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A Fundação Nacional de Artes - Funarte realiza Ato de Posse de sua nova presidenta, Maria Marighella, e de toda Diretoria Colegiada da instituição, nesta quinta-feira, 2 de março, às 19h, na Sala Cecília Meireles, no Centro do Rio de Janeiro (RJ). Com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, o evento intitulado As Artes Tomam Posse! faz parte de uma série de atos da nova gestão, voltados para a reconstrução das políticas culturais do país.
"Pelas mãos da ministra Margareth Menezes, serei empossada presidenta da Funarte na próxima quinta-feira. Assim como ela, a primeira mulher nordestina a ocupar esse posto. É com imensa alegria e responsabilidade que atendo a esse chamado", destaca a presidenta Maria Marighella.
Na ocasião, além da presidenta, serão apresentados os nomes que vão compor a nova Diretoria Colegiada da Funarte. O evento contará com a presença de autoridades, artistas, dentre outros agentes da cultura.
"Ao meu lado, também tomará posse a Diretoria Colegiada, que chega com a força das trabalhadoras e trabalhadores das artes, que reivindicam políticas com o compromisso de colocar as artes de volta na vida do povo e da democracia brasileiras. Esta Funarte retomada é radicalmente democrática e tem a cara, o corpo e a energia da pluralidade do nosso povo. Uma Funarte que é nossa, de todo o Brasil”, celebra a presidenta.
O evento será transmitido ao vivo pelo canal da @TVBrasilGov no YouTube e pelos canais oficiais da Funarte.
Ato de Posse da Presidenta e da Diretoria Colegiada da Funarte
FUNARTE RETOMADA
As artes tomam posse!
Dia 2 de março | 19h
SALA CECÍLIA MEIRELES
Rua da Lapa 47, Centro, Rio de Janeiro (RJ)
Maria Fernandes Marighella nasceu em Salvador (BA), no dia 16 de janeiro de 1976. Traz, no próprio sobrenome a lembrança do valor da democracia, sendo neta de Carlos Marighella, considerado um dos símbolos da luta democrática contra a ditadura civil-militar. Ativista da cultura, formou-se em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).
Trabalhou como atriz, professora e produtora teatral. Atuou como coordenadora de Teatro da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e da Fundação Nacional de Artes (Funarte). Também foi diretora de espaços culturais e assessora especial da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA). Recentemente, em passagem por essa instituição, contribuiu para a construção e aprovação da Lei Aldir Blanc, que possibilitou o auxílio emergencial para trabalhadoras e trabalhadores da Cultura. Integrou, como consultora de políticas para as artes, o Grupo Técnico de Cultura da Transição do Governo Federal.
Em 2020, junto à ManifestA ColetivA, movimentação cidadã de ocupação da política institucional, foi eleita vereadora da capital baiana pelo PT e atuou em prol da cultura, na centralidade de um projeto para Salvador, cujo objetivo é a justiça social e o bem-estar de todas as pessoas. Foi também durante o seu mandato na Câmara Municipal da Capital Baiana que Maria Marighella assumiu a gestão do Centro de Cultura Vereador Manuel Querino, além de integrar as comissões permanentes de cultura e de defesa dos direitos da mulher da casa legislativa soteropolitana. Fundou e presidiu, ainda, a Frente Parlamentar Mista Ambientalista de Salvador. Integrou o Conselho Municipal de Política Cultural e tornou-se conselheira da Academia de Letras da Bahia.
@MariaMarighella se licencia do cargo de vereadora para se tornar a primeira mulher nordestina a ocupar a Presidência da Funarte.
A programação acima fictícia e meramente ilustrativa é uma forma inteligente e criativa de protesto por parte de artistas ligados ao festival live em suas mãos.
Uma programação mais diversa e plural deve ser composta por outras linguagens e atividades, inclusive com as escolas.
Quem pode se propor a ampliar a programação fictícia e meramente ilustrativa acima? Incorporando audiovisual, literatura, dança, arte de rua, passeios pelos lugares de memória da cidade, saraus e etc..
Esta iniciativa do coletivo live em suas mãos me lembra o verso da canção "Noticias do Brasil" de Milton Nascimento e Fernando Brant
"Aqui vive um povo que cultiva a qualidade, ser mais sábio que quem o quer governar!"
Já que sonhar não paga imposto, nao custa nada sonhar, não é mesmo!?
Semana passada, fizemos uma postagem idealizando uma programação com vários polos e artistas sergipanos para celebrar o aniversário de 168 anos de Aracaju, que seria plenamente possível de fazer, se tivéssemos uma @funcaju realmente preocupada com a cultura aracajuana. A postagem bombou 💣
A gente gostou tanto da brincadeira, que resolvemos montar mais uma programação alternativa para o aniversário da nossa cidade, que a gente ama tanto, com base em várias ideias que surgiram por aqui.
Já imaginou atravessar o rio sergipe no Tótótó, ao som de muito forró!? Ou de curtir uma roda de poesia no alto da Colina Santo Antônio!? Quem sabe um rock dos bons nos cajueiros!? E uma mostra aracajuana de cinema!? Foda, né!? Mas nada disso vai rolar
Mais uma vez a postagem tem como intuito provocar o debate público sobre gestão cultural da cidade e mostrar a gama de possibilidades que @edvaldonogueira e @luccorreia_ tinham para montar uma programação plural e representativa da cidade, mas preferiram fechar os olhos pro que temos de melhor, que é a nossa cultura.
Será que é tão difícil pensar numa programação como essa!? Pq não incluir mais artistas sergipanos no aniversário de sua cidade!? Tá faltando criatividade ou vontade política!? Ou os dois!?
Fica aqui, mais uma vez, o nosso repúdio e a nossa provocação!
E aí, oq vcs acharam dessa programação!? Ia ser lindo, né!?
Agora sim! Ficou mais completa, até porque parafraseando um grande poeta, contista e cronista , JC, também conhecido como Jesus de Nazaré,, "Nem só de pão vive o homem....." E fazer uma programação quase restrita a música, é repetir o erro das gestões..
Uma oração aqui, mas não a da banda mais bonita da cidade.. "No Pão de Açucar, de todo o dia,, Dai-nos Senhor, a poesia de todo o dia." Osvald de Andrade..
Na audiência pública realizada no dia de ontem na câmara de
vereadores de Aracaju foi perguntado ao público presente se já tinham lido a
Lei Paulo Gustavo e se estavam cadastrados no Mapa Cultural de Sergipe.
A pergunta foi feita pelo jornalista e documentarista Pascoal Maynard, integrante do
alto escalão da equipe da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (FUNCAP), boa escolha, por sinal.
Essa mesma pergunta foi feita pelo mesmo Pascoal Maynard a
um grupo de artistas, agentes culturais, professores e etc.. reunidos na cidade
de Boquim ( 83,5 km distante de Aracaju) por conta do governo itinerante, programa instalado
ou reinstalado pelo governador recém eleito de Sergipe, Fábio Mitidieri.
A resposta negativa da maioria surpreende a você que nos lê?
Certamente que não, principalmente se tem um pouco mais de experiência no campo da
criação e da produção cultural. O vídeo
que trago acima, reforça ou abre horizontes para a compreensão disso. Também fique atento a criação ou fortalecimento do “mercado cultural local” termo que trago
nos textos cujos links estão ao final deste.
Para não esquecer, dois gestores de cultura sergipanos do primeiro escalão, um mais antigo e outro mais recente, falaram para terceiros e chegou até o meu conhecimento sobre o despreparo no campo da elaboração
e gestão de projetos culturais, incluindo prestação de contas, por parte de muitos
artistas e/ou produtores culturais que apresentam propostas diretamente ou que são selecionados
em editais..
E quando respondo, digo que esta opinião por parte dos secretários
é procedente, mas pergunto, o que fez as gestões anteriores e os próprios para
mudar ou atenuar o problema?
E os pareceristas o que dizem? Inclusive este próprio que já
foi parecerista em editais da Lei Aldir Blanc de um outro estado nordestino.
Um grande consultor do SEBRAE e muito comprometido do ponto
de vista, ético, intelectual e social me disse há alguns anos. A situação de
Sergipe em termos de gestão pública e dos fazedores de cultura é sofrível. Há razões
crônicas e difíceis para melhorar a qualidade do capital humano em nossa província,
até por isso, não conseguiremos em curto
prazo ultrapassar esse estado, mas não podemos desistir de tudo, ou de quase
tudo, porque já me afastei de programas governamentais
por não ver futuro no sentido do que acredito,o investimento real na melhoria do capital humano. A prioridade do investimento financeiro é nos grandes eventos, nos grandes espetáculos, como uma preocupação demasiada em torno do rendimento em matéria do marketing para a administração..
Já outro parecerista, disse que fez muito esforço e abaixou
a régua de exigência para aprovar muitos projetos, do contrário, nem 30% dos projetos
enviados para serem analisados seriam aprovados. Assim preferiu recusar de 10 a
20% ao contrário de 70% em algumas situações, em especial quando se trata de proposta de pessoas e/ou grupos excluídos ou marginalizados do/no métier ou do/no meio cultural..
O que fazer também vale para as casas legislativas municipais e estaduais, como começa a fazer a câmara de vereadores de Aracaju. O congresso fez o dever de casa aprovando as duas leis, o que não foi fácil, basta lembrar a derrubada do veto do presidente Bolsonaro a Lei Paulo Gustavo. O que mais pode fazer?
Vale para as universidades públicas, sistema S, ala progressista das igrejas e de outras religiões não cristãs, movimentos sociais, inclusive os sindicatos que ainda não conseguiram em sua maioria, perceber a força do investimento em cultura, pensando nas próprias categorias, mas não somente. Vale para os meios de comunicação também. E quem mais deve receber este alerta? Você pode lembrar na seção de comentários, assim como enviar para quem precisa ou merece...
Detalhe: Cito ala progressista das igrejas e de outras religiões não cristãs, porque as alas mais conservadora e fundamentalista nadam de braçada na utilização das janelas de oportunidades para conquistar corações e mentes, em especial com o uso da tecnologia digital e da internet, sem contar o rádio e a televisão a partir dos anos 1970 e 1980.
Parabéns a Comissão de Educação e Cultura da Câmara de Vereadores de Aracaju, a Professora e Vereadora Ângela Melo, aos representantes dos segmentos culturais que estiveram na mesa, me sinto plenamente contemplado.
Parabéns a todas, todos e todes que participaram da referida audiência pública...A audiência completou com maestria a fala dos palestrantes.... A luta continua, e parafraseando o genial artista Lulu Santos. "Eu vejo a vida melhor com arte e cultura no futuro.. E não vejo isso em cima do muro."
Importante acontecer na ALESE e em outras câmaras municipais...
Lamentável o fato de que a @funcaju não enviou nenhum representante. O convite foi feito. Os gestores da cultura do município perderam uma importante oportunidade de ouvir as demandas do setor cultural da cidade.
Chamei mais alto e de forma efusiva os três nomes acima, quando avistei o icônico frade capuchinho que
vinha da outra ponta do pequeno corredor que liga a sacristia da Igreja São Judas
Tadeu a casa onde mora os frades da comunidade.
Surpresa! E como era fim de tarde e sem muita luz do sol, ainda no meio do trajeto, a
pergunta, quem é? Respondi, Zezito, da Amaba,
Frei... Ah!! Chegando mais perto, está diferente, cabelos brancos, diferente do
jovem que conheci.
É verdade! Lembrei dentro de mim, de um tempo onde era magro, com menos barriga e sem cabelos brancos, com muitos sonhos e muitos planos.
Também lembrei a ele de como está diferente e jovial, sem a
barba de sempre.
Entrega de uma placa de agradecimento a Frei Florêncio pelo apoio a AMABA e ao Projeto Recuturarte.. O ano mais mais provável é 1993. Isso aconteceu no Festival de Arte Infantil, a mostra multicultural anual que foi realizada de 1990 a 1995 na Praça dos Capuchinhos, oficialmente Praça Tancredo Neves..
Houve até, quem pensasse nos anos 1980 na comunidade ser eu, talvez um já ou possível futuro frei, padreou irmão
consagrado. Nem sei se brincando ou pouco informado, um jornal ligado ao meio
da cultura naquele tempo, me identificou na matéria como Frei Zezito.
Mas a despeito do tempo, a alegria e a esperança, como
esperançar, não diminuiu, nem a minha e nem a do Frei Florêncio. Foi assim que
escrevi na dedicatória, ao Frei Florêncio com alegria, carinho e agradecimento,
por tudo.
E tanto no primeiro, como no segundo dia, foi uma conversa
muito agradável, tranquila e alegre.
Bem diferente dos dias corridos dos anos de 1980 e de 1990,
mais na primeira década e menos na
segunda, isso porque a poluição da fábrica de cimento já não existia mais e a
AMABA com a ajuda da cooperação internacional e do prefeito de então, Jackson
Barreto, pode caminhar com as próprias pernas.
No caso das agências de cooperação internacional, CESE e
Visão Mundial, tivemos acesso aos recursos mínimos necessários para tocar o Projeto
de Reeducação, Cultura e Arte (Reculturarte) o qual também incluía o esporte e
um pequeno percentual para assistência social para as famílias dos meninos e
meninas cadastradas no Reculturarte, em especial compras de remédios e cestas
básicas em caso de emergência e mais extremos.
Já no caso do ex-prefeito tivemos o antigo prédio em ruínas
da Escola Santa Isabel reformado e liberado para sede da AMABA. Importante frisar
que após isso veio a intervenção na Prefeitura Municipal de Aracaju, e pouco contato
tiveram os dirigentes da associação com o homem público Jackson Barreto, embora esse tenha sido sempre considerado por todos que faziam a AMABA nos anos finais da
década de 1980 em diante.
Quanto as duas conversas com o frei, falamos bastante sobre
o passado e sobre o futuro...
O passado está presente no volume 1 do livro AMABA:Círculo
de Cultura e volume 2, este em fase de
elaboração.
Sobre o futuro com base no tempo presente, perguntei a ele
como é viver na Itália, ele me colocou
que vive bem, toma os remédios necessários e recomendados pelos médicos para
cuidar da saúde, me disse que é comum encontrar pessoas com a idade que ele
tem, 85 anos, uma população envelhecida, com taxa de mortalidade maior
do que a taxa de natalidade. A longevidade
da população ele pontuou ter grande contribuição do avanço das tecnologias
ligadas a medicina..
Disse que é grande a população de muçulmanos por parte da
migração forçada em razão dos problemas de ordem econômica gerados ou agravados principalmente pelas guerras. Lembrou que uma grande mesquita foi construída em
Roma com a anuência do governo local e do Papa Francisco.
Disse que as igrejas tem pouco jovens, a maioria que frequentam
são pessoas idosas, diferente do Brasil.
Ai pensei comigo mesmo, até quando em nosso país? Daí as
admoestações lançadas pelo Papa Francisco a favor de uma igreja sinodal,
solidária e em saída.
Perguntei sobre Francisco e ele me disse que faz um trabalho
meritório, porém é mal compreendido por pessoas do próprio clero. E considera
um absurdo chamar Francisco de comunista, quando o que ele defende está em coerência
com o evangelho e com o magistério oficial da igreja...
Por sinal, a lembrança de chamar de Francesco ao avistá-loum pouco distante, como já afirmei, se deu quando
avistei a foto do Papa Francisco na secretaria da igreja, sendo que Francesco, é
o nome de batismo de Frei Florêncio.
E assim fomos embora, com a sensação de quão bom foi conversar
com Frei Florêncio, percebi o mesmo no semblante dele.
Laudato Si – Louvado Seja!
Fratelli Tutti – Todos Irmãos!
Paz e bem!
P.S.: No segundo dia da conversa estivemos acompanhado do fotojornalista Marco Vieira.
No corredor citado está instalado uma bonita e informativa exposição em homenagem a memória do Frei Miguel e seus companheiros de jornada que chegaram ao Bairro América em Aracaju no ano que eu nasci, 1961. Vale a pena visitar, assim como o túmulo do Frei Miguel que está dentro da igreja...
Uma bela canção católica que inspirou a primeira pergunta que fiz a Frei Florêncio no segunda dia da nosso conversa..
"'Até os italianos, um povo de santos, poetas e navegadores, são agora pessoas de pouca fé'. Assim resume a revista cristã italiana Il Timone os resultados de um estudo divulgado na sua edição deste mês, que chegou esta quarta-feira, 19 de julho, às bancas."
Estudo revela
Católicos italianos resumem-se a “pequena minoria” de jovens e idosos
7MARGENS | 20 Jul 2023
Interior da Basílica de São Pedro, no Vaticano. Os italianos que se declaram “crentes” católicos e que frequentam a igreja para ir à missa são apenas 13,8%. Foto: Direitos reservados.
“Até os italianos, um povo de santos, poetas e navegadores, são agora pessoas de pouca fé”. Assim resume a revista cristã italiana Il Timone os resultados de um estudo divulgado na sua edição deste mês, que chegou esta quarta-feira, 19 de julho, às bancas. O estudo revela que mais de um terço da população italiana (37%) se declara “descrente”, enquanto os que se declaram “crentes” católicos e que frequentam a igreja para ir à missa são apenas 13,8%: uma “pequena minoria, formada por alguns poucos jovens e por fiéis idosos”.
Encomendado pela publicação à Euromedia Reseach, o estudo revela ainda que, entre os que se declaram “crentes” e afirmam ir à missa pelo menos uma vez por mês, apenas 33% se confessam pelo menos uma vez por ano, 32% desconhecem o significado de “eucaristia”, e “66% dos praticantes confundem ou ignoram a definição de ‘ressurreição da carne'”.
Quanto à prática da oração, um fiel em cada cinco afirma fazê-lo diariamente, e 96% respondem que rezam “ocasionalmente”. Entre os católicos “praticantes”, sete em cada dez afirmam acreditar no diabo.
As conclusões da sondagem, assinala Il Timone, vêm na linha do estudo publicado, em 2021, pela própria Conferência Episcopal Italiana, que concluiu que, entre 1995 e 2020 (ainda antes da pandemia) a taxa de participação na missa havia baixado de 31,1% para 22%.
Agenda pra lá de especial hoje (01/03): reunião do MinC com o presidente Lula!
Em pauta, o novo decreto da Lei de Incentivo à Cultura, a implementação dos Comitês Estaduais de Cultura, entre outros assuntos.
“Contem com a gente para tudo! A Cultura é prioridade do nosso governo. Queremos que todo brasileiro e toda brasileira tenham direito à Cultura”, disse o presidente Lula.
Participaram da conversa a ministra Margareth Menezes e o ministro Rui Costa; os secretários do MinC Márcio Tavares (Secretaria Executiva), Roberta Martins (Comitês de Cultura) e Henilton Menezes (Economia Criativa e Fomento Cultural); além de Pedro Vasconcellos, Cassius Rosa, Francisco Guerreiro e representantes da AGU.
Com apoio do governo federal, faremos da Cultura motor de desenvolvimento social e econômico do nosso país novamente!
Como a Prefeitura irá dialogar com o cenário cultural para acesso aos recursos? A área técnica da Funcaju já está trabalhando nos editais? Qual a previsão de lançamento?” Essas e outras perguntas devem ser debatidas na audiência pública "A Lei Paulo Gustavo e as Políticas Culturais em Aracaju" que será realizada pela Comissão de Educação, Cultura, Esportes, Lazer e Turismo da CMA na próxima sexta-feira, 3.
A oitiva é uma escuta pública da sociedade, uma espécie de audiência pública com menos protocolo e formalidade, mas que deve ter desdobramento em termos de uma melhor qualificação das politicas públicas e da gestão, o que resultará na acolhida de propostas da sociedade civil por parte do executivo. Considerando o curto, o médio e o longo prazo..
A obrigatoriedade da realização da Oitiva está prevista na Lei Paulo Gustavo
Art. 4º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios que receberem recursos oriundos desta Lei Complementar deverão comprometer-se a fortalecer os sistemas estaduais, distrital e municipais de cultura existentes ou, se inexistentes, implantá-los, com a instituição dos conselhos, dos planos e dos fundos estaduais, distrital e municipais de cultura, nos termos do art. 216-A da Constituição Federal.
§ 1º Para os fins desta Lei Complementar, o plano de cultura de qualquer ente da Federação beneficiário dos recursos oriundos desta Lei Complementar deverá ter caráter plurianual e ser criado contando com a participação da sociedade civil por meio de consultas públicas, fóruns, conferências ou outros ambientes de consulta, no âmbito dos conselhos estaduais, distrital e municipais de cultura.
§ 2º Após a adequação orçamentária de que tratam os arts. 11 e 12 desta Lei Complementar, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão promover discussão e consulta à comunidade cultural e aos demais atores da sociedade civil sobre parâmetros de regulamentos, editais, chamamentos públicos, prêmios ou quaisquer outras formas de seleção pública relativos aos recursos de que trata esta Lei Complementar, por meio de conselhos de cultura, de fóruns direcionados às diferentes linguagens artísticas, de audiências públicas ou de reuniões técnicas com potenciais interessados em participar de chamamento público, sessões públicas presenciais e consultas públicas, desde que adotadas medidas de transparência e impessoalidade, cujos resultados deverão ser observados na elaboração dos instrumentos de seleção de que trata este parágrafo.
🔊🧏🏽 Você sabia que muito do que se produziu em termos de arte e cultura desde o início da pandemia de covid-19 foi resultado de política pública do Estado brasileiro? Um exemplo é a Lei Paulo Gustavo, fruto da mobilização de trabalhadores e trabalhadores da Cultura, que garantiu a aplicação de recursos financeiros em atividades culturais por todo o país. Esse é o tema da edição 104 da Pílula Democrática.
🤳🏼 A pílula é bem curtinha, dá para enviar pelo zap, colocar nos grupos da família, da igreja e dos amigos.
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