quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Se é pra não largar a mão de ninguém, então e hora de ir aonde o povo está.

Thiago Paulino
Em 2019...
Mais do que nunca se deve criar pontes e diálogos. O Brasil não pode dar as costas para si mesmo.
Brasileiros devem conhecer o que se passa com seu semelhante, com seu irmão indígena que não tem sua tradição respeitada e que olha a natureza como um santuário vivo. É preciso se sensibilizar como nosso irmão homossexual que muitas vezes não pode demonstrar em público o seu carinho por um parceiro. Necessário pisar num chão de uma escola pública onde um professor ensinar como jogar um partida de futebol com honestidade; ou de um a professora de dança que ensina a meninos que as meninas precisam de respeito e possuem sentimentos.
O Brasil precisa se reconhecer... reencontrar seu passado de dívida histórica com o povo negro. Perceber que a oportundiade precisa ser distribuída, reconhecer a força dos tambores na nossa cultura. Os tambores e atabaques inclusive precisam despertar os movimentos sindicais e sociais ainda arraigados a fórmulas antigas de tocar os corações das pessoas.
Em 2019... precisamos ver que família tem várias formas e cores. Mas o amor se for sincero forma pessoas melhores. Que família é um porto seguro, mas tem suas tempestades também de convivência. E para os parentes distantes que pensam politicamente diferente... paciência e diálogo de ideias além do recorte ideológico. O tom do diálogo quando fraterno é mais eficiente. Sim ... é árdua a tarefa e por vezes é preciso recuar e silenciar, e outras vezes manter firme a opinião, com todo respeito possível. Kardec disse certa vez: "discutiremos, mas não disputaremos".
Tenho vez por outra buscado essa arte de conversar e sensibilizar sem necessariamente ter esse peso de querer convencer ou converter. No fim das contas todos ser humano é dotado de consciência. E no caminho de cada um sempre há pedras que dependendo do nível de coragem e humildade podem virar pontes em vez muros. Unamos uns aos outros e façamos a nossa parte!
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Se é pra não largar a mão de ninguém. É hora de intelectuais, artistas, sindicalistas e etc.., ir aonde o povo está. Penso que o afastamento, o distanciamento, as bolhas formadas, explicam uma boa parte da tragédia que estamos vivendo. (Zezito de Oliveira)






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