CANAL DA AÇÃO CULTURAL

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sábado, 26 de abril de 2014

Cine Vitória - Semana de 24/04 a 30/04


Nesta cine-semana estamos exibindo os títulos:

Belém, Zona de Conflito. Dir.: Yuval Adler. Drama, Suspense. Israel, Alemanha, Bélgica. 2013. 99min. 14 anos.
Belém: zona de conflito, retrata a história de um complexo relacionamento entre um oficial do Serviço Secreto de Israel e um informante adolescente palestino. Revela os conflitos de visão entre os dois personagens, o questionamento da lealdade e o impasse entre os dilemas morais.

Quem gostou de Hoje eu quero voltar sozinho, pode dar uma conferida também em Belém...

A Música Nunca Parou. Dir. Jim Kohlberg. Drama, EUA. 2011. 105min. 10 anos
Baseado no estudo de caso "O Último Hippie", do Dr. Oliver Sacks (Tempo de Despertar), A MÚSICA NUNCA PAROU mostra a jornada de um pai e um filho se ajustando na cura de um trauma cerebral e a uma vida de oportunidades perdidas. O filme narra o emocionante reencontro entre Henry (J.K
 . Simmons) e Gabriel (Lou Taylor Pucci) Sawyer, pai e filho, em lados opostos quanto a gostos musicais assim como política e a Guerra do Vietnã. Gabriel desaparece dentro da contracultura depois de um confronto devastador com seu pai. Duas décadas mais tarde, Henry e sua esposa Helen (Cara Seymour) são informados que seu filho foi encontrado perambulando pelas ruas de Nova Iorque. Gabriel tem um tumor cerebral que causou danos extensivos ao órgão e requer cirurgia imediata. Para Gabriel, passado, presente e futuro são indistinguíveis, enquanto se recupera da operação, ele acredita ainda estar em 1968, era do Vietnã, das festas regadas a ácido e da música psicodélica. Determinados, Henry e a esposa Helen juram se aproximar de Gabriel, que mal consegue se comunicar. Henry começa a pesquisar sobre danos cerebrais, o que o leva à Dra. Dianne Daly (Julia Ormond), uma musicoterapeuta que fez grandes avanços com vítimas de tumores cerebrais através da música. Conforme trabalha com Gabriel, Diane percebe que ele parece responder de modo efetivo à música da era psicodélica (Beatles, Bob Dylan e, particularmente, Grateful Dead), que tem um efeito formidável com o rapaz, já que ele começa a conseguir conversar e se expressar, mesmo que não tenha consciência de que a época da sua música já passou há muito tempo. Não suportando rock´n´roll, Henry começa uma peregrinação pelas bandas dos anos 60 para conseguir animar a alma de seu filho, que começa de fato a formar um vínculo incomum, emocionante e cheio de vida, um vínculo entre pai e filho, que ele achava ter perdido.

Aos amantes da música



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