segunda-feira, 14 de agosto de 2023
O QUE FAZER? PARA SE CONTRAPOR A FORÇA DA BRASIL PARALELO, PRODUTORA DE AUDIOVISUAL DA EXTREMA DIREITA.
Ô Cride fala para Margareth Menezes, Paulo Pimenta e Secretários (as) Estaduais de Cultura, assim como para dirigentes de rádios e tvs universitárias e legislativas. Missão para a EBC e Tvs Públicas dos estados, universidades e legislativas..
Resumo:
Postagem que apresenta a Brasil Paralelo como uma produtora criada em 2016 com viés político conservador, inserida no contexto da “guerra cultural” no Brasil. O texto critica suas produções por promoverem revisionismo histórico, teorias conspiratórias e narrativas ideológicas, defendendo valores neoliberais e conservadores. Também discute a necessidade de resposta no campo cultural e audiovisual.
domingo, 22 de setembro de 2024
brasil paralelo e universidades públicas
Texto opinativo analisando um documentário da produtora sobre universidades. A crítica aponta que o conteúdo seria baseado em generalizações, recortes seletivos e acusações sem rigor, além de reforçar uma narrativa antiuniversitária. Também destaca o impacto desse tipo de discurso e defende a importância da divulgação científica como resposta.
sábado, 28 de setembro de 2024
Atores são pagos para sair às ruas e espalhar fake news sobre candidatos no Rio de Janeiro. Grupo era contratado por políticos em períodos eleitorais para aplicar o golpe do 'teatro invisível', segundo a Polícia Federal.
Depois da produtora Brasil Paralelo era só o que faltava.
Post sobre uso de “teatro invisível” para espalhar fake news em eleições. A Brasil Paralelo aparece como referência crítica no debate sobre manipulação política e comunicação, sendo citada no contexto mais amplo de desinformação e uso estratégico de narrativas.
sábado, 19 de outubro de 2024
A cruz e a espada - Um estudo mapeia a influência de católicos reacionários e empresários ultraliberais na ascensão da extrema-direita
Post (reproduzindo matéria) que relaciona a Brasil Paralelo a redes internacionais de pensamento conservador e liberal. O texto aponta conexões com think tanks, setores religiosos e econômicos, além de críticas à difusão de conteúdos considerados ideológicos e desinformativos.
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