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sábado, 26 de setembro de 2015

Play list - Linkando palavras do Papa Francisco com músicas brasileiras e de outros países e nações.

 Outras sugestões de canções, em conjunto com palavras de Francisco de Roma, são sempre bem vindas.
Uma dica para quem atua em serviços de educação e cultura no seio da igreja católica, organizações/movimentos sociais e escolas.  Buscar músicas que tenham relação com as palavras de Francisco. 
Uma primeira possibilidade é comparar fragmentos dos discursos, homilias e enciclicas papal com as letras de canções da MPB ou de  outros países. Buscando primeiramente relacionar o que tem em comum e depois o que tem de diferente. Pode-se escolher os aspectos comuns e os diferentes para aprofundamento. Em geral, os aspectos diferentes complementam os aspectos comuns.


“Nas grandes cidades, sob o ruído do tráfego, sob o «ritmo das mudanças», permanecem silenciadas as vozes de tantos rostos que não têm «direito» à cidadania, não têm direito a fazer parte da cidade – os estrangeiros, os seus filhos (e não só) que não conseguem a escolaridade, as pessoas privadas de assistência médica, os sem-abrigo, os idosos sozinhos – postos à margem das nossas estradas, nos nossos passeios num anonimato ensurdecedor. Entram a fazer parte duma paisagem urbana que lentamente se torna natural aos nossos olhos e, especialmente, no nosso coração”. (...)
 (Fragmento do discurso de Papa Francisco no Madison Square Garden 25/09/2015)

MUROS E GRADES- Engenheiros do Hawai

Nas grandes cidades do pequeno dia-a-dia
O medo nos leva a tudo, sobretudo a fantasia
Então erguemos muros que nos dão a garantia
De que morreremos cheios de uma vida tão vazia
Erguemos Muros

Nas grandes cidades de um país tão violento
Os muros e as grades nos protegem de quase tudo
Mas o quase tudo quase sempre é quase nada
E nada nos protege de uma vida sem sentido
O quase tudo quase sempre é quase nada

Um dia super
Uma noite super
Uma vida superficial
Entre cobras
Entre as sobras
Da nossa escassez


Nas grandes cidades de um país tão surreal
Os muros e as grades
Nos protegem de nosso próprio mal
Levamos uma vida que não nos leva a nada
Levamos muito tempo prá descobrir
Que não é por aí...não é por nada não
Não, não pode ser...é claro que não é
Será?

Meninos de rua, delírios de ruína
Violência nua e crua, verdade clandestina
Delírios de ruína, delitos e delícias
A violência travestida, faz seu trottoir
Em armar de brinquedo, medo de brincar
Em anúncios luminosos, lâminas de barbear!

Um dia super
Uma noite super
Uma vida superficial
Entre cobras
Entre as sobras
Da nossa escassez

Uma voz sublime
Uma palavra sublime
Um discurso subliminar
Entre sombras
Entre escombros
Da nossa solidez

Viver assim é um absurdo
Como outro qualquer
Como tentar um suicídio
Ou amar uma mulher
Viver assim é um absurdo

É um absurdo



Papa às crianças no Harlem: “É bom ter sonhos e lutar por eles”



Francisco chega na escola do Harlem - EPA

25/09/2015 21:25
 
“Tenho um sonho”
Ao recordar o reverendo Martin Luther King, cujo nome identifica uma rua próxima à escola, o Papa lembrou da frase imortalizada pelo pastor evangélico: “Eu tenho um sonho”.
Ele, destacou Francisco, “sonhou que muitas crianças, muitas pessoas haveriam de ter igualdade de oportunidades. Sonhou que muitas crianças como vocês haveriam de ter acesso à educação. É bom ter sonhos e lutar por eles”. "Onde há sonhos, há alegria, aí sempre está Jesus, sempre", concluiu o Papa.  Link com a matéria completa

Wilson Simonal canta Tributo a Martin Luther King 

Martin Luther King (U2 Pride) 

  Nunca Pare de Sonhar -Gonzaguinha

Ontem o menino que brincava me falou
Que hoje é semente do amanhã
Para não ter medo que esse tempo vai passar
Não se desespere não, nem pare de sonhar
Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs
Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá
Nós podemos tudo
Nós podemos mais
Vamos lá fazer o que será








Todos estamos plenamente cientes e também profundamente preocupados com a situação social e política inquietante do mundo actual. O nosso mundo torna-se cada vez mais um lugar de conflitos violentos, ódios e atrocidade brutais, cometidos até mesmo em nome de Deus e da religião. Sabemos que nenhuma religião está imune de formas de engano individual ou de extremismo ideológico. Isto significa que devemos prestar especial atenção a qualquer forma de fundamentalismo, tanto religioso como de qualquer outro género. É necessário um delicado equilíbrio para se combater a violência perpetrada em nome duma religião, duma ideologia ou dum sistema económico, enquanto, ao mesmo tempo, se salvaguarda a liberdade religiosa, a liberdade intelectual e as liberdades individuais. Mas há outra tentação de que devemos acautelar-nos: o reducionismo simplista que só vê bem ou mal, ou, se quiserdes, justos e pecadores. O mundo contemporâneo, com as suas feridas abertas que tocam muitos dos nossos irmãos e irmãs, exige que enfrentemos toda a forma de polarização que o possa dividir entre estes dois campos. Sabemos que, na ânsia de nos libertar do inimigo externo, podemos ser tentados a alimentar o inimigo interno. Imitar o ódio e a violência dos tiranos e dos assassinos é o modo melhor para ocupar o seu lugar. Isto é algo que vós, como povo, rejeitais.
(Fragmento do discurso de Papa Francisco no Congresso dos EUA)

One Love | Playing For Change | Song Around the World- Bob Marley

Iguais -Padre Zezinho


Tenho irmãos, tenho irmãs aos milhões, em outras religiões,
Pensamos diferente, louvamos diferente, oramos diferentes,
Mas numa coisa nós somos iguais, buscamos o mesmo deus,
Amamos o mesmo pai, queremos o mesmo céu, choramos os mesmos ais.
Tenho irmãos, tenho irmãs aos milhões, em outras religiões
Falamos diferentes, cantamos diferente, pregamos diferente,
Mas numa coisa nós somos iguais, buscamos o mesmo amor,
Queremos a mesma luz, sofremos a mesma dor, levamos a mesma cruz. uou, uou, uou...
Um dia talvez quem sabe, um dia talvez quem sabe, um dia talvez quem sabe,
Descobriremos que somos iguais, irmão vai ouvir irmão,
E todos se abraçarão, nos braços do mesmo deus, nos ombros do mesmo pai.
Irmão vai ouvir irmão, e todos se abraçarão, nos braços do mesmo deus,nos ombros do mesmo uou, uou,uou... pai...





Papa aos bispos: devemos curar as feridas do nosso tempo



(...)o pastor vela pelo sonho, a vida, o crescimento das suas ovelhas. “Este ‘velar’ não nasce dos discursos feitos, mas do cuidado pastoral.”
“Só é capaz de velar quem sabe estar ‘no meio’, quem não tem medo das perguntas, do contato, do acompanhamento. O pastor vela, antes de tudo, com a oração, sustentando a fé do seu povo, transmitindo confiança no Senhor, na sua presença.” Viver o espírito desta jubilosa familiaridade com Deus constitui o traço fundamental do estilo de vida do bispo.(...)

(...) A cultura atual parece incentivar as pessoas para entrarem na dinâmica de não se prender a nada nem a ninguém. Em seguida explicou:

“É que hoje a coisa mais importante parece ser esta: correr atrás da última tendência ou atividade. E isto também a nível religioso. O consumo é que determina o que é importante hoje. Consumir relações, consumir amizades, consumir religiões, consumir, consumir... Não importa o custo nem as consequências. Um consumo que não gera ligações, um consumo que pouco tem a ver com as relações humanas.”

Feita tal constatação, Francisco disse que uma das principais pobrezas ou raízes de muitas situações contemporâneas é a solidão radical a que se veem forçadas muitas pessoas.

“E assim, indo atrás do que ‘me agrada’, olhando ao aumento do número de ‘seguidores’ numa rede social qualquer, as pessoas seguem a proposta oferecida por esta sociedade contemporânea. Uma solidão temerosa de qualquer compromisso, numa busca frenética de se sentir conhecido.”(...) Leia a matéria completa.

 Vida
Fábio Jr.

Pelas ruas da cidade
Pessoas andam num vai e vêm.
Não veêm o cair da tarde;
Vão nos seus passos como reféns
De uma vida sem saída;
Vida sem vida... Mal ou bem...

Pelos bancos desses parques
Ninguém se toca sem perceber
Que onde o sol se esconde,
O horizonte tenta dizer
Que há sempre um novo dia.
A cada dia em cada ser.

Não é preciso uma verdade nova,
Uma aventura pra encontrar
Nas luzes que se acendem,
Um brilho eterno e dar as mãos
E dar de si além do próprio gesto,
E descobrir feliz que o amor
Esconde outro universo.

Pelos becos, pelos bares,
Pelos lugares que ninguém vê,
Há sempre alguém querendo
Uma esperança: Sobreviver.
Cada rosto é um espelho
De um desejo de ser, de ter.

Não é preciso uma verdade nova,
Uma aventura pra encontrar
Nas luzes que se acendem,
Um brilho eterno e dar as mãos
E dar de si além do próprio gesto,
E descobrir feliz que o amor
Esconde outro universo.

Cada rosto é um espelho
De um desejo de ser, de ter.
Talvez, quem sabe por
Essa cidade passe um anjo
E, por encanto, abra suas
Asas sobre os homens
E dê vontade de se dar
Aos outros sem medida,
A qualidade de poder viver.
Vida... Vida... Vida... Vida...








Laudato Si: ecologia integral, novo paradigma de justiça


Apresentação da Encíclica Laudato si' do Papa Francisco - ANSA
18/06/2015 13:03
“Laudato Si, sobre o cuidado da casa comum” – nos seis capítulos da Encíclica do Santo Padre um conceito concreto: ecologia integral, novo paradigma de justiça.
Francisco de Roma coloca-se na esteira de Francisco de Assis e inspira-se no Cântico das Criaturas para recordar   que a terra “se pode comparar ora a uma irmã, com quem partilhamos a existência, ora a uma mãe, que nos acolhe nos seus braços”. Esta terra agora, está maltratada e saqueada e ouvem-se os gemidos dos abandonados do mundo – escreve o Papa Francisco.
É preciso uma “conversão ecológica” – evidencia o Papa na sua Encíclica – uma “mudança de rumo”, para que o homem assuma a responsabilidade de um compromisso para o cuidado da casa comum. Um compromisso para erradicar a miséria e promover a igualdade de acesso para todos aos recursos do planeta. Leia matéria completa


VIAGEM A CUBA

“Somos convidados a ‘sair de casa’, a ter os olhos e o coração abertos aos outros. A nossa revolução passa pela ternura, pela alegria que sempre se faz proximidade, que sempre se faz compaixão e leva a envolver-nos, para servir, na vida dos outros. A nossa fé faz-nos sair de casa e ir ao encontro dos outros para partilhar alegrias e sofrimentos, esperanças e frustrações.”
A nossa fé tira-nos de casa para visitar o doente, o recluso, quem chora e também quem sabe rir com quem ri, rejubilar com as alegrias dos vizinhos, acrescentou.
Concluindo, o Papa Francisco traçou o perfil da Igreja que queremos ser:
“Como Maria, Mãe da Caridade, queremos ser uma Igreja que saia de casa para lançar pontes, abater muros, semear reconciliação. Como Maria, queremos ser uma Igreja que saiba acompanhar todas as situações ‘grávidas’ da nossa gente, comprometidos com avida, a cultura, a sociedade, não nos escondendo mas caminhando com os nossos irmãos.”
Francisco afirmou ser esse “o nosso ‘cobre’ mais precioso, está é a nossa maior riqueza e o melhor legado que podemos deixar: aprender a sair de casa, como Maria, pelas sendas da visitação. (RL) Leia matéria completa


Guantanamera
 A música "Guantanamera", um dos maiores sucessos do cancioneiro internacional, foi objeto de grande disputa judicial por sua autoria. Atribuída originalmente a José Fernández Diaz, conhecido por Joseíto Fernández, que a teria escrita em 1929. Alguns alegam ser "El Diablo" García Wilson seu co-autor. A disputa judicial somente foi decidida pela Supremo Tribunal de Cuba em favor do primeiro no ano de 1993. O mais interessante é que esta canção, originalmente, tem por musa uma figura feminina de Guantánamo. Mas com a incorporação de "Versos Sencillos" de José Martí ganhou um sentido romântico e se transformou em um verdadeiro hino da revolução cubana. Seu ritmo passou a ser conhecido por guajira ou punto cubano, uma forma musical de narrar fatos dramáticos.

De: José Fernández Diaz e José Martí

Yo soy un hombre sincero
(Eu sou um homem sincero)

De donde crecen las palmas
(De onde crescem as palmeiras)

Yo soy un hombre sincero
(Eu sou um homem sincero)

De donde crecen las palmas
(De onde crescem as palmeiras)

Y antes de morirme quiero
(E antes de morrer eu quero)

Dejar mis versos del alma
(Deixar meus versos da alma)

One guantanamera
(Uma guantanamera)

Guajira, one guantanamera
(Guajira, uma guantanamera)

One guantanamera
(Uma guantanamera)

Guajira, one guantanamera
(Guajira, uma guantanamera)

Mi verso es de un verde claro
(Meu verso é de um verde claro)

Y de un carmin encendido
(E de um vermelho flamejante)

Mi verso es de un verde claro
(Meu verso é de um verde claro)

Y de un carmin encendido
(E de um vermelho flamejante)

Mi verso es un ciervo herido
(Meu verso é um cervo ferido)

Que busca en el monte amparo
((Que busca refúgio na montanha)

One guantanamera
(Uma guantanamera)

Guajira, one guantanamera
(Guajira, uma guantanamera)

One guantanamera
(Uma guantanamera)

Guajira, one guantanamera
(Guajira, uma guantanamera)

(Spoken) (Falado):

I am a sincere man
(As palavras dizem, eu sou um homem honesto)

From the land of the palm trees
(Da terra das palmeiras)

And before dying, I wish to poor forth the poems of my soul
(E antes de morrer, eu quero que os pobres conheçam os poemas de minha alma)

My verses are soft green,
(Meus versos são de um verde suave,)
And are also flaming red
( E também de um vermelho flamejante)

My poems are like a wounded fawn
(Meus poemas são como um gamo ferido)

Seeking refuge in the forest
(Buscando refúgio na floresta)
I want to share my fate
(Quero compartilhar o meu destino)

I wish to poor forth the poems of my soul
(Desejo que os pobres conheçam meus poemas)

My verses are soft, soft green but also a flaming red
(Meus versos são suaves, verde suave, mas também vermelho flamejante)

My verses are like wounded fawns
(Meus versos são como um ganso caído)

Seeking refuge in the Forest
(Buscando refúgio na floresta)

I want to share my fate
(Quero compartilhar o meu destino)

With the world's humble
(Com os humildes do mundo)

A little streams of the mountain
(E um pequeno córregos da montanha)

Pleases me more than the sea
(Me agrada mais do que o mar)

Con los pobres de la tierra
(Comm os pobres da terra)

Quiero yo mi suerte dejar
(Quero o meu destino deixar)

Con los pobres de la tierra
(Com os pobres da terra)

Quiero yo mi suerte dejar
(Quero meu destino deixar)

El arroyo de la sierra
(E nos riachos da serra)

Me complace mas que el mar
(Mais prazer que no mar)

Guantanamera
(Guantanamera)

Guajira, guantanamera
(Guajira, guantanamera)

Guantanamera
(Guantanamera)

Guajira, guantanamera
(Guajira, guantanamera)


Guantanamera
(Guantanamera)

Guajira, guantanamera
(Guajira, guantanamera)

Guantanamera
(Guantanamera)

Guajira, guantanamera
(Guajira, guantanamera)

José Martí, "o apóstolo", poeta e político de Cuba

 


Guantanamera

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

"Guantanamera"
Canção de vários grupos
Lançamento 1963
Composição José Martí e musica José Fernández Díaz (Josito Fernandez)

Guantanamera é uma das mais célebres canções da música cubana, de autoria de José Martí e musica Josito Fernandez. Guantanamera é o gentílico (feminino) para as nascidas em Guantánamo, província do sudeste de Cuba.
A música data de 1963 e uma das gravações mais conhecidas é do grupo Sandpipers. No Brasil, foi regravada por vários grupos, como Tarancón e Raíces de América. Em Portugal, foi regravada pela banda rock UHF em 1998 no álbum Rock É! Dançando Na Noite. [1]

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