CANAL DA AÇÃO CULTURAL

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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

A PAZ INVADIU O GONZAGÃO!



Agradecemos a divulgação(repasse) por e-mail e por outros meios ]


Em especial para educadores, assistentes sociais, psicológos e todos (as) que estão envolvidos com educação para a paz.

Para aqueles (as) que trabalham com pessoas de uma maneira em geral e que estão expostos a situações/zonas de alta intensidade de conflitos, tensão, estresse etc..

O Complexo Cultural O Gonzagão em parceria com a Cia. O mínimO, convida a população para passar duas tardes diferentes, praticando atividades culturais que visam à paz, diversão e saúde.


Dia 29 - Jogos Cooperativos.
Jogos não competitivos para divertir e integrar pessoas de todas as idades. Praticaremos a cooperação através de diferentes propostas lúdicas.

Dia 30 – Dança Yoga.
Duas disciplinas unidas em uma pratica que visa unir corpo e mente. Dança, alongamento, respiração e relaxamento.

Das 15 ás 17h

No Gonzagão

Grátis! Para todas as idades!


Por favor vestir roupa cômoda para o movimento, trazer uma canga, seu copo (importante ingestão de água durante as atividades).Trazer frutas para compartilhar


Leia mais em:

http://consorciocultural.blogspot.com/2008/10/paz-invadiu-o-gonzago-vivncia-de-dana.html

terça-feira, 14 de outubro de 2008

MOSTRA DE TEATRO DO OPRIMIDO NO GONZAGÃO


Mostra de Teatro do Oprimido em Brasilia

Augusto Boal - Criador do Teatro do Oprimido

Saiba mais em: www.ctorio.org.br

Acontece nos dias 17 e 18 de outubro, no Complexo Gonzagão, localizado a Av. Heráclito Rollemberg s/n°, no horário de 18:30h às 20 horas, com o patrocínio da PETROBRAS, a Mostra Sergipana Fábrica de Teatro Popular Nordeste, um evento público composto por:
exposição de trabalhos artísticos e apresentações de espetáculos de Teatro-Fórum. Tudo encenado por grupos populares formados pelos Multiplicadores de Teatro do Oprimido existentes e atuantes em cerca de dez municípios do interior do Estado. Além da Capital Aracaju. Os ingressos são gratuitos.
A partir das 18:30h, o público vai poder apreciar uma exposição alegre, colorida, divertida e reflexiva da Estética do Oprimido, que consta de trabalhos artísticos produzidos pelos grupos comunitários ao longo de dez meses de trabalho contínuo, sob orientação dos Curingas do Centro de Teatro do Oprimido, Flávio Sanctum e Cláudia Simone. Em seguida, às 19 horas, acontecem as apresentações artísticas.
Após as apresentações das peças teatrais, baseadas na vida real, que discutem temáticas como: violência doméstica, machismo, preconceito social, discriminação racial e opressão familiar, o público é convidado a intervir na cena e, se desejar, trocar de lugar com os atores, assumindo seus personagens e tentando transformar os problemas encenados.

Alguns dos grupos que participam do evento são: adolescentes do bairro de Matadouro,
em Propriá; jovens moradores da comunidade de Nova Cidade, em Estância; estudantes
da UFS – Universidade Federal de Sergipe, em Aracaju; entre outros.

O projeto Fábrica de Teatro Popular Nordeste é uma realização do Centro de Teatro do
Oprimido, com patrocínio da PETROBRAS, em parceria com a Secretaria Estadual de
Cultura de Sergipe, que tem como objetivo formar multiplicadores de Teatro do
Oprimido para pontos de cultura, movimentos sociais e grupos culturais, interessados em utilizar o Método criado pelo teatrólogo Augusto Boal, para estimular a reflexão de problemas reais e a busca de alternativas, através do Diálogo Teatral com a sociedade.

A partir das 18:30h o público terá acesso a Exposição da Estética do Oprimido.
De 19 às 20 horas acontecem as apresentações artísticas.
Ingressos: GRÁTIS
Classificação etária: Livre

O PROJETO

A Fábrica de Teatro Popular Nordeste, um empreendimento cultural do Centro de Teatro
do Oprimido, tem o objetivo de formar multiplicadores de Teatro do Oprimido nos
Estados nordestinos de Sergipe, Alagoas e Pernambuco. Com a adesão de 54 grupos e
instituições, tem a participação efetiva de 102 multiplicadores, que atuam em 32
municípios da região. Beneficiando a todos, esta máquina cultural movimenta crianças,
jovens, adultos e idosos de comunidades empobrecidas às universidades: no campo e na
cidade. Ferramenta importante, o Teatro do Oprimido tem ampliado as possibilidades de
expressão de diversos grupos no Nordeste – sertão, agreste, mata e litoral.

Nesta fábrica teatral encontra-se o desafio da escassez de recursos, através de parcerias e da criatividade, como forma de garantia da riqueza estética. O Teatro do Oprimido é uma metodologia lúdica, de fácil aplicação, que não exige custos altos de investimento. Com resultados eficientes, vem sendo instrumento fundamental em programas sócio-culturais em cerca de 70 países. A técnica mais usada é a do Teatro-fórum: na encenação de problemas vivenciados pelos participantes, a platéia entra em cena e mostra, em ações, idéias e propostas de transformação, através de um amplo debate cênico.
A mecânica de funcionamento do método criado por Augusto Boal transforma problemas
reais em espetáculos teatrais e estimula a discussão pública de temas variados, inclusive os considerados tabus. Os multiplicadores de Teatro do Oprimido ensinam aprendendo, num diálogo democrático e propositivo com as comunidades, em pontos de cultura, movimentos sociais e grupos culturais.

O Centro de Teatro do Oprimido é um núcleo de pesquisa e difusão. Sua filosofia e suas ações visam à democratização dos meios de produção cultural, através de projetos que estimulam a participação ativa da sociedade onde os grupos organizados sejam os protagonistas.

Democratizar o acesso aos meios de criação artística para multiplicar a produção cultural comunitária. Esta é a proposta da Fábrica de Teatro Popular Nordeste. Esta iniciativa conta com o patrocínio da PETROBRAS e é desenvolvida em parceria com a secretaria Estadual de Cultura de Sergipe, o SESC Alagoas, a Secretaria Estadual de Educação de Pernambuco e o SESC Pernambuco.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

BAILE DE DANÇAS CIRCULARES




VEJA MAIS FOTOS ABAIXO
Sem sombra de dúvida, a realização da Roda Aberta de Diálogo e da Oficina de Danças Circulares, nos dias 26, 27 e 28 de setembro último , foi um momento que ficará registrado em nossa memória e coração como um dos mais prazerosos, desde que iniciamos a realização de rodas de dança em Aracaju, lá pelos idos de 2001. Por quê?? Não apenas pela quantidade, mas sobretudo pela diversidade, alegria e harmonia de todos, -- elementos fundamentais para o sucesso desta iniciativa.

Como disse o focalizador Álvaro Pantoja, via e-mail, “Foi uma delícia essa nossa roda no final de semana! Acho que vai dar um bom impulso no movimento das danças aí em Aracaju.”

* No próximo sábado (11/10), no GONZAGÂO, estaremos realizando o nosso Baile de Danças Circulares, que, assim como o nosso último encontro no Gonzagão e no Geap, será também um evento comemorativo ao centenário de Bernhard Vosien. O Baile terá início às 20 horas e com previsão de término para as 23h .

Ao contrário do que informamos no final da oficina no Geap, não contaremos com a presença dos integrantes do Teatro do Oprimido. Sendo assim, a mobilização ficará unicamente por nossa conta, ok?!


A meta é alcançarmos a presença de no mínimo 50 pessoas. Por isso é necessário que cada um de nós reenvie este convite para os nossos amigos(as) interessados e utilize outras formas de comunicação para que mais pessoas possam não só saber do evento, mas sobretudo participar de forma interativa, ajudando para que o grande Círculo dançante seja ampliado de forma que todos possam compartir dos imensuráveis benefícios que essa atividade pode nos proporcionar!


Será necessário trazer frutas, doces, bolos, salgados e bebidas (sucos, vinhos e licores) para que nesse círculo de amizade, amor, alegria, paz, leveza e harmonia possamos complementar a noite com mais sabores.


* Ficaremos muito gratos se puderem nos enviar uma avaliação sobre a roda de diálogo e sobre a roda de danças. Quem participou das duas deve escrever identificando os dois momentos.

A sugestão de roteiro é a seguinte:


Que bom! (aspectos positivos); Que pena! (aspectos negativos e/ou que precisam ser melhorados); Que tal? (sugestões).

* Quem fotografou/filmou é importante repassar as imagens em CD/DVD para compormos o acervo. O mesmo valendo para imagens de outros encontros/oficinas.

* Quem puder/quiser, pode trazer também um instrumento, pois a depender do tempo e da disposição, poderemos prosseguir com uma roda de música. ;-)


Aguardamos ansiosamente por suas respostas!


Obrigado a todos e uma boa semana!

Vale a pena conhecer uma comunidade de danças circulares no ORKUT. clique no endereço abaixo:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=224608

As Danças Circulares sempre estiveram presentes na história da humanidade – nos nascimentos, casamentos, plantio, colheita, chegada das chuvas, primavera, morte – e refletiam a necessidade de comunhão, celebração e união entre as pessoas.

Qualquer pessoa, de qualquer idade, pode dançar em uma Roda. Não é preciso ter experiência anterior em dança, basta ter vontade, querer entrar em contato com a alegria e com a possibilidade da comunhão entre os seres humanos.

Dançando, nosso corpo se expressa através do movimento e aquieta a mente. A alegria brota naturalmente e o movimento simples e repetido aproxima as pessoas, promovendo uma integração física, mental, emocional e espiritual.

As Danças Circulares promovem uma rápida integração de grupos, reflexões sobre o trabalho em equipe, compreensão sobre conflitos, o despertar da criatividade, a integração dos hemisférios cerebrais, a ativação corporal, e uma conexão com seu Eu superior.


(Denise Nagem – Focalizadora do Rio de Janeiro).