blog da Cultura
informações sobre ações culturais de base comunitária, cultura periférica, contracultura, educação pública, educação popular, comunicação alternativa, teologia da libertação, memória histórica e economia solidária, assim como noticias e estudos referentes a análise de politica e gestão cultural, conjuntura, indústria cultural, direitos humanos, ecologia integral e etc., visando ao aumento de atividades que produzam geração de riqueza simbólica, afetiva e material = felicidade"
segunda-feira, 20 de abril de 2026
Mais um crime da produtora Brasil Paralelo. BRASIL PARALELO EXPÕE CRIANÇA PARA ATACAR COMUNIDADE LGBTQIA+
DA TRAMA CONTRA O PE. JÚLIO LANCELLOTTI. Por Romero Venâncio (UFS)
O que ocorreu e ocorre com Pe. Julio Lancellotti é nitidamente uma trama. Assim que encerrei uma pesquisa sobre a extrema direita católica nas redes digitais, decobri por acaso uma figura de Recife chamado Miguel Kazan. Um jovem militante do MBL pernambucano e que atua fortemente no Instagram. Ele iniciou um suposto dossiê contra o Pe. Julio onde tenta provar que o padre é um abusador e pedólfilo. Logo em seguida, uma perita criminal chamada Jacqueline Tirotti analisou e atestou como autêntico um vídeo com suposto conteúdo sexual envolvendo o padre Júlio Lancellotti, contratada pelo MBL em 2024. Posteriormente, Tirotti filiou-se ao partido Missão, criado pelo MBL, e com intenção de ser candidata a deputada federal em Brasília, levantando questões sobre a imparcialidade do laudo. E ainda, um deputado federal de Minas Gerais do PL chamado Junio Amaral e sua esposa (formada junto ao Centro Dom Bosco do Rio de Janeiro). Em novembro de 2025, o deputado Junio Amaral, acompanhado de sua esposa, entregou na Embaixada do Vaticano, em Brasília, um abaixo-assinado e um dossiê com mais de mil assinaturas pedindo que a Igreja Católica investigue a conduta do Padre Júlio. Qual conduta? O parlamentar mineiro alega que o sacerdote comete atos de assédio sexual e utiliza sua posição religiosa para fins políticos, além de criticar a atuação do padre com a população de rua. O Cardeal de São Paulo deveria ter levado em consideração toda essa história em seus detalhes.
O Pe. Julio Lancellotti tinha dois milhões de seguidores nas redes digitais. As missas do Pe. Julio eram divulgadas e assistidas aos domingos por uma imensa audiência. O Pe. Julio atuava diariamente em suas redes.
Horror que Trump promove é racional demais para ser tratado como loucura
Enquanto Donald Trump promove o caos, promovendo guerras inúteis e ameaçando a “morte de uma civilização” no Irã, cresce nos EUA o desespero por contê-lo antes que o dano seja irreversível. Fala-se em incapacidade, invoca-se a 25ª Emenda, colecionam-se indícios de demência. Contudo, reduzir tudo à loucura é ignorar o mais inquietante: há cálculo, há método, há projeto. É tentador demonizar o indivíduo, como se bastasse removê-lo para restaurar a ordem. Hannah Arendt já alertava, ao analisar Adolf Eichmann, que o horror pode não brotar de monstros excepcionais.
Trump não é um acidente isolado, mas sintoma de engrenagens bem ajustadas — interesses, medos e oportunismos que sobrevivem a qualquer líder. Derrubá-lo pode mudar pouco se a estrutura permanecer intacta. A questão real não é só como parar um homem, mas como desmontar o sistema que o sustenta e tenta espalhar um modelo autoritário, violento e de extrema direita. Sem isso, troca-se o nome, mas o roteiro segue, e o mundo continua sendo redesenhado. O horror que promove é bem racional.
Os dados surpreendentes da aprovação de Trump após a guerra com o Irã, segundo pesquisa
Levantamento NBC News mostra tragédia política para Republicanos antes das eleições de meio de mandato
]https://revistaforum.com.br/global/aprovacao-trump-abril/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
Como agentes culturais podem se cadastrar no mapa cultural de Sergipe. A Secult/Funcap-SE bem que poderia publicar um passo a passo mais completo.
O novo mapa cultural de Sergipe, https://mapacultural.se.gov.br/, está bem melhor do que o antigo em termos de layout e navegação, mas seria bem legal uma live ao vivo para informar como pode ser acessado e outras questões relacionadas, esta mesma live pode ficar gravada para servir como tutorial.
Os editais também podem ser lançados com live tira dúvidas... Um FAQ com as dúvidas mais constantes pode ser colocado no site do Mapa Cultural e divulgado amplamente, além de ser alimentado continuadamente. O Blog da Cultura apresenta sugestões e colabora no que pode.... ZdO
Como realizar a inscrição no Novo Mapa Cultural de Sergipe:
Acesse a Oportunidade: No menu principal do Novo Mapa Cultural de Sergipe, clique na aba "Oportunidades" para visualizar os editais abertos.
Selecione o Agente Proponente: Ao clicar em "Fazer inscrição" no edital desejado, o sistema abrirá uma janela perguntando quem é o proponente. É neste momento que você deve selecionar o seu Agente Coletivo cadastrado.
Preenchimento do Formulário:
O sistema puxará automaticamente as informações públicas do perfil do coletivo.
Você deverá preencher os dados específicos do projeto (plano de trabalho, metas, público-alvo) e anexar os documentos exigidos, geralmente em formato PDF de até 8MB
No Novo Mapa Cultural de Sergipe, a relação entre o agente individual e o agente coletivo é de hierarquia e vinculação administrativa. Para que um coletivo exista na plataforma, ele deve ser obrigatoriamente criado e gerenciado por um perfil individual.
Essa distinção é fundamental para a governança cultural do estado e para o acesso a políticas públicas, como os editais da FUNCAP SE.
Diferenciação de Perfis
Agente Individual: Representa a pessoa física (artistas, produtores, artesãos). É o perfil base e obrigatório para qualquer interação no sistema.
Agente Coletivo: Representa a pessoa jurídica ou grupos sem CNPJ (companhias de teatro, bandas, instituições, empresas culturais). Este perfil agrupa as atividades de múltiplos indivíduos sob uma única identidade organizacional.
Dinâmica de Relacionamento no Sistema
Criação por Dependência: O usuário deve primeiro completar seu cadastro como agente individual. Somente a partir desse perfil é possível acessar o painel de controle para registrar um agente coletivo.
Gestão e Administração: O agente individual que cria o coletivo torna-se seu administrador. Ele pode indicar outros perfis individuais já cadastrados na plataforma para também gerenciarem os dados do grupo.
Composição do Coletivo: Dentro do perfil coletivo, existe a funcionalidade de "adicionar agentes", que permite listar formalmente os membros do grupo. Isso cria uma rede onde o portfólio do coletivo é alimentado pelas trajetórias dos indivíduos vinculados a ele.
Participação em Editais: No contexto das leis de fomento em Sergipe (como Paulo Gustavo e Aldir Blanc), a plataforma exige que o proponente identifique se a inscrição está sendo feita pelo perfil individual (pessoa física) ou pelo coletivo (pessoa jurídica/grupo), vinculando a responsabilidade legal ao CPF do administrador ou CNPJ da entidade.
Essa estrutura permite ao Governo de Sergipe mapear não apenas os artistas isolados, mas como eles se organizam em redes e instituições, gerando indicadores mais precisos sobre a cadeia produtiva local.
E como inscrever o projeto em edital? Posso fazer pelo perfil do coletivo>
Sim, você pode (e muitas vezes deve) inscrever o projeto pelo perfil do agente coletivo, mas o processo técnico é sempre iniciado através do seu login de agente individual.
Acima informações com IA
TUTORIAL MAPA CULTURAL | Agente coletivo
A lógica do nosso mapa é semelhante ao do Ceará (acima)
No mais, para conseguir a sustentabilidade e a emancipação, nosso desejo e necessidade coletiva, é seguir buscando o financiamento, e paralelo a isso a formação e a articulação dos coletivos/organizações culturais. O que é mais difícil nesse último caso por causa do tiro no pé do fogo "amigo". Quem foi a Teia dos Pontos de Cultura realizada no Gonzagão (Aracaju) em 30 e 31 de janeiro, poderia ver isso "in loco".
domingo, 19 de abril de 2026
Por que a arte pode salvar a educação? Como a arte pode salvar vidas? Ana Mae Barbosa, Jonh Dewey e Anisio Teixeira
Ana Mae Barbosa - 12/10/1998
John Dewey e o ensino da arte no Brasil | Resenha | #Artografismos | Sara Nina
A Escola Parque e o Legado de Anísio Teixeira
Ocupação Ana Mae Barbosa | A Abordagem Triangular
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas

Casaldàliga Fundació
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas
“Roubaram as terras indígenas
e batizaram as fazendas
com nomes indígenas ausentes.
Aritana, onde estás?”
Pedro Casaldáliga transformou em poesia aquilo que muitos tentaram calar:
o roubo das terras, o silenciamento dos povos originários, a violência disfarçada de progresso.
Ao chegar ao Brasil, ele assumiu como missão entregar a vida à realidade indígena, negra e camponesa, denunciando injustiças e anunciando um caminho de amor, paz, justiça e solidariedade.
Neste 19 de abril, não celebramos um passado folclórico,
mas afirmamos a vida, a resistência e a dignidade dos povos indígenas,
que seguem cantando — mesmo quando a terra é ferida.
📜 Pedro Casaldáliga
uinta-feira, 18 de abril de 2013
erça-feira, 11 de agosto de 2020
terça-feira, 19 de abril de 2022
quarta-feira, 10 de dezembro de 2025
A maioria dos deputados e senadores sergipanos votam contra os indios e a favor da devastação do meio ambiente e da democracia...
⚠ Reportagem completa no site da Mangue
FESTIVAL RAIZES ANCESTRAIS
1992 (Quinientos años de que) || Belchior & Larbanois e Carrero
GUERREIRA SURARA - SURARAS DO TAPAJÓS
1992 (Quinhentos Anos de Que?)
CD Anexo da Tese de Doutorado de Babi Fonteles
Marlui Miranda - IHU Todos os Sons (1995) - Completo/Full Album
CARTÃO POSTAL PANKARARU - GEAN RAMOS
O que os povos indígenas têm a comemorar no dia 19 de abril
19 de abril de 2026
Vítima relata abusos de pastor no Maranhão: ‘Ele dizia que, se eu me relacionasse com ele, estaria me relacionando com Deus'
A Polícia Civil do Maranhão desmantelou um verdadeiro cenário de horror e escravidão disfarçado de fé. O pastor David Gonçalves Silva, líder da congregação Shekinah House Church, localizada em Paço do Lumiar (MA), foi pr3so durante a operação batizada de “Falso Profeta”. Ele é acusado de manter um controle absoluto e doentio sobre mais de 150 fiéis através de um esquema brutal de castigos físicos, tortura psicológica e abusos sexuais.
Chicotadas e privação de comidaO nível de crueldade descoberto pela polícia é estarrecedor. Segundo as denúncias, os fiéis que descumpriam qualquer regra ou questionavam o líder sofriam punições físicas chamadas por ele de “readas”, que incluíam violentas chineladas e chicotadas. Como punição, o pastor também deixava as vítimas passando fome e as obrigava a escrever a frase “Eu preciso aprender a respeitar o meu líder” centenas de vezes em folhas de papel. O local onde os jovens dormiam era chamado pejorativamente de “baia” e eles eram tratados como “piões”.
A desculpa nojenta para o abus0
Além da violência física, o líder religioso usava a vulnerabilidade dos fiéis para cometer estupr0s, mirando principalmente em adolescentes e jovens do s3xo masculino, muitos deles resgatados de situações de rua. O relato de uma das vítimas evidencia a manipulação absurda: para coagir os jovens, o pastor afirmava que “se relacionar com ele, era estar se relacionando com Deus”.
Fim da linha
A investigação aponta que a congregação funcionava como um alojamento onde os fiéis eram totalmente isolados do mundo exterior e vigiados por câmeras até na hora do banho. O homem agora está atrás das grades e vai responder por estelionato, estupr0 de vulnerável e associação criminosa. A polícia já identificou vítimas no Maranhão, Pará e Ceará, e pede que outros frequentadores que sofreram abus0s percam o medo e denunciem.

