informações sobre ações culturais de base comunitária, cultura periférica, contracultura, educação pública, educação popular, comunicação alternativa, teologia da libertação, memória histórica e economia solidária, assim como noticias e estudos referentes a análise de politica e gestão cultural, conjuntura, indústria cultural, direitos humanos, ecologia integral e etc., visando ao aumento de atividades que produzam geração de riqueza simbólica, afetiva e material = felicidade"
Já fui um paraíba no RJ com alguma vergonha do nordeste. Hoje sou um paraíba que nasceu em Sergipe, com alguma pena e lamento pelos cariocas. Pelas razões que sentia vergonha do nordeste, sinto pena dos cariocas. Mas eis que os ventos politicos mudam a direção...Espero que lá também, futuramente mais à esquerda, como soprou lá um dia, e nunca mais tão a direita por aqui, como nas paraíbas do passado e no RJ de hoje . O que salvou de não ter vergonha completa do nordeste no passado, foi a nossa cultura. Da mesma forma, como a cultura do RJ me faz acreditar que a cidade tão importante na minha formação, ainda voltará a ser a cidade maravilhosa, mas que de uns tempos para cá, deixou prevalecer os maus, os perversos, os predadores, os ignorantes. Salve a Mangueira! Salve Luiz Gonzaga.Viva o povo brasileiro!!
Zezito de Oliveira - educador, agente/produtor/assessor de iniciativas culturais de base comunitária e blogueiro.
Lenine - Leão do Norte
Imagine o Brasil ser dividido e os paraíbas e nortistas ficarem independentes. De cara, temos ótimos candidatos, bem melhor do que isso que é chamado de presidente do Brasil: Jacques Vagner, Flavio Dino, Randolfe Rodrigues, Edmilson Rodrigues e Ciro Gomes.
Cultura de base comunitária, economia solidária, educação popular, teologia da libertação e pensamento critico sobre o Brasil.
Eis que os tempos tenebrosos ou
cabulosos descritos por Renato Russo em suas canções chegaram, aqui e aqui, não que estes
tempos nunca tenham deixado de existir, porque trazendo uma aproximação com o conceito de multiverso,
diversos tempos ou diversas forma de viver
no tempo convivem sincronicamente e disputam a hegemonia sobre os demais. Viver
no tempo, não apenas em termos materiais e concretos, mas também sob a forma de
memórias, narrativas, imaginário e símbolos.
Daí que alguns temposou formas de viver no tempo, predominam e até
parece que não existem outros tempos ou outras maneiras de vivê-lo, mas existem.
Porém são tempos que escondidos,
silenciados, amordaçados, parecem não existir ou nunca ter existido. Não a toa,
o escritor Milan Kundera, afirmou "ser a luta da memória contra o poder,a luta da memória contra o esquecimento."
Por isso, a produção de uma seção
permanente no blog da Ação Cultural intitulado. Boas noticias para quem precisa
e merece.
Considerando que os ventos
principais não sopram boas noticias, mas tem uns ventos, uns ventinhos que
trazem noticias boas, noticias edificantes, noticias inspiradores, noticias que
alimentam a chama de outros mundos possíveis. Noticias que podem nos tirar do
estado deespanto desmobilizador, da
tristeza e da impotência, na perda de perspectiva para viver guiado pela utopia, como na descrição de Eduardo Galeano, “A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.” O que significa a busca da construção daquilo que Paulo Freire chama de inédito viável.
Façamos então com as boas noticias, como fazem os galos com seus cantos, os quais apresentados poeticamente por João Cabral de Melo, pegam os cantos de outros
para retransmiti-los além, até que chegam
a todos os rincões da terra.
"Um galo sozinho não tece uma manhã: ele precisará sempre de outros galos. De um que apanhe esse grito que ele e o lance a outro; de um outro galo que apanhe o grito de um galo antes e o lance a outro; e de outros galos que com muitos outros galos se cruzem os fios de sol de seus gritos de galo, para que a manhã, desde uma teia tênue, se vá tecendo, entre todos os galos."
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Na semana de 8 a 13 de julho, aconteceu no Colégio Santo Tomás de Aquino, bairro de Fátima em Fortaleza a 19ª Edição do Curso de Verão na Terra do Sol, que segundo a Carta de compromisso buscou “abrir e aprofundar caminhos de volta às práticas originárias da vida em comum, preconizada pelo Evangelho, fundadas na partilha, na solidariedade, no esperançar, na amorosidade e na busca da justiça”, ainda segundo a carta “Foi um tempo de imersão reflexiva, trabalhando a temática: “Caminho de volta:O trabalho de base, na construção da autonomia e emancipação das pessoas e das comunidades”, com a inspiração bíblica, anunciada em 2Pd 3,13: “Nós esperamos novos céus e nova terra, onde habitará a justiça”.”
“Você me abre os seus braços. A gente faz um país.” Em poucos momentos de nossa história como nação, como no
período dos governos Lula e Dilma,essa
frase da canção “Fulgás” da Marina Lima, fez tanto sentido. Principalmente nos
oitosanos do governo Lula. Isso pode
ser constatado dentre muitas fontes jornalísticas e acadêmicas, por meio dessa
matéria abaixo no jornal O Globo, edição de 16 de junho de 2014.
“ A adoção de políticas de
participação popular, com representantes da sociedade atuando em alguma
instância de debate e de interlocução com o governo, explodiu nas gestões do
PT, em especial nos oito anos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E a proliferação
veio sob a forma de conferências nacionais, dos mais variados temas, e de
conselhos nos âmbitos dos ministérios. Nos oito anos de Fernando Henrique
Cardoso (PSDB), foram realizadas 19 conferências; nos dois mandatos de Lula,
este número quadruplicou: foram 74. No período tucano, aconteceram conferências
nas áreas de Saúde, Direitos Humanos, Criança e Adolescente e Assistência
Social, entre outras, que prosseguiram nos anos Lula. E, sob a direção do PT,
novas temas surgiram, como Cidades, Pesca, Esporte, Cultura, Juventude e Gays,
Lésbicas, Bissexuais e Travestis.Não
é diferente quando se compara a criação de comissões e comitês atrelados aos
ministérios: foram oito no período FH (de Combate à Discriminação LGBT,
Juventude e Esporte, entre outros) e 18 no período Lula (como Erradicação do
Trabalho Escravo, Economia Solidária, Igualdade Racial e Direito da Mulher).”
Como afirmou no 15 de fevereiro de 2017, ao site diário do centro domundo, o então senador Lindbergh Farias.
"O que o desastre das políticas neoliberais de Temer vem reavivando na cabeça de nosso povo é a memória de um tempo de desenvolvimento. Neste caso, desenvolvimento funciona como uma espécie de palavra-síntese usada para exprimir muitas coisas boas, mas significando especialmente uma época de inclusão social e pleno emprego", diz o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), ao comentar as pesquisas recentes que mostram a disparada do ex-presidente Lula e a nostalgia que o eleitor sente por seu governo.”
A esse respeito, a respeito da
“saudade” desse tempo, ao contrário do “pesadelo” que representa osgovernosTemer/Bolsonaro para a maioria, vemos aos poucos um despertardo encegueiramento e entorpecimento,a qual parcelas significativas da maioria
foram submetidas pelas madrastas más e suas noticias envenenadas .Madrastas más aqui, significando os veículos
de informação da grande mídia, as que começaram com fake news, meias verdadese sonegação de informações, o que hoje está
“democratizado” através dos grupos de whatzappprincipalmente, financiado por dinheiro robusto de empresários nacionais
e internacionais.
E agora, nesse momento em que
vemos a destruição domelhor que foi
construído pela labuta cotidiana de milhões de brasileiros e brasileiros que
nos antecederam em tempos distantes ou mais recentes, inclusive com o
sacrifício do conforto, do bem estar, e até pagando com a própria vida, no caso
de muitos (as). O que fazer?
Algumas constatações ou
considerações em forma de textos do tamanho de um twiiter, mas publicados no
facebook, inspirados no formato de uma coluna do jornalista Millor Fernandes, publicada durante anos na revista Veja, quando esta ainda não tinha perdido o senso e o prumo jormalistico
“Brasil motivo de chacota no
mundo. É possível ser brasileiro sem se sentir parte disso?” Aqui cabe um
comentário, precisamos fazer essa separação, há mesmo que reconhecermos antes
do cenário atual, um Brasil misturado, confuso, embaçado, com muitas pessoas
confundidas e/ou que confundiam os demais. Agora, precisamosobservar o que nos distingue, o que nos fazem
ser diferentes.Bem na linha do que diz a canção do Arnaldo
Antunes.
“Pensar no médio, curto e longo
prazo. Pensar de forma complexa, com simplicidade, mas sem simplificações
rasteiras.”
“Se o mal que Bolsonaro está
fazendo, estiver contribuindo para nos tornar melhores, assim como as nossas
ações. Venceremos!!”
"O que espanta a miséria é a
festa." ouvinte via web na Rádio Brasil Atual (SP).
“Do que aproveitará tanto
vergonha. Para quem nos fez chegar até aqui.”
“Oh! My God!! Quantas vergonha
ainda teremos que passar para a classe média compreender o quanto foi feita de
idiota e imbecil?”
]
“Perdemos! Pobres desinformados
ou cheios de informação tóxica. Muitos desses com curso superior.”
“O último áudio do Dallangnol não deixa
dúvidas. Quão perversos e mentirosos são os membros da elite brazuca e seus
serviçais.”
“Mas que país engraçado. Tudo que
imputaram como acusações a Lula, os doutores da lei estavam cometendo.”
“Em tempos de idade midia, ou
nova idade média. Enciclopédia de/contra fake news. Lutando com armas do
passado contra os mortos vivos da direita.”
VOLTANDO A REPÚBLICA VELHA?
Não quero viver da caridade da
elite que detesta o povo, mas finge que não. Que dão com uma mão, mas tiram com
dez. Quero politicas públicas universais, republicanas, democráticas. Politicas
públicas que considere as desigualdades para tratar diferente os desiguais,
sempre a favor dos que tiveram ou tem menos oportunidades.
“brasileiros partidos. Tancredo
(avô) um dos pivôs da redemocratização. Aécio (neto) um dos pivôs da
desdemocratização em curso.”
"Depois de Gramsci, Escola de
Frankfurt e de Paulo Freire, não se compreende recolonização de territórios,
roubo de riquezas e escravização de pessoas, sem antes acontecer a recolonização
das mentes. Porque educação popular, cultura de base comunitária e economia
solidária não foi considerado como estratégico pelo campo progressista e nem é
ainda? Basta ver como estão as administrações do campo progressista nesses
quesitos. Aracaju e Socorro, municipios de Sergipe administrados pelo PC do B
são bons exemplos."
"Perdemos! Pobres desinformados ou
cheios de informação tóxica. Muitos desses com curso superior. Aguardem o que
vem por aí. Todos os nossos direitos e conquistas sociais são o alvo. Nenhum
está salvo." https://www1.folha.uol.com.br/…/reforma-da-previdencia-foi-…
"O campo progressista pode ter
surpresas eleitorais, ao ver o centro e a centro direita crescer além do
esperado, após o encolhimento da extrema
direita, depois do desastre dessa "viagem" de Bolsonaro, Moro e
outros do mesmo time.
Isso acontece porque nomes como
Tabata Amaral, apesar dedesgastescomo o voto favorável a deforma da
previdência dos banqueiros, tem uma estratégia de comunicação, mobilização
etambém de formação de novos quadros
que agrega ousadia e inovação, com uso fortemente das novas tecnologias,
inclusive utilizando-se de estratégias e táticas que foram aprendidas com o
campo progressista.
Para compreender o que afirmo,
recomendo assistir a série de programas abaixo.
Zezito de Oliveira - educador, agente/produtor cultural de iniciativas de base comunitária e blogueiro.
Frei Beto no 11° ENCONTRO NACIONAL FÉ E POLITICA.
Terceiro e último dia do Encontro Nacional de Fé e Política. Veja o vídeo a partir do 22° minuto.
A partir do diálogo dos dois discípulos de Emaús, fez uma reflexão sobre o momento atual que estamos vivendo;
Destacou a importância da educação de base, uma das estratégias para trazer o povo para o cenário político.
Betto destacou que nós precisamos resistir e não perder a esperança. "Tudo que eles querem é que a gente tenha nojo de política, que a gente desista. E é justamente o contrário que devemos fazer..."
Para isso é preciso sempre resgatar a memória histórica de nossas lutas!
Por fim, terminou com um poema de Cora Coralina: Desistir!
Uma das mais belas e perfeitas músicas que já ouvi na vida!!! Arranjo sublime, Raulzito cantando com voz, alma e coração, sem falar na letra: simplesmente impecável, um achado poético. No meu entendimento, ele exalta TODAS as mulheres, seja ela mãe, santa, prostituta, esposa ou filha; aquela que é amiga, protetora e fêmea: aquela que dá a vida, a força e o prazer. Aparecidas Mendes no youtube
Ave Maria da Rua - Raul Seixas (ORIGINAL)
Ave Maria do morro - Eduardo Araújo
Chico César - Deus Me Proteja (Forró Stream)
Rita Lee José Original 1970 vhs
Pecadinhos - Céu
Casa de Morar - Renato Braz
14 LOUVAR - NÁ E ZÉ
Caetano Veloso, Moreno Veloso, Zeca Veloso - Alegria, Alegria (Ao Vivo) ft. Tom Veloso
Pitty - Cálice
Antônio Marcos - O Homem de Nazaré (1973)
CHICO BUARQUE ● MINHA HISTÓRIA
Outras sugestões de canções nos comentários, são bem vindas.