quinta-feira, 18 de junho de 2026

7ª Capital Cultural do mundo, SP ataca suas próprias cenas criativas Com claro preconceito ideológico contra trabalhadores da cultura, cidade joga contra sua vocação Por Alê Youssef

 Um dos maiores desafios da cultura paulistana é a manutenção e o apoio aos pequenos ecossistemas culturais da cidade.

São Paulo vive um momento de intensa atividade artística, mas....

Bar Sirigoela, no Bixiga, emparedado pela prefeitura (Tom Sampaio/Arquivo pessoal/Divulgação) 
A coluna escrita por Alê Youssef na VEJA SÃO PAULO argumenta que, embora a cidade figure como a 7ª capital cultural do mundo segundo a revista Time Out, a gestão municipal adota políticas repressivas. Ele aponta um "claro preconceito ideológico" que asfixia pequenos ecossistemas criativos e penaliza trabalhadores da cultura. 
Os principais pontos levantados pelo autor incluem:
  • Potencial Subaproveitado: A cidade possui vocação cultural única e abriga a única representante da América Latina no top 10 global, mas caminha na direção oposta ao que poderia ser sua principal força econômica criativa. 
  • Ataques à Economia Criativa: Há um enfraquecimento contínuo dos pequenos ecossistemas culturais, refletido no fechamento de espaços históricos e na pressão sobre bares e casas de show.
  • Rigidez Institucional: O autor critica a aplicação rígida de normas urbanas sem mediação cultural, o que gera conflitos desnecessários com artistas e produtores.
  • Falta de Políticas Públicas: Denuncia-se uma escassez de apoio institucional e orçamentário, que sufoca os trabalhadores do setor e contraria a própria vocação cosmopolita de São Paulo. 

Leia o texto completo Veja SP.   AQUI   

Nota do editor do blog.

Lembrando Eduardo Dusek na canção barrados no baile. "Isso é o que  dá, votar na direita fisiológica e/ou extremista."



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