Pierre Rosanvallon, referência em estudos sobre as democracias contemporâneas, afirma à Folha que, em sociedades divididas e polarizadas, práticas sociais como a vigilância sobre as instituições precisam ser aprofundadas para enfrentar a desconfiança dos cidadãos com o sistema político. Para o historiador francês, os novos populismos mostram que a questão cultural passou a estruturar a dinâmica social e que a democracia, antes o conflito racionalizado de interesses, se tornou o confronto desenfreado das paixões.
informações sobre ações culturais de base comunitária, cultura periférica, contracultura, educação pública, educação popular, comunicação alternativa, teologia da libertação, memória histórica e economia solidária, assim como noticias e estudos referentes a análise de politica e gestão cultural, conjuntura, indústria cultural, direitos humanos, ecologia integral e etc., visando ao aumento de atividades que produzam geração de riqueza simbólica, afetiva e material = felicidade"
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
Razão e Emoção - Paixões derrotaram a razão nas democracias contemporâneas, diz historiador francês.
Abaixo, trecho da ótima entrevista de Eduardo Sombini com o historiador francês Pierre Rosanvallon na Ilustríssima, na Folha deste domimgo. Ele propõe várias chaves para a compreensão do desgaste dos partidos e do crescimento de lideranças carismáticas e autoritárias. E nos ajuda a compreender o fenômeno que, por aqui, foi resumido na expressão 'pobre de direita'.
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