quinta-feira, 17 de setembro de 2020

NEOLIBERAIS QUERENDO NOS FAZER SONHAR O SONHO DELES. E O RESULTADO? TÁ AÍ, TÁ NA VISTA, PRA QUEM QUISER VER....

 Amazônia, Pantanal e Cerrado queimando. Um país  que está entre os recordistas  em número de contaminação e mortes pela Covid-19. Fascismo se espalhando. E uma Live com o objetivo de ensinar  professores da educação básica como  reforçar o individualismo e a mercantilização da VIDA.

O que explica tanto egoísmo e passividade de uma grande parcela da nossa população. Considerando o neoliberalismo querer se tornar hegemônico cada vez mais, e operando nesse sentido com ideias, valores e atitudes que estão fortemente presentes na imprensa, na propaganda, na formação de religiosos, agora o espaço a ser cada vez mais ocupado é o da educação.



HAJA AMOROSIDADE PARA LUTAR COM ESPERANÇA, COLETIVIDADE E CRIATIVIDADE PARA ADIARMOS O FIM DO MUNDO.
Assistindo a uma Live sobre educação empreendedora  para professores da rede púbica, e analisando o discurso que busca influenciar o pensamento e as práticas pedagógicas na linha de reforço ao individualismo e mercantilização das relações e da VIDA,  fica bastante perceptível porque chegamos a esse ponto de “assistir” ao fogo que queima a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado .
E imaginar que esse pensamento neoliberal tomou conta de parcelas expressivas de nossos formadores de opinião.


DOIS ESCRITOS INDIGNADOS PÓS A REFERIDA LIVE. O PRIMEIRO NO DIA 17/09/2020 E O SEGUNDO NO DIA 16/09/2020

Zezito de Oliveira

domingo, 13 de setembro de 2020

REFLEXÕES PÓS LIVE CINEMA NA ESCOLA 2 (2)

REFLEXÕES PÓS LIVE CINEMA NA ESCOLA 2 (2)

Um meme com recorte de uma pesquisa sobre HÁBITOS CULTURAIS DO BRASILEIROS, chamou a atenção em nosso última Live sobre Cinema na Escola 2.

Daí lembrei o seguinte:

1 - Desde o inicio da redemocratização, a partir de 1985, e principalmente com os governos Lula e Dilma, a atenção às artes e a cultura aumentou substancialmente, a despeito de um orçamento bem aquém das necessidades.

Porém, tanto da parte do segmento cultural, como da parte das próprias estruturas de estado, nem sempre foi a tônica ir aonde o povo está, não apenas para “levar” arte e cultura, mas principalmente para fomentar a produção local.

Daí que muitas vezes frequentamos ambientes de circulação de bens, serviços e produtos culturais em que a característica do público presente era/é classe média, eventos na maioria das vezes com entradas gratuitas ou com ingressos a preços reduzidos graças as leis de incentivo à  cultura, baseada na renúncia fiscal ou no pouco dinheiro investido diretamente do orçamento público destinado à cultura.

Então, em que locais , pobres, negros, mestiços e filhos/filhas da classe trabalhadora, obtém o alimento estético e cultural necessário para a constituição do senso de pertencimento, da coesão social e da auto estima, com tudo o que isso significa em termos de símbolos, sentidos e significados?

Nas rodas de samba e/ou de capoeira, nos bailes funk, arrocha, seresta, tecnobrega, sertanejo, forró eletrônico, gospel, hip-hop, reggae e etc., por meio dos programa de auditório, filmes , novelas e programas infantis nas emissoras de rádio e da TV aberta. Assim como por meio do ministério de música ou de artes das igrejas pentecostais, incluindo o ramo católico-carismático e igrejas neopentencostais.

Quanto ao acesso ao cinema, no caso dos mais pobres , há algum tempo atrás era via DVDs piratas do camelô e hoje via internet, principalmente. Conforme citado pelo jovem Willians Oliveira na Live citada, e os Cinemas do Shopping, eventualmente no caso dos mais pobres e regularmente no caso de amplas parcelas da classe média, incluindo os filhos e filhas de lideres da esquerda sindical e/ou que outrora foram lideranças do movimento estudantil.

E qual a relação que isso tem com o pensamento e práticas exageradamente individualistas, consumistas, alienantes, chegando muitas vezes ao bolsonarismo?

2 - Há algum tempo atrás, em duas Lives com a presença do Professor Romero Venâncio comentei acerca do abandono dos Cineclubes por parte da esquerda a partir de meados de 1985 em diante, o que limitou bastante o espaço de acesso para filmes de arte e filmes políticos, os quais mesmo minoritários, poderiam reforçar a disputa cultural em que nos vemos hoje em bastante desvantagem, já que perdemos o espaço oferecido pelo cineclubismo para a formação do gosto estético/cultural, assim como para o debate político que alguns filmes propiciam, alguns mais e outros menos.

Sobre o abandono do cineclubismo por parte das esquerdas, e aqui estamos falando principalmente da esquerda sindical e estudantil, isso também está presente em uma das passagens da dissertação do Professor Raul Marx , mas como essa ainda não está pública, trago a citação em outro momento.

3 – Recentemente,  em discussão com agentes culturais ligados ao campo do audiovisual com a finalidade de apresentar sugestões de editais públicos com base na Lei Aldir Blanc, em um certo momento, o debate esquentou em torno da prioridade de recursos financeiros que festivais de cinemas devem ter, em detrimento de oficinas de audiovisual e atividades de cineclubismo nas escolas.

4 - Já em debate com secretário de cultura de um municipio sergipano com agentes culturais, quando informado sobre quais os editais construídos pela gestão, percebe-se claramente um perfil caracterizado pela tradicional politica de promoção de eventos, em detrimento do caráter formativo no campo das politicas culturais, assim como produção cultural, incluindo o empreendedorismo cultural. E também fica bem perceptivel, a falta de ligação dos editais com a produção/circulação cultural das/nas escolas. Sem falar que passou longe nestes editais, a preocupação com a questão da memória e do patrimônio local, aqui considerando os aspectos da pesquisa, do registro e da difusão.

Por causa dessa argumentação acima, dá para entender o quão desafiante e complexo, é a busca de saídas no curto prazo, para melhorar os número da pesquisa em tela?

Para quem quiser assistuir ou reve a Live citada..

https://www.facebook.com/acaocultur/videos/1003635826751365 


sábado, 12 de setembro de 2020

O tempo passa, logo, logo estaremos completando seis décadas de vida.


O corpo vai perdendo o vigor da juventude, mas a mente só lembra quanto começamos a sentir uma “dorzinha” nas articulações, entre outras pequenos indícios de que já não somos os mesmos de outros anos, quando estar  doente era ser derrubado por uma gripe forte,  duas ou três vezes por ano,  o que depois ficou sendo mais conhecida como  virose.

Aí era tempo de recolhimento, uns três ou quatros dias, com remédios  naturais preferencialmente, repouso, alimentação balanceada, água ou chá e no quinto dia, à luta novamente. E é assim desde criança. E aqui não podemos deixar de registar  gratidão à Mãe Marlene, até porque me amamentou até os três anos de idade, grande aliado para saúde durante a vida toda. 

E também teve anos que em que a gripe só nos  “derrubou” uma vez. Para um professor que nunca gostou de faltar ao serviço, era  esse o aviso que eu dava, caso venha faltar  ou é doença como uma forte gripe, ou  seminário ou congresso.  Isso,  porque não poucas vezes, ouvi a pergunta: Professor porque não faltou? Em especial em dias de sexta-feira.  

E hoje, procurando uma foto para colocar em meu perfil, encontro esta acima, a busca foi aleatória mesmo, sem a intenção de que fosse essa, até porque,  nem me lembrava da mesma.

E até que gostei. E a partir dessa e do contexto como foi tirada, me vem a lembrança de duas canções e uma pessoa que é referência para mim.  A Alto Astral e  Linda Juventude,  a qual sinto que esvai, mas também Serginho Groissman, o apresentador  de televisão e agitador cultural, esse útlimo principalmente no inicio da carreira. 

A canção lembra um tempo bom e Serginho Groissman nos lembra,  uma parte desse tempo pode ficar dentro da gente, mas sem precisar  ficarmos preso tão somente a este. 

 E assim também,   temos outros artistas, intelectuais, religiosos , politicos e amigos  mais próximos, que fazem esse percurso e que nos inspiram. 

São pessoas que envelhecem, não se negam a aceitar isso, até porque o envelhecimento pode trazer mais sabedoria, mas que nunca deixam  de estar em diálogo com as descobertas e avanços que as juventudes dos novos tempos querem conquistar, fazendo emergir para isso o jovem que foi, tornando-se consequentemente capaz de mutuamente compreender e ser compreendido, incluindo  os próprios  erros, equívocos ou vacilos do tempo que passou, bem como celebrar as descobertas e avanços conquistados, antes, agora e futuro.

P.S.: 1 - A foto foi tirada na torre de uma das igrejas centenárias da cidade de Laranjeiras. Foi um passeio com alguns jovens do Conjunto Jardim que faziam parte da oficina de audiovisual do Ponto de Cultura Juventude e Cidadania. Poucas pessoas, aula-passeio tranquila. Três alunos (as) além do meu filho e do sobrinho, que também faziam parte das oficinas. A foto foi de um dos cinco. O ano 2016 ou 2017. Se pesquisar mais, encontro dados mais precisos. Mas o que posso lembrar é isso...

Zezito de Oliveira





P.S.: 2 - Compartilhando a conversa que tive no ano de 2012 com uma amiga no facebook .

Ela publicou um pequeno texto com o titulo" Hoje estou saudosista de um tempo bom."

Então respondi: 

Seguindo em frente! É natural que o ser humano sinta vontade de retornar experiências de momentos que teve. É o sinal da maturidade de quem vivenciou muita coisa boa no tempo. O bom disso tudo é poder reviver sob outras condições e até com outras pessoas aquilo que sentimos um dia. 

20ª Live da Ação Cultural com o tema Economia Solidária contra a Barbárie, em 23 de Setembro (quarta-feira) às 20 horas.


Alceu Valença - Tomara 

"Tomara meu Deus, tomara
Uma nação solidária
Sem preconceitos, tomara
Uma nação como nós

Tomara meu Deus, tomara
Que tudo que nos amarra
Só seja amor, malha rara
Tomara, meu Deus"
Eixo: Ação Local e Mobilização Social.

A 20ª Live da Açáo Cultural sobre Economia Solidária contará com a presença de Newton Rodrigues de Santos -SP e  Sidney Porto de Aracaju -SE.

O propósito dessa Live é discutir quais respostas, ou o que pode fazer a Economia Solidária, em meio a principal crise civilizatória que o Brasil enfrenta desde a implantação da república em 1889. 

Crise civilizatória gerada por um governo apoiado pelo grande capital nacional e internacional, em função da  pretensão em  retomar o status colonial  do Brasil, com a redução a país exportador  de produtos primários (alimentos e minerais), com destruição dos  direitos sociais e trabalhistas arduamente conquistados com muita luta e sofrimento, cuja base foi a  luta do  movimento anarco-sindicalista e socialista,  nas primeiras décadas do século XX,  os quais foram ampliados e com busca de consolidação,  quando da promulgação da Constituição de 1988.

Trazer a Economia Solidária a tona nesse momento, em tempos de um governo anti-povo, anti-social e anti-nação, é trazer a memória e a contribuição do Mutirão, das Irmandades Religiosas, das Associações de Ajuda Mútua,dos Fundos Sindicais de Ajuda Mútua, do Cooperativismo, da Secretaria de Economia Solidária, a qual teve em Paul Singer o seu grande mestre, articulador e gestor. 

 Trazer este tema da Economia Solidária ao centro  do debate, é discutir como o potencial solidário de nossa gente nestes tempos de pandemia,  expresso em uma série de iniciativas de pessoas e organizações que doam dinheiro, bens e serviços para pessoas que ficaram sem fontes de renda ou com bastante redução disso,  podem ser canalizados também para apoiar empreendimentos solidários no campo da produção.

Por outro lado, na atualidade,   o que foi e está sendo realizados como politica pública  e iniciativas da sociedade civil no campo da economia solidária, em especial a partir dos governos progressistas, notadamente os governos Lula e Dilma, assim como sob anteriores e atuais governos estaduais e prefeituras progressistas,  ou mesmo em meio a governos adversos ou contrários a Economia Solidária.

 Os convidados para apresentar o tema: 

Newton Rodrigues - Zootecnista com formação na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro; doutorado em haliêutica pela Escola Nacional Superior de Agronomia de Rennes (França). Atua como extensionista na Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Integrante do Fórum de Economia Solidária da Baixada Santista. 



Sidney Porto - Ex-gestor Público da área de Ecosol, Ex- Agente da Caritas do Brasil, Ex- Militante do FBES. Atual Coordenador da Frente Popular de Ecosol em Sergipe e Consultor de Empreendimentos em Pequenos Negócios.



Potencial da economia solidária
Mas, por que defendemos e promovemos o cooperativismo e a economia solidária enquanto instrumentos produtivos para o Brasil? Porque eles são ferramentas eficazes na promoção de um desenvolvimento centrado na sustentabilidade.

O potencial do cooperativismo e da economia solidária no Brasil e no mundo é enorme. Dados da Aliança Cooperativa Internacional mostram que, mundialmente, três milhões de cooperativas contribuem significativamente com o crescimento econômico, com geração de empregos estáveis e de qualidade. São mais de 280 milhões de pessoas em todo o mundo trabalhando em cooperativas, o que representa 10% da população empregada. Além disso, as 300 maiores cooperativas do mundo geram US$ 2,1 bilhões de dólares ao mesmo tempo em que proporcionam os serviços e a infraestrutura que a sociedade necessita para prosperar.

No Brasil, há mais de 6,8 mil cooperativas distribuídas em 13 ramos de atividades, ultrapassando 14,2 milhões de associados e gerando 398 mil empregos formais, segundo dados da Agenda Institucional do Cooperativismo 2019.

E esses números podem ser ainda maiores. Isso porque o cooperativismo é uma das formas associativas de organização do trabalho, que também podem ser encontradas em associações produtivas e empresas de autogestão.

Já no campo da economia solidária, conforme dados mais recentes do Sistema de Informação da Economia Solidária (Sies), da extinta Senaes, atualmente no Brasil, existem 19.708 empreendimentos que reúnem 1 milhão 423 mil e 631 associados, em 2.804 municípios. Estima-se que a economia solidária movimente, por ano, R$ 12 bilhões.

Isso prova que se avançarmos na conquista de políticas públicas em prol do cooperativismo e da economia solidária o Brasil, nosso país, além de ter a oportunidade de retomar o crescimento, milhões de brasileiras e brasileiros poderão ter suas vidas transformadas.

Economia Solidária e a reorganização do  Governo  Bolsonaro:  O   caminho é a mobilização.

Leia também:


O livro acima em PDF

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

REFLEXÕES PÓS LIVE CINEMA NA ESCOLA 2 (1)


Ontem, 10 de setembro de 2020, foi dia de conversa sobre Cinema na Escola. Esperamos poder realizar mais duas no próximo ano.
Em um dos momentos, parafraseei a famosa frase cunhada por Glauber Rocha, um dos principais criadores da estética conhecida como Cinema Novo.
A frase de Gláuber Rocha é o seguinte: "uma câmera na mão e uma ideia na cabeça"
A paráfrase que elaborei, fazendo referência ao ato de produzir cinema em 1960/1970, restrito a classe média e às grandes empresas de produção.
“ Era um tempo em que poderíamos ter muitas ideias na cabeça, mas sem condições de ter câmeras na mão.”
E aí, sem intenção, acabo por oferecer resposta a uma questão abordada na dissertação produzida por Raul Marx, um dos participantes da referida Live.
A questão faz referência ao caráter meramente ilustrativo como reforço do conteúdo das disciplinas, o que permeou durante um bom tempo a presença de filmes na sala de aula. O que de certa forma ainda persiste, mas que diminuiu, como citou Raul Marx, em um certo momento na Live.
Portanto, a questão do barateamento e praticidade na utilização dos equipamentos, tanto para produzir, como para exibir, favorecem sobremaneira a potência do audiovisual na escola presentemente , como canal de criação e de emancipação.
Nesse sentido, vale a pena considerar esse aspecto de condicionantes ou limitações de época, além de uma série de questões estruturais impeditivas, as quais ainda rondam as nossas cabeças como professores no chão da escola.
Agradecemos aos convidados, a quem assistiu, a quem participou do debate, inclusive de forma intensa, com depoimentos e reflexões sobre o tema por meio dos comentários.
PARA QUEM QUISER REVER OU ASSISTIR PELA PRIMEIRA VEZ...
O link da Live de ontem está abaixo...

Zezito de Oliveira




segunda-feira, 7 de setembro de 2020

O melhor na semana da pátria de 2020 em meio ao pior momento do Brasil Republicano

Nível 1:
Depois dos dois discursos de hoje, o pronunciamento de estadista de Lula e a fala bizarra do despresidente, qualquer pessoa minimamente alfabetizada compreende os motivos do golpe de 2016.

Lindo  demais!! 💓 O que está acima nesse post. O que está abaixo.

O que disse o autor do perfil Android Pitanga no youtube me contempla. 
“Na verdade esse vídeo diz tudo: Viva o Brasil solidário, inclusivo, e centrado na Arte, na história e no coração.”👇
Já outro artista gênio da raça, Caetano Veloso, sempre rejuvenescendo, pergunta na canção “Podres Poderes”.
“Será que apenas os hermetismos pascoais
E os tons, os mil tons
Seus sons e seus dons geniais
Nos salvam, nos salvarão
Dessas trevas e nada mais?”
Acredito não somente, mas não tem como deixar de fazer pARTE. Os nossos melhores artistas de todos os tipos de arte, de todos os estilos e modos que formam a nossa rica diversidade cultural brasileira.
E nós estamos é por aí. Assim falou Gonzaguinha. Vamos plantar como afirma Milton Nasicimento e Fernando Brant em Coração Civil, “Se o poeta é o que sonha o que vai ser real. Vou sonhar coisas boas que o homem faz. E esperar pelos frutos no quintal”
Esperar, mas adubando, regando, retirando as ervas daninhas, cuidando, como em Coração de Estudante, também de Milton Nascimento e Fernando Brant. “Cuidando do broto, para que a vida nos dê flor e fruto.”
Salve O Brasil! Salve todos os artistas! Viva o Povo Brasileiro!!
Mais arte na educação, mais educação pela arte, para podermos ampliar a quantidade de brasileiros que compreendem, reconhecem e valorizam a arte de grandes artistas como Chico Buarque de Holanda e tantos outros (as) não citados acima.
Zezito de Oliveira








GRAVAÇÃO ORIGINAL DA CANÇÃO ACIMA