pronto e será publicado até amanhã, domingo,  juntamente com as fotos tiradas pelo filhão Raoni Smith, trabalhador da área do audiovisual e da comunicação digital e radiofônica.

Alguns amigos manifestaram a vontade de ir, mas por várias razões ficaram impedidos de estarem presentes, como relatado por alguns ontem e agora pela manhã. E para os que puderam chegar junto   Raoni  Smith, Alan de Oliveira e Antônio Luiz, como para àqueles que desejaram, mas que não puderam ir, os nossos agradecimentos.

No final da conversa, coloquei-me a disposição para ir até a UFS para falar sobre a nossa vivência e pesquisas com alunos do curso de teatro.

Da mesma maneira, reiterei de viva voz, o que publiquei no blog da Ação Cultural, iniciativas como estas do Café com Teatro são necessárias e urgentes, principalmente em razão de estarmos imersos em um estado de guerra cultural declarado pela extrema-direita, guerra cultural que fere gravemente a nossa democracia, mesmo limitada e inconclusa,  e as nossas expectativas de vivermos em uma nação solidária, como cantou Alceu Valença, nos anos de 1980, anos em que o Brasil estava tentando novamente se tornar “irreconhecivelmente inteligente”, na feliz expressão do critico literário Roberto Schwarz

Lembrei da necessidade da universidade realizar atividades de pesquisas e extensão inspiradas no Café com Teatro , assim como o SINTESE e o MST. A CUT dos anos de 1980/1990 também foi lembrada por causa do projeto SINDIARTE.

Até dezembro deste ano, pretendo gravar um programa a ser disponibilizado no canal da Ação Cultural no youtube com o conteúdo desta roda de conversa, com o intuito de atingir um público mais amplo, inclusive quem mora fora do estado e que manifestou interesse via redes digitais... P.S.: E era para ser apenas um textinho.. rsrsr
Fiquem com a matéria da Ascom da Funcaju e publicada no site oficial, e busquem participar na medida do possível do projeto Café com Teatro, inclusive para o mesmo ser expandido sob os auspícios da Funcaju em parceria com outras instituições. As Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2 , como falei ontem, oferecem ótima janela de oportunidades para isso...

Leia também:

Café com Teatro realiza primeiro encontro de maio na Escola de Artes Valdice Teles
Cultura
05/05/2023 18h40


quinta-feira, 4 de maio de 2023

Café com teatro apresenta a potência do teatro na periferia de Aracaju, bairro américa, nos anos 1980

  CAFÉ COM TEATRO

🎭
É consenso que a tecnologia nos afastou do humano, distanciou o olhar, anulou o som da voz, impossibilitou a discussão, o diálogo no cara a cara. Emburrecemos, empobrecemos intelectualmente, e o ritmo de vida moderna nos escravizou.
Onde e quando, HOJE, em nossa cidade, pra servir de exemplo, teríamos a oportunidade de ouvir histórias envolvendo a Arte, e, neste excerto, o Teatro, como esta que será contada pelo historiador, professor, agente cultural, Zezito de Oliveira, e pela professora Gilvanete Melo, sobre a memória de um tempo, de um lugar, num canto de Aracaju, que transformou vidas, impulsionou ações e ideias afirmativas, ecoou de modo pulsante, efervescente? No Café com Teatro isso será possível. Aproveitem!
🎭
* Sergipe não é lugar onde as coisas costumam durar.

Será um prazer e uma honra estar com vocês neste evento de importância ímpar para a nossa cidade, porque traz a reflexão sobre a arte teatral para o lugar da interseção em que esta se faz e se refaz, mediada com a reflexão sobre a experiência vivenciada e ancorada no pensamento de renomados artistas, filósofos, historiadores, sociólogos, antropológos, comunicadores, pedagogos, psicólogos e etc. Penso ser uma forma potente de enfrentar o avanço do pensamento e das práticas neofascistas em nosso meio...Penso que esta proposta pode ser ampliada e apropriada por outros espaços e contextos, como o ambiente acadêmico dentro de uma proposta de extensão e diálogo com a sociedade, realizando troca de saberes com quem não está mais dentro das salas próprias, como também com quem nunca frequentou o ambiente acadêmico. Penso no movimento sindical, em especial no SINTESE com seu departamento cultural, que poderia também refletir sobre políticas e práticas culturais nos moldes como vocês da escola de arte estão realizando...Penso no movimento estudantil e na ação cultural desenvolvida por estes como o CPC da UNE no pré golpe de 1964 e as marcas indeléveis que deixou em nossa história, politica e cultural. Penso no MST de Sergipe com seu setor de cultura, mas que parece meio apagado depois de perdermos Lupércio Damasceno , grande e saudosa referência cultural.



sexta-feira, 14 de abril de 2023

E a Cultura? (por Antonio Samarone)

 14 de Abril, 2023

 Estou embarcando para uma nova missão!

O Prefeito de Itabaiana me convocou para ser o Secretário da Cultura. Não posso rejeitar. Itabaiana vive uma nova Era, uma nova transição econômica e política. Um grupo político resolveu apostar na gestão pública de qualidade. Esta experiência já dura dez anos.

Mudou Itabaiana!

Até a segunda metade do século XX, Itabaiana era uma província agrícola. Um celeiro. Com a construção da BR – 235 e a chegada de um ginásio público, viramos uma economia mercantil. Itabaiana se transformou num centro distribuidor de mercadorias. Cresceram o comércio e os transportes.

A realidade mercantil encontrou atores vocacionados para o comércio. O Itabaianense sabe comprar e vender com maestria.

O caminhão criou um polo de riquezas, gerando renda e trabalho para muita gente. A Cidade tornou-se a capital nacional do caminhão.

A economia cresceu e a Cidade ganhou novos ares. Grandes empreendimentos imobiliários brotaram e a realidade se transformou. O dinheiro corre para Itabaiana. Este capital precisa dar novos saltos.

Emerge uma nova Era!

O capital acumulado procura investimentos viáveis e seguros. Precisa expandir-se e alargar as fronteiras. Foi assim na primeira fase, na década de 1950. Muitos comerciantes Itabaianense ganharam o Nordeste. (Bom Preço, Paes Mendonça).

Os novos desafios, conquistas e avanços, necessitam de lideranças políticas arejadas. Gente com outra cabeça. E estas lideranças já surgiram e mudaram a forma de fazer política em Itabaiana.

A boa gestão da coisa pública é indispensável!

Essa nova Era precisa do dedo da Cultura. A autoestima precisa de fundamentos, narrativas e significados. Isto quem dá, é a Cultura.

E o que é a Cultura?

O senso comum associa a cultura com o conhecimento escolar. Existem as pessoas cultas e as incultas. Não é nada disso!

A palavra Cultura vem do verbo latino “colere”, que significa cuidar. A agricultura cuida da terra, a puericultura, das crianças e o culto, cuida das divindades.

A Cultura cuida dos ausentes, dos significados, do tempo, dos símbolos e valores de uma sociedade.

É a Cultura que elabora os significados, qualifica o real, dá sentido às coisas, constrói e destrói narrativas. Uma sociedade só chega à civilização pela Cultura.

A Cultura usa a linguagem e o trabalho, para criar o que não existe. Existe uma cultura popular e uma erudita. Nas duas, as manifestações podem ser profundas e superficiais. A ideologia deturpa, qualificando uma e desqualificando a outra, previamente.

Tanto a Cultura popular como a erudita podem ser de resistência ou de conformismo, criativa ou superficial, propositora ou passiva.

Existe uma confusão entre a Cultura popular e a Cultura de massas. O mercado criou uma Cultura de massas. Tornou a Cultura apenas um entretenimento, diversão, mercadoria posta ao consumo imediato. A Cultura de massas é uma mistura diluída, sem raízes e efêmera.

Não podemos ignorar a Cultura de massas, pois ela existe e é dominante. Atende a valores e anseios manipulados de consumo. É um Ki-suco adocicado, sem nutrientes.

O papel do poder público é elaborar políticas que fomentem as manifestações culturais, eruditas e populares. Quem cuida da Cultura de massas é o mercado. Ela tem viabilidade econômica, se mantém com as próprias pernas.

A Cultura explode em Itabaiana por conta própria, de forma autônoma. A música, com duas filarmônicas, sendo uma a mais antiga do Brasil. Uma tradição na fotografia. Uma academia de letras, uma bienal de livros (sexta edição), o teatro amador, as manifestações tradicionais, a Chegança, o Reisado, a Quadrilha Junina (a única no Nordeste marcada por uma mulher).

A Cultura mantém a memória do passado (museus, memoriais), dá significado ao presente e pavimenta o futuro. A Cultura cria raízes, aproxima as pessoas, reforça as identidades e une os divergentes. Cria valores e símbolos.

Aceitei a missão por acreditar que o atual grupo político que comanda Itabaiana, tem os mesmos propósitos e as mesmas ambições: fortalecer uma civilização no agreste, que possa servir de inspiração para Sergipe.

“Alea Jacta Est”.

Antonio Samarone (médico sanitarista)

O recado deste blogueiro 

Boa Sorte! E não se esqueça da cultura pelo viés econômico, em especial, articulada com as novas tecnologias digitais,  inclusive favorecendo os aspectos da memória, por meio das ferramentas facilitadoras da pesquisa, do registro e da difusão.

Zezito de Oliveira

Abaixo, quem deverá colaborar, para o sucesso de quem assume cargos em orgãos de gestão cultural neste 2023, ano da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, e bote graças ou bençãos nisso..




sexta-feira, 7 de abril de 2023

A SERGIPANIDADE E ALGUNS PRODUTORES

Joaquim Antônio - CASACA DE COURO

Para meditar e agir

Faço música há 30 anos,  aproximadamente, vendo, cada vez mais,  o discurso político da defesa da sergipanidade por Secretários de Cultura, sem o devido compromisso com a sua cultura e seu povo (discurso por discurso).

Quantas vezes vimos a participação de Municípios sergipanos em Feiras de Turismo divulgando nossa arte com trios pé-de-serra e quadrilhas juninas? Várias e várias vezes. 

O turista ao chegar em Sergipe, busca o talento sergipano e se depara com a grade de eventos com artistas da grande mídia e altos cachês. 

FUNCAP, Estância, Aracaju, São Cristóvão, são exemplos raros de valorização da nossa cultura.

O copia e cola de grades, são dominantes, discriminatórias e excludentes nos municípios sergipanos... ou não é?

Poderia ser:

Quer assistir sertanejos, bandas cearenses, potiguar, etc? Venha pra Sergipe.

Até quando?

Precisamos fortalecer nosso segmento com quem realmente é da área para que tenhamos uma ampla discussão e valorização do Profissional da Arte Sergipana.

Quer valorizar a sergipanidade? Contrate artistas sergipanos.


foto: divulgação