“Eis o tempo de conversão e o dia da salvação” 2 Coríntios 6,1-2. Clamamos para que o senhor Padre Francisco de Assis se converta à pregação do verdadeiro Evangelho; aquele que combate a desinformação e rejeita a cultura do ódio, outrora praticada pelos fariseus que Jesus tanto criticou e que foram responsáveis por sua morte. Até para fazer jus ao nome que recebeu na pia batismal “onde houver ódio que eu leve o amor” Apelamos também aos senhores bispos, em especial a Dom Josafá, arcebispo de Aracaju, para que promovam orientações pastorais contra o mal da desinformação, enfrentando-o como um desafio urgente. A Igreja necessita sempre de líderes com discernimento cristão para que não se cumpra o que diz Mateus 15,14: 'são cegos guiando cegos. Ora, se um cego guia outro cego, ambos cairão no barranco'." E num caso como esse arrastam toda a nação, como aconteceu em 2018 e quase se repetiu nos atentados do 08 de janeiro de 2023, com a tentativa de golpe contra o estado democrático de direito e possível assassinato do presidente da república recém eleito, assim como do seu vice e do presidente do STF à época.
Zezito de Oliveira
Papa: na Quaresma, abster-se de palavras que ferem o próximo
"Escutar e jejuar. Quaresma como tempo de conversão" é o título da mensagem do Papa Leão XIV para a Quaresma de 2026. O Pontífice convida os fiéis a um "jejum que também passe pela língua, para que diminuam as palavras ofensivas e aumente o espaço dado à voz do outro".
Bianca Fraccalvieri - Vatican News
Um jejum de palavras ofensivas: este é o convite do Papa Leão XIV aos fiéis que se preparam para viver a Quaresma, “tempo em que a Igreja nos convida a recolocar o mistério de Deus no centro da nossa vida”.
Para que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano, o Pontífice recorda que é preciso empreender o caminho de conversão, que começa quando nos deixamos alcançar pela Palavra e a acolhemos com docilidade de espírito.
Escutar
Este ano, o Papa destaca, em primeiro lugar, a importância de dar lugar à Palavra através da escuta, “pois a disponibilidade para escutar é o primeiro sinal com que se manifesta o desejo de entrar em relação com o outro”.
Escutar a Palavra na liturgia, escreve o Pontífice, nos educa para uma escuta mais verdadeira da realidade. “Entre as muitas vozes que passam pela nossa vida pessoal e social, as Sagradas Escrituras tornam-nos capazes de reconhecer aquela que surge do sofrimento e da injustiça, para que não fique sem resposta.”
Jejuar
Se a Quaresma é um tempo de escuta, prossegue o Papa, o jejum constitui uma prática concreta que nos predispõe a acolher a Palavra de Deus. Por implicar o corpo, é útil para discernir e ordenar os “apetites”, para manter vigilante a fome e a sede de justiça, subtraindo-a à resignação e instruindo-a a fim de se tornar oração e responsabilidade para com o próximo.
No entanto, adverte o Santo Padre, para que o jejum conserve a sua autenticidade evangélica e evite a tentação de envaidecer o coração, deve ser sempre vivido com fé e humildade e deve incluir também outras formas de privação.
Leão XIV então convida os fiéis a uma forma de abstinência “muito concreta e frequentemente pouco apreciada”, ou seja, a abstinência de palavras que atingem e ferem o nosso próximo.
“Comecemos por desarmar a linguagem, renunciando às palavras mordazes, ao juízo temerário, ao falar mal de quem está ausente e não se pode defender, às calúnias.”
Em vez disso, o Papa propõe aprender a medir as palavras e a cultivar a gentileza na família, entre amigos, nos locais de trabalho, nas redes sociais, nos debates políticos, nos meios de comunicação social e nas comunidades cristãs. “Assim, muitas palavras de ódio darão lugar a palavras de esperança e paz.”
Juntos
O Pontífice conclui recordando que a Quaresma realça a dimensão comunitária da escuta da Palavra e da prática do jejum.
“As nossas paróquias, famílias, grupos eclesiais e comunidades religiosas são chamadas a percorrer, durante a Quaresma, um caminho partilhado, no qual a escuta da Palavra de Deus, assim como do clamor dos pobres e da terra, se torne forma de vida comum e o jejum suporte um verdadeiro arrependimento.”
O Papa encerra sua mensagem exortando os fiéis a pedirem a graça de uma Quaresma que torne os nossos ouvidos mais atentos a Deus e aos últimos.
“Peçamos a força de um jejum que também passe pela língua, para que diminuam as palavras ofensivas e aumente o espaço dado à voz do outro. E comprometamo-nos a fazer das nossas comunidades lugares onde o clamor de quem sofre seja acolhido e a escuta abra caminhos de libertação, tornando-nos mais disponíveis e diligentes no contributo para construir a civilização do amor. De coração, abençoo todos vocês e o seu caminho quaresmal.”
"Todos estão convidados a repetir este texto ou elaborar um novo. Ainda que muitos padres da arquidiocese pensem como o Pe. Francisco de Assis, é importante registrar que há fiéis na igreja particular de Aracaju atentos e vigilantes. Ressalta-se que o direito à liberdade de expressão deve ser garantido, contudo, o direito de distorcer fatos e desinformar, não."
Acima, exemplo de padre com boa e necessária formação integral.. Não sabemos o nome e nem a diocese. Quem souber pode nos trazer. por gentileza...
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