informações sobre ações culturais de base comunitária, cultura periférica, contracultura, educação pública, educação popular, comunicação alternativa, teologia da libertação, memória histórica e economia solidária, assim como noticias e estudos referentes a análise de politica e gestão cultural, conjuntura, indústria cultural, direitos humanos, ecologia integral e etc., visando ao aumento de atividades que produzam geração de riqueza simbólica, afetiva e material = felicidade"
CV2026 (1º dia) Celebração de Abertura - Conjuntura
CV2026 (2º dia) Capitalismo e Colapso Ambiental
Curso de Verão - ANO XXXIX - 2026 – “Justiça Ambiental: Compromisso Social e Inter-Religioso com o Bem-Viver"
Celebração de Abertura - Conjuntura
Assessoria: Luiz Marques / UNICAMP
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O QUE É O CURSO DE VERÃO?
O Curso de Verão é Popular, ecumênico e realizado em mutirão é organizado para um grande número de pessoas e, ao mesmo tempo, garante trabalho em pequenos grupos. Dentro da proposta metodológica da Educação Popular, combina reflexão e criatividade, arte e celebração, além da convivência fraterna e o compromisso transformador no retorno à prática nas pastorais e movimentos sociais. Tem caráter nacional, mas é aberto à participação de pessoas de outros países que falem/entendam a língua portuguesa. Dedica especial atenção às juventudes, que iniciam a sua militância pastoral e social.
Curso de Verão 2026: 'Justiça Ambiental e o Compromisso Social e Inter-religioso' |
Convite especial | Curso de Verão 2026 ✨
No dia 09 de janeiro, às 17h, o Curso de Verão convida você para uma exibição imperdível no TUCA:
🎬 O Evangelho da Revolução
Um documentário potente que revisita a história de cristãos e cristãs que, movidos pela fé e pela Teologia da Libertação, se colocaram ao lado do povo nas lutas por justiça social na América Latina.
A partir de imagens históricas e entrevistas marcantes, o filme nos conduz por experiências vividas no Brasil, em El Salvador, na Nicarágua e no México, mostrando como a fé se transformou em compromisso político, resistência e esperança.
No último dia 18 de dezembro, com articulação do CNC e em conjunto da Organização dos Cineclubes Capixabas - OCCa e do Secretariado Latino Americano da Federação Internacional de Cineclubes, contando com apoio do Escritório Estadual do MINC / ES; participamos de uma agenda on line com a Divisão de Políticas Públicas para Cineclubes da Secretaria do Audiovisual - SAV / MINC.
Dentre os objetivos da reunião solicitada em conjunto pelas Entidades Cineclubistas, foi reconectar o diálogos entre as Entidades Cineclubistas e a SAV / MINC, propondo-se avançar construtivamente no fomento de ações formativas e políticas públicas para o cineclubismo brasileiro.
Seguimos na busca para viabilizar a 31ª Jornada Nacional de Cineclubes, ao mesmo que, avançamos na base de dados reorganizando o quadro de filiad@s ao CNC.
Compreendendo que Juntas e Juntos Podemos Mais, registramos a expectativa de que no primeiro bimestre, possamos realizar uma reunião conjunta com os Estados.
A expectativa para o primeiro bimestre de 2026, ao reunirmos o CNC e Entidades Estaduais e ou Representações Cineclubistas nos Estados, é que possamos reconectar os cineclubes e o movimento em prol de sua rearticulação nacional, fortalecendo os diálogos e o fomento de políticas públicas para o cineclubismo brasileiro.
A queima de fogos de artifício e bombas introduz no ambiente civil um tipo de contaminação que se aproxima mais de eventos explosivos de caráter bélico do que de qualquer ideia de celebração. O paralelo com a guerra não é retórico. Sustenta-se nos elementos químicos liberados, nas reações físicas e na lógica de devastação pontual que se repete, ano após ano, sob o manto da normalidade social.
queima de fotos em Copacabana (RJ) - Foto: Divulgação
Do ponto de vista ambiental e toxicológico, os fogos dispersam no ar, no solo e na água uma combinação de metais pesados e compostos químicos amplamente documentados. Entre eles estão o chumbo, associado a danos neurológicos, cognitivos e cardiovasculares; o bário, utilizado para produzir tons verdes e conhecido por provocar arritmias, fraqueza muscular e comprometimento respiratório; o cobre, responsável por colorações azuladas, tóxico para organismos aquáticos e cumulativo no ambiente; o estrôncio, empregado nos tons vermelhos, capaz de interferir no metabolismo ósseo; o alumínio, presente como combustível e intensificador da explosão, relacionado a processos inflamatórios e impactos neurológicos; o antimônio, utilizado como estabilizador, com potencial carcinogênico; o cádmio, altamente tóxico e bioacumulativo, associado a danos renais e ósseos; e o níquel, conhecido por seus efeitos alérgicos, respiratórios e cancerígenos.
A esses metais somam-se partículas ultrafinas, óxidos de nitrogênio, dióxido de enxofre e monóxido de carbono. Essas substâncias não desaparecem com o fim do espetáculo. Permanecem suspensas no ar, depositam-se no solo, escorrem para corpos d’água e ingressam na cadeia alimentar.
Em termos técnicos, o cenário que se forma após grandes queimas se assemelha ao observado em áreas submetidas a detonações de artefatos explosivos em contextos militares de baixa intensidade, com picos súbitos de poluição atmosférica e deposição química persistente. A diferença está apenas no enquadramento alegórico e na identidade material do impacto, não em sua essência.
O mesmo se aplica à dimensão sonora. Os estampidos alcançam níveis de pressão acústica comparáveis aos de detonações utilizadas em operações armadas, ativando respostas neurofisiológicas idênticas. O corpo humano não distingue a origem do som. O sistema nervoso reage da mesma forma, acionando mecanismos de sobrevivência, elevando hormônios do estresse e desorganizando funções vitais.
Em áreas de guerra, esses efeitos são reconhecidos como trauma acústico. Em situações festivas, são tratados como efeito colateral aceitável. A fisiologia, porém, não opera por convenções culturais.
Nos animais, o paralelismo é ainda mais evidente. Não há compreensão capaz de converter explosões em alegria. O que existe, para eles, é apenas ameaça. Na recusa instintiva ao ruído e ao impacto, talvez resida uma lição ética que a humanidade ainda precisa aprender. A audição ampliada transforma o ambiente em território hostil, produzindo fugas desesperadas, colisões, abortos, mortes súbitas, abandono de ninhos e ruptura de ciclos ecológicos.
Algo análogo acontece com pessoas autistas, idosos e indivíduos com necessidades especiais, para quem o estrondo significa ruptura, colapso sensorial e grande tormento.
O uso de fogos barulhentos revela a persistência de um método de força e domínio. O estouro é demonstração figurada de poder e ocupação do espaço comum, suspendendo temporariamente qualquer consideração pelo outro. É um gesto que se impõe, não que acolhe.
É nesse ponto que o mito da caverna de Platão se apresenta como chave interpretativa. Os clarões e formas momentâneas dos fogos atuam como sombras projetadas na parede, suficientes para capturar o olhar, insuficientes para revelar a realidade. A luz artificial e ruidosa distrai, anestesia e mantém a consciência voltada para o espetáculo, enquanto os efeitos concretos permanecem fora do campo de percepção.
Sair da caverna implica suportar o desconforto da lucidez, reconhecer que aquilo que se toma por festividade reproduz uma forma de violência normalizada. Não é fortuito que a lucidez costuma despertar resistência e tentativas de silenciamento.
A insistência nesse tipo de festa expõe a dificuldade coletiva de reconhecer os limites éticos da própria alegria. Quando a felicidade depende da produção de medo, dor, aflição ou contaminação, ela se desloca para um campo mais próximo da dominação do que do convívio.
A explosão que ilumina o céu por segundos deixa no chão resíduos que persistem por meses. O fenômeno, em sua estrutura, é o mesmo. A comparação não é exagero. É diagnóstico.
Fogos de artifício reproduzem, em proporção reduzida e socialmente legitimada, elementos centrais da experiência bélica. Detonação, poluição química, trauma acústico, devastação ambiental e sofrimento de inocentes. A única diferença é que, nesse caso, a violência recebe o nome de festa.
Uma sociedade que avança moralmente aprende a reconhecer quando certos hábitos se tornam incompatíveis com o conhecimento acumulado. Celebrar a vida por meio de ações que replicam o mecanismo da destruição constitui um atraso civilizatório.
É impreterível proibir, em âmbito nacional, a fabricação e a comercialização dos fogos tradicionais. Trata-se de um progresso moral tardio, mas inadiável. Não é o fim das celebrações, mas a evolução de todas elas.
Já existem alternativas tecnológicas e éticas capazes de produzir beleza sem violações, como espetáculos de drones luminosos, projeções mapeadas e feixes de luz que não ferem, não aterrorizam e não deixam destroços.
A paz, o amor, a empatia, a solidariedade etc. não se constroem com explosões, mesmo quando elas brilham.
Silvana Andrade é jornalista, fundadora e presidente da ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais). É membra especialista do Fórum Global de Segurança Alimentar e Nutrição (FAO) e conselheira ad hoc da UNESCO-SOST no Brasil.
A história da educação pública brasileira na última década não é uma sucessão de eventos isolados, mas o desenrolar de uma totalidade dialética onde o projeto de formação humana está sob ataque sistemático. Em 2015, o movimento de ocupação das escolas conceituado como a “Primavera Secundarista”, emergiu como a antítese política à tentativa de “reorganização escolar” e terceirização da gestão. Ao ocuparem as unidades de ensino, os estudantes não apenas defendiam prédios; eles reivindicavam o direito ao pensamento crítico e à gestão democrática.
Dez anos depois, o cenário de 2025 revela que a derrota temporária daqueles projetos em 2015 foi metamorfoseada pelo capital em estratégias mais sofisticadas e brutais. O que antes era uma “reorganização” física tornou-se uma plataformização da alma pedagógica e uma militarização da conduta estudantil. A relação entre esses temas é umbilical: a retirada do conteúdo científico e humanístico (esvaziamento) exige um modelo de controle (militarização) para silenciar a frustração social, enquanto a terceirização para as Big Techs converte a educação em mercadoria de dados. Este artigo analisa como o “adestramento escolar” atual é o desfecho de um projeto de classe que os secundaristas de 2015 tentaram, profeticamente, barrar.
1. Mordente e a Judicialização: A Raiz da Criminalização Atual
Para compreender a escola-quartel de 2025, é preciso olhar para as estratégias de contenção jurídica de 2015 analisadas por Giuliana Volfzon Mordente. Segundo Mordente, o Estado utilizou o aparato judicial não apenas para reintegrar à posse das escolas, mas para deslegitimar o estudante como sujeito político. A imposição de multas exorbitantes, a criminalização de lideranças e o uso de “interditos proibitórios” foram o laboratório para o que vivemos hoje.
Mordente demonstra que o sistema de justiça atuou para garantir que a escola voltasse à sua função de “reprodutora da ordem”, tratando o conflito pedagógico como uma questão de polícia. Essa transição do “direito ao protesto” para o “caso de polícia” é o alicerce jurídico que permitiu, anos mais tarde, a implementação em massa das Escolas Cívico-Militares. Em 2025, a militarização não é apenas uma escolha administrativa; é o estágio final da repressão judicial que Mordente denunciou em 2015: o fechamento de qualquer canal de diálogo democrático.
2. Militarização como Instrumento de Gestão do Conflito Social
De acordo com a pesquisa de Zanelato (2025), o avanço das Escolas Cívico-Militares (ECIMs) é a resposta autoritária ao potencial insurgente revelado em 2015. A militarização opera em duas frentes: a moral e a financeira. No plano moral, institui-se o “adestramento”, onde a disciplina militar substitui a disciplina intelectual. O aluno deixa de ser um sujeito de direitos para ser um corpo a ser moldado, silenciado por regulamentos que punem a dissidência e a estética periférica.
No plano financeiro, a tese de Zanelato revela que a militarização é um mecanismo de transferência de fundo público. Entre 2021 e 2025, o governo paranaense inflou os gastos com gratificações para militares da reserva nas escolas, enquanto congelava salários de professores e precarizava a infraestrutura básica. A escola não é mais um espaço de educação, mas um mercado para a corporação militar gerir a crise social.
3. Plataformização e o Esvaziamento Científico
Se a militarização controla o corpo, a plataformização controla o intelecto. A substituição de professores e livros didáticos por plataformas digitais geridas por Big Techs representa a subsunção real do trabalho docente ao capital tecnológico. O conhecimento é fragmentado em “pílulas de conteúdo” e quizzes gamificados que geram uma falsa sensação de aprendizado.
Esta “escola-aplicativo” promove o que chamamos de aprovações fake. Zanelato (2025) denuncia que a busca incessante por índices levou o Estado a mecanismos de exclusão de alunos com baixo desempenho e à redução drástica de vagas no ensino noturno e EJA. Cria-se uma “escola vitrine”: estatisticamente perfeita, mas pedagogicamente morta. O esvaziamento dos conteúdos clássicos e das ciências humanas é o objetivo final; quer-se um trabalhador que saiba operar uma interface, mas que seja incapaz de ler a realidade social.
Conclusão: Do Colapso à Reocupação do Futuro
A análise dialética nos permite ver que o colapso da educação em 2025 é o triunfo temporário da mercadoria sobre o ser social. A junção do controle militar (analisado por Zanelato) com a criminalização institucional do dissenso (analisada por Mordente) criou o cenário perfeito para a privatização final. O adestramento que visa a produtividade imediata e a obediência cega é a antítese da educação defendida pelos secundaristas em 2015. A degenerescência da escola hoje é o resultado de décadas de um projeto que substituiu a autonomia pela vigilância, o professor pelo algoritmo e o debate pela ordem unida.
Para superar essa encruzilhada, o caminho da esquerda, dos sindicatos e dos movimentos em defesa da escola pública exige o que Mordente identifica como a retomada da escola como território de conflito e de direito inalienável. A solução não reside na reforma das plataformas ou na “humanização” do quartel, mas na ruptura radical com a lógica da judicialização punitiva. É preciso restabelecer a escola como espaço de comum, onde a gestão democrática não seja apenas um termo jurídico, mas uma prática cotidiana de autogoverno estudantil e docente. O caminho para barrar a degenerescência passa pela construção de frentes amplas que vinculem a luta pedagógica à luta contra o capital, denunciando que a “aprovação fake” e o controle biométrico são faces da mesma desumanização que precariza a vida fora dos muros escolares.
Inspirados pelo legado de 2015, a reconstrução da escola pública exige uma pedagogia da insurgência que confronte a “paz dos cemitérios” imposta pela militarização. Como aponta Mordente, a resistência deve ser jurídica, mas sobretudo popular, transformando cada tentativa de silenciamento em um novo fórum de debate político. A solução para o esvaziamento de conteúdos é a reafirmação do saber científico, histórico e artístico como ferramenta de libertação, e não como dado estatístico. Somente uma educação que se reconheça como parte da luta de classes poderá reverter o adestramento e devolver à juventude o direito de não apenas ocupar a escola, mas de projetar um mundo onde o conhecimento não seja uma mercadoria, e a disciplina não seja uma algema.
Ligia Maria Bueno Pereira Bacarin
Professora de História na rede pública de ensino. Com mestrado em Fundamentos da Educação, pós-graduação em Educação Especial e doutorado em Fundamentos da Educação. Militante do Fortalecer PSOL-PR e colaboradora nas mídias sociais da Geração 68.
Referências Bibliográficas:
ZANELATO, Italo Ariel. “Nossa escola não é caso de polícia”: uma análise histórica da militarização dos colégios públicos e civis do Paraná (2019-2025). Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Estadual de Maringá, 2025.
MORDENTE, Giuliana Volfzon. A luta secundarista e a repressão estatal: entre a ocupação e o tribunal. [Referência à obra/análise de Mordente sobre a judicialização e criminalização de 2015].
MARX, Karl. O Capital: Crítica da Economia Política. Livro I. São Paulo: Boitempo, 2013.
ALTHUSSER, Louis. Aparelhos Ideológicos de Estado. Rio de Janeiro: Graal, 1985.
HARVEY, David. O Novo Imperialismo. São Paulo: Edições Loyola, 2004.
Obra resgata sequência de atos antidemocráticos dos últimos anos que levaram à tentativa de golpe de Estado
Por: Redação Revista Fórum digital
Publicado: 06/01/2026 - às 12h30
O Rio de Janeiro recebe, nesta quinta-feira (8), o lançamento do livro “8 de Janeiro: golpe derrotado, democracia preservada”,uma obra coletiva organizada por Gisele Cittadino e Carol Proner.
O livro conta, com análises feitas através de múltiplas perspectivas, a tentativa de ruptura institucional ocorrida no dia 8 de Janeiro de 2023 e os mecanismos que permitiram a preservação da ordem constitucional e democrática.
O livro reúne juristas, acadêmicos e pesquisadores que examinam o 8 de janeiro não como um episódio isolado, mas como o ponto culminante de uma sequência de atos de deslegitimação do processo democrático, de recusa em aceitar o resultado das urnas e de ataques progressivos às instituições. A obra propõe uma leitura comprometida com a memória democrática, rejeitando qualquer tentativa de banalização, esquecimento ou relativização dos fatos.
Após o lançamento em Brasília, o evento no Rio de Janeiro reafirma o papel da cidade como espaço histórico de reflexão política, jurídica e cultural. O encontro será também um momento de diálogo público sobre os riscos do autoritarismo, a importância da Constituição e a necessidade de fortalecer uma cultura democrática capaz de lidar com a derrota política sem recorrer à violência, à intimidação ou à ruptura institucional.
Mais do que registrar os acontecimentos, o livro assume um compromisso explícito com a memória. O “8 de Janeiro” não é uma data a ser comemorada, mas rememorada. Preservar a memória dos ataques à democracia é condição para impedir que eles se repitam.
O lançamento é aberto ao público e contará com a presença das organizadoras, as professoras Gisele Cittadino e Carol Proner, além de diversos autores, convidados e representantes da comunidade acadêmica, jurídica e política.
Serviço:
Lançamento do livro: 8 de Janeiro: o golpe derrotado, democracia preservada
Data: 8 de janeiro de 2026.
Horário:
17:30 – Abertura
18:00 – Fala de convidados
18:30 – Apresentação do livro
19:00 – Coquetel
Local: ABI -Associação Brasileira de Imprensa. Auditório do sétimo andar. Rua Araújo Porto Alegre, 71 – Centro.
A ideia de tratar a invasão dos EUA à Venezuela e o sequestro de Maduro neste início de 2026 surge da necessidade de unir a questão cultural às mobilizações populares contra a violência imperialista exercida sob a liderança de Donald Trump. O que faz todo o sentido por este ser um espaço de debate de ideias com muita conexão da arte e da cultura com a politica, com a educação, com a comunicação e com a economia.
Pata fazer isso vem a mente a reflexão proposta por Belchior na canção “Conheço o meu lugar”
"O que é que pode fazer o homem comum
Neste presente instante senão sangrar?
Tentar inaugurar
A vida comovida
Inteiramente livre e triunfante?
O que é que eu posso fazer
Com a minha juventude
Quando a máxima saúde hoje
É pretender usar a voz?”
É também sob essa ótica que o professor Romero Venâncio propôs um texto e uma live necessária e oportuna sobre a nossa participação, enquanto brasileiros, na construção de uma identidade e de um sentido de pertencimento latino-americano.
UMA NOTINHA
Como faz falta nos currículos e filosofia, história, ciência política ou antropologia estudos sobre América Latina de um ponto de vista histórico e conceitual. Em filosofia, se torna desastroso a ausência do pensamento latino americano numa hora como a atual (o ataque a Venezuela e o imperialismo trumpista!).
Faz imensa falta em filosofia ler autores como Salazar Bondy (Peru); Leopoldo Zea (México); Enrique Dussel (Argentina); Alejandro Serrano Caldera (Nicarágua); Ludovico Silva (Venezuela); María Lugones (Argentina); Lélia Gonzalez (Brasil); Eduardo Galeano (Uruguai)... E tem muito mais. Muitos/muitas. Um certo e radical eurocêntrico em nossos currículos limita demais o conhecimento latino americano por parte de uma jovem geração que fica sem saber o que dizer quando a conjuntura latino americana aperta e exige uma compreensão mais profunda.
A memória latino americana da Teologia da Libertação nos faz grande falta nessas horas difíceis do continente latino. Esse vínculo orgânico entre filosofia da libertação latino americana, teologia da libertação e historiografia crítica tem relevância impactante quando nas horas mais duras do continente latino precisamos de reflexão diante do quadro conjuntural. O pensamento latino americano enquanto caldo cultural não penetrou nossas mentes e corações nesse Brasil permanentemente em transe. Em tempo.
Sobre a Venezuela, o imperialismo e a resistência latino-americana
Após a leitura acima, a ideia de escrever sobre 'Cultura e Consciência Latino-Americana' evoluiu para 'Ação Cultural e Consciência Latino-Americana'. Isso se deve ao fato de que, no primeiro caso, a concepção de cultura parece algo inerte e estático — referindo-me aqui à cultura letrada de caráter acadêmico e elitista e às belas-artes, mesmo considerando os programas de democratização cultural. Já a ação cultural, embora as contemple, representa uma cultura em movimento, que se relaciona com outras dimensões da vida real, incluindo a política, a educação e a comunicação. Trata-se de uma proposta da cultura como ação estratégica para a construção da democracia cultural, influenciando, por conseguinte, a construção da democracia social, política e econômica.
E agora, entrando na relação entre as mobilizações de rua e nas redes digitais, a pergunta que fazemos é: quantas pessoas se sentirão impelidas ou instigadas a participar das mobilizações como uma das formas de responder às questões colocadas nos versos da canção de Belchior? Ou seja, usar a sua voz em comunhão com outras que pensam de forma semelhante.
FESTIVAL ARACAJU#8J +Direitos +Democracia
Data: 08 de Janeiro - 16h #PraçaGeneralValadão
Com muita música sergipana, alegria e disposição de luta, vamos construir na tardinha do dia 08 de Janeiro, no Centro de Aracaju/SE, uma manifestação política cultural, em defesa dos direitos do povo e das liberdades democráticas.
A ideia é tentar construir coletivamente uma programação politizada e atrativa para a população, para nossas famílias e militantes em geral. Estamos articulando para termos espaço recreativo gratis para crianças, e barraquinhas com artesanato e alimentação diversa. As atrações confirmadas até o momento são: Descidão dos Quilombolas, Anne Carol, Thais Voices e Banda, João Mário, Luno Torres, NG Lampião da Rima ..., em palco aberto.
Vamos protestar e cantar com camaradas artistas e demais trabalhadores/as, para afirmar em alto e bom som, que não há democracia plena com desigualdade social e sem a ampliação permanente dos direitos do povo e das famílias trabalhadoras*.
A democracia social só se conquistará com ampla e combativa mobilização popular por reformas estruturais, que melhorem rapidamente a vida do povo sergipano e brasileiro.
* 👩🏽 As mulheres e as famílias brasileiras, que na sua maioria, são negras e vivem nos bairros populares e nas periferias do país, não toleram mais as chacinas, a violência policial e urbana, o feminicídio, a homofobia e o racismo .
* * 🏳️🌈 As diversidades devem existir com dignidade, sem perseguição, sem violência ou exclusão
* 💼 Fim da escala 6x1, sem redução dos salários e direitos garantidos
* 🎓 Em defesa das universidades federais não aceitaremos cortes orçamentários que atacam a educação pública, a ciência, a permanência estudantil e o direito da juventude trabalhadora de acessar e permanecer na universidade.
* 🏛️ A maioria do atual Congresso Nacional é Inimiga do povo, e sem pressão popular, de fora pra dentro, só servem aos interesses antidemocráticos e econômicos das elites nacionais e estrangeiras, com objetivo de derrubar e ou sabotar e chantagear o governo Lula.
* 🌎 A soberania dos Países e Povos devem ser respeitadas, com paz e sem submissão ao imperialismo #BrasilSoberanoPopular #PalestinaLivredoRioaoMar #PazPopularNaVenezuela
E retomando a uma questão colocada mais acima, “quantas pessoas se sentirão impelidas ou instigadas a participar das mobilizações como uma das formas de responder as questões colocadas nos versos da canção de Belchior ou seja, usar a voz em comunhão com outras que pensam de forma semelhante.
Essa pergunta pode ser colocada de outra maneira: pensando os grandes grupos e a multidão como correntes de água, e a ação cultural como fios condutores ou nascentes e pequenos rios que alimentam os grandes, podemos, então, constatar — pelo formato e quantidade de pessoas nos atos — o quanto de ação cultural elas vivenciam em seu dia a dia.
E aqui surge uma questão nova para muitos que fazem política no campo da esquerda: a ação cultural, que também é pedagógica, social e comunicacional, é uma das bases sobre as quais está alicerçada a consciência política. A outra base é o sentimento de indignação e de injustiça, além de valores humanos positivos como solidariedade , empatia, entre outros."
"Fui trabalhar hoje, o povo não tá nem aí pra invasão da Venezuela rssss"
Frase escrita neste 5 de janeiro em um grupo no whatsapp
Zezito de Oliveira
P.S.: (IN)FELIZ 2026?
Hoje, 7 dias do Ano Novo, há 61 conflitos armados no mundo (é "a 3a Guerra Mundial em pílulas", dizia o saudoso Papa Francisco). Os gastos militares globais somam US$ 2,7 trilhões, enquanto 117 milhões de seres humanos enfrentam a tortura da fome e dos desastres climáticos - denunciou o embaixador brasileiro na ONU, Sérgio Danese.
Trump, cuspindo em todos os tratados internacionais, se arvora em dono do mundo, neocolonizador. E, desprezando a mínima coerência, já reconhece que "seu" presidiário Maduro não chefia cartel de drogas. E o próprio cartel "Los Soles" não existe como alardeado, diz o Departamento de Justiça dos EUA. Força bruta + mentiras dão lastro a UMA INSANIDADE CIVILIZATÓRIA!
Mas, apesar do quadro sombrio, há sinais de esperança. Mais de 60% da população norte-americana rejeitam o atual governante dos EUA ("No Kings!"); a quase totalidade das nações condena o ataque à Venezuela e as ameaças à Colômbia, Cuba e Groenlândia; a presidente do México, Claudia Schenbaum, indaga "pq o magnata não prende os traficantes norte-americanos"; o presidente colombiano, Gustavo Petro, lidera, hoje, manifestações massivas em seu país por soberania nacional e energia limpa.
Esperança se constrói na luta!
Chico Alencar no facebook em 07 de janeiro de 2026
EDITORA EXPRESSÃO POPULAR
Nos últimos dias, os Estados Unidos realizaram um ataque militar direto à Venezuela, com bombardeios em alvos civis e militares, e sequestraram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
A ação faz parte de uma escalada da guerra híbrida do imperialismo estadunidense para controlar recursos estratégicos (petróleo, terras raras) da América Latina e acabar com o chavismo.
A Venezuela enfrenta há anos uma ofensiva constante da direita, apoiada pelos Estados Unidos, especialmente por ter sido um dos países que, no final dos anos 90, colocou em xeque o modelo neoliberal com uma proposta socialista, expressa no projeto da Alternativa Bolivariana das Américas (Alba).
📚 Para você entender o cenário político latino-americano, disponibilizamos gratuitamente em PDF quatro títulos fundamentais.
Essa obra sistematiza, de forma didática, o debate sobre as últimas décadas da América Latina e contribui para a formação da militância social numa perspectiva que vá para além das relações sociais capitalistas.
Claudio Katz realiza um sobrevoo histórico na tentativa de diagnosticar as principais linhas de força que disputam o território latino-americano atualmente.
Com essa obra, vencedora do Prêmio Libertador de Pensamento Crítico em 2014, na Venezuela, Marta Harnecker perpassa o cenário político latino-americano desde a segunda metade dos anos 1990, projetando a construção do socialismo do século XXI.
Thayane Smith, amiga de Roberto Farias Thomaz, de 19 anos, que desapareceu no Pico Paraná, ponto mais alto do Sul do Brasil, além de confirmar que deixou o jovem sozinho durante a descida da trilha, disse que a decisão foi tomada por ela porque fazia parte de seu “estilo de vida” e Roberto era “lento”.
O jovem havia subido o Pico Paraná na virada do ano com a amiga para assistir ao nascer do sol do primeiro dia de 2026. Durante o retorno, no entanto, os dois se separaram. Ele ficou para trás e nunca mais foi visto.
Em entrevista, a amiga afirmou que decidiu seguir sozinha após considerar o ritmo do rapaz “lento” e porque havia outras pessoas na trilha. Segundo ela, seguir em frente sem esperar o companheiro fazia parte de sua forma habitual de realizar trilhas e corridas em montanha.
A declaração não foi aceita por familiares, montanhistas experientes e equipes de resgate, que apontam que abandonar alguém debilitado em ambiente de alta montanha representa risco extremo.
Relatos colhidos com testemunhas indicam que o jovem apresentou sinais claros de mal-estar durante a subida, incluindo vômitos e cansaço excessivo.
Outros trilheiros chegaram a alertar a amiga sobre a necessidade de permanecer junto dele, já que o Pico Paraná é considerado um ambiente hostil, com mudanças bruscas de clima.
Mesmo assim, a jovem seguiu à frente em ritmo acelerado e fazendo vídeos para as redes sociais. Horas depois, já no acampamento, quando outros montanhistas perguntaram pelo paradeiro do rapaz, a amiga afirmou não saber onde ele estava.
Foi a partir desse momento que o desaparecimento passou a ser tratado como emergência, e o Corpo de Bombeiros foi acionado.
Fonte - Portal Metrópoles
ALIMENTAR O EGO E CULTIVAR A INVEJA
Tarefas autoimpostas que levam os indivíduos à ilusão de que a felicidade é ter e não ser, é ser invejado e não admirado.
A entrevista concedida por Adam Phillips à Veja, em 2003, permanece extraordinariamente atual.
Um dos mais influentes psicanalistas britânicos, editor da nova tradução das obras de Freud e autor de diversos livros, Phillips parece menos um cientista da mente e mais um profeta que anteviu a lógica emocional e cultural do século XXI.
Suas observações, feitas há mais de vinte anos, descrevem com precisão desconcertante um mal-estar que se intensificou: vivemos em uma sociedade que teme a própria condição humana. A morte, o envelhecimento, a doença e o acaso, antes compreendidos como inevitáveis, são hoje encarados como inimigos pessoais. A fantasia coletiva de controle absoluto — do corpo, da saúde, do destino — substituiu a aceitação madura de nossas fragilidades, transformando o medo em atmosfera permanente.
Nesse deslocamento, a antiga busca por uma vida boa foi engolida pela necessidade de uma vida invejável. Não desejamos tanto viver bem, mas sermos vistos como alguém que vive bem. A lógica do espetáculo colonizou o intimamente humano. Até o sexo, que poderia ser uma experiência complexa, singular e inesgotável, foi reduzido a um discurso estereotipado. Fala-se muito, mas diz-se pouco.
Exagera-se cedo: crianças reproduzem coreografias sensuais ou entram prematuramente no universo adulto. O resultado não é libertação, mas um deserto de insatisfação. Como afirma Phillips, estamos cada vez mais desesperados com o estilo de vida que nós mesmos construímos.
Essa redução também atinge o sofrimento. Nos consultórios, qualquer tristeza vira depressão. O mal-estar comum, parte constitutiva do viver, transforma-se rapidamente em patologia, como se a vida emocional só pudesse existir nas extremidades.
Paralelamente, as crianças são empurradas para a corrida pelo sucesso tão cedo que deixam de ter tempo para sonhar — justamente aquilo que alimenta a subjetividade e a imaginação. Enquanto isso, o ideal de salvação que movia o homem medieval foi trocado por uma promessa muito mais rasa: riqueza e fama. Phillips observa que esse culto ao reconhecimento público impede que as pessoas percebam o que realmente desejam. Vivemos perseguindo o aplauso que imaginamos que os outros darão.
A contradição se agrava quando se analisam as relações entre cultura, mídia e educação. Pais tentam impor limites — alimentação, comportamento, responsabilidade — mas esses limites não encontram amparo na cultura.
Enquanto a família tenta ensinar equilíbrio, a publicidade grita o contrário. Enquanto pais pedem prudência, a mídia legitima o excesso. Não se trata, portanto, de vigiar crianças, mas de ensiná-las a ler criticamente a cultura, a saber que propaganda não é ordem, que desejo não é destino. Sem essa mediação, as crianças se veem simultaneamente poderosas e perdidas, entregues a uma liberdade que não sabem manejar. Daí a sensação — tão frequente — de pais com medo dos próprios filhos.
Por fim, Phillips critica a mercantilização da psicanálise. Para ele, ninguém deveria escolher essa profissão para enriquecer. A terapia não pode seguir a lógica consumista do “quanto mais caro, melhor”. O espaço analítico — esse lugar de fala, de silêncio e de elaboração — deveria ser acessível, porque a reflexão sobre a própria vida é uma necessidade humana, não um artigo de luxo.
O diagnóstico de Phillips permanece contundente: somos uma sociedade que produz excesso, pressa e ansiedade, mas que não ensina a interpretar o mundo que fabrica.
Entre a cultura que estimula sem freios e as subjetividades que tentam sobreviver a esse turbilhão, sua crítica ressoa como convite e advertência: não basta viver, é preciso compreender os códigos que moldam nosso desejo, nossos medos e nossos sonhos.
Quem é Thayane Smith, jovem de Manaus ligada ao desaparecimento no Pico Paraná
Natural de Manaus, Thayane Smith foi a última pessoa a ter contato com o jovem desaparecido no Pico Paraná e teve registros da viagem divulgados nas redes sociais.
Por EM TEMPO
Publicado em 05 de janeiro de 2026
Thayane Smith tem 19 anos, é natural de Manaus e aparece como peça-chave nas investigações sobre o desaparecimento de Roberto Farias Thomaz, também de 19 anos, no Pico Paraná. Isso porque ela foi a última pessoa a ter contato com o jovem antes do sumiço.
O desaparecimento ocorreu na manhã de quinta-feira (1º), durante a descida da montanha. Antes disso, os dois haviam passado o réveillon no local. Além disso, eles se conheceram recentemente em Curitiba.
Perfil nas redes sociais
Nas redes sociais, Thayane se apresenta como “aventureira, amante da natureza e adrenalina”. Por esse motivo, ela costuma publicar registros de atividades ao ar livre e esportes radicais.
Entre os conteúdos, aparecem vídeos de voo de balão, salto de paraquedas, trilhas e escaladas. Assim, o perfil chama atenção pelo foco em experiências ligadas à aventura e ao turismo de natureza.
Registros da viagem ao Pico Paraná
A última publicação feita por Thayane mostra o trajeto percorrido por ela e Roberto durante a virada do ano no Pico Paraná, ponto mais alto da região Sul do Brasil.
Na legenda, a jovem afirma que registrou toda a experiência. Segundo ela, a intenção é contar a história completa posteriormente. Ao mesmo tempo, Thayane descreve a trilha, destaca as paisagens e ressalta o nascer do sol visto do topo da montanha.
Repercussão após o desaparecimento
Desde a divulgação dos vídeos, o caso ganhou grande repercussão nas redes sociais. Em poucos dias, a postagem ultrapassou 8 mil comentários.
Entre as mensagens, muitos internautas fazem perguntas sobre o desaparecimento. Por outro lado, há comentários com especulações baseadas nas imagens publicadas antes do sumiço de Roberto.
Investigação segue em andamento
Enquanto isso, Roberto Farias Thomaz segue desaparecido. A Polícia Civil do Paraná conduz as investigações para esclarecer as circunstâncias do caso.
Até o momento, as autoridades não divulgaram novos detalhes sobre o paradeiro do jovem. Por fim, as buscas continuam, e o caso segue sob apuração.
Após afirmar que deixou Roberto Farias Tomaz, jovem de 19 anos que está desaparecido no Pico Paraná, para trás por conta de seu “estilo de vida”, Thayana republicou um vídeo no Instagram, rebatendo as críticas. A amazonense está sendo criticada por deixar o amigo sozinho na trilha enquanto passava mal.
No vídeo compartilhado por Thayana, uma mulher, vestindo biquíni em uma piscina, mostra o lugar onde está. Além disso, ela escreve que as únicas pessoas que podem odiá-la são pessoas magras.
“Pra me odiar tem que ser no mínimo magra, não vem jogar gracinha com essa pança de 5 x-tudão, não”, escreveu.
Acrescentando o vídeo original, Thayana publicou um texto para aqueles que a estão julgando por suas decisões. De acordo com ela, aqueles que não tem o mesmo estilo de vida com ela não devem se pronunciar.
“Só aceito julgamento dos magros. Quem não tem a coragem e disposição que eu tenho, os gordos, sedentários, preguiçosos, medroso, calem a boca”, publicou.
Ao ser questionada sobre como se sente sobre o desaparecimento de Roberto, Thayana afirmou que o que resta fazer é esperar. Entretanto, ela não acredita que ele seja encontrado em bom estado de saúde. A entrevista foi dada com exclusividade à Ric RECORD.
“Não podemos fazer nada, né? É manter o equilíbrio e esperar os profissionais, os bombeiros, darem o resultado final e fazerem o trabalho deles”, afirmou. “A minha intuição é que podem encontrar ele, mas muito, muito, muito fraco. Muito fragilizado.”
Por fim, a jovem foi perguntada sobre a possibilidade de Roberto não ser localizado com vida. Em resposta, ela afirmou acreditar na decisão divina.
“Foi Deus que permitiu”, disse.
Fonte: RIC
'Se eu pudesse voltar no tempo, eu não tinha deixado ele', diz amiga que estava com jovem que ficou 5 dias desaparecido no Pico Paraná
Amazonense Thayane Smith, de 19 anos, acompanhava o jovem Roberto Farias Tomaz. Ele foi encontrado vivo na manhã desta segunda-feira (5), em Antonina.