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terça-feira, 12 de abril de 2016

Play list "Música é Noticia" Brasil em disputa, em transe e surreal. Semana de 3 a 8 de abril de 2016



 Mauro Lopes
DIAS DUROS, MAS DE LUTA
A semana vai se encerrando com uma luta renhida pela democracia no país. A escalada do golpe mostrou suas garras no chão chão da sociedade, como que a indicar o que espera o país se os fascistas vencerem:
1. Dois sem terra foram assassinados pela PM em Quedas do Iguaçu (PR).
2. O presidente do PT de Mogeiro (PB) e lutador da reforma agrária foi assassinado.
3. Mandantes do assassinato de um dirigente sindical rural e sua família foram absolvidos num julgamento-farsa em Marabá (PA).
4. Dois tupinambás presos arbitrariamente em Ilhéus (BA).
5. Mais de 100 famílias foram expulsas do de um acampamento em Cacaulândia (RO), a seguir incendiado.
6. Ministério Público Federal em Goiás tentou (e tenta) cercear direito à livre manifestação na UFG
7. Presidente da Câmara e seus aliados vetaram quaisquer manifestações que não sejam favoráveis ao golpe e restringiram o trabalho da imprensa na Casa (exceto a golpista).
8. O rito do impeachment seguiu atropelando as mais elementares normas do Direito.
9. A PM de São Paulo voltou a agredir com violência adolescentes e jovens em São Paulo.
A violência contra os mais pobres nunca deixou de existir, mesmo nos anos da democracia -que o digam as mães dos jovens mortos nas periferias, os indígenas, quilombolas e famílias de sem terra e sem teto.
Mas o que houve esta semana foi uma condensação alucinante de como a elite demonstra seu desprezo aos pobres e aos direitos.
Houve muita reação e mobilização na base da sociedade.
Mas a violência da ditadura saiu dos livros de história e voltou ao cotidiano como nunca.




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Secundaristas vão à OEA fazer denúncia contra polícia e governo do estado de São Paulo

 

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Blocos de Carnaval de SP saem às ruas contra o golpe e pela democracia

 Virgínia Lúcia F Menezes A resistência do povo ao golpe contra a democracia no Brasil é cultural, é permanente, é estética, é poyética, é de luta e é de massa. Por isso é revolucionária. #NãoAoGolpe

 

 

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A aula de direito (e bons modos) que Marco Aurélio Mello deu no Roda Viva. Por Paulo Nogueira

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 Eduardo Cunha, o congresso brasileiro e a midia empresarial, estão fora de uma nova ordem mundial que se quer mais progressista, justa e democrática. Como preconizam milhares de assinaturas e declarações de lideres e personalidades mundiais,  em apoio a democracia no Brasil.

  O Brasil  surreal....

Vencedor do Prêmio Pulitzer de Jornalismo em 2014 e do Prêmio Esso de 2013, Glenn Greenwald diz que “o fato mais bizarro sobre a crise política é que, de Michel Temer a Eduardo Cunha, os principais adversários de Dilma Rousseff estão envolvidos em chocantes escândalos de corrupção bem mais sérios do que as denúncias dirigidas contra a mandatária”. Leia mais AQUI



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