O amanhã da esperança. Do amor. Da dignidade.
Há de se firmar um mundo diverso, colorido, plural, feito de encontros, respeito e união.
Não há mentira que permaneça de pé para sempre, nem ódio capaz de destruir aquilo que a humanidade insiste em reconstruir. O mal, por si só, há de se revelar em sua própria pequenez: a pequenez de quem nada edifica e tudo destrói.
E o falso manto da santidade há de cair, desnudando as faces daqueles que invocaram o nome de Deus em vão, usando a fé como instrumento de poder, intolerância e divisão.
A humanidade há de ressurgir — mesmo carregando cicatrizes.
O povo haverá de se reerguer do caos, da violência, da mentira e da desumanização. Haverá de recuperar a esperança, a voz e a capacidade de sonhar.
O Brasil haverá de sorrir.
As lutas continuarão. Porque nenhum amanhã nasce pronto.
É preciso coragem para atravessar a noite. É preciso permanecer atento e forte.
O mal é sorrateiro. Às vezes se esconde atrás de palavras bonitas, de falsos moralismos e de discursos que prometem salvação enquanto semeiam divisão.
Mas seguiremos firmes.
Porque a história não termina nas mãos daqueles que destroem.
A história também pertence àqueles que resistem, cuidam, constroem e acreditam.
E, depois de toda noite, o sol há de brilhar mais uma vez.
Que o Brasil reencontre a esperança.
Que a diversidade seja celebrada.
Que a inclusão seja realidade.
Que a dignidade humana esteja acima do ódio.
Que a soberania e os direitos do povo sejam preservados.
E que nunca nos falte coragem para continuar sonhando com um Brasil verdadeiramente de todos.
Dito isso, meu voto é 13. Meu voto é Lula presidente. Meu voto é de todos aqueles ALIADOS - governadores, deputados estaduais, federais, senadores - que verdadeiramente acreditam num Brasil mais justo, humano, digno, inclusivo, sustentável e soberano.


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