A Rádio JB – e todo o ecossistema de rádios do Grupo Jornal do Brasil – é uma das melhores recordações que tenho do tempo em que morei no Rio de Janeiro, dos 8 aos 21 anos, década de 1970. Foi durante aqueles anos de contrastes que vivi a cidade: o Rio tinha belezas estonteantes e problemas estruturais, mas, naquele tempo, os problemas não ofuscavam as belezas como hoje.
No plano cultural, vivi um encantamento particular com o Grupo Jornal do Brasil. Troquei "O Globo" pelo centenário e respeitado jornal impresso "JB", mas foi no rádio que a paixão realmente se consolidou. Minha preferência pelo JB em relação a outros veículos não era gratuita. Diferentemente de parte da grande imprensa que apoiou o golpe e a ditadura, o Jornal do Brasil tinha uma linha editorial bem definida, liberal e antiditatorial. Embora seu posicionamento nos primeiros anos do regime fosse complexo – justificando o golpe em alguns momentos – o jornal se destacou por dar total cobertura a todas as manifestações, políticas ou artísticas, contra a ditadura militar. Durante a cobertura do AI-5, por exemplo, com a redação ocupada por censores, a saída encontrada foi publicar um boletim do tempo com a frase: "Ar estava irrespirável".
O JB se definia como um órgão "católico, liberal-conservador, constitucional e defensor da iniciativa privada". Mas, na prática, sua pluralidade era notável: assumia posições progressistas no nível político ao mesmo tempo em que mantinha concepções ortodoxas em termos de política econômica. Sua página de opinião reunia articulistas de diferentes vertentes ideológicas – conservadores, liberais e progressistas –, com nomes como Carlos Castello Branco na política, Barbosa Lima Sobrinho, o cronista Castelinho, e Alceu de Amoroso Lima. Do espectro conservador e católico, destacavam-se ainda as colunas semanais de Dom Marcos Barbosa, Dom Eugênio Sales e Dom Luciano Cabral Duarte. Para dar peso às teses econômicas liberais e ortodoxas, o espaço contava com as análises rigorosas de pensadores como Eugênio Gudin e Roberto Campos, ladeados pelo olhar institucional do jurista Sobral Pinto no campo constitucional.A cereja do bolo era o Caderno B, lançado em 1960 e totalmente dedicado às artes, cultura e entretenimento – o primeiro com esse formato na imprensa brasileira. Nele, Carlos Drummond de Andrade assinava coluna, ao lado de Clarice Lispector, Fernando Sabino, Ziraldo, Henfil, Marina Colasanti e Affonso Romano de Sant'Anna. A vanguarda cultural do caderno se completava ainda com os textos afiados de Paulo Francis, as crônicas cotidianas de Rubem Braga e a crítica teatral cirúrgica de Bárbara Heliodora. No esporte, João Saldanha e Armando Nogueira. O time esportivo ganhava o requinte lírico de Nelson Rodrigues, que também emprestava seu talento dramático ao cotidiano do jornal. Era um jornal que fazia cobertura cultural com profundidade e qualidade, algo raro para a época. O noticiário internacional, por sua vez, era acompanhado de traduções dos melhores colunistas do The New York Times, além de contar com o correspondente internacional e analista político Wilson Figueiredo moldando a visão global dos leitores diretamente da redação.
Naquela época, o grupo contava com três emissoras:
Rádio Jornal do Brasil (AM / JB-AM) – A mais antiga, fundada em 1935 e no ar por quase sessenta anos, até 1992. Era a emissora "elegante e imparcial", referência absoluta em música e informação de qualidade. Seu jornalismo era prioridade, com um padrão exemplar que foi imitado por décadas. A programação musical primava pela qualidade, sem espaço para modismos, e contou com locutores lendários como Luis Carlos Saroldi, Orlando de Souza e o saudoso Jorge de Souza, o "Majestade". A emissora atingiu sua fase áurea em criatividade e sofisticação entre 1973 e 1975, sob a direção de programação de Simon Khoury. A programação musical da JB AM naquela época era um caldeirão musical refinado, que ia do jazz e da MPB ao rock progressivo, como pode ser visto em playlists da época, que incluíam desde João Donato e Eumir Deodato até Sivuca e Som Imaginário. Um de seus programas mais lendários foi o "60 minutos de música contemporânea", criado em 1971, que apresentava ao ouvinte um cardápio de T. Rex, Traffic, Can, Led Zeppelin, Pink Floyd e centenas de outros pesos pesados do rock e da música progressiva.
JB FM – A grande pioneira. Fundada em 23 de agosto de 1973, foi a segunda emissora em Frequência Modulada do país. Mas o que a tornava única era seu formato: a "beautiful music" (ou "música bonita"). Um conceito importado dos Estados Unidos que consistia em músicas orquestradas, instrumentais e clássicas, com poucos comerciais e uma locução suave e marcante. A programação era pensada para ser um fundo musical agradável e discreto, sem variações bruscas que incomodassem o ouvinte. Nos anos 1970, a JB FM era a trilha sonora preferida de elevadores e salas de espera de consultórios médicos, e seu público era a elite carioca que já possuía os raros e caros receptores de FM da época. A emissora era, antes de tudo, sinônimo de sofisticação e bom gosto.
Rádio Cidade (FM) – Fundada em 1º de maio de 1977, a Cidade surgiu como uma "despretensiosa rádio pop", com linguagem informal, descontraída e repertório voltado para o jovem comum de classe média. Seu grande diferencial foi ter sido uma das pioneiras a tocar a disco music no Brasil, popularizando o gênero e se consolidando como a "maior alfândega do pop dançante mundial". A programação era dominada pelos sucessos do pop, da dance music e da disco music – o som que embalava as pistas e as festas da época. O rock estava presente, mas de forma complementar e secundária, ganhando mais espaço apenas depois do sucesso do Rock In Rio, já em meados dos anos 1980. Seu auge se deu entre 1983 e 1984, quando liderou a Rede Cidade, uma das primeiras redes de rádio do país. Era a trilha sonora perfeita para quem queria música pop dançante, novidades e uma pegada jovem e descontraída.
Curiosamente, a minha predileta era a Rádio Jornal do Brasil (AM). Eu a considerava o perfeito "meio-termo": equilibrava a informação de qualidade e a música refinada que eu tanto admirava, sem cair no que eu, na minha rebeldia juvenil, julgava ser "xaropice" ou superficialidade de algumas FMs. A Cidade eu ouvia em alguns momentos, mas a JB FM, confesso, raramente parava para escutar. Com a prepotência típica da juventude, rotulava a JB FM como "rádio de velho", "chata" e coisas do gênero — uma ironia, já que ela era justamente a novidade tecnológica da época.
Hoje, com outros ouvidos e outro olhar, paro para ouvir essas emissoras (dentro do que resta delas no ar ou nas plataformas digitais) e consigo perceber, enfim, a beleza, a delicadeza e a sofisticação daquela programação. O que isso significa? Que é preciso tempo e amadurecimento para apreciar certos tipos de cultura mais tradicional, mais formal e mais cuidadosa em sua curadoria. E o melhor: chegar a essa percepção não exige abrir mão da boa e velha MPB, nem da música pop que também embalou nossa juventude. São camadas de uma mesma história afetiva.
"Boa noite, amigos, próximos e distantes" – O legado do programa Noturno, um dos meus programas preferidos da JB AM
O programa "Noturno", transmitido pela lendária Rádio Jornal do Brasil (AM), representou o ápice do rádio de sofisticação e jornalismo cultural no Brasil. Criado e produzido por Simon Khoury, diretor artístico da emissora entre 1968 e 1977, o programa ia ao ar diariamente às 23 horas e contou com a colaboração de profissionais como Luiz Carlos Saroldi. Sua apresentação inicial coube a Eliakim Araújo, mas foi Saroldi quem se tornou uma figura central, especialmente na década de 1970.
O "Noturno" ia muito além de um programa musical: era um espaço de entrevistas e curadoria refinada, que recebia grandes nomes da música e da cultura – como Tom Jobim, Cartola, Waldir Azevedo, Hermeto Pascoal e Paulo Diniz –, com destaque para as terças-feiras, quando as entrevistas eram conduzidas pelo próprio Simon Khoury. A identidade do programa era marcada pela abertura inconfundível na voz de Saroldi: "Boa noite, amigos, próximos e distantes", uma saudação que criava intimidade com os ouvintes e reforçava o pertencimento a uma comunidade de apreciadores da boa música.
Com sua mistura única de música erudita, MPB, jazz e entrevistas que se tornaram antológicas, o "Noturno" deixou um legado duradouro. Mesmo após seu fim em meados dos anos 1980, continua sendo lembrado com saudade e admiração como um dos programas mais marcantes da história do rádio brasileiro.
Ouça uma edição do programa Noturno - Entrevista com Tim Maia "Aqui"
Entrevista com Tom Jobim. Aqui
Ecos do passado no rádio atual
E, pensando bem, ainda hoje é possível encontrar ecos daquelas emissões. Para quem busca o jornalismo de credibilidade e a sofisticação musical que marcavam a antiga JB AM, a NovaBrasil FM — presente em várias capitais e também no streaming — mantém viva essa tradição, com uma programação que alia informação e boa música popular brasileira, ecoando o espírito da emissora que, nos anos 1970, atingiu sua fase áurea em criatividade e sofisticação. Hoje, essa herança de vanguarda e bom gosto também pode ser encontrada em emissoras como a Rádio Cultura Brasil (AM 1200 kHz e FM 77,9 MHz), gerida pela Fundação Padre Anchieta, com sua programação dedicada à MPB e à cultura.
Já para quem sente falta da sofisticação orquestral e do clima de "beautiful music" da JB FM dos anos 1970, o cenário atual está mais pulverizado, mas ainda sobrevive em emissoras como a Rádio Scalla (online), que se dedica às grandes orquestras e ao melhor da música instrumental; a Rádio MEC, com sua programação clássica e refinada; a Rádio Gold Instrumental; e a Rádio Paz FM, todas com propostas que resgatam, cada uma a seu modo, a delicadeza e o bom gosto daquela época. A Cultura FM (103,3 MHz), também da Fundação Padre Anchieta, é especializada em música clássica, erudita e jazz, sendo a única emissora brasileira a dedicar 14 horas semanais ao jazz nacional e internacional. Talvez o formato original esteja hoje mais presente nas rádios online do que nas grandes FMs, mas a essência permanece: música que não grita, que não apressa, que simplesmente acompanha.
E, para quem quer reviver com mais fidelidade a experiência da JB FM original, existe a JB Classic, uma web rádio criada por entusiastas que reproduz na internet o padrão musical da JB FM dos anos 1970, 1980 e 1990, focando exclusivamente na música – um resgate afetivo e sonoro daquela época. Da mesma forma, a Rádio Web JB AM é uma web rádio sediada em Manaus, Amazonas, com programação "espelho" da rádio original na década de 1970/1980, voltada para música adulta, MPB, pop rock, dancing music e instrumental, mas, diferentemente da original, sem o campo da informação. Um resgate sonoro que mantém viva a sofisticação musical que marcou a emissora.
Infelizmente, o rádio de qualidade também perdeu recentemente uma de suas grandes referências. A Rádio Eldorado de São Paulo, fundada em 1958 e por quase 70 anos um patrimônio afetivo e intelectual de gerações de ouvintes, encerrou suas atividades em 14 de maio de 2026. Propriedade do Grupo Estado, a Eldorado era conhecida por sua curadoria musical refinada, com uma programação que misturava MPB, música contemporânea, jazz, soul e R&B. Teve atuação importante no universo da música clássica e realizou LPs com grandes intérpretes nas décadas de 1970 e 1980. Seu fim, justificado pelas "mudanças profundas nos hábitos de consumo de áudio" e pelo crescimento do streaming, representa uma perda imensa para o rádio de qualidade no país. A frequência 107,3 FM foi ocupada pelo Grupo Bandeirantes.
Web rádios e emissoras independentes
Além das emissoras já citadas, o universo das web rádios também reserva surpresas para quem busca curadoria de qualidade. A Rádio Web Batuta, sediada em São Paulo, é a rádio de internet do Instituto Moreira Salles. Dedicada principalmente à música, sua programação é 24 horas por dia e tem seu foco no acervo do IMS, formado por canções populares brasileiras da época pré-bossa nova. A emissora realiza documentários, programas especiais e entrevistas, com séries como "Estúdio Batuta", "A volta ao jazz em 80 mundos" e "Prelúdios", além de programas como o "Tabuleiro", de Maria Bethânia, e a série "Dez anos que mudaram a música brasileira (1929-1939)". É um verdadeiro resgate da memória musical brasileira, com a sofisticação de quem tem um dos maiores acervos culturais do país.
Em Recife, a Rádio Frei Caneca FM (101,5 FM) é uma rádio pública ligada à Secretaria de Cultura do Recife e à Fundação de Cultura Cidade do Recife. No ar desde 2016, a emissora se define como uma rádio pública construída com a sociedade civil. Sua programação é musical e cultural, com espaço para a cena local e a diversidade, incluindo programas que vão da MPB ao coco, passando por debates e manifestações artísticas. É a expressão viva da cultura pernambucana, com a mesma vocação de valorização da música brasileira de qualidade que marcava as antigas JBs.
O rádio público nacional: as emissoras da EBC
E como não lembrar do sistema público de rádio? As emissoras da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) são herdeiras diretas da tradição do rádio de qualidade no país. Formado em 2007 a partir da incorporação da Rádio MEC e da Rádio Nacional, o grupo reúne hoje 15 emissoras em 7 estados e no Distrito Federal.
A Rádio Nacional, com mais de 80 anos de história, mantém uma programação que equilibra informação, música e cultura, com ênfase na MPB, na música regional e na produção nacional. A Rádio MEC, por sua vez, é a referência absoluta em música clássica, erudita e jazz, com uma programação refinada que dialoga diretamente com o espírito da "beautiful music" da JB FM.
O sistema se divide em duas linhas principais: a educativa (herdada da Rádio MEC) e a popular (herdada da Rádio Nacional). Ambas, porém, compartilham o mesmo compromisso com a qualidade musical e a pluralidade cultural – um legado que resiste ao tempo e que, felizmente, ainda pode ser ouvido em todo o país, seja no dial, no streaming ou no aplicativo Rádios EBC.
O rádio de qualidade no Nordeste
No Nordeste, ainda há emissoras que resistem e mantêm viva essa chama da boa música. Em Recife, a NovaBrasil FM é dedicada integralmente à MPB, e a Rádio Universitária FM 99,9 oferece uma programação que transita entre a música clássica e a MPB. Em Fortaleza, a Nova Brasil FM (106,5 FM) também segue a mesma linha, assim como a Rádio Universitária FM, que reserva a noite para rock, jazz, blues, música erudita e MPB. Em Natal, a Rádio Cidade FM (94.3 FM) se apresenta como uma emissora de "Adult Contemporary" e MPB. E em João Pessoa, a Rádio João Pessoa FM 97.7 tem uma programação voltada para o público "Adulta" e MPB.
Na Bahia, o cenário também preserva essa tradição. Em Salvador, a NovaBrasil FM (104,7 FM), fundada em 22 de abril de 2002, é uma emissora própria da rede e tem programação exclusivamente dedicada à MPB, com o slogan "Se liga na brasilidade", no formato Adulto Contemporâneo. A Educadora FM (107,5 FM), inaugurada em 31 de março de 1978, é uma emissora pública vinculada ao Governo do Estado da Bahia, com programação educativa e musical, que abre espaço para artistas baianos de estilos diversos e, desde 2003, dedica programas a gêneros como jazz, rock, blues, reggae, salsa e black music – um caldeirão de sofisticação que ecoa o espírito da JB AM. A emissora promove também o Festival de Música Educadora FM, único festival de música entre as rádios baianas. A Universitária FM (107,9 FM) tem uma programação variada que inclui MPB, música erudita, serenata e programas culturais, com um perfil eclético e sofisticado. Em Feira de Santana, a Rádio Pop Retrô FM traz uma programação nostálgica e voltada para a música de qualidade.
Em Sergipe, a presença da MPB e da música de qualidade também se faz forte. Em Aracaju, a NovaBrasil FM (93,5 FM) é uma emissora própria da rede, dedicada integralmente à MPB. A capital sergipana conta ainda com a Rádio FAN FM (99,7 FM), que também integra o cenário musical local.
O rádio de qualidade em Minas Gerais, Sul, Norte e Centro-Oeste
Em Minas Gerais, o rádio de qualidade tem tradição e força. A Rádio Inconfidência (FM 100,9 e AM 880) é uma emissora pública do estado com uma programação variada e sofisticada, que inclui MPB, música contemporânea, bossa nova e programas culturais. A NovaBrasil FM também marca presença no estado, operando na cidade de Andradas (100,5 FM) com alcance em toda a região de Poços de Caldas e sul de Minas. Além disso, emissoras como a Rádio Universitária FM abrem espaço para artistas independentes e a música brasileira contemporânea.
No Sul do país, o cenário também reserva boas opções para quem aprecia uma programação musical refinada. Em Porto Alegre, a Rádio Universidade FM e a Rádio Cultura FM se destacam pela programação dedicada à música de qualidade, com espaço para MPB, jazz e música instrumental. Em Florianópolis, a Rádio Antena 1 e a Rádio CBN também oferecem programação musical de alto nível. A NovaBrasil FM também está presente em algumas cidades da região, reforçando a rede de rádios dedicadas à MPB.
Na Região Norte, a oferta de rádios com esse perfil é mais restrita, mas ainda assim é possível encontrar emissoras que valorizam a boa música. Em Belém (PA), a Rádio Liberal FM e a Rádio Clube do Pará têm programação diversificada que inclui MPB. Em Manaus (AM), além da já citada Rádio Web JB AM, emissoras como a Rádio Amazonas FM e a Rádio Cultura FM também reservam espaços para a música brasileira de qualidade. A Rádio MPB Brasil, disponível em aplicativos, oferece 24 horas de programação com curadoria especial.
No Centro-Oeste, a Rádio Cultura FM (77,9 FM) de Brasília (DF) é uma das principais referências, com programação voltada para a música clássica, MPB e cultura. Em Campo Grande (MS), a Rádio Educativa FM e a Rádio Cultura FM se destacam pela programação musical de qualidade. Em Cuiabá (MT), a Rádio Metrópole FM (105,9 FM) tem uma programação musical dedicada à MPB, com músicas que resgatam a cultura popular. Em Goiânia (GO), a Rádio 730 AM e a Rádio Universitária FM também oferecem espaços para a MPB e a música instrumental. A região conta ainda com a Rádio Centro Oeste (100,9 FM), que desde 1978 acompanha seus ouvintes com uma programação variada.
A memória, como uma velha sintonia, vai se ajustando com os anos – e, quando a gente menos espera, descobre que o bom gosto não cabe em uma única frequência. E, felizmente, ainda há por aí, de Norte a Sul, quem saiba sintonizar.
P.S.: O texto acima f0i construído com apoio da IA, mas com participação substancial da memória orgânica
Viúvos da Jotabê - Opus 01
Este clip musical é uma homenagem à emissora que durante quase duas décadas brindou seus ouvintes com a melhor programação musical que incluía as grandes orquestras e intérpretes internacionais e a boa nata da música popular brasileira. O que você vai ouvir é um típico bloco musical transmitido pela antiga Rádio Jornal do Brasil FM 99,7 Mhz, no ar de 1973 a 1992.


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