quarta-feira, 29 de julho de 2020

Para candidatos e eleitores que colocam a Ação Cultural ou AnimaAÇÂO cultural como prioridade na vida e nas eleições.

Estaremos realizando duas ou três lives com candidatos professores e/ou artistas que possam trazer boas novas no campo da Ação Cultural, Educação Popular e Juventudes. Com base em ações pretéritas e ações atuais e futuros. Lembrando que é preciso observar o significado dos conceitos acima. Vamos ao primeiro: AÇÃO CULTURAL
 Exibição do documentário "Laconga" para alunos da educação básica. Aracaju (SE)
 
Apresentação do Reisado Mirim na Praça São Francisco. São Cristovão. (SE)
 
Feiras de Arte e Cidadania do Projeto PIPA (PE)
Logo do projeto PIPA - Recife (PE)

Ação Cultural, ação Artística. Se há duas palavras... Há duas coisas!

Jean-Gabriel Carasso[1]
Tradutora: Maria Lúcia de Souza Barros Pupo

Há alguns anos no Togo, encontramos estagiários africanos em um centro de formação em torno da direção de projetos culturais. Durante duas horas discutimos sobre cultura, política cultural, ação cultural... convencidos de estarmos nos compreendendo perfeitamente, quando, no final dessas trocas, um deles, que até então tinha ficado em silêncio, finalmente tomou a palavra para dizer: “A discussão dos senhores é muito interessante, mas na minha língua, em Madagascar, a palavra cultura não existe. Ela é, portanto, intraduzível”. Naquele instante, tudo o que tínhamos dito com grande convicção, desmoronou. Se a palavra não existe, será que a coisa pode existir? Mistério !
Na França, mas também em outros países fala-se frequentemente em cultura, política cultural, ação cultural... A implantação de instituições (teatros, bibliotecas, museus...), a organização de eventos (festivais, manifestações...), o apoio a artistas, companhias, criações... tudo isso participa da ação dita cultural. Nosso ministério é o das questões culturais ou da cultura, de acordo com a época a qual nos referirmos. No domínio da educação, mais precisamente no que se refere à presença da arte e dos artistas em processos educativos, fala-se de educação artística e cultural (EAC), sem nunca precisar exatamente o que distingue a dimensão artística da dimensão cultural, como se esses dois termos fossem idênticos, ou mesmo permutáveis entre si. Mas no entanto...
Durante muitos anos evitei a pretensão de definir essas duas palavras, por serem tão polissêmicas. Milhares de páginas foram escritas ao longo dos tempos por filósofos, etnológos, especialistas em linguística ou estética no mundo inteiro, para tentar trazer uma definição de arte ou de cultura.. Determinados sociólogos franceses encontraram 117 definições do termo cultura. Tanto por modéstia quanto por prudência, coloquei-me então atrás de todos aqueles – inúmeros - que se contentam em deixar essas noções em uma confortável vaguidão  artística e cultural. Mas vejam só ! Na prática, nas ações concretas que propomos a crianças e jovens (e mesmo aos menos jovens), permanecer no campo dessas incertezas acaba embaralhando tanto os projetos quanto  a reflexão. O que nós temos feito exatamente: uma ação cultural ou uma ação artística? Onde está a diferença? Onde estão as complementaridades? De que estamos falando exatamente?

Qual arte? Qual cultura?

O que é a arte? A arte, diz-se aqui, é o que seria artístico! Obviedade ! A arte, afirma-se por outro lado, seria o conjunto das obras da humanidade! Ou ainda, a arte seria simplesmente o resultado da história da arte! A arte seria ainda, para outros, uma maneira de fazer as coisas com excelência: arte da cozinha, da cirurgia ou do futebol ! Tudo é arte, somos todos artistas. A própria política, bem conduzida, seria uma arte de excelência ! Mas então, se tudo é arte... nada é arte! O raciocínio morde a própria cauda ! Como definir uma ação coerente nesse pântano?
E a cultura? É uma maneira de viver, pensar, comer, vestir-se, acreditar? Abordagem etnológica bem conhecida: cada grupo humano, ou até cada indívíduo teria “sua cultura”, elemento essencial de sua identidade, individual e coletiva. Cultura jovem, cultura urbana, cultura regional, cultura de empresa, cultura religiosa, cultura sindical, cultura popular... E assim por diante ! Tratar-se-ia de uma mala a ser enchida, de uma massa de conhecimentos a serem adquiridos, de uma bagagem a ser constituída? Uma pessoa que conhece todos os autores do mundo, os músicos e pintores de séculos passados, os criadores mais contemporâneos, seria muito culta. E aquela outra, que cultura, comprovada pelas citações que utiliza a cada frase. E há essa outra que é tão desprovida de cultura que se quer a todo custo lhe "dar acesso” ao museu, ao concerto, ao teatro e à biblioteca, a ponto de organizar para ela jornadas de portas abertas nas instituições, festivais de teatro, entradas gratuitas, cheques-cultura para suas crianças...? E o fato de atribuir eficácia à ação tomando como único critério a contabilidade do número de pessoas atingidas? Atingidas, portanto cultivadas?
Nada disso é completamente falso, mas nenhuma dessas concepções considerada isoladamente é útil para a elaboração e para a realização de uma nova política. Na realidade, estamos falando de outras coisas.
Digamos, para simplificar, que a arte é “a coisa” e que a cultura é “a relação com a coisa”. Explico-me.

A arte é uma atividade humana vertical

A arte é antes de mais nada uma atividade: uma ação do homem, um gesto, um som produzido, um movimento executado, uma forma realizada, uma palavra enunciada, uma frase redigida... Seja individual ou coletiva, esta ação é indispensável à constituição mesma da arte. Desde os primeiros traços manuais nas paredes das grutas de Lascaux até as produções virtuais mais sofisticadas, dos cantos guturais das mulheres inuítes aos filmes em 3D, em todas as sociedades os indivíduos se mobilizam para agir, cantar, traçar, escrever, dizer... Ou seja, formular, dar forma a uma palavra, a uma emoção, a um discurso, a um sentido com a ajuda de uma linguagem simbólica particular. Eles efetuam assim uma atividade artística. Fora dessa atividade concreta pode haver sonho, fantasma, imaginário, transe ou loucura. Mas não arte !
A arte, uma atividade humana: os homens, mais precisamente a humanidade, é a única que produz expressão artística. Se a estética ou a beleza podem ser encontradas na natureza (tal paisagem, tal luz, tal voo de pássaro), apenas os humanos agem conscientemente para produzir determinado efeito estético sobre o modo da representação. Os pássaros frequentemente cantam muito bem, mas eles sabem disso? Eles são capazes de intenção, inovação, criação em sua maneira de cantar? É possível imaginar um festival de criação contemporânea de cantos de pássaros? Augusto Boal, grande diretor teatral brasileiro afirmava que a arte – o teatro especialmente – é o que funda a própria humanidade: " O que distingue o humano do animal é ser capaz de olhar para si mesmo, portanto de representar um personagem, de fazer teatro”. Arte e humanidade estão estreitamente ligados, o que implica inúmeras consequências pedagógicas e políticas.
A arte é, enfim, uma atividade vertical, que não cessamos de erigir e de aprofundar. De aprofundar para erigir. Não há atividade artística sem aprofundamento permanente da pesquisa e da formação, sem assumir riscos, sem imaginação, sem tateamentos e tentativas repetidas, sem um trabalho subterrâneo o mais das vezes invisível, nutrido por formações e técnicas adquiridas ou inventadas. Essa dimensão da atividade artística é frequentemente ignorada. Se atribuirmos aos artistas tempo para pesquisa e formação, a arte irá melhor. A arte também é, evidentemente, realização de obras diversas, inesperadas, às vezes opacas, expressões múltiplas e singulares que podem ao mesmo tempo nos satisfazer e nos inquietar, responder aos nossos questionamentos mais profundos ou, ao contrário, avivar nossas angústias individuais ou coletivas. Não há arte sem obras , a não serem quando confundidas com os produtos estandardizados que a indústria dita cultural nos propõe com tanta frequência. Não há arte sem crescimento permanente da criação.
Esta visão da atividade artística, concebida como dialética permanente entre a pesquisa e a criação, a formação e a realização, o invisível e o visível fundamenta a própria essência de uma ação artística. Uma ação artística oferece a grande quantidade de pessoas a possibilidade de uma atividade artística pessoal autêntica: às crianças das escolas, às pessoas envolvidas com práticas de amador, e, naturalmente, aos artistas profissionais. Precisamos oferecer a todos condições as mais adaptadas à experiência artística que eles pretendem realizar, sem demagogia e sem confusão.

A cultura é uma relação com o mundo

Ação cultural, educação cultural, acesso à cultura, democratização cultural, política cultural: o termo cultura parece, também, ao mesmo tempo evidente e indefinível. Evidente porque indefinível! A incerteza que pesa sobre sua definição permite todas as confusões, tanto quanto autoriza todas as concessões. Maneira de pensar, de viver, de comer, de falar, de se vestir, de estar no mundo: é nossa cultura no sentido etimológico do termo ! Massa dos saberes, dos conhecimentos teóricos ou livrescos ingurgitados, “o que resta quando se esqueceu de tudo”: é a cultura, no sentido intelectual da palavra ! Podemos nos satisfazer com essas duas concepções dominantes: de um lado, o simples reconhecimento das diversidades de modos de vida ou de pensamento; de outro lado, apenas a busca sempre inacabada de saberes novos, principalmente no domínio do patrimônio ou da criação artística contemporânea? Concepção “bancária”, dizia o pedagogo brasileiro Paulo Freire. Nenhuma dessas perspectivas pode nos convir.
Se a arte é uma atividade humana vertical, a cultura me parece ser, antes de tudo, uma atitude, uma aptidão, uma relação com o mundo, com o pensamento e especialmente com as obras artísticas, que permite a cada um se situar no mundo das ideias e dos símbolos. Ela se inscreve em uma dimensão horizontal que demanda, de um lado, a sensibilização, a educação; de outro lado, a frequentação regular e diversificada das obras, o trabalho do espectador, do leitor ou do ouvinte. Nesse sentido, a cultura é sempre um trabalho tanto quanto um lazer, um esforço distante dos prazeres fáceis do consumo cultural, uma atitude de curiosidade e de abertura, de tolerância tanto quanto de espírito crítico, enfim, uma construção lenta e perseverante do indivíduo por ele mesmo quando se encontra confrontado com as obras mais complexas do espírito. “ O que distingue um homem culto de um homem não culto não é somente a posse de um bem: é um caminho que não foi percorrido, um trabalho que não foi feito” escreve Danièle Sallenave (Le Don des morts. Gallimard, 1991).
Se as definições aqui propostas forem aceitas, a distinção entre arte e cultura, ação artística e ação cultural torna-se mais clara.

Ação artística ou cultural

A ação artística passa essencialmente por uma prática, por uma atividade pessoal e/ ou coletiva que permita a cada um se confrontar com as restrições da formalização de uma ideia, de uma emoção, de um sentido simbólico. Não se pode imaginar uma ação ou uma educação para a arte (ou pela arte) que não abra espaço para a atividade real dos participantes. É preciso se movimentar, pintar, desenhar, dançar... Enfim, agir para que a arte possa acontecer. Há milhares de maneiras possíveis para se conseguir isso, desde o desenho infantil até o desempenho mais sofisticado de um grande artista profissional, passando por todas as aventuras intermediárias: cada um ao seu modo, todos fazem arte, mesmo que a realização seja, evidentemente, muito diferente. A ação artística é, portanto, a organização concreta dessas possibilidades de agir, de experimentar a atividade artística.
A ação cultural é de outra natureza; seu objetivo principal é desenvolver a cultura dos indivíduos, ou seja, sua relação com as ideias, as formas, os símbolos, as obras. Esse trabalho passa inicialmente, no que diz respeito à cultura artística, pela relação com as obras de arte: é preciso assistir a espetáculos, ler livros, ouvir música, visitar museus... enfim, confrontar-se o mais intimamente e o mais regularmente possível com obras de artistas de ontem e de hoje. Para isso, inúmeras possibilidades são oferecidas e é preciso inventar outras sem cessar, em função do território, dos públicos em questão. É preciso oferecer todas as oportunidades de alargar o campo cultural, de um lado pela educação e sensibilização, desde a mais tenra idade, especialmente em meio escolar. É o que chamamos às vezes de “escola do espectador”. Mas é preciso também trabalhar na difusão das obras, na mediação, tanto quanto em torno de elementos muito concretos: o preço, o transporte, o espaço, o tempo... Sem proximidade com obras de arte é muito difícil forjar para si mesmo uma cultura artística, mesmo que a internet e as novas tecnologias da comunicação ofereçam agora novos meios para isso.
De acordo com as concepções expostas, um projeto ideal é evidentemente um projeto que leve em consideração as duas dimensões ao mesmo tempo: a artística e a cultural. Pouco importa a maneira de entrar no projeto, pela prática ou pela relação com as obras, o importante é apenas poder associar essas duas dimensões ao longo da abordagem, para que elas se alimentem mutuamente, completem-se, enriqueçam-se.

Jean-Gabriel Carasso é Diretor de l’Oizeau Rare.

Notas
  1. Jean-Gabriel Carasso é um homem de teatro francês, pesquisador, escritor, diretor teatral e ocasionalmente ator, que desde os anos oitenta vem sendo responsável por diferentes funções no campo teatral, através das quais vem atuando em prol das relações entre o teatro e a educação no campo da escolarização e da ação artística. Seu papel de liderança nessa área fez com que tenha estado durante muitos anos na presidência da ANRAT, Association Nationale de Recherche en Activités Théâtrales, por ele fundada. É autor de uma série de livros e artigos em revistas especializadas e mais recentemente vem mantendo um site, "L'oiseau rare" que presta relevantes serviços à causa sa pedagogia do teatro.^

Data de Recebimento:
26 de março de 2012
Data de Aceite:
31 de maio de 2012
Data de Publicação:
30 de Junho de 2012



Banda Afro Meninos do B.A.  Aracaju (SE)


Ação Cultural em projeto social educativo em São Cristóvão (SE)

Obra do artista plástico Félix Mendes - Estáncia (SE)

A repercussão na imprensa da carta dos bispos contra o genocidio e a favor da vida em abundância para todos. .

RÁDIO BANDEIRANTES


CANAL FÓRUM























































CANAL BENVINDO SIQUEIRA




Manifestações coletivas a favor da vida em plenitude e contra o genocidio de estado.


Carta Manifesto Coletivo Fé e Profecia
Carta Manifesto Coletivo Fé e Profecia

Somos um grupo de cristãs/ãos envolvidos em diversas pastorais e comunidades eclesiais de base das dioceses de Criciúma e Tubarão. Vivenciamos, ao longo de nossa caminhada, o projeto a serviço da construção do Reino de Deus.

Hoje nos colocamos em sintonia com os Senhores 153 bispos que assinam a "Carta ao Povo de Deus". Pois, também entendemos, como citam os bispos, que “Evangelizar é a missão própria da Igreja, herdada de Jesus”, e que “evangelizar é tornar o Reino de Deus presente no mundo” (Alegria do Evangelho, 176).

Compreendemos que não é possível evangelizar sem escutar os sinais dos tempos; sem estarmos atentos à realidade do povo, principalmente dos mais excluídos e excluídas. Não seria profética uma Igreja que insistisse em seu normal diante “de uma crise de saúde sem precedentes, com um avassalador colapso da economia e com a tensão que se abate sobre os fundamentos da República, provocada em grande medida pelo Presidente da República e outros setores da sociedade, resultando numa profunda crise política e de governança.”
Sim, por isso, obrigado Senhores Bispos, por vossa manifestação profética.

Vossa Carta tem provocado também a nós. Precisamos despertar do sono que nos imobiliza para que não sejamos julgados como meros espectadores da realidade que ceifa milhares de vidas todos os dias e da violência que assola o país.

Com o apóstolo São Paulo, que diz “a noite vai avançada e o dia se aproxima; rejeitemos as obras das trevas e vistamos a armadura da luz” (Rm 13,12), ensejamos mudanças e dias melhores “


Coletivo Fé e Profecia

terça-feira, 28 de julho de 2020

ENTREVISTA: COMO O CRISTIANISMO FUNDAMENTA E ORIENTA A DIREITA GLOBAL


Em livro recém-publicado, vaticanista Iacopo Scaramuzzi mostra como a religião católica fundamenta e orienta a direita global
Lucas Ferraz
27 de Julho de 2020, 1h02

DE ROMA A WASHINGTON, de Moscou a Paris, de Budapeste a Brasília, a geografia política e religiosa da extrema direita que ascendeu nos últimos anos contém um particular denominador comum: a instrumentalização do cristianismo como estratégia política.

O sacro tornou-se um meio para marcar território, distinguir inimigos e – quem sabe – erradicar a diversidade, seja ela representada por gays, muçulmanos, imigrantes ou qualquer outra “modernidade” que ameace a tríade “Deus, pátria e família”.

Do ex-capitão do Exército defensor da tortura e de milicianos ao ex-araponga Vladimir Putin, o todo-poderoso da Rússia que também abraçou a Igreja Ortodoxa de seu país, da jovem Marion Marechal-Le Pen na França, integrante da terceira geração de uma família ultraconservadora que está numa cruzada contra os muçulmanos, aos espanhóis do Vox, a extrema direita global desfruta dos símbolos e supostos valores do cristianismo.

Trata-se de um caso de marketing político (particularmente bem-sucedido em alguns ambientes) que encontrou ressonância também em pensadores, instituições, cardeais e bispos no interior da Igreja Católica insatisfeitos com o pontificado do papa Francisco. O argentino acabou se transformando num inimigo comum para todos eles, sejam políticos ou religiosos.

A eleição de Donald Trump em 2016, com o entusiasmado apoio que o republicano recebeu – e ainda recebe – de católicos tradicionalistas e demais grupos conservadores, serviu como ponto de partida para a consolidação do que muitos estudiosos classificam de “nacional-catolicismo”.

O fenômeno opera atualmente numa rede global e é um dos pilares de projetos como o de Viktor Orbán e sua democracia cristã iliberal na Hungria, do recém-reeleito Andrzej Duda e sua tradição sacra na Polônia, de Matteo Salvini, que tentou se tornar homem forte do governo da Itália  brandindo rosários e falando em nome de Maria, além de ter pavimentado a vitória de Jair Bolsonaro e seu “Deus acima de todos”.

“Eles dizem defender o cristianismo, mas o transformam, infelizmente, em uma ideologia petrificada, num esqueleto, num monumento aos caídos”, escreve o vaticanista Iacopo Scaramuzzi,  autor de um pequeno mas informativo livro recém-publicado na Itália em que destrincha como o cristianismo virou uma peça importante na radicalização política da extrema direita.

Intitulada “Dio? In fondo a destra – Perché i populismi sfruttano il cristianesimo” (em tradução literal, Deus? No fundo à direita – Porque os populismos desfrutam do cristianismo), a obra estampa na capa quatro dos principais expoentes desse fenômeno: Salvini, Trump, Bolsonaro e Putin. Jornalista da agência italiana Askanews, Scaramuzzi acompanha o cotidiano do Vaticano em Roma desde 2006.

No meio da tempestade que agita o mundo, o cristianismo é explorado como uma “estrutura sólida”, um “outro país protegido”, lugar de paz e prosperidade para a “família tradicional” – a dos que os brasileiros conhecem como “homens de bem”. Não importa se, na prática, a política implementada seja notadamente marcada pela ausência de valores cristãos.

Como escreve Scaramuzzi, a exploração visa louvar um passado supostamente glorioso, além de ter um forte apelo a todos aqueles perdidos com as crises econômica, política, cultural, da globalização etc. A estratégia é mais ou menos simples e fácil de ser compreendida pelo eleitorado. O objetivo também é pueril: criar um sentido comum e respeitabilidade, conta o autor.

No capítulo dedicado ao Brasil, o título dado por Scaramuzzi é um sucinto resumo do país de Bolsonaro: “Aliança entre militares, neoliberais e pentecostais”. Ele ressalta que o presidente brasileiro (católico) tem vários referentes religiosos, além dos pastores evangélicos, entre eles católicos tradicionalistas como o youtuber Bernardo Küster, e que frequentemente faz uso político do cristianismo quando transmite ao eleitorado a necessidade de um sacrifício, “quase um martírio”, para se afastar do mal.

Isso vale para defender reformas econômicas de cunho neoliberal, para falar da facada que quase o matou na campanha eleitoral ou ainda sobre a necessidade de promover uma guerra cultural contra os valores considerados de “esquerda” para proteger a família.

A formação de um “povo puro” a partir da instrumentalização do cristianismo, mostra o autor, encontra ferrenha oposição no atual chefe do Vaticano, que já declarou que mensagens revestidas de ódio e certas políticas como as que preveem muros contra imigrantes nada têm de cristãs. O desencontro entre essas correntes tem sido uma das marcas do papado de Jorge Mario Bergoglio.  “Não é surpresa que existe um pedaço da igreja que se reconhece mais em Salvini do que no papa Francisco”, me disse Scaramuzzi num bar do centro de Roma.



"TAMOJUNTOS"! Com os bispos da CNNB que se manifestaram contra o genocidio em curso e pela vida em abundância para todos.



No momento esses são os Bispos. 
São 152 bispos? Claro, serão mais. Alguns disseram que ainda não tinham lido a carta, e ao ler já se posicionaram a favor. 
Mas esse número, que fique bem claro que já é uma vitória para aqueles que como nós vivenciam uma Igreja mais "pé no chão", libertadora e profética!

Devemos também mostrar o nosso apoio e dizer que "TAMOJUNTOS"! 
Tambem seria  importantíssimo que os vários grupos e realizaçóes eclesiais de leigos e leigas assim como as congregações religiosas se mobilizem para ficar claro que ""TAMOJUNTOS!"
E juntos ligadíssimos com Ele nessa luta "para que todos tenham vida e a tenham em abundância".

Segundo o Frei Gilvander Moreira o atual documento " encurrala o antipresidente Jair Bolsonaro e o desgoverno federal de forma semelhante aos documentos de bispos em 1973 nos anos de chumbo da ditadura militar-civil-empresarial. " 
Abaixo:   Dom Antonio Fragoso era bispo da Diocese de Crateus, CE; dom Hélder Câmara era Arcebispo da Arquidiocese de Recife e Olinda, Pe; e dom José Maria Pires era Arcebispo da Arquidiocese de João Pessoa, PB, três protagonistas do documento “Eu Ouvi os Clamores do Meu Povo”, de 1973 contra a Ditadura militar-civil-empresarial.





LEIA NESSE LINK ABAIXO O DOCUMENTO :

Carta de bispos brasileiros diz que governo não é ético e tem “economia que mata”


1 Dom Adolfo Zon Pereira, SX, bispo de Alto Solimões, AM.
2 Dom Adriano Ciocca Vasino, bispo prelado de São Félix do Araguaia, MT.
3 Dom Ailton Menegussi, bispo de Crateús, CE.
4 Dom Alberto Taveira Corrêa, arcebispo de Belém, PA.
5 Dom Aldemiro Sena dos Santos, bispo de Guarabira, PB.
6 Dom Aloísio Alberto Dilli, OFM, bispo de Santa Cruz do Sul, RS.
7 Dom André Marie Gerard Camilla de Witte, bispo emérito de Ruy Barbosa, BA.
8 Dom Angélico Sandalo Bernardino, bispo emérito de Blumenau, SC.
9 Dom Antônio Carlos Cruz Santos, MSC, bispo de Caicó, RN.
10 Dom Antônio Carlos Félix, bispo de Governador Valadares, MG.
11 Dom Antônio Celso de Queirós, bispo emérito de Catanduva, SP.
12 Dom Antônio de Assis Ribeiro, SDB, bispo auxiliar de Belém, PA.
13 Dom Antônio Fernando Saburido. arcebispo de Olinda e Recife, PE.
14 Dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora, BA.
15 Dom Armando Martin Gutiérrez, bispo de Bacabal, MA.
16 Dom Arnaldo Cavalheiro Neto, bispo de Itapeva, SP.
17 Dom Benedito Araújo, bispo de Guajará-Mirim, RO.
18 Dom Bernardo Johannes Bahlmann, OFM, bispo de Óbidos, PA.
19 Dom Carlo Ellena, bispo emérito de Zé Doca, MA.
20 Dom Carlos Alberto Breis Pereira, OFM, bispo de Juazeiro,
BA.
21 Dom Carlos Alberto dos Santos, bispo de Itabuna, BA.
22 Dom Carlos Verzeletti, bispo de Castanhal, PA.
23 Dom Claudio Cardeal Humnes, OFM, arcebispo emérito de São Paulo, SP.
24 Dom Cleonir Paulo Dalbosco, bispo de Bagé, RS.
25 Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, ES.
26 Dom Egidio Bisol, bispo de Afogados da Ingazeira, PE.
27 Dom Edilson Soares Nobre, bispo de Oeiras, PI.
28 Dom Edivalter Andrade, bispo de Floriano, PI.
29 Dom Edmilson Tadeu Canavarros dos Santos, SDB, bispo auxiliar de Manaus, AM.
30 Dom Edson Taschetto Damian, bispo de São Gabriel da Cachoeira, AM.
31 Dom Eduardo Vieira dos Santos, bispo auxiliar de São Paulo, SP.
32 Dom Élio Rama, bispo de Pinheiro, MA.
33 Dom Erwin Kräutler, bispo prelado emérito do Xingu, Altamira, PA.
34 Dom Estevam dos Santos Silva Filho, bispo de Ruy Barbosa, BA
35 Dom Eugênio Rixen, bispo de Goiás, GO.
36 Dom Evaldo Carvalho dos Santos, CM, bispo de Viana, MA.
37 Dom Evaristo Pascoal Spengler, OFM, bispo prelado de Marajó, PA.
38 Dom Fernando Barbosa dos Santos, CM, bispo prelado de Tefé, AM.
39 Dom Fernando José Penteado, bispo emérito de Jacarezinho, PR.
40 Dom Flávio Giovenale, bispo de Cruzeiro do Sul, AC.
41 Dom Francisco Biasin, bispo emérito de Volta Redonda/Barra do Piraí, RJ.
42 Dom Francisco de Assis Gabriel, CSsR, bispo de Campo Maior, PI.
43 Dom Francisco Lima Soares, bispo de Carolina, MA.
44 Dom Gabriel Marchesi, bispo de Floresta, PE.
45 Dom Geovane Luís da Silva, bispo auxiliar de Belo Horizonte, MG.
46 Dom Getúlio Teixeira Guimarães, bispo emérito de Cornélio Procópio, PR.
47 Dom Geremias Steinmetz, arcebispo de Londrina, PR.
48 Dom Gilberto Pastana, bispo de Crato, CE.
49 Dom Giovane Pereira de Melo, bispo de Tocantinópolis, TO.
50 Dom Guido Zendron, bispo de Paulo Afonso, BA.
51 Dom Guilherme Antônio Werlang, MSF, bispo de Lages, SC.
52 Dom Gutemberg Freire Régis, CSsR, bispo emérito de Coari, AM.
53 Dom Hernaldo Pinto Farias, SSS, Bispo de Bonfim, BA.
54 Dom Irineu Andreassa, bispo de Ituiutaba, MG.
55 Dom Irineu Roman, CSJ, arcebispo de Santarém, PA.
56 Dom Itamar Vian, arcebispo emérito de Feira de Santana, BA.
57 Dom Jailton de Oliveira Lino PSDP, bispo de Teixeira de Freitas-Caravelas, BA.
58 Dom Jaime Vieira Rocha, Arcebispo de Natal, RN.
59 Dom Jan Kot, OMI, bispo de Zé Doca, MA.
60 Dom Jesús María Cizaurre Berdonces, OAR, bispo de Bragança, PA.
61 Dom Jesús María López Mauleón, OAR, bispo prelado do Alto Xingu, Tucumã, PA.
62 Dom Jesus Moraza Ruiz de Azúa. bispo prelado Emérito de Lábrea, AM.
63 Dom João Aparecido Bervamasco, SAC, bispo de Corumbá, MS.
64 Dom João José Costa, OCarm, arcebispo de Aracaju, SE.
65 Dom João Muniz Alves, OFM, bispo do Xingu-Altamira, PA.
66 Dom João Santos Cardoso, bispo de Bom Jesus da Lapa, BA.
67 Dom João Justino de Medeiros Silva, arcebispo de Montes Claros, MG.
68 Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, bispo auxiliar de Belo Horizonte, MG.
69 Dom Joaquim Pertiñez Fernandez, bispo de Rio Branco, AC.
70 Dom Josafá Menezes, arcebispo de Vitória da Conquista,BA.
71 Dom José Alberto Moura, arcebispo emérito de Montes Claros, MG.
72 Dom José Albuquerque de Araújo, bispo auxiliar de Manaus, AM.
73 Dom José Altevir da Silva, CSSp, bispo de Cametá, PA.
74 Dom José Antonio Peruzzo, Arcebispo de Curitiba, PR.
75 Dom José Belisário da Silva, OFM, arcebispo de São Luís, MA.
76 Dom José Benedito Cardoso, bispo auxiliar de São Paulo, SP.
77 Padre José Celestino dos Santos, administrador diocesano de Ji-Paraná, RO.
78 Dom José Haring, bispo emérito de Limoeiro do Norte, CE.
79 Dom José Ionilton Lisboa de Oliveira, SDV, bispo prelado de Itacoatiara, AM.
80 Dom José Luís Azcona Hermoso, OAR, bispo prelado emérito de Marajó, PA.
81 Dom José Luiz Bertanha, SDV, bispo emérito de Registro, SP.
82 Dom José Luiz Ferreira Salles, CSsR, bispo de Pesqueira, PE.
83 Dom José Maria Chaves dos Reis, bispo de Abaetetuba, PA.
84 Dom José Mario Stroeher, bispo emérito de Rio Grande, RS.
85 Dom José Moreira da Silva, bispo de Januária, MG.
86 Dom José Moreira de Melo, bispo emérito de Itapeva, SP.
87 Dom José Reginaldo Andrietta, bispo de Jales, SP.
88 Dom José Roberto Silva Carvalho, bispo de Caetité, BA.
89 Dom José Valdeci Santos Mendes, bispo de Brejo, MA.
90 Dom Juarez Sousa da Silva, bispo de Parnaíba, PI.
91 Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM, Arcebispo de Manaus, AM.
92 Dom Limacêdo Antonio da Silva, bispo auxiliar de Olinda-
Recife, PE.
93 Dom Luís Ferrando Lisboa, bispo emérito de Bragança, PA.
94 Dom Luís Flávio Cappio, OFM, bispo de Barra, BA.
95 Dom Luiz Demétrio Valentini, bispo emérito de Jales, SP.
96 Dom Luiz Gonzaga Fechio, bispo de Amparo, SP.
97 Dom Luiz Mancilha Vilela, arcebispo emérito de Vitória, ES.
98 Dom Mariano Manzana, bispo de Mossoró, RN.
99 Dom Manoel João Francisco, bispo de Cornélio Procópio, PR.
100 Dom Manoel de Oliveira Soares Filho, bispo de Palmeiras dos Índios, AL.
101 Dom Manoel Ferreira dos Santos Júnior, MSC, bispo de Registro, SP.
102 Dom Marcos Marian Piatek, CSsR, Bispo de Coari, AM.
103 Dom Mário Antônio da Silva, bispo de Roraima, RR.
104 Dom Mário Pasqualotto, PIME, bispo auxiliar emérito de Manaus, AM.
105 Dom Martinho Lammers, bispo emérito de Óbidos, PA.
106 Dom Mauro Montagnoli, bispo de Ilhéus, BA.
107 Dom Meinrad Francisco Merkel, bispo de Humaitá, AM.
108 Dom Milton Kenan Júnior, bispo de Barretos, SP.
109 Padre Nadir Luiz Zanchet, Admistrador diocesano de Balsas, MA.
110 Dom Neri José Tondello, bispo de Juína, MT.
111 Dom Orlando Octacílio Dotti, OFM Cap, bispo emérito de Vacaria, RS.
112 Dom Paulo Dal Bó, bispo de São Mateus, ES.
113 Dom Paulo Jackson Nóbrega de Sousa, bispo de Guaranhus, PE.
114 Dom Pedro Casaldáliga, bispo prelado emérito de São Félix do Araguaia, MT.
115 Dom Pedro José Conti, bispo de Macapá, AP.
116 Dom Pedro Luiz Stringhini, bispo de Mogi das Cruzes, SP.
117 Dom Paulo de Mascarenhas Roxo, bispo emérito de Mogi das Cruzes, SP.
118 Dom Philip Eduard Roger Dickmans, bispo de Miracema do Tocantins, TO.
119 Dom Plínio José Luz da Silva, bispo de Picos, PI.
120 Dom Protógenes Luft, bispo de Barra do Garças, MT.
121 Dom Roberto José da Silva, bispo de Janaúba, MG.
122 Pe. Roberto Oliveira Silva, administrador diocesano de Jequié, BA.
123 Dom Romualdo Matias Kujawski, bispo de Porto Nacional, TO.
124 Dom Roque Paloschi, arcebispo de Porto Velho, RO.
125 Dom Rubival Cabral Britto, bispo de Grajaú, MA.
126 Dom Santiago Sánchez Sebastián, bispo prelado de Lábrea, AM.
127 Dom Sebastião Bandeira Coelho, bispo de Coroatá, MA.
128 Dom Sebastião Lima Duarte, bispo de Caxias, MA.
129 Dom Sergio Aparecido Colombo, bispo de Bragança Paulista, SP.
130 Dom Sérgio Eduardo Castriani, CSSp, arcebispo emérito de Manaus, AM.
131 Dom Severino Clasen, OFM, bispo de Caçador, SC.
132 Dom Sílvio Guterres Dutra, bispo de Vacaria, RS.
133 Dom Tarcisio Scaramussa, SDB, bispo de Santos, SP.
134 Dom Teodoro Mendes Tavares, bispo de Ponta de Pedras, PA.
135 Dom Tommaso Cascianelli, CP, bispo de Irecê, BA.
136 Dom Valdemir Ferreira dos Santos, bispo de Amargosa, BA.
137 Dom Vicente de Paula Ferreira, C.Ss.R, bispo auxiliar de Belo Horizonte, MG.
138 Dom Vilsom Basso, SCJ, bispo de Imperatriz- MA.
139 Dom Vital Corbellini, bispo de Marabá, PA.
140 Dom Vítor Agnaldo de Menezes, bispo de Propriá, SE.
141 Dom Xavier Gilles de Maupeou d’Ableiges, bispo emérito de Viana, MA.
142 Dom Welington de Queiroz Vieira, bispo diocesano de Cristalândia, TO.
143 Dom Wilmar Santin, OCarm, bispo prelado de Itaituba, PA.
144 Dom Zanoni Demettino Castro, Arcebispo de Feira de Santana, BA.
145 Dom Zenildo Luiz Pereira da Silva, CSsR, bispo prelado de Borba, AM
146 Dom Mauro Morelli – Bispo emérito de Duque de Caxias, RJ
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Nota de Adesão da Família Franciscana à Carta dos Bispos Católicos ao Povo de Deus


Carta ao Povo de Deus: CNBB exime-se, padres apoiam


Necessidade de profissionalização e criação de uma estratégia de comunicação ampla das esquerdas.


Orlando Calheiros @AnarcoFino 24  de julho
Quer entender o que eu digo sobre necessidade de profissionalização e criação de uma estratégia de comunicação ampla das esquerdas? Olhe para essa foto e pense que cada um desses parlamentares tem verba (e cargo) para investir nisso.

Ah, mas tô falando deles converterem isso em publicidade, mas em estratégias de comunicação ampla. Isso inclui, inclusive, numa agenda de participação dos parlamentares (e divulgação) de programas independentes. Qual foi a eficácia desse ato, por exemplo?
Pega os perfis do @Haddad_Fernando  ou da  @ManuelaDavila
, que tiveram uma votação expressiva na última eleição. Qual foi a colaboração destes para a criação e consolidação de veículos independentes (podcasts, canais de youtube, etc...)?
A lógica das esquerdas segue sendo a clássica: vou participar do Roda Viva pois lá tem mais visibilidade (para me autopromover). Quando o outro lado opera criando sua própria rede de difusão de informações. Criou uma militância paga com o dinheiro da Google.
O Haddad faria mais pela "esquerda" participando de canais de youtube e podcasts do que indo participar do Roda Viva.
Então, assim, não me venham com a velha ideia de que "ah, não temos dinheiro, precisamos de voluntários" pois temos sim, só estamos aplicando ele de forma totalmente equivocada e jogando nos militantes a responsabilidade pela comunicação.
Os partidos não investem nem a sua influência na comunicação, quanto mais o seu dinheiro. É desonesto, covarde, exigir que o militante invistam o seu. Trabalhe 14 horas por dia na nossa comunicação, enquanto isso vamos fazer outra coisa.
Quer uma mudança na comunicação? Comece exigindo dos partidos, dos políticos que eles mudem a sua postura, o seu trabalho. Não venham exigir isso do elo mais fraco dessa corrente, justamente o militante.

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Na batalha das redes, a extrema direita ganha por W.O.

Rosana Pinheiro-Machado
21 de Julho de 2020, 1h03
The Intercept Brasil

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domingo, 26 de julho de 2020

Padre critica Bolsonaro durante a missa no RN: “Ele insulta os profissionais da Saúde””

O Padre Francisco Costa, da Diocese de Caicó, criticou a atuação do presidente Jair Bolsonaro diante da pandemia do coronavírus, durante sua fala na tradicional Festa de Sant’Ana, realizada neste domingo (26). De acordo com o sacerdote, falas irônicas do presidente são “um insulto” aos profissionais de saúde que atuam no combate a covid-19.
Confira o vídeo: