informações sobre ações culturais de base comunitária, cultura periférica, contracultura, educação pública, educação popular, comunicação alternativa, teologia da libertação, memória histórica e economia solidária, assim como noticias e estudos referentes a análise de politica e gestão cultural, conjuntura, indústria cultural, direitos humanos, ecologia integral e etc., visando ao aumento de atividades que produzam geração de riqueza simbólica, afetiva e material = felicidade"
Desde ontem,22/09/2026, um Vídeo viral bomba, transmitido no YouTube pelo UOL e ICL, está arrombando a candidatura do Flávio. Uma edição primorosa, um trabalho de pesquisa com oito anos de imagens e histórias, que narram a maior corrupção financeira do Planeta, realizado por dois atores, Fábio Porchat e Gregório Duvivier, com o jornalista Bruno Torturra. A campanha de Flávio Bolsonaro está numa sinuca de bico, como neutralizar as exibições do vídeo, se manda tirar do ar caracteriza censura, o que pode chamar ainda mais atenção, se deixa rolar, a bomba segue causando estragos, há poucos dias da eleição presidencial. Confiram, vale cada segundo, do vídeo de 30 minutos
Revelando: Grandes Igrejas, Master Negócios | Ep #2
Frase usada pelo presidente na Assembleia Geral sintetiza tese defendida há anos pelo economista, ex-diretor do FMI e ex-vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento dos BRICS, Leia AQUI
Íntegra do discurso do presidente Lula do Brasil na 81.ª sessão da Assembleia Geral da ONU
É (Gonzaguinha) - Bruna Caram e Preta Ferreira
É
A gente quer valer o nosso amor
A gente quer valer nosso suor
A gente quer valer o nosso humor
A gente quer do bom e do melhor
A gente quer carinho e atenção
A gente quer calor no coração
A gente quer suar, mas de prazer
A gente quer é ter muita saúde
A gente quer viver a liberdade
A gente quer viver felicidade
É
A gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca
A gente não está
Com a bunda exposta na janela
Pra passar a mão nela
É
A gente quer viver pleno direito
A gente quer viver todo respeito
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação
É é é é é é é é
É
A gente quer valer o nosso amor
A gente quer valer nosso suor
A gente quer valer o nosso humor
A gente quer do bom e do melhor
A gente quer carinho e atenção
A gente quer calor no coração
A gente quer suar, mas de prazer
A gente quer é ter muita saúde
A gente quer viver a liberdade
A gente quer viver felicidade
É
A gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca
A gente não está
Com a bunda exposta na janela
Pra passar a mão nela
É
A gente quer viver pleno direito
A gente quer viver todo respeito
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação
A gente quer é ser um cidadão
A gente quer viver uma nação
Elza Soares - Comportamento Geral (Audio)
Você deve notar que não tem mais tutu E dizer que não está preocupado Você deve lutar pela xepa da feira E dizer que está recompensado
Você deve estampar sempre um ar de alegria E dizer: tudo tem melhorado Você deve rezar pelo bem do patrão E esquecer que está desempregado
Você merece, você merece Tudo vai bem, tudo legal Cerveja, samba, e amanhã, Seu Zé Se acabarem teu carnaval?
Você merece, você merece Tudo vai bem, tudo legal Cerveja, samba, e amanhã, Seu Zé Se acabarem teu carnaval?
Você deve aprender a baixar a cabeça E dizer sempre muito obrigado São palavras que ainda te deixam dizer Por ser homem bem disciplinado
Deve, pois, só fazer pelo bem da nação Tudo aquilo que for ordenado Pra ganhar um Fuscão no juízo final E diploma de bem comportado
Você merece, você merece Tudo vai bem, tudo legal Cerveja, samba, e amanhã, Seu Zé Se acabarem teu carnaval?
Mas você merece, você merece Tudo vai bem, tudo legal Cerveja, samba, e amanhã, Seu Zé Se acabarem com teu carnaval?
Você...
Você merece, você merece Tudo vai bem, tudo legal E um Fuscão no juízo final Você merece
E diploma de bem comportado Você merece, você merece Esqueça que está desempregado Você merece, você...
Tudo vai bem, tudo legal Que maravilha...
Faltam 13 dias para as eleições e quais os 13 motivos da história da Ação Cultural indicam o melhor caminho para decidir em 04 de Outubro de 2026.
4. Porque a retomada chegou ao território
A retomada não ficou apenas nos discursos e nas leis. Em 2026, o Ponto de Cultura Ação Cultural desenvolveu atividades concretas, entre elas oficinas de audiovisual, teatro popular, cineclube e formação. É no território que uma política cultural deixa de ser apenas uma decisão administrativa e passa a produzir experiências.
Quem é Mamdani, o prefeito de Nova York que chamou Lula de inspiração?
LULA NA ONU E A MANIPULAÇÃO DO JORNAL NACIONAL
Ângela Carrato
Qualquer estudante de primeiro período de Jornalismo sabe que a principal chamada do Jornal Nacional, na edição desta terça-feira (22/9), deveria ter sido para o discurso do presidente Lula, na abertura dos trabalhos da ONU.
Nos meios políticos, nacional e internacional, a fala de Lula estava sendo muito aguardada, porque representava um momento de confronto da posição multilateralista e em defesa da soberania nacional com o autoritarismo e o imperialismo expressos por Donald Trump.
Apesar de ter feito um discurso exemplar, abordando a falência do atual modelo da ONU, em que algumas potências possuem o anacrônico poder de veto, de reafirmar a soberania nacional -"o Brasil não cabe no quintal de ninguém" - de criticar, sem citar nomes, os Estados Unidos pelas guerras em várias partes do mundo e pela ingerência na América Latina, os editores do JN, do alto de sua subserviência à família Marinho, decidiram que o assunto que deveria abrir a edição era a morte do cantor sertanejo Rick, num acidente de helicóptero.
A morte de artista em acidente é sempre notícia, mas ela poderia ter sido dada no segundo, terceiro ou mesmo no último bloco do JN, como foi feito com a morte do consagrado jornalista Zuenir Ventura.
Ao abrir a edição desta forma e, na sequência, dar destaque para a mirabolante defesa do ministro André Mendonça no sentido de que o STF não acolha o pedido de investigação contra ele feito pelo também ministro Alexandre de Moraes, o JN deixou patente a sua posição: minimizar a importância de Lula, como se seu discurso fosse algo de rotina, e transformar o ministro "terrivelmente evangélico", em novo "salvador da pátria".
O problema é que Mendonça deve muito mais explicações envolvendo seu relacionamento com o corrupto ex-banqueiro Daniel Vorcaro do que o próprio Moraes.
Isso, claro, o JN simplesmente esconde dos telespectadores.
Essas foram algumas pirotecnias contra o discurso de Lula, mas estavam longe de dar conta de toda a manipulação colocada em prática nesta edição do JN.
Ao invés de mostrar a enorme repercussão e acolhida do discurso de Lula junto aos presidentes e líderes políticos presentes na sessão, como indicam os aplausos que recebeu, o JN diluiu o fato numa chamada insossa e burocrática do tipo: o primeiro dia na agenda de reunião da ONU.
E a manipulação não parou ai.
Ao invés de mostrar o discurso de Lula na ordem em que aconteceu, após apenas o do secretário geral da entidade, Antônio Guterres, que se despediu do cargo, o JN se deu o direito de divulgar o discurso de Trump, que foi após o de Lula, antes do de Lula.
Para quem não acompanha política internacional, a inversão pode ter passado despercebida, mas foi gravíssima.
Ficou parecendo que Trump pautou o discurso de Lula, quando foi exatamente o contrário.
Lula, com elegância, deixou nítida a prepotência e o imperialismo de Trump em relação ao Irã, a Venezuela e a Cuba e, sobretudo em relação ao próprio Brasil.
Criticou a tentativa de ingerência nas eleições em outubro, reafirmou o compromisso democrático do seu governo e a excelência de nosso sistema eleitoral.
Ao discursar após Lula, Trump gastou 40 minutos - o dobro do tempo sugerido pelo evento - atacando meio mundo, dizendo que faz e acontece e insistindo em designar facções criminosas como o PCC e o CV como terroristas semelhantes à Al Quaeda.
Na maior cara de pau, César Tralli, Renata Vasconcellos e alguns repórteres dedicaram minutos e mais minutos para explicar a nova relação de Trump com a Groenlandia, mas não falaram absolutamente nada sobre a pressão de Trump sobre as eleições brasileiras.
Pressão que a própria Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) vê risco de aumentar.
Não é nenhuma novidade o grupo Globo atuar contra a democracia e contra os interesses da maioria da população. Antes isso demorava a vir à tona, mas agora, com as redes sociais, é algo imediato.
Se depender da família Marinho e da maior parte da classe dominante brasileira, um preposto de Trump, como é o caso do lesa pátria e corrupto, Flávio Bolsonaro, pode entregar o Brasil de porteira fechada para o Laranjão, desde que ela continue vivendo nababescamente.
Ainda bem que Lula resolveu se confrontar a esta turma, ao denunciar o fascismo que ronda a nossa democracia.
Ele é o único dentre os candidatos à presidência da República, que não quer privatizar, que é pela ampliação das políticas públicas e entende que riquezas, como petróleo e terras raras, devem ser exploradas em benefício da maioria da população.
Como a família Marinho não quer nem ouvir falar nestes assuntos, não foi feita qualquer repercussão com políticos, empresários, líderes sindicais ou lideranças sociais. Repare que o JN acertadamente repercutiu as mortes de Rick e de Zuenir, mas impôs repercussão zero ao importantíssimo discurso de Lula.
Dito de outra forma, o JN está fingindo que cobre o governo Lula e a campanha eleitoral. Fingimento que se estende à tal "agenda dos candidatos".
Neste espaço no JN, os candidatos de oposição falam qualquer coisa e não há contraditório.
Jornalismo não é isso. O fato de ser candidato não isenta a pessoa de ter compromisso com os fatos.
Em nenhum telejornal minimamente sério, por exemplo, Flávio Bolsonaro diria que quer ampliar o ensino tecnológico, sem ser perguntado como fará isso cortando verbas públicas para a educação, como sua equipe de campanha já deixou claro.
O mesmo em relação à proposta de Zema no sentido de pedagiar todas as rodovias brasileiras para melhorá-las. A péssima situação em que se encontram as rodovias mineiras, depois de dois mandatos seus, indica o desacerto da proposta.
O papel da mídia é mostrar isso para o cidadão e não apenas dar espaço para candidatos falarem qualquer coisa e ficar por isso nesmo.
Na ânsia de tentar derrotar Lula, o JN está se enterrando e enterrando o tal " jornalismo profissional' que diz fazer.
Se Lula, com este magnífico discurso na ONU, fez história, esta edição do JN também vai entrar para a história.
Só que pela porta dos fundos, como material para aula sobre manipulação jornalística.
Big techs estão ao lado do fascismo, aponta professora de jornalismo
Entrevista Completa: Lula na CNN, com Christiane Amanpour
Trump divulgou informações falsas ou imprecisas em discurso na Assembleia Geral da ONU
Rádio CBN
Preciso recomendar novamente: foi demais, viu? Foi incrível! Fiquei encantado de maneira geral com o filme, com informações que eu não conhecia do Gonzaguinha e também como o filme foi produzido, montado, roteirizado, enfim. A criatividade da diretora e equipe é da maior grandiosidade. Confesso que fiz muita propaganda antes mesmo de assistir e valeu a pena: não saiu nada menos do que eu esperava. É muito bom mesmo! Está em cartaz no Cinema do Centro (Aracaju) durante esta semana, porque o cinema estava lotado na sessão deste domingo. Fiquem atento, porque vale muito a pena. ZdO
Não é justo e é pecado ter demais como o outro tem.
Se trabalhas quase nada e sacias-te de bem, e o irmão que se consome e que trabalha muito mais, passa os dias tendo fome, porque um outro tem demais.
Tu dirás que não tem culpa de nasceres na riqueza, Não tens culpa de este outro estar vivendo na pobreza.
E que tu ficando pobre quase nada mudaria, que se todos fossem pobres, o país regrediria. Em momentos mais ousados tu respondes com dureza
E te mostras irritado com quem fala de pobreza, que se os pobres trabalhassem como os ricos trabalharam, talvez eles se arranjassem como os ricos se arranjaram.
Acontece que há pobres que se matam pela vida, e recebem de salário o que tu gastas em bebida. E o que gastas em cigarro, festas, roupas diversão, quem te serve não recebe, nem se quer para Leite e pão.
Não é justo e é pecado esbanjar o dispensável, quando aqueles que te ajudam levam vida miserável. É melhor fazeres isto com ternura de Cristão, para não teres de fazê-lo pela dura imposição.
A escada que tu sobes é a mesma que tu desces, quem subiu pisando os outros, os encontra no regresso. Não te esqueças que Jesus falou. Tudo isso e muito mais,dinheiro te escraviza,no seu céu não entrarás!!
A canção "Não É Justo", de Padre Zezinho, é um libelo contra a exploração e a acumulação de riqueza que geram a miséria. Sua letra, embora escrita em outro contexto, permanece assustadoramente atual e dialoga diretamente com duas questões centrais do Brasil de 2026: a luta pelo fim da escala 6x1 e o escândalo do Banco Master.
A conexão entre a música e esses temas pode ser feita da seguinte forma:
🎶 A Crítica à Exploração da Mão de Obra: O Fim da Escala 6x1
A letra da música questiona a lógica de um sistema em que "um irmão que se consome / E que trabalha muito mais / Passa os dias tendo fome, / Porque um outro tem demais". Essa passagem ecoa diretamente o cerne do debate sobre a escala 6x1.
A Jornada Exaustiva: A escala 6x1, que prevê seis dias de trabalho para um de descanso, é um símbolo máximo da exploração da força de trabalho. A música denuncia que a vida do trabalhador é consumida pelo trabalho, mas isso não garante sua subsistência, um paradoxo que a luta pelo fim dessa escala busca romper.
O Debate Atual: A proposta de emenda constitucional (PEC) que visa acabar com a escala 6x1 e reduzir a jornada de trabalho (de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial) avança no Congresso Nacional. A música de Padre Zezinho fornece o substrato ético e moral para essa luta, lembrando que a dignidade humana e o tempo para viver não podem ser sacrificados em nome de uma produtividade que não se reverte em bem-estar para quem trabalha.
💰 A Denúncia da Acumulação Injusta: O Escândalo do Banco Master
A música também critica diretamente a lógica de acumulação de riqueza que ocorre em detrimento da maioria. A pergunta "Ter demais como tu tens, / Se trabalhas quase nada / E sacias-te de bens" é uma acusação direta a um sistema financeiro que, muitas vezes, parece gerar lucros fabulosos sem a correspondente criação de valor real ou justiça social.
A "Maior Fraude Bancária": O escândalo do Banco Master é um exemplo contemporâneo e estarrecedor dessa lógica. Parlamentares classificam o caso como a "maior fraude bancária do Brasil". A instituição é acusada de operar um esquema de pirâmide financeira que causou prejuízos bilionários a fundos de pensão municipais e estaduais — ou seja, dinheiro de trabalhadores e aposentados.
A Desproporcionalidade das Multas: A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aplicou multas que somam mais de R$ 200 milhões aos envolvidos no caso. A cifra, embora alta, contrasta com a magnitude dos prejuízos causados e com a riqueza acumulada pelos investigados, reforçando a crítica da música à impunidade e à desproporção entre o crime e a pena para os poderosos.
💎 Síntese: A Atualidade Profética da Canção
Em suma, a canção "Não É Justo" permanece como uma ferramenta de conscientização e denúncia. Ela conecta a luta por condições de trabalho dignas (o fim da escala 6x1) com a necessidade de um sistema financeiro ético e regulado (contra escândalos como o do Banco Master). Padre Zezinho, com sua poesia, convida à reflexão sobre a justiça social e a partilha, valores que continuam sendo o cerne das demandas populares no Brasil de hoje.
Pe. Zezinho, scj celebra seis décadas de sacerdócio e uma trajetória pioneira na música, na comunicação e na catequese
Ordenado no contexto do Concílio Vaticano II, sacerdote construiu uma trajetória entre novas linguagens e hoje, aos 85 anos, define sua fase atual como a do “sol poente”
A canção "Utopia", de Zé Vicente, oferece um horizonte ético para o debate político, e a análise das ações do governo do Presidente Lula permite conectar essa utopia poética com as políticas públicas implementadas no Brasil entre 2023 e 2026. A seguir, estão as contribuições do governo Lula para cada um dos temas centrais destacados na música.
🍞 Fome, Desigualdade e Políticas Sociais: "Quando as mesas se encherem de pão"
A utopia de uma mesa farta encontra eco direto nas políticas de combate à fome e à desigualdade. O governo Lula implementou um conjunto articulado de ações que tiraram o Brasil novamente do Mapa da Fome da FAO em 2025. O Plano Brasil Sem Fome, coordenado por 24 ministérios, retomou e fortaleceu programas como o Bolsa Família, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e as Cozinhas Solidárias.
Os resultados são concretos: mais de 14 milhões de pessoas saíram da pobreza entre 2023 e 2025, e o número de famílias com renda mensal de até R218 porpessoacaiu25 682,00, sendo 83,9% chefiadas por mulheres. O volume de recursos transferidos em 2024 foi de R$ 170,4 bilhões.
🕊️ Segurança Pública e Violência: "Quando as armas da destruição, destruídas em cada nação"
A busca por um "tempo novo de eterna justiça" se traduz no enfrentamento à violência e ao crime organizado. O governo Lula apresentou a PEC da Segurança Pública (PEC nº 18/2025), que visa integrar de forma inteligente as polícias, o aparato judicial e órgãos especializados, sem retirar a autonomia dos Estados. A proposta cria o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), baseado na plena integração entre as forças de segurança.
Em 2026, foi lançado o Programa Brasil Contra o Crime Organizado, com investimento estimado de R$ 11 bilhões (R 1 bilhão do Orçamento Federal e R$ 10 bilhões do BNDES). O programa atua em seis eixos, incluindo a asfixia financeira e logística das facções, o controle do sistema prisional e a retomada de territórios dominados. Lula também prometeu transformar 138 cadeias em presídios de segurança máxima.
💰 Corrupção, Economia e Justiça Social: "Sem mais ódio, nem sangue, cobiça"
A denúncia da "cobiça" que gera miséria encontra resposta em duas frentes: o combate à corrupção e a valorização da renda do trabalhador.
No combate à corrupção, o governo assumiu a paternidade do enfrentamento aos grandes esquemas financeiros, como o escândalo do Banco Master. Lula declarou que, enquanto "eles transformam o (Daniel) Vorcaro em banqueiro, nós o transformamos em prisioneiro", cobrando uma investigação dura do STF sobre o caso, defendendo o combate à corrupção que atinge o "andar de cima" e os "magnatas".
Na economia, a política de valorização do salário mínimo foi retomada, acumulando um ganho real de 11,9% acima da inflação entre janeiro de 2023 e janeiro de 2026. O piso nacional passou de R$1.302 para R$1.621,00 no período. A reforma tributária, sancionada em 2026, inicia uma transição para um sistema que isenta o imposto de renda para as camadas médias e eleva a tributação dos mais ricos.
🗳️ Democracia e Participação Popular: "Quando o povo nas ruas sorrir"
A imagem do "reinado do povo" se materializa na reconstrução dos canais de participação social. O governo recriou o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o "Conselhão", instalado em maio de 2023 com 246 conselheiros representando diversos segmentos da sociedade civil. O colegiado funciona como uma "ouvidoria da sociedade junto ao governo", permitindo que a população "se manifeste, faça propostas e cobre o governo".
Além disso, foram realizadas mais de vinte conferências nacionais até 2025, incluindo a 17ª Conferência Nacional de Saúde e a Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, interrompida desde 2019. Cada ministério criou uma Assessoria Especial de Participação Social e Diversidade. Lula também reforçou que "a democracia vai além do direito ao voto e depende da participação ativa da sociedade nas decisões do Estado".
💎 Síntese
As ações do governo Lula entre 2023 e 2026 dialogam com a utopia de Zé Vicente ao transformar o sonho poético em políticas concretas: a mesa voltou a se encher com a saída do Brasil do Mapa da Fome; as armas da destruição são combatidas com a PEC da Segurança e o programa contra o crime organizado; a cobiça é enfrentada com a valorização do salário mínimo, a reforma tributária e o combate a escândalos como o do Banco Master; e o povo é convocado a sorrir e participar por meio dos conselhos e conferências nacionais. A canção, assim, deixa de ser apenas um horizonte ético e passa a funcionar como uma bússola para avaliar a efetividade das políticas públicas em direção a um Brasil mais justo e solidário.
Em homilia, arcebispo de Aparecida defende soberania do Brasil | Agora Brasil
Os bispos do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que reúne as dioceses dos estados do Amazonas e de Roraima, divulgaram uma convocação aos fiéis e à população para que participem das eleições de 2026 de forma consciente.
Faltam 13 dias para as eleições e quais os 13 motivos da história da Ação Cultural indicam o melhor caminho para decidir em 04 de Outubro de 2026.
3. Porque a Cultura Viva dialoga diretamente com a história da Ação Cultural
Criada em 2004, a Ação Cultural construiu sua trajetória trabalhando com crianças, adolescentes e jovens das periferias de Aracaju e Região Metropolitana, articulando dança, audiovisual, teatro, cineclube, hip-hop, formação e participação social. A retomada da Cultura Viva recoloca essa experiência dentro de uma política pública nacional.
LIVRO DE DANIEL: PEDRADA ANTICAPITALISTA – do CEBI-MG, set./2026
Ê, República de parentes pode crer na nova Babiblônia eu e você Somos só carne humana para moer… E o amor não é para nós! Mas, nós temos a pedrada para jogar, a bola incendiária está no ar: fogo nos racistas! Chico César, Pedrada
E fogo em toda estrutura e sistema de opressão que geram silenciamentos, apagamentos, deslocamentos forçados, feminícidos, violência… morte (aquela imediata e a dada lentamente, com a fome ou a escala 6×1). É a partir desta realidade que, no ano de 2026, somos chamados, convocadas a ler, estudar, aprofundar o livro de Daniel para o mês da Bíblia.
Nós que somos do CEBI-MG, da caminhada do movimento bíblico libertador, que tentamos, com nosso esforço militante e comprometido a responder aos desafios e urgências da nossa história, sabemos que ler a Bíblia nunca será um exercício neutro.
Contra toda pretensa nossa opção ética-hermenêutica é a de lutar com a Palavra, desconfiar, suspeitar, dos usos (e abusos) do texto biblíco para fazer descobrir o conflito, os de ontem e os de hoje.
Se o fundamentalismo paralisa a crítica e encobre, subsumindo num caldo neutro e requentado pela rotina de uma pastoral biblíca genérica e covarde, a gente tenta promover um encontro fecundo entre a trama que compõe o texto da Bíblia e o tecido que faz nosso corpo (pessoal, social, do mundo).
Para isso, a educação popular: quando na nossa conversa bíblica não faltam as perguntas e questões que tocam no modo de produzir e reproduzir a Vida. Esta tarefa biopedagógica-teológica não é fácil nem cômoda: habitamos o aperto, a perversidade da luta de classes, o lugar sufocado da fronteira, o entremeio, experimentando e compartilhando com as maiorias pobres e trabalhadoras aquele desespero de não saber como irá sobreviver à semana.
Deste (não)lugar, a gente precisa (de precisão), alguns mundos. A gente fala e a pronúncia da nossa vez vem do chão em que a gente pisa. Onde pisam os pés, a cabeça pensa e sente o coração: está. Cada ser- da-cultura é um mundo peculiar, próprio. A cultura existe como acontecimento, imaginário, afeto, visão de vida, das relações, das identidades.
Nossa Educação (e nossa leitura bíblica) é Popular não somente porque lançamos mão de métodos e metodologias que facilitam a participação; nem porque é uma tendência da moda, «trend», nem muito menos uma roupagem acadêmica neutra e despolitizada, mas porque conhecemos e reconhecemos que nosso horizonte hermenêutico se dá a partir de “pessoas postas à margem: os muito pobres, os servos, os excluídos, os migrantes ‘sem eira nem beira’, os aquietados, mas sempre à beira da revolta” (Brandão).
Contra as cômodas e adequadas generalidades, está nossa posição carregada da mais radical intencionalidade. Radical não no sentido de ser extremista, mas no sentido etimológico de superar as injustiças pela raiz. Quando indicamos «educação», pensamos em «popular». Quando falamos em teologias, queremos sublinhar «libertadoras». Quando dizemos Leitura Popular da Bíblia, sublinhamos «revolução».
Quando dizemos “livro de Daniel”, supomos a apocalíptica, a linguagem dos vencidos, que tiveram de inventar sua esperança num momento de esgotamento das possibilidades, de aplastamento, esmagamento de qualquer alternativa.
Quando falamos da pedrinha miúda, dizemos da organização dos sem-poder que, desde a marginalidade, encontram formas de vencer o gigante que pisa forte e cruel.
Quando falamos de novela bíblica, com as apocalípticas (que sempre foram profecias), queremos indicar a necessidade de
se criar imaginários que engendrem novos mundos, com arte, poesia e beleza.
Quando sublinhamos resistência, lembramos dos corpos que valem nada, dos que estão na mira lógica da calculadora depredadora e depravada do capitalismo-patriarcado e das companheiras mulheres que resistem com Susana.
Quando dizemos “mês da Bíblia” não queremos só falar de uma agenda da Igreja Católica, mas da oportunidade de encontro, conversa, discussão, estudo e mutirão… no meio do Povo. Quando falamos Povo, dizemos daqueles que sabem de antecipar bravamente um futuro outro… os palestinos, quem em intifada, com as pedras na mão, nos ensinam sobre coragem e história.
Intifada, com a pedra nas mãos, derrotar os gigantes, em sonho novo, sangue Povo, cantar o amanhã que virá… não porque promessa,
mas porque outros mundos já existem entre nós!
Denis e Thalita,
pela Equipe de Publicações do CEBI-MG
Obs.: Segue, abaixo, em pdf, a íntegra do LIVRO DE DANIEL: PEDRADA ANTICAPITALISTA, do CEBI-MG, Set./2026.
Pode baixar gratuitamente, ler e compartilhar. Oxalá a leitura atenta nos inspire nas lutas necessárias pelo que é justo, bom e belo.
O Vento da Democracia (Vento Bom) conta com a participação de 37 artistas, como Zeca Pagodinho, Seu Jorge, Daniela Mercury, Chico César, Maria Gadú, Zélia Duncan, Simone e muitos outros. Clipe da canção conta com imagens de Bob Wolfenson e produção do Coletivo Bijari
Por SOM.VC - 16 de setembro de 2026 11:23
S.O.M - Sistema Operacional da Música – acelera oportunidades na cena independente.
Desde os tempos antigos até os dias de hoje, a busca por liberdade e justiça tem sido marcada por grandes desafios. A luta pela democracia ressoa profundamente ao redor do mundo. A música popular brasileira segue pródiga em canções que falam das demandas e inconformidades da sociedade brasileira.
No dia 18 de setembro (sexta-feira), Carlos Rennó, Ivan Lins e Eduardo Krieger foi lançada a canção inédita “O Vento da Democracia (Vento Bom)”, um projeto que visa a ser uma contribuição artística da música brasileira para a democracia. De autoria de Rennó (letra, projeto e direção artística), Ivan e Krieger (música), com produção musical de Domenico Lancellotti, direção de produção de César Lacerda e produção executiva da Circus Produções, o single é uma carta aberta à igualdade.
A música conta com a participação de 37 artistas, entre eles Zeca Pagodinho, Seu Jorge, Daniela Mercury, Chico César, Maria Gadú, Zélia Duncan, Simone, Monica Salmaso, Delacruz, Duda Beat, Flor Gil e Moreno Veloso.
Além do single, o clipe “O Vento da Democracia (Vento Bom)”, com produção do premiado e engajado Coletivo Bijari, ganha vida com imagens de Bob Wolfenson. Ao longo do videoclipe, o público entra em contato com imagens produzidas por Wolfenson em diversos momentos da história do país, trazendo a essência da busca pela democracia ao longo do tempo e elementos da cultura do Brasil.
“Fui instado a escrever essa letra diante da onda antidemocrática que assola não só o nosso, mas muitos países no tempo presente. E para responder à questão: democracia para quê e para quem, em primeiro lugar? Espero que tenha sucedido bem na missão que me impus. Penso também que o elenco, quantitativamente admirável, que conseguimos reunir corresponde ao que pretendi no plano temático: uma grande diversidade de artistas – admiráveis também em termos qualitativos – em matéria de estilos, gêneros e gerações”, diz Carlos Rennó.
Fascismo: afinal, do que estamos falando?
A palavra fascismo voltou a aparecer com muita frequência no debate político brasileiro. Mas o que ela significa? De onde veio? Quais são suas principais características? E quando chamar alguém ou algum movimento de fascista deixa de ser uma análise histórica e passa a ser apenas um xingamento político?
Para ajudar a responder essas perguntas, reunimos abaixo alguns conteúdos curtos, didáticos e criativos. A proposta é simples: informar para compreender melhor, e compreender para participar do debate público com mais consciência.
🎥 Para começar: o fascismo explicado de maneira simples
Canal Nostalgia — O que é Fascismo? Entenda de um jeito SIMPLES
Com animações e linguagem acessível, o vídeo apresenta a origem do fascismo e algumas de suas características: nacionalismo, culto ao líder, construção do inimigo, rejeição do pluralismo, elitismo e valorização da violência política.
🎥 Em cerca de 12 minutos
BBC News Brasil — Glossário político: O que é ser fascista?
Uma conversa mais longa com o historiador Lincoln Secco sobre as origens históricas do fascismo, suas bases sociais e suas manifestações contemporâneas.
Uma pergunta para começar a conversa
Talvez uma boa maneira de terminar — ou começar — uma roda de conversa seja perguntar:
Quando tudo aquilo de que discordamos passa a ser chamado de fascismo, não corremos o risco de banalizar o próprio conceito?
Compreender o fascismo não significa concordar ou discordar de uma posição política específica. Significa conhecer a história, reconhecer suas características e utilizar os conceitos políticos com responsabilidade.
Informação também é uma forma de participação cidadã.
FASCISMO EM 5 IDEIAS-CHAVE
Ultranacionalismo — a nação é colocada acima dos direitos e diferenças individuais.
Autoritarismo — concentração de poder e redução dos espaços de oposição e participação política.
Culto ao líder — a figura do líder é apresentada como expressão da própria nação e como solução para seus problemas.
Construção do inimigo — grupos políticos, sociais, étnicos ou culturais são apresentados como ameaça à comunidade nacional.
Violência política — a violência contra adversários pode ser legitimada ou glorificada como instrumento de transformação política.
Importante: essas características ajudam a identificar o fenômeno, mas nenhuma delas, isoladamente, é suficiente para definir um movimento como fascista.
2. Porque sabemos o que significa perder uma política pública
A história da Ação Cultural também é marcada por interrupções. Quando uma política cultural desaparece, não desaparecem apenas recursos: interrompem-se oficinas, processos formativos, articulações, redes e vínculos construídos durante anos. Por isso, a retomada da Cultura Viva tem um significado concreto para quem viveu esse processo.