segunda-feira, 23 de março de 2026

Dez anos depois a Ação Cultural inicia uma nova oficina de audiovisual. Quem quiser chegar, é só se inscrever, restam poucas vagas.

 

colagem de cartaz em ponto comercial do bairro. 

 Para quem quem quiser  participar da primeira turma da oficina de audiovisual com celular "Cinema na Palma da Mão" . https://docs.google.com/forms/d/1e0eLStkoctIJ9T4YdeMMtV8CCEUoO7F7JRNZVbyyH1I/edit


Amanhã, 24/03/2026, na Paróquia São Pedro Pescador  teremos o início da primeira turma de Audiovisual com Celular: Cinema na Palma da Mão. Primeiramente, quero afirmar que a continuidade será um sucesso, assim como foi nesta primeira fase de inscrições. Chegamos a atingir a meta e contamos atualmente com 21 inscritos. Seriam 22, mas houve uma desistência por motivo de choque de horário com o trabalho profissional.


E por que continuará sendo um sucesso? Por causa do engajamento de algumas pessoas da Paróquia São Pedro Pescador, sob a liderança do Padre José Soares, e do envolvimento de pessoas ligadas direta ou indiretamente à Ação Cultural — algumas delas inscritas nesta primeira turma.

Aos diretores e coordenadores das escolas do entorno da Paróquia, também o nosso agradecimento por abrir espaços para a divulgação. 

Pela parte da Ação Cultural, trata-se da continuidade de uma ação pioneira iniciada em 2012, com a primeira oficina de audiovisual para estudantes residentes em comunidades periféricas, realizada por uma organização cultural de base comunitária em Aracaju. A mesma Ação Cultural também foi pioneira, em 2004, com a oficina de dança moderna — carro-chefe da iniciativa cultural — que perdurou até 2017, juntamente com as oficinas de audiovisual, de rap e o cineclube Realidade.

Após 2016, com a extinção do Ministério da Cultura, agravou-se o problema da descontinuidade do Programa Cultura Viva — que já vinha mal das pernas — e ficamos sem recursos suficientes para a contratação dos profissionais qualificados e de ponta que tivemos desde antes de a Ação Cultural fazer parte da Rede Cultura Viva, o que aconteceu em 2012.

Mesmo assim, prosseguimos com o cineclube, contando com os equipamentos adquiridos graças à entrada na Rede Cultura Viva desde 2012 e com a boa vontade e o compromisso deste que escreve, de Maxivel Ferreira e de Maira Ramos. Também tivemos, no período da pandemia, a colaboração de Raoni Smith e Maxivel Ferreira no apoio técnico às transmissões das 25 lives de formação cultural no YouTube e Facebook, ainda disponíveis na primeira plataforma.

Assim, o início da oficina de Audiovisual com Celular se reveste da maior importância para nós, porque desde 2016 é a primeira que realizamos — portanto, dez anos depois da última, sendo que a primeira foi realizada em 2012. Também é a primeira com celular, pois as outras foram realizadas com câmeras semiprofissionais. Fazemos essa memória porque é preciso valorizar o pioneirismo de quem teve essa visão de trabalho com audiovisual e cineclube como Ponto de Cultura, além dos  parceiros da empreitada,  atuando em comunidades de pessoas em situação de vulnerabilidade social e com poucas ofertas de acesso aos bens culturais.

Ao Ministério da Cultura, tanto antes, no período compreendido entre 2012 e 2016, como agora, desde 2023, o nosso reconhecimento.

E não podemos esquecer o Conjunto Jardim (Socorro): lembro dos diretores de escolas no período, Everaldo Cruz — falecido recentemente, então diretor do Colégio Leão Magno Brasil — e Rodrigo Damião, da Escola Estadual Júlia Teles. Também foi parceiro importante o Padre Givanildo, no período em que foi pároco nesse local.

Zezito de Oliveira


 

 colagem de cartaz em ponto comercial do bairro. 

Porque é importante o investimento em oficinas de audiovisual e cineclube para adolescentes e jovens residentes em comunidades de pessoas em situação de vulnerabilidade social e com poucas ofertas de acesso aos bens culturais.
Investir em oficinas de audiovisual e cineclubes para jovens em situação de vulnerabilidade é importante porque essas ações transformam o papel desse público de consumidores passivos em produtores de cultura.
Aqui estão os principais motivos:
Democratização do Acesso: Em comunidades com poucos equipamentos culturais (cinemas, teatros), essas atividades garantem o direito constitucional de acesso à arte e à fruição estética .
Protagonismo e Voz: O audiovisual permite que o jovem narre sua própria realidade. Isso rompe com estigmas externos, permitindo que eles criem suas próprias representações e identidades, em vez de serem apenas retratados de forma estereotipada pela mídia tradicional 
Pensamento Crítico: Cineclubes não são apenas para "ver filmes", mas para debatê-los. Isso estimula a análise crítica sobre a sociedade, política e Direitos Humanos, fortalecendo a cidadania .
Capacitação e Geração de Renda: As oficinas ensinam habilidades técnicas (roteiro, edição, fotografia, som) que podem abrir portas para o mercado de trabalho na economia criativa, um setor em expansão .
Pertencimento e Redução de Danos: Ao ocupar o tempo com atividades coletivas e criativas, cria-se uma rede de apoio e proteção social, oferecendo alternativas construtivas em contextos muitas vezes marcados pela violência ou falta de perspectiva . 
Esses projetos funcionam como ferramentas de emancipação social, onde a câmera e a tela tornam-se instrumentos de transformação individual e comunitária. 
Acima com IA Gemini

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

O que é a Politica Nacional Cultura Viva? O que são Pontos de Cultura?






Nenhum comentário: