informações voltadas ao fortalecimento das ações culturais de base comunitária, contracultura, educação pública, educação popular, comunicação alternativa, teologia da libertação, memória histórica e economia solidária, assim como noticias e estudos referentes a análise de politica e gestão cultural, conjuntura, indústria cultural, direitos humanos, ecologia integral e etc., visando ao aumento de atividades que produzam geração de riqueza simbólica, afetiva e material = felicidade"
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
Disputando mentes e corações. O problema principal do Brasil é a corrupção ou é os poderes politicos (parlamentos, executivos e judiciário) controlados pelo poder econômico (empresas capitalistas)?
Na primeira reunião da articulação de
animadores de círculos bíblicos em Aracaju, a campanha do plebiscito pela reforma
politica foi aprovada como gesto concreto em 2014.
Penso que o fundamental é falar para além das mentes e corações das gentes que participam das organizações de esquerda.
Falar neste caso, com linguagens diferentes e/ou mais contemporâneas, como as linguagens artisticas ou da comunicação digital. Falar menos com os discursos em tom professoral e para marcar posição de grupos corporativos ou partidários, por isso se estendendo por um tempo demasiado longo e cansando os antigos militantes ou os novos ativistas.
Falar também com ações não tão demasiado politicas como passeios de bicicletas, saraus, concurso de pipas, concurso de grafites temáticos, concurso de filmes de celulares, relacionados ao tema, exposição de vídeo em data show, acompanhado de apresentações artísticas em escolas, praças, igrejas, salões comunitários e tudo o mais que a imaginação da juventude for capaz de produzir.
Destaco a juventude, porque é nesta seara, onde os setores ligados ao pensamento conservador ou de direita, investem com mais força em trabalhos voltados para a despolitização e desinformação e porque a juventude é lócus ou lugar da energia necessária para aumentar a chama das lutas e das conquistas por mais justiça e mais democracia, como junho de 2013 tão bem mostrou.
Abaixo, um texto que escrevi há alguns anos e que utilizo como manifesto pessoal em defesa da reforma politica com financiamento público de campanha.
Zezito de Oliveira
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Visita ao Centro Cultural da Juventude - São Paulo
No dia 08 de janeiro de 2014 participei de uma visita coletiva ao Centro
Cultural da Juventude (CCJ), como parte da programação alternativa do Curso de
Verão 2014, cujo tema foi "Juventudes em foco, por politicas
públicas inclusivas em educação, trabalho e cultura."
Na visita guiada que realizamos, fomos orientados por jovens monitores
que além de trabalharem como mediadores culturais, realizam formação no campo
da gestão cultural, ofertadas por um programa da secretaria municipal de
cultura, o qual o CCJ é vinculado.
A maioria do público que
frequenta este espaço é formado por adolescentes e jovens, antes havia uma
exclusividade das ações voltadas para essa faixa de etária, porém na atual gestão
houve uma ampliação, "um espaço
grande e repleto de atividades destinado às juventudes de todas as caras, de
todas as cores, de todas as idades", conforme o boletim escrito
distribuído na recepção.
Esta ampliação do público para outras faixas etárias, pude constatar in-loco em razão da quantidade de pessoas adultas e idosas na
oficina de forró, cerca de 70%, visto a olho nu, acontecendo na tarde da visita em local aberto.
O espaço oferece : biblioteca, anfiteatro, teatro de arena, sala de
projetos, internet livre em banda larga, laboratório de idiomas, laboratório de
pesquisas, estúdio para gravações musicais, ilhas de edição de vídeo e de
áudio, ateliê de artes plásticas, sala de oficinas e galeria para exposições,
além de uma ampla área de convivência. Todas as atividades são gratuitas e
podem ser utilizadas por toda a população.
Uma preocupação destacada pelo monitor de apelido "Fino", que me acompanhou em um dos
sub-grupos formados para a visita, é exatamente a questão da ampliação
da presença do público, o que, a despeito de uma série de atrativos que o
espaço oferece, ainda é pouco, considerando a quantidade de moradores
residentes na região do bairro Vila Nova Cachoeirinha e entorno.
Há também interesse em atrair mais moradores de outros bairros, tendo em
vista o fato do CCJ ser um centro especializado cujos objetivos e abrangência não
se restringe somente aos moradores do entorno.
Mesmo porque, dispõe de espaços
que são únicos em termos de estado de São Paulo, como é o caso do estúdio para
a gravação gratuita de arquivos digitais de áudio e vídeo, com equipamentos profissionais
e o acompanhamento de técnicos qualificados, sendo este um dos serviços que
mais atrai artistas e grupos culturais de regiões mais distantes.
Segundo o monitor Fino, há uma equipe do CCJ que está visitando grupos culturais e organizações comunitárias
e escolas para apresentar a proposta de
trabalho da nova gestão ancorada nos
seguintes principios: “a. O acesso a uma programação elaborada e contratada por seus
gestores; b. A
oferta de seus espaços e recursos para a produção artística e cultural dos jovens; c. A reflexão sobre a pertinência
e a qualidade das iniciativas – públicas ou privadas – voltadas para o público
jovem. Por meio de seus programas e projetos culturais gratuitos, os jovens se
reconhecem como sujeitos de direitos, ampliam seus repertórios e, assim, podem
realizar escolhas com maior autonomia.”.
Em resposta ao que disse o monitor, lhes falei que, em razão da grande quantidade de alternativas
da programação cultural, qualidade da estrutura física, equipamentos e profissionais,
percebi que a questão principal é a comunicação e a criação de estruturas
formais e informais de participação e neste sentido a nova direção do CCJ está
no caminho certo em realizar visitas aos agentes e grupos culturais e/ou
comunitários, criar fóruns comunitários de participação ativa, por utilizar
recursos para colher a opinião de frequentadores do espaço, como o livro de
sugestões, no qual deixei registrado uma contribuição, além de um bom uso das
ferramentas on-line.
Fiquei “estupefato”
com a pouca utilização do espaço do CCJ, pelas escolas do entorno, ainda
mais por este diálogo entre o grupo e o monitor acontecer em uma HQteca, parte
de uma biblioteca que possui um acervo para consulta local e empréstimo com
mais de 15 mil exemplares entre livros, álbuns de HQ’s, mangás, periódicos e
material audiovisual.
Vale lembrar que este problema da dificuldade da escola em
acessar espaços e oportunidades culturais, também nos foi colocado por ocasião
de uma visita que realizei ao CEU localizado em Itaim Paulista, no ano de
2009, e neste caso, mais grave ainda porque tratava-se da própria escola situada
dentro da área física do próprio CEU.
Conversando com
outros dois participantes do curso de verão residentes em São Paulo, nos
foi lembrado que o problema de relacionamento das escolas com os equipamentos
culturais, esbarram em questões de picuinhas partidárias, gestão municipal PT X
gestão estadual PSDB e os pacotes instrucionais fornecidos pelas
secretarias de educação, contribuindo para engessar e limitar a autonomia e a
criatividade do professor.
Zezito de Oliveira - Educador e Produtor Cultural
Zezito de Oliveira - Educador e Produtor Cultural
Saiba mais sobre o CCJ. AQUI
Caravana Luiz Gonzaga Vai à Escola presente na Feira de Sergipe - 21 de Janeiro de 2014
Apresentação de banners e distribuição do boletim sobre a Caravana Luiz
Gonzaga na Feira de Sergipe, em um espaço destinado pelo Sebrae Sergipe as iniciativas que tem a instituição como parceira. Ainda previsto, não foi possivel a exibição do documentário, por motivos de logistica. O trabalho é uma produção da premiada Gonara Filmes, mas, este fica para ser
apresentado ao público no mês de março 2014, juntamente com a cartilha
pedagógica e apresentação do Trio Casaca de Couro. Houve quem perguntasse sobre a continuidade da Caravana Luiz
Gonzaga e a resposta que dei é a seguinte: A nossa
intenção é aguardar a abertura de editais por parte da FUNCAJU, SECULT e
Banco do Nordeste para inscrever o projeto, com as modificações e aperfeiçoamento, fruto da
experiência do primeiro percurso realizado em 2012/2013.
Zezito de Oliveira - coordenador de produção da Caravana Luiz Gonzaga
Zezito de Oliveira - coordenador de produção da Caravana Luiz Gonzaga
Para saber mais detalhes sobre o projeto, acesse: AQUI
Para saber sobre a Feira de Sergipe, acesse: AQUI
Confira também a passagem por Aracaju do espetáculo "Gonzagão, a Lenda" AQUI
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Espetáculo - "Gonzagão a Lenda" em Aracaju. De 31 a 02/02/2014
26/10/2012 - 04h37
Folha de São Paulo
Musical de João Falcão representa os traços míticos do rei do baião
MARCO AURÉLIO CANÔNICO
DO RIO
DO RIO
Quando a lenda se torna fato, encena-se a lenda. Esse foi o método que o
diretor João Falcão adotou para falar de Luiz Gonzaga em seu novo
musical, em cartaz no Rio.
Diferentemente do filme de Breno Silveira, "Gonzagão - A Lenda" não se preocupa com a precisão factual.
"Foi uma opção de estilo, não gosto de espetáculo que fica tentando
fazer a pessoa conhecer a história, não é uma aula, eu queria fugir do
documental", diz Falcão.
"Gonzaga é um mito no Nordeste, como Lampião. Eu achei interessante falar do Luiz com esse tom de fábula."
Leonardo Wen/Folhapress | ||
O ator Marcelo Mimoso em ensaio do musical "Gonzagão - A Lenda" |
A peça conta a história de uma trupe teatral que encena momentos da vida
de Luiz Gonzaga, boa parte deles tirados dos causos que o próprio
contava em seus shows.
São nove atores em cena (além de quatro músicos) e, assim como no filme
que estreia hoje, há entre os protagonistas um forrozeiro profissional
que nunca havia atuado: Marcelo Mimoso, 31.
"Eu nunca tinha nem ido ao teatro", diz o cantor, também taxista, que
foi descoberto pelo diretor tocando na noite da Lapa carioca.
"Quando fiz o teste, eu disse para o João: 'Só não sou ator'. Ele me
respondeu: 'Nego velho, não se preocupe, vai dar tudo certo'", diz o
carioca, filho de paraibanos.
"Mimoso é o mais próximo da imagem que a gente tem do Gonzaga, do
timbre, da construção. Ele tem forró dentro da alma", diz o diretor.
E se o forró está na alma da peça, como seria de se esperar, as canções
de Gonzaga que são usadas para narrar a trama nem sempre aparecem nas
versões mais conhecidas.
"Como não é um musical biográfico, eu tive liberdade de não precisar me
ater a triângulo, zabumba e sanfona", diz o diretor musical Alexandre
Elias, que começou na carreira em uma peça de Falcão sobre a outra lenda
do ritmo, Jackson do Pandeiro.
Assim, "Assum Preto" vira uma peça para violoncelo e voz, como um
"prelúdio de Bach", "Pouca Diferença" vem como jazz e "Roendo Unha" como
drum 'n' bass.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
27º Curso de Verão 2014 - ‘Juventudes em foco: por políticas públicas inclusivas em trabalho, educação e cultura’
9.01.2014
Redução de jornada de trabalho é um dos desafios para elevar qualidade de vida no país
Com o advento da sociedade pós-industrial e o trabalho imaterial – cujo foco principal está nos serviços e não mais na produção material – há uma necessidade cada vez maior de se ter mais conhecimentos. Desse modo, para se entrar no mercado de trabalho é necessário ter concluído o ensino universitário e continuar estudando sempre. Estamos na chamada “sociedade do conhecimento”.
A equipe de comunicação do Curso de Verão procurou ouvir alguns jovens participantes para verificar como eles estão buscando a própria formação e conhecimentos.
O jovem William Pinheiro e Silva, 18 anos, residente em Registro/SP, afirma que fez vestibular e ingressará no Curso de Matemática ainda este ano. Essa escolha deu-se muito mais pelo gosto que ele tem por Matemática e por querer ser professor: “Eu adoro números e na minha cidade há um grande campo de trabalho como professor no ensino fundamental e médio”. Ele é consciente de que o mercado de trabalho atual exige que se continue sempre buscando novos conhecimentos e pensa em fazer um mestrado para “saber explicar o por quê das coisas aos meus alunos”. É a primeira vez que William participa do Curso de Verão e está gostando muito, pois tem aprendido coisas novas, principalmente no que se refere à expressão oral, ajudando-o a expressar-se e comunicar-se melhor. William afirma: “Estou participando do Curso de Verão juntamente como outros jovens de Registro para depois organizarmos um curso de inverno em nossa cidade, onde refletiremos e debateremos o mesmo tema e desenvolveremos também várias oficinas.
Já a jovem Ana Paula Agnelo, 16 anos, está no segundo ano do ensino médio. “Pretendo estudar Psicologia porque me identifico muito com o curso e gosto de entender melhor as pessoas. Embora me preocupe com a vida profissional futura, um bom emprego não é minha maior motivação. Se eu fizer algo de que gosto, sei que vou acabar tendo sucesso, porque faço com amor”. Ana Paula está consciente de que deverá continuar sempre se aprofundando para não ficar desatualizada: “É necessário conhecer também outras áreas para que eu possa integrá-las”. É também a primeira vez que participa do Curso de Verão e faz parte da oficina Redes Digitais. De tudo que ela aprendeu nesses dias, destaca a melhor compreensão da sociedade urbana atual.
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7.1.2014
Redução de jornada de trabalho é um dos desafios para elevar qualidade de vida no país
Márcio Pochmann,
professor da Unicamp, defendeu a redução do tempo de trabalho e a
intensificação da permanência dos jovens na escola para a melhor
qualidade de vida da sociedade, durante assessoria no 27º Curso de
Verão, nesta quinta-feira (9). O evento está sendo realizado na PUC-SP.
De acordo com Pochmann, o ideal seria 12
horas de trabalho por semana. Isso permitiria mais tempo para as
atividades de conhecimento e lazer. Ele afirmou que, do ponto de vista
técnico, isso é possível, porém, ainda faltam políticas públicas para
atender esta meta. Entre os desafios está o de ampliar o papel das
instituições de ensino que atualmente se preocupam apenas com a produção
fragmentada do conhecimento. Segundo ele, este é o fator predominante
para esta transformação.
Para o professor, o indivíduo deve entrar no mercado de trabalho
somente após concluir o ensino superior, ressaltando a necessidade da
continuidade da busca e aperfeiçoamento do conhecimento. Além de
contribuir para a qualidade de vida, o método pode trazer resultados
significativos para o mercado, com mais eficácia na sua produção.
A cursista da oficina Retalhos Luamy Conque Monteiro, 19 anos,
questiona se a sociedade está preparada para passar por esse processo,
deixando de trabalhar mais em busca do dinheiro para suprir seus luxos a
fim de obter mais qualidade de vida.
Claudio de Oliveira, 16 anos, da oficina Formação de Monitores e
Lideranças, afirma que as informações são aceitas na teoria. Porém, na
prática não correspondem à realidade da sociedade, já que a maioria das
pessoas tem que trabalhar por questão de sobrevivência e nem sempre
fazem o que gostam por conta desta necessidade.
Claudio complementa dizendo que a especialização do conhecimento
muitas vezes tem de ser feita de acordo com a exigência do mercado de
trabalho. “Eu posso gostar muito de mecânica, mas nem sempre o mercado
vai estar com disponibilidade nessa área. Por isso tenho que me
qualificar em outras áreas para conseguir uma oportunidade.”
Pochmann explica que embora ainda distante da realidade da sociedade
brasileira, a redução da jornada de trabalho é uma questão que deve ser
pensada e discutida, principalmente pela juventude, responsável pelas
próximas mudanças que devem beneficiar o país.
Conhecimento é o fator essencial na sociedade urbana pós-industrial
“A sociedade urbana atual, delineada pela pós-modernidade, é profundamente marcada pela fragmentação da realidade. Não se olha mais para o todo, mas para as partes. É o mundo das especializações”. Essa é uma reflexão apresentada pelo professor do Instituto de Economia da UNICAMP, Márcio Pochmann, durante sua assessoria no 27º Curso de Verão, promovido pelo Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular, de 04 a 12 de janeiro, na PUC/SP.Ao buscar a compreensão do impacto dessa realidade fragmentada sobre a juventude e o mundo da educação, percebe-se que também a escola e a universidade estão organizadas em departamentos especializados que, na maioria das vezes, não dialogam entre si. Sendo formado nesse tipo de educação e sendo bombardeado por uma quantidade enorme de informações, principalmente a partir do avanço das novas tecnologias, o jovem atual tem dificuldade de elaborar uma visão conjunta da realidade, detendo-se em partes individualizadas. Perde-se a capacidade de ver o todo, fator determinante para a atuação político-social.Com o advento da sociedade pós-industrial e o trabalho imaterial – cujo foco principal está nos serviços e não mais na produção material – há uma necessidade cada vez maior de se ter mais conhecimentos. Desse modo, para se entrar no mercado de trabalho é necessário ter concluído o ensino universitário e continuar estudando sempre. Estamos na chamada “sociedade do conhecimento”.
A equipe de comunicação do Curso de Verão procurou ouvir alguns jovens participantes para verificar como eles estão buscando a própria formação e conhecimentos.
O jovem William Pinheiro e Silva, 18 anos, residente em Registro/SP, afirma que fez vestibular e ingressará no Curso de Matemática ainda este ano. Essa escolha deu-se muito mais pelo gosto que ele tem por Matemática e por querer ser professor: “Eu adoro números e na minha cidade há um grande campo de trabalho como professor no ensino fundamental e médio”. Ele é consciente de que o mercado de trabalho atual exige que se continue sempre buscando novos conhecimentos e pensa em fazer um mestrado para “saber explicar o por quê das coisas aos meus alunos”. É a primeira vez que William participa do Curso de Verão e está gostando muito, pois tem aprendido coisas novas, principalmente no que se refere à expressão oral, ajudando-o a expressar-se e comunicar-se melhor. William afirma: “Estou participando do Curso de Verão juntamente como outros jovens de Registro para depois organizarmos um curso de inverno em nossa cidade, onde refletiremos e debateremos o mesmo tema e desenvolveremos também várias oficinas.
Já a jovem Ana Paula Agnelo, 16 anos, está no segundo ano do ensino médio. “Pretendo estudar Psicologia porque me identifico muito com o curso e gosto de entender melhor as pessoas. Embora me preocupe com a vida profissional futura, um bom emprego não é minha maior motivação. Se eu fizer algo de que gosto, sei que vou acabar tendo sucesso, porque faço com amor”. Ana Paula está consciente de que deverá continuar sempre se aprofundando para não ficar desatualizada: “É necessário conhecer também outras áreas para que eu possa integrá-las”. É também a primeira vez que participa do Curso de Verão e faz parte da oficina Redes Digitais. De tudo que ela aprendeu nesses dias, destaca a melhor compreensão da sociedade urbana atual.
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Regina
Novaes aborda inclusão, diversidade e direitos no quarto dia do Curso de Verão
Em seu segundo dia de
assessoria no Curso de Verão 2014, nesta terça-feira (7), a antropóloga e
pesquisadora Regina Novaes, deu continuidade ao
tema ‘Juventude: políticas públicas, conquistas e controvérsias’. Ontem
Regina tratou dos desafios e controvérsias da juventude, destacando diferentes
momentos de seu percurso.
Na manhã desta terça-feira,
a antropóloga falou sobre inclusão, diversidade e direitos. Exibiu o
documentário ‘Uma árvore bonita’, que mostra a
indignação de jovens frente ao racismo e outras formas de discriminação social.
Explicou as várias maneiras que os jovens encontram para passar à vida adulta e
os desafios que enfrentam para conquistar seus espaços na sociedade. Isso mostra
também a existência de múltiplas identidades.
Entre
os principais pontos destacados pela pesquisadora está o crescimento de jovens
sem religião no país, sendo que muitos estão à procura de um lugar para
expressar a sua religiosidade. Falou também sobre o racismo, afirmando ser uma
questão que precisa de políticas públicas com urgência no país.
A palestra de Regina Novaes,
na íntegra, pode ser conferida no link www.youtube.com.br/ cursodeverao1.
Curso
de Verão – Promovido pelo Centro Ecumênico de Serviços à
Evangelização e Educação Popular (CESEEP), o começou no
sábado (4) e vai até o dia 12 de janeiro nas dependências da PUC/SP.
Nesta edição, o curso tem
como temática: ‘Juventudes em foco: por políticas públicas inclusivas em
trabalho, educação e cultura’ e conta com uma programação intensa de palestras,
oficinas e apresentações artísticas.
As
palestras e apresentações do Curso de Verão 2014 estão sendo transmitidas ao
vivo pela internet, das 8h às 10h30.
Os
interessados ainda podem acompanhar as novidades que ocorrem durante todo o
curso pelo facebook – www.facebook.com.br/cverao - e twitter -
www.twitter.com/cursodeverao1 .
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6.1.2014
Na tarde da quarta-feira (8), os cursistas do 27º do Curso
de Verão visitaram o Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso ( CCJ),
no bairro da Vila Nova Cachoeirinha, zona norte da capital de São Paulo.A atividade cultural foi proposta pelo Centro Cultural da Juventude
(CCJ), representado pelo diretor do CCJ e também militante da Pastoral
da Juventude, Alexandre Piero, em parceria com o Centro Ecumênico de
Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEEP), como atividade
cultural e de lazer para os jovens.
Para Alexandre Piero, a atividade foi proposta aos cursistas por entender que a missão do CCJ se identifica com a temática do Curso de Verão deste ano: Juventudes e políticas públicas. Além da visita monitorada para explicar os espaços e a metodologia de trabalho do centro cultural, também foi oferecida aos jovens uma aula especial de forró, para dialogar com a tradição do Curso de Verão.
Durante a visita conduzida por jovens monitores foi feita uma integração e ao mesmo tempo uma discussão sobre as realidades da juventude e as atuais políticas públicas deste setor.
O grupo era misto, composto em sua maioria de jovens e alguns adultos, das mais diversas regiões do Brasil. Conduzidos pelo professor de dança Luis Antonio Carneiro, aos poucos o grupo, que estava tímido, foi se soltando e ao final todos estavam animados e embalados ao som do tradicional forró pé –de- serra.
O jovem Douglas Pitter Sales, da Pastoral da Juventude de Santa Cruz do Rio Pardo-SP, era um dos mais animados na aula e avaliou como positiva a atividade oferecida pelo Curso de Verão. “Adorei conhecer o CCJ, me encantei com o teatro de Arena. Estou muito feliz, pois até aprendi a dançar forró”.
A atividade também permitiu uma maior interação com os participantes através da expressão corporal e da música. Apresentando também aos jovens a realidade da comunidade local da periferia da zona norte de São Paulo, que frequentam o centro cultural.
O CCJ é um equipamento da Secretaria Municipal de Cultura, sendo o maior centro público dedicado aos interesses da juventude paulistana. O espaço oferece aos jovens: biblioteca, anfiteatro, teatro de arena, sala de projetos, internet livre em banda larga, laboratório de idiomas, laboratório de pesquisas, estúdio para gravações musicais, ilhas de edição de vídeo e de áudio, ateliê de artes plásticas, sala de oficinas e galeria para exposições, além de uma ampla área de convivência. Todas as atividades são gratuitas e podem ser utilizadas por toda a população.
(Renata Moraes – Assessoria de Comunicação Curso de Verão 2014)
FOTOS DO CURSO DE VERÃO 2014 NO FLICKR AQUI
“Os textos já estavam prontos para a Editora, quando foi preciso parar, pensar e levar em conta novos acontecimentos que irromperam na cena social e política brasileira”, diz padre José Oscar Beozzo referindo-se aos milhões de jovens, motivando outros segmentos da população, que foram para as ruas, por todo o país, em junho de 2013.
Em julho, 3,5 milhões de jovens participaram da celebração de encerramento da Jornada Mundial da Juventude, com a presença do Papa Francisco. E, para quem achava que a juventude estava mergulhada apenas no consumismo e alheia a tudo no campo social, político e religioso, esses momentos de 2013 mudaram totalmente a percepção.
Dividida em três seções: Sociocultural: mapeando a realidade das juventudes nos movimentos sociais; Políticas públicas para a juventude em trabalho e educação; Bíblia, teologia e pastoral, a obra quer aprofundar esse momento rico e desafiador, e participar da construção de um futuro melhor para os jovens, para sua comunidade de fé e para o país.
José Oscar Beozzo, com formação em Filosofia, Teologia, Ciências Sociais e História Social, é vigário da paróquia São Benedito em Lins, membro da Comissão de Estudos de História da Igreja na América Latina (CEHILA) e coordenador geral do Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEEP). Autor, entre outros livros, de A Igreja do Brasil no Concílio Vaticano II (São Paulo: Paulinas/EDUCAM/UVA, 2005) e Tecendo memórias e gestando futuro – História das Irmãs Negras e Indígenas Missionárias de Jesus Crucificado – MJC (São Paulo: Paulinas, 2009. Livro preparado conjuntamente com Ir. Maria Raimunda R. Costa, Ir. Maria Fidêncio Espírito Santo e Ir. Geralda F. Silva).
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6.1.2014
“A estrutura das cidades reproduz
contradições sociais”
A afirmação foi feita pela
professora aposentada da USP e urbanista Ermínia Therezinha Maricato neste
domingo (05), no segundo dia do 27º Curso de Verão. O evento acontece na PUC/SP
de 04 a 12 de janeiro, numa promoção do Centro Ecumênico de Serviços à
Evangelização e Educação Popular (CESEEP), e aborda o tema das juventudes e as
políticas públicas inclusivas na área da educação, trabalho e cultura.
“Vivemos numa sociedade onde
cada vez mais tudo é mercadoria”, analisou Maricato. A cidade também é uma
mercadoria e há capitais que ganham muito com a produção das cidades. Olham a
cidade por seu valor de troca, como meio de lucro, enquanto outros olham a
cidade como valor de uso (espaço para viverem), criando uma grande
contraposição entre uns e outros.
O preço de uma habitação tem
muito mais a ver com a sua localização do que com a própria unidade
habitacional. Quando uma área da cidade recebe grandes investimentos em
infraestrutura viária e urbana, saneamento e sinalização, ela também adquire
maior valor imobiliário, gerando especulação e renda imobiliária, ou seja, aquilo
que o proprietário ganha a partir da localização do imóvel. Essa diferença de
investimentos provoca a segregação das pessoas, expulsando-as das áreas de
melhor localização para as periferias.
As cidades, contudo, não tiveram
os investimentos necessários e hoje se encontram em situação de grande
vulnerabilidade urbana, com um transporte público deficitário e sem serviços de
qualidade.
As grandes manifestações que
ocorreram na metade do ano passado são consequência da insatisfação da
população com a falta de condições de vida digna nas cidades. Os cidadãos
querem transporte e serviços públicos com qualidade e acessível para todos.
Os próprios investimentos do
governo em habitação popular, programas como “Minha Casa Minha Vida”, acabam
agravando o problema das cidades, pois ignoram a política urbana e a questão da
terra. Alocar recursos para a moradia social sem mudar a base fundiária gera ainda
mais elevação do preço da terra. Assim, a moradia social acaba por ser
deslocada para fora da cidade por causa do alto preço da terra. Há uma expulsão
das áreas mais valorizadas e a fronteira periférica da cidade se estende mais
ainda.
O movimento pela reforma urbana
- que surgiu na década de 60 e foi sufocado pela ditadura - foi sendo retomado
e ampliou-se, chegando a conquistar um quadro legal e novas instituições
jurídicas.
Não bastam leis urbanas bem
elaboradas, se elas não forem colocadas em prática. Para superar a contradição
em que as cidades se encontram atualmente, é necessário retomar a função social
da propriedade, dando limite à propriedade privada. É necessário ainda a
implementação da reforma urbana, mudando a base fundiária e redistribuindo a
terra. Isso só acontecerá se a população se organizar e se os jovens se
mobilizarem, defendeu Ermínia Maricato.
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6.1.2013
Curso
de Verão 2014: Regina Novaes trata dos desafios e controvérsias da juventude
No terceiro dia do Curso de Verão 2014, nesta
segunda-feira (6), a antropóloga e pesquisadora do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e
Tecnológico), Regina Novaes, discorreu sobre o tema ‘Juventude:
políticas públicas, conquistas e controvérsias’. Ela analisou os desafios e
controvérsias da juventude, destacando diferentes momentos de seu percurso. Explicou
o conceito histórico e cultural de juventude, que passou por diversas mudanças
ao longo do tempo.
Como exemplo, a pesquisadora identificou o
período em que os jovens eram vistos apenas como estudantes e, com o
desenvolvimento econômico, deixaram de ser tratados como jovens para entrar no
mercado de trabalho. Também falou das políticas públicas direcionadas a esse
público, que iniciou com a Educação, estendendo-se a projetos de proteção e
prevenção dos jovens em situação de risco, como a violência e o desemprego.
Regina encerrou a palestra com três questões para
os participantes do Curso de Verão debater nas oficinas. A abordagem do tema,
pela assessora, terá continuidade nesta terça-feira (7), às 8h30, no auditório
do Teatro Tuca.
A palestra de Regina Novaes, na íntegra, pode
ser conferida no link www.youtube.com.br/ cursodeverao1.
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5.1.2014
Ecumenismo é tema da primeira reflexão
do Curso de Verão
O tema da primeira assessoria do
Curso de Verão 2014, que tem como tema “Juventudes em foco”, refletiu sobre a
importância do ecumenismo. O professor Wagner Sanches Lopes, da PUC-SP e membro
da diretoria do CESEEP, iniciou sua fala apresentando uma metáfora para
facilitar a compreensão do próprio curso: “O Curso de Verão é uma grande mesa,
à qual sentam-se pessoas de diferentes lugares, culturas e experiências
religiosas. Essa grande mesa é marcada pela diversidade, que é inerente à nossa
vida, intrínseca a nossa existência. As quatro pernas, que mantém essa mesa em
pé são: a educação popular, o ecumenismo, a arte e o trabalho voluntário”.
Em relação ao ecumenismo, o
professor Wagner afirmou que ele faz parte da essência do Curso de Verão, não
só pela presença de pessoas de diferentes igrejas cristãs, mas também pelo fato
de se compreender o ecumenismo num sentido amplo, enquanto atitude respeitosa
para com a diversidade religiosa. O ecumenismo deve ser uma sensibilidade e
abertura para as diferentes experiências religiosas. É importante viver
ecumenicamente no dia-a-dia; é uma espiritualidade constante que envolve o
compromisso com a construção de um mundo mais justo.
O professor Wagner apresentou
ainda quatro razões para se ter atitudes ecumênicas: Deus se revela em todos os
lugares, em todos os tempos e a todas as pessoas que buscam a justiça; cada
religião é espaço onde Deus se faz presente e onde pode ser encontrado; a
construção da unidade entre as religiões é pressuposto para a construção de um
mundo mais justo, mais fraterno e humano; e, para os cristãos, o ecumenismo é
um imperativo evangélico.
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5.1.2014
Abertura
do Curso de Verão na PUC reúne cerca de 400 pessoas
Em sua 27ª edição, evento fala sobre
juventude e seus desafios no mundo de hoje
Começou neste sábado (4) a 27ª edição do
Curso de Verão, promovido pelo CESEEP
(Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular). O evento acontece
até o dia 12 de janeiro nas dependências da PUC (Pontifícia Universidade
Católica) de São Paulo.
Nesta edição, o curso tem como temática: ‘Juventudes
em foco: por políticas públicas inclusivas em trabalho, educação e cultura’ e
conta com uma programação intensa de palestras, oficinas e apresentações
artísticas.
A abertura, realizada no auditório
Tuca, contou com a presença de dom Sérgio de Deus Borges, bispo auxiliar de São
Paulo que representou o cardeal dom Odilo Pedro
Scherer, arcebispo metropolitano.
Após a celebração,
com apresentação artística e a
animação da banda formada por voluntários do curso, os participantes
prestigiaram ainda palestra do professor Wagner Lopes Sanchez, do membro
da diretoria do CESEEP. Wagner falou sobre o Ecumenismo.
As palestras e
apresentações do Curso de Verão 2014 estão sendo transmitidas ao vivo pela
internet, das 8h às 10h30. Os vídeos também
serão disponibilizados no youtube, em www.youtube.com.br/ cursodeverao1.
Os
interessados ainda podem acompanhar as novidades que ocorrem durante todo o
curso pelo facebook – www.facebook.com.br/cverao - e twitter - www.twitter.com/cursodeverao1.
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Cursistas visitam Centro Cultural da Juventude e participam de aula de forró
Para Alexandre Piero, a atividade foi proposta aos cursistas por entender que a missão do CCJ se identifica com a temática do Curso de Verão deste ano: Juventudes e políticas públicas. Além da visita monitorada para explicar os espaços e a metodologia de trabalho do centro cultural, também foi oferecida aos jovens uma aula especial de forró, para dialogar com a tradição do Curso de Verão.
Durante a visita conduzida por jovens monitores foi feita uma integração e ao mesmo tempo uma discussão sobre as realidades da juventude e as atuais políticas públicas deste setor.
O grupo era misto, composto em sua maioria de jovens e alguns adultos, das mais diversas regiões do Brasil. Conduzidos pelo professor de dança Luis Antonio Carneiro, aos poucos o grupo, que estava tímido, foi se soltando e ao final todos estavam animados e embalados ao som do tradicional forró pé –de- serra.
O jovem Douglas Pitter Sales, da Pastoral da Juventude de Santa Cruz do Rio Pardo-SP, era um dos mais animados na aula e avaliou como positiva a atividade oferecida pelo Curso de Verão. “Adorei conhecer o CCJ, me encantei com o teatro de Arena. Estou muito feliz, pois até aprendi a dançar forró”.
A atividade também permitiu uma maior interação com os participantes através da expressão corporal e da música. Apresentando também aos jovens a realidade da comunidade local da periferia da zona norte de São Paulo, que frequentam o centro cultural.
O CCJ é um equipamento da Secretaria Municipal de Cultura, sendo o maior centro público dedicado aos interesses da juventude paulistana. O espaço oferece aos jovens: biblioteca, anfiteatro, teatro de arena, sala de projetos, internet livre em banda larga, laboratório de idiomas, laboratório de pesquisas, estúdio para gravações musicais, ilhas de edição de vídeo e de áudio, ateliê de artes plásticas, sala de oficinas e galeria para exposições, além de uma ampla área de convivência. Todas as atividades são gratuitas e podem ser utilizadas por toda a população.
(Renata Moraes – Assessoria de Comunicação Curso de Verão 2014)
FOTOS DO CURSO DE VERÃO 2014 NO FLICKR AQUI
APRESENTAÇÕES EM POWERPOINT (pps) DAS ASSESSORIAS DO CURSO DE VERÃO 2014 - AQUI
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Juventudes em foco: por políticas públicas
inclusivas em trabalho, educação e cultura. Curso de Verão – Ano XXVII é
novo lançamento da PAULUS.
No livro, textos produzidos pelos professores que proferiram as palestras no curso de verão 2014.
Ficha Técnica
Para adquirir, clique AQUI
Título: Juventudes em foco: por políticas públicas inclusivas em trabalho, educação e cultura – Curso de Verão – Ano XXVII
Autores: José Oscar Beozzo e Cecília Bernadete Franco (orgs.)
Coleção: Teologia Popular
Acabamento: Costurado
Páginas: 144
Dimensões: 15 cm x 22 cm
Área de interesse: Teologia Popular
O Brasil vive um novo tempo, tendo os jovens como protagonistas. Em sintonia com este momento, a PAULUS lança a obra Juventudes em foco: por políticas públicas inclusivas em trabalho, educação e cultura – Curso de Verão – Ano XXVII, que neste triênio de 2013 a 2015, vem focada no tema da juventude e de seus desafios no mundo atual.Para adquirir, clique AQUI
Título: Juventudes em foco: por políticas públicas inclusivas em trabalho, educação e cultura – Curso de Verão – Ano XXVII
Autores: José Oscar Beozzo e Cecília Bernadete Franco (orgs.)
Coleção: Teologia Popular
Acabamento: Costurado
Páginas: 144
Dimensões: 15 cm x 22 cm
Área de interesse: Teologia Popular
“Os textos já estavam prontos para a Editora, quando foi preciso parar, pensar e levar em conta novos acontecimentos que irromperam na cena social e política brasileira”, diz padre José Oscar Beozzo referindo-se aos milhões de jovens, motivando outros segmentos da população, que foram para as ruas, por todo o país, em junho de 2013.
Em julho, 3,5 milhões de jovens participaram da celebração de encerramento da Jornada Mundial da Juventude, com a presença do Papa Francisco. E, para quem achava que a juventude estava mergulhada apenas no consumismo e alheia a tudo no campo social, político e religioso, esses momentos de 2013 mudaram totalmente a percepção.
Dividida em três seções: Sociocultural: mapeando a realidade das juventudes nos movimentos sociais; Políticas públicas para a juventude em trabalho e educação; Bíblia, teologia e pastoral, a obra quer aprofundar esse momento rico e desafiador, e participar da construção de um futuro melhor para os jovens, para sua comunidade de fé e para o país.
José Oscar Beozzo, com formação em Filosofia, Teologia, Ciências Sociais e História Social, é vigário da paróquia São Benedito em Lins, membro da Comissão de Estudos de História da Igreja na América Latina (CEHILA) e coordenador geral do Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEEP). Autor, entre outros livros, de A Igreja do Brasil no Concílio Vaticano II (São Paulo: Paulinas/EDUCAM/UVA, 2005) e Tecendo memórias e gestando futuro – História das Irmãs Negras e Indígenas Missionárias de Jesus Crucificado – MJC (São Paulo: Paulinas, 2009. Livro preparado conjuntamente com Ir. Maria Raimunda R. Costa, Ir. Maria Fidêncio Espírito Santo e Ir. Geralda F. Silva).
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