Rogério Valença, que morreu aos 55 anos, deixa uma trajetória que vai muito além dos palcos onde sua voz ajudou a marcar a história do forró eletrônico. Em Sergipe, o artista também se destacou como coreógrafo, figurinista, aderecista e dirigente das quadrilhas juninas, contribuindo para aproximar tradição, inovação e criação comunitária no São João sergipano. Sua passagem pelo Gonzagão e pela Quadrilha Asa Branca revela um legado ainda pouco conhecido: o de um artista que transformou sua experiência no forró, no carnaval e nas artes visuais em novas formas de celebrar e reinventar a cultura popular.
O cenário cultural de Sergipe e do Nordeste perdeu recentemente uma de suas figuras mais versáteis e apaixonadas. Aos 55 anos, morreu Rogério Valença, artista cuja trajetória atravessou diferentes linguagens da cultura popular. Seu nome ficou associado aos palcos do forró eletrônico, especialmente à Calcinha Preta e Raio da Silibrina, mas sua história em Sergipe revela uma dimensão igualmente importante: a de um criador que ajudou a renovar a estética, a organização e a afirmação cultural das quadrilhas juninas.
Reduzir Rogério Valença ao cantor de forró, portanto, seria deixar de fora uma parte essencial de sua contribuição.
Cantor, músico, bailarino, coreógrafo, artista plástico, estilista e aderecista, Rogério reunia conhecimentos que normalmente aparecem separados. Sua experiência passava pela música, pela dança, pelas artes visuais, pelos figurinos, pela cenografia e pelo carnaval.[1] Essa multiplicidade acabou encontrando nas quadrilhas juninas de Sergipe um território privilegiado para se expressar.
Para Rogério, a cultura popular não era estática. Era um organismo vivo, capaz de preservar a memória ao mesmo tempo em que experimentava novas formas de expressão.
O tecido da tradição: o toque de mestre na Asa Branca
Em 2007, Rogério Valença aproximou-se da tradicional Quadrilha Junina Asa Branca, do Conjunto Augusto Franco. O Blog da Cultura registra que Dona Genilda, liderança da quadrilha, acolheu naquele ano sua presença como coreógrafo, aderecista, músico e bailarino.[2]
A missão era preparar o grupo para o São João de 2008, justamente quando a quadrilha comemoraria 25 anos de existência.
A tarefa encontrou em Rogério um artista disposto a ir muito além da montagem de uma coreografia.
Ele mergulhou em uma pesquisa sobre as raízes culturais da quadrilha para construir o espetáculo “De canto a canto a tradição é uma só. Em qualquer canto, Sergipe é sempre o país do forró”.[3]
O resultado refletia sua própria trajetória artística. A experiência adquirida no carnaval e nas artes visuais foi incorporada à linguagem da quadrilha, que passou a trabalhar com maior intensidade figurinos, cenários, teatralidade, coreografia e narrativa.
Os próprios brincantes participavam da construção dos figurinos, num processo que combinava criação artística e trabalho coletivo.
Essa dimensão é fundamental para compreender Rogério.
Ele não chegava simplesmente com um modelo pronto para ser executado. A criação acontecia em diálogo com a comunidade e com os próprios integrantes da quadrilha.
Do carnaval paulista ao São João sergipano
Parte da sofisticação estética que Rogério levou para a Asa Branca pode ser compreendida a partir de sua experiência anterior.
O acervo do Consórcio Cultural o apresenta como artista plástico, coreógrafo, cantor, estilista e aderecista, com formação em Pernambuco e São Paulo. Registra também sua participação na comissão carnavalesca da escola de samba Império da Casa Verde, do grupo especial paulista.[1]
Essa passagem pelo carnaval é importante porque ajuda a explicar sua capacidade de pensar um espetáculo como um conjunto.
Para ele, música, dança, figurino, adereço, cenário e movimento não eram elementos isolados. Faziam parte de uma mesma narrativa visual.
Essa experiência apareceu também em um trabalho aparentemente distante das grandes apresentações juninas: a construção de um presépio comunitário e ecológico no Gonzagão, em dezembro de 2007.
O projeto utilizou garrafas PET, retalhos, lã, fitas, madeira, papelão, palha e outros materiais reciclados. Sua construção envolveu oficina, mutirão e participação da comunidade.[4]
O registro da época informa ainda que Rogério se dispôs a realizar o trabalho gratuitamente, diante das dificuldades orçamentárias daquele momento.[4]
É um episódio pequeno diante da dimensão de sua carreira, mas extremamente revelador de sua relação com a cultura.
Sua criatividade não estava limitada ao palco.
A França no sertão: tradição e reinvenção
Uma das características mais marcantes da proposta desenvolvida na Asa Branca foi a capacidade de dialogar com as origens europeias da quadrilha sem perder a identidade nordestina.
No espetáculo apresentado em 2008, a narrativa começava nos palácios das cortes europeias e chegava às festas do interior do Brasil, mostrando como a tradição foi abandonada pela nobreza e posteriormente adotada e ressignificada pelas culturas populares.[3]
O impacto visual era deliberado.
A abertura apresentava uma fachada de palácio real. Os integrantes entravam vestidos segundo referências do estilo de Luís XVI e dançavam ao som de música clássica. Depois, a apresentação avançava para a transformação dessa tradição em manifestação popular brasileira.[3]
A mudança dos figurinos — do padrão europeu do século XVIII para o chamado “caipira chic” — era acompanhada pelos passos coreográficos, seleção musical, narração histórica e efeitos cênicos.[3]
O espetáculo fazia, assim, uma espécie de viagem no tempo: da corte europeia ao terreiro nordestino.
O importante, entretanto, é que Rogério não utilizava a referência europeia para “civilizar” a cultura popular.
Fazia exatamente o contrário.
Mostrava como o povo havia apropriado, transformado e recriado aquela herança.
O luxo não era o objetivo — era a linguagem
É possível compreender, assim, o sentido da sofisticação que Rogério introduziu na quadrilha.
O luxo dos figurinos, a grandiosidade dos cenários e a teatralidade da apresentação não significavam simplesmente a adoção de uma estética distante das tradições populares.
Eram ferramentas para contar uma história.
A preocupação de Rogério com o visual da quadrilha não estava dissociada da identidade cultural. O figurino ajudava a construir personagens; a coreografia narrava transformações; o cenário ampliava a dimensão teatral; e a música estabelecia conexões entre diferentes períodos.
Essa característica não desapareceu posteriormente. Em 2016, a TV Sergipe apresentou Rogério como figurinista, registrando que ele havia sido quadrilheiro e passara a se dedicar ao desenho dos figurinos de outros colegas.[5]
Esse dado é particularmente importante: demonstra que sua contribuição para as quadrilhas não ficou restrita ao período em que dançava ou dirigia apresentações. Seu conhecimento continuou sendo aplicado à construção visual do movimento junino.
O Gonzagão como espaço de criação comunitária
A história de Rogério também precisa ser relacionada ao momento vivido pelo Complexo Cultural Gonzagão no final dos anos 2000.
Entre 2007 e 2009, o espaço experimentou uma aproximação mais intensa com os agentes culturais do Conjunto Augusto Franco e de suas comunidades. Essa experiência procurava transformar o Gonzagão não apenas em local de apresentações, mas em espaço de convivência, formação, criação e articulação cultural.
A memória desse período foi posteriormente recuperada pelo Blog da Cultura ao reconstituir os “bons tempos” do Gonzagão. Nesse relato aparecem Rogério Valença e Dona Genilda como referências de uma experiência comunitária que articulava quadrilhas, artistas e outros agentes culturais.[12]
O chamado Consórcio Cultural procurava aproximar quadrilhas, músicos, artistas, artesãos, produtores e outros trabalhadores da cultura, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a realização de atividades coletivas.
Foto de Reunião do Consórcio Cultural do Conj. Augusto Franco e Adjacências em 2007 - Rogério Valença em destaque na foto.Rogério participou diretamente desse ambiente.
Em 12 de maio de 2008, esteve entre os participantes da palestra sobre empreendedorismo cultural, promovida no Gonzagão em parceria com o Sebrae. A lista de presença registra Rogério Valença como integrante da Quadrilha Asa Branca.[6]
Mais importante ainda é que o Blog da Cultura preservou sua própria avaliação da atividade.
Rogério afirmou que a experiência refletia sua atuação pessoal e aquilo que estava sendo implantado na Asa Branca naquele ano. Também reivindicou novas atividades sobre elaboração de projetos culturais, estratégias práticas e economia da cultura.[6]
Isso demonstra que sua preocupação não estava limitada ao palco.
Ele percebia que a sobrevivência das manifestações populares dependia também da capacidade de seus integrantes compreenderem projetos, organização, financiamento, produção e economia da cultura.
Essa talvez seja uma das dimensões menos conhecidas de seu legado.
Um artista que também pensava a organização cultural
A trajetória posterior de Rogério reforçou essa característica.
Ele chegou à presidência da Federação das Quadrilhas Juninas de Sergipe (Fequaju), assumindo uma função de representação política e institucional do movimento junino.[7]
Em 2012, a Prefeitura de Aracaju registrava sua presença como presidente da Federação em reunião destinada a discutir o apoio municipal às quadrilhas.[7]
No mesmo ano, o programa Terra Serigy, da TV Sergipe, o entrevistou nessa condição para falar sobre os concursos de quadrilhas no estado.[8]
Sua atuação, portanto, tinha duas faces complementares.
De um lado, estava o artista que pensava a criação, o figurino, a música e a coreografia.
De outro, o dirigente que precisava dialogar com instituições públicas, defender as quadrilhas e representar um segmento cultural inteiro.
Essa combinação não era casual.
Ela correspondia à compreensão de que a cultura popular precisava conquistar não apenas o aplauso do público, mas também reconhecimento, políticas públicas e condições concretas de existência.
O Levanta Poeira e a organização do movimento
A atuação de Rogério como dirigente aparece com particular clareza na organização do concurso Levanta Poeira.
Em 2013, já como presidente da Federação das Quadrilhas Juninas de Sergipe, ele explicava à TV Sergipe os ajustes realizados na competição, que naquele ano passou a reunir 30 quadrilhas em nove polos de apresentação.[9]
A fala demonstra que sua atuação institucional não era meramente protocolar.
Rogério estava envolvido na organização territorial da competição, na ampliação da participação das quadrilhas e na construção de oportunidades para os grupos do estado.
O concurso, por sua vez, tinha como uma de suas finalidades declaradas manter viva a tradição das quadrilhas, valorizando trajes, músicas e evoluções.[9]
Essa combinação entre competição e preservação cultural ajuda a entender o ambiente no qual Rogério atuou.
A defesa da identidade junina
Ao participar da organização das quadrilhas, Rogério também se colocou diante de uma questão que permanece atual: como modernizar as apresentações sem descaracterizar aquilo que lhes dá identidade?
O crescimento dos concursos juninos trouxe maior profissionalização dos grupos.
Vieram figurinos cada vez mais elaborados, cenários mais complexos, grandes coreografias, sistemas de som e iluminação e disputas cada vez mais acirradas.
Mas havia o risco de que a busca pelo espetáculo transformasse as quadrilhas em simples produtos de competição.
A trajetória de Rogério aponta para outra compreensão.
A sofisticação poderia existir, desde que estivesse a serviço da narrativa e da cultura.
O brilho não precisava apagar a raiz.
A inovação não precisava destruir a tradição.
As quadrilhas como patrimônio vivo das comunidades
Essa visão também permite compreender a importância social das quadrilhas.
Uma quadrilha junina não é formada apenas durante os minutos de sua apresentação.
Ela nasce muito antes, nos ensaios, nas reuniões, na confecção dos figurinos, na construção dos adereços, na escolha das músicas, na aprendizagem dos passos e na convivência entre os participantes.
O próprio Blog da Cultura chamou atenção para as potencialidades das quadrilhas em termos de desenvolvimento humano, social e econômico das comunidades, defendendo que essas possibilidades fossem melhor dimensionadas e incentivadas.[3]
Nesse contexto, a atuação de Rogério ganha outra dimensão.
Ele ajudou a mostrar que o artista profissional não precisa estar separado da comunidade.
Ao contrário: pode colocar seu conhecimento técnico a serviço da criação coletiva.
“Sergipe é o país do forró”
Há uma expressão que se tornou associada ao universo cultural de Rogério: “Sergipe é o país do forró”.
O próprio Blog da Cultura recuperou posteriormente essa expressão, relacionando-a à ideia de identidade cultural sergipana e ao papel do forró durante os festejos juninos.[10]
Mais do que uma frase de efeito, ela expressa uma forma de afirmar pertencimento.
O forró, nesse contexto, não é apenas gênero musical.
É memória, dança, festa, sociabilidade, trabalho, economia, identidade e pertencimento.
As quadrilhas fazem parte desse universo.
E foi justamente nesse território que Rogério transitou entre diferentes gerações e linguagens.
Cantou forró.
Criou coreografias.
Pensou figurinos.
Construiu cenários.
Participou de projetos comunitários.
Representou as quadrilhas.
E ajudou a transformar o palco junino em espaço de afirmação cultural.
Da Calcinha Preta ao Raio da Silibrina
O público mais amplo provavelmente lembrará primeiro de Rogério como cantor.
Sua passagem pela Calcinha Preta ocorreu em uma fase importante da expansão nacional do forró eletrônico.
Mas sua relação com a música sergipana não terminou ali.
Em 2014, a Prefeitura de Aracaju registrou seu retorno à Raio da Silibrina, banda da qual era um dos fundadores. Rogério afirmou na ocasião que havia ajudado a construir o grupo e que pretendia continuar seu trabalho de mistura de estilos, romances e músicas de protesto.[11]
Esse retorno é significativo.
O mesmo artista que havia experimentado o circuito nacional do forró eletrônico continuava interessado em outras possibilidades de criação musical em Sergipe.
Mais uma vez, tradição e contemporaneidade apareciam lado a lado.
Uma trilha sonora para recordar Rogério
Para revisitar sua trajetória musical, algumas gravações ajudam a recuperar diferentes momentos de sua carreira:
E para recordar a dimensão junina de sua trajetória, vale ouvir novamente “Olha Pro Céu” e “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga, não como músicas necessariamente interpretadas por Rogério, mas como parte do universo simbólico do São João que ele ajudou a transformar em espetáculo.
Um legado que continua a dançar
Rogério Valença foi um artista múltiplo.
Cantou as dores, os amores e as festas do povo.
Mas também costurou figurinos, desenhou personagens, criou coreografias, pensou cenários, dirigiu espetáculos, participou de projetos comunitários e representou institucionalmente as quadrilhas.
Seu legado, portanto, não cabe apenas em uma discografia.
Ele está também nos corpos dos brincantes que aprenderam passos, nos figurinos que ajudou a criar, nos cenários que transformaram o Gonzagão em palco, nos artistas com quem compartilhou conhecimentos e nas comunidades que experimentaram a cultura como espaço de convivência e criação.
Talvez seja justamente aí que esteja o significado mais profundo de sua trajetória.
Rogério mostrou que a cultura popular pode ser sofisticada sem deixar de ser popular.
Pode dialogar com o carnaval paulista sem perder o sotaque sergipano.
Pode buscar referências na corte francesa sem abandonar o terreiro nordestino.
Pode utilizar as linguagens do espetáculo sem transformar a tradição em mercadoria vazia.
E pode, sobretudo, transformar conhecimento artístico em criação coletiva.
Quando outro marcador gritar “Anarriê!” nos tablados de Sergipe, haverá certamente algo de Rogério Valença naquele movimento.
Não apenas porque ele ajudou a construir apresentações memoráveis.
Mas porque ajudou a demonstrar que cada saia que roda, cada passo ensaiado, cada figurino costurado e cada comunidade reunida para brincar o São João são partes de uma história muito maior.
Uma história na qual tradição e invenção caminham juntas.
Rogério Valença partiu. Mas o brilho que colocou nos palcos, nos arraiais e na cultura popular sergipana continua pulsando.
Notas e fontes
[1] CONSÓRCIO CULTURAL. O Presépio Comunitário e Ecológico do Gonzagão – Dezembro de 2007. O texto apresenta Rogério Valença como artista plástico, coreógrafo, cantor, estilista e aderecista, informa sua formação em Pernambuco e São Paulo e registra sua participação na comissão carnavalesca da Escola de Samba Império da Casa Verde. Disponível em: Consórcio Cultural – O Presépio Comunitário e Ecológico do Gonzagão. Acesso em: 1 set. 2026.
[2] AÇÃO CULTURAL. São João do Nordeste e “país do forró”. E agora? O texto registra a chegada de Rogério à Asa Branca em 2007 e sua atuação como coreógrafo, aderecista, músico e bailarino. Disponível em: Blog da Cultura – São João do Nordeste e “país do forró”. Acesso em: 1 set. 2026.
[3] Idem. O mesmo registro descreve o espetáculo de 2008 da Asa Branca, sua referência às cortes europeias, a transformação dos figurinos, a narrativa histórica e a repercussão da apresentação.
[4] CONSÓRCIO CULTURAL. O Presépio Comunitário e Ecológico do Gonzagão – Dezembro de 2007. O projeto foi produzido com materiais reciclados, oficina e mutirão comunitário. O texto registra também a participação de Rogério no trabalho. Disponível na fonte indicada na nota [1].
[5] TV SERGIPE. Globo Repórter especial de São João destaca elementos da cultura de SE. 27 jun. 2016. A reportagem apresenta Rogério como figurinista e registra sua trajetória como quadrilheiro e sua dedicação ao desenho de figurinos. Disponível em: TV Sergipe – Globo Repórter especial de São João. Acesso em: 1 set. 2026.
[6] AÇÃO CULTURAL. Um sucesso!!! A palestra sobre empreendedorismo cultural no Gonzagão. 23 maio 2008. O registro documenta a participação de Rogério na atividade e sua defesa de novas formações sobre elaboração de projetos culturais e economia da cultura. Disponível em: Blog da Cultura – Empreendedorismo cultural no Gonzagão. Acesso em: 1 set. 2026.
[7] PREFEITURA DE ARACAJU. Funcaju anuncia apoio às quadrilhas juninas de Aracaju. 2012. A notícia identifica Rogério Valença como presidente da Federação das Quadrilhas Juninas de Sergipe. Disponível em: Prefeitura de Aracaju – Apoio às quadrilhas juninas. Acesso em: 1 set. 2026.
[8] TV SERGIPE. Terra Serigy deste sábado fala sobre o ciclo junino na capital e interior. 8 jun. 2012. A matéria identifica Rogério como presidente da Federação das Quadrilhas Juninas e registra sua participação no debate sobre o ciclo junino. Disponível em: TV Sergipe – Terra Serigy e o ciclo junino. Acesso em: 1 set. 2026.
[9] TV SERGIPE. Participação de dois novos polos deve esquentar o Levanta Poeira. 14 maio 2013. A matéria registra a atuação de Rogério na organização do concurso e sua condição de presidente da Federação. Disponível em: TV Sergipe – Levanta Poeira. Acesso em: 1 set. 2026.
[10] AÇÃO CULTURAL. Para onde vai o “País do Forró”? Texto que recupera a expressão “Sergipe é o país do forró” e discute seu significado no contexto da identidade cultural sergipana. Disponível em: Blog da Cultura – Para onde vai o “País do Forró”?. Acesso em: 1 set. 2026.
[11] PREFEITURA DE ARACAJU. Forró Caju marca retorno de um dos fundadores da banda Raio da Silibrina. 20 jun. 2014. A fonte registra o retorno de Rogério à banda e sua condição de fundador. Disponível em: Prefeitura de Aracaju – Raio da Silibrina. Acesso em: 1 set. 2026.
[12] AÇÃO CULTURAL. Com o Cena Nordeste o Centro de Criatividade em Aracaju lembra os bons tempos. 2024. O texto recupera a experiência desenvolvida no Gonzagão entre 2007 e 2009 e menciona Rogério Valença e Dona Genilda como referências da articulação cultural comunitária daquele período. Disponível em: Blog da Cultura – Os bons tempos do Gonzagão. Acesso em: 1 set. 2026.
Morre Rogério Valença, ex-vocalista da Calcinha Preta, aos 55 anos
Cantor pernambucano integrou o grupo entre 1998 e 2000 e gravou sucessos como “Eterno Amor” e “Louca por Você”
https://rollingstone.com.br/musica/morre-rogerio-valenca-ex-vocalista-da-calcinha-preta-aos-55-anos/



















