segunda-feira, 6 de maio de 2024

#FrutosLPG Com a Lei Paulo Gustavo o Brasil redescobre o Brasil.


Confira outros produtos resultantes do investimento da Lei Paulo Gustavo no link abaixo:


segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

FRUTOS DA LEI PAULO GUSTAVO (2) Apesar de todos os percalços, temos a Lei Paulo Gustavo (LPG) e a Politica Nacional de Cultura Aldir Blanc (PNAB).


segunda-feira, 1 de julho de 2024

 Documentário Cachaça de Itarantim - Processo da Cachaça de Alambique

Nas Trilhas da Biodiversidade - Documentário - Lei Paulo Gustavo

Neste documentário especial, financiado pela Lei Paulo Gustavo da cidade de Itororó, na Bahia, mergulhamos na vida de Maciel dos Santos Chagas, um dedicado motoboy da tranquila cidade de Itororó. Mas Maciel não é um motoboy comum; nas horas vagas, ele troca as ruas movimentadas pela calma das áreas naturais, explorando e revelando a rica biodiversidade de sua região.

O documentário foi proposto por Elton Gonçalves, que também realizou a edição e as filmagens, com captação de áudio de Isaque Andrade. O roteiro e a direção são de Luís Sérgio Ramos.

Descubra como Maciel combina seu trabalho diário com a paixão pela natureza, dedicando-se a aprender e a preservar o meio ambiente ao seu redor. Acompanhe-nos nesta jornada inspiradora que mostra como cada um de nós pode fazer a diferença no mundo, mesmo com pequenas ações.


A II Mostra Fazer Filmes Itinerante 2024 é uma promoção da Prefeitura Municipal de Nossa Senhora do Socorro (SE) e realização da LPG - Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura e Governo Federal.

AQUI

Senhoras e senhores, a vida e obra do mestre Orlando do couro agora será exibida nas telas. Em breve será lançado o Filme Documentário “Mestre Orlando: Ancestralidade Viva na Pele Talhada” produzido por Bruno Marques e realizado pela Zenza Filmes. 

É com muita alegria e felicidade que compartilhamos esta conquista do patrimônio imaterial da cultura sergipana Mestre Orlando do couro com vocês. 

A produção está sendo realizada com recurso correspondente ao Edital de seleção cultural nº 02/2023 SENIRA CORREIA DE SOUZA (D. Senira) EIXO 01: Incisos I do Art. 6º (Apoio à produção audiovisual) CURTA METRAGEM/ DOCUMENTÁRIO 01. Como forma de ação da Lei nº 195 de 8 de julho de 2022 e Decreto de Regulamentação n° 11.525 de 11 de maio de 2023, conhecida como Lei Paulo Gustavo, que dispõe sobre o apoio financeiro da União aos Estados, ao Distrito Federal e executado pelo município de Poço Redondo -SE, para garantir ações do setor cultural em virtude da pandemia do Covid-19. 

Fotografia:  Lúcio Costa


Documentário VOZES DO LAJEIRO, projeto aprovado na Lei Paulo Gustavo na cidade da Pedra - Pernambuco. 

Traz um pouco da história de vida de Paulo Ferraz e seu amigo poeta Ubiratan, com depoimentos, músicas e imagens do cotidiano de um vaqueiro, além de mostrar a beleza natural da Pedra "O Lajeiro".


Canção Urgente 

Autor, Produtor  e intérprete: Zé Vicente 

Gravação: 

*Robertinho do Acordeon - Teclados, Acordeon, coordenação  técnica - mixagem.

*Babi Fonteles - Violão,Tambor Lakota, direção de voz.

Gravação no RMIXstúdio - Fortaleza  -Ce

Capa: 

Foto - Alisson Severino 

Arte final - Thiago Barros 

Video:

Gravação e edição - Alisson Severino e Francimário Magalhães 

Vozes de Crianças brincando na Casa Mãe - Sertão Vivo - Orós Ceará

ESTA OBRA AUDIOVISUAL CONTA COM O APOIO DA LEI PAULO GUSTAVO.

VOZES PROFÉTICAS: Zé Vicente, cantor e poeta cearense, é um nome de destaque no cenário cultural e social do Brasil. Reconhecido como um grande expoente das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), ele dedica sua voz e arte à denúncia profética em prol dos marginalizados, excluídos e, sobretudo, da juventude. 

Guiado pelas práticas libertadoras do Evangelho de Jesus de Nazaré, Zé Vicente sempre esteve imerso na causa do reino e na luta pela promoção da justiça social. Sua música e poesia são veículos de transformação e conscientização, inspirando aqueles que buscam um mundo mais justo e solidário.

Com letras que ecoam a realidade das periferias, das desigualdades e das injustiças, Zé Vicente utiliza sua arte para amplificar as vozes daqueles que muitas vezes são silenciados pela sociedade. Sua obra é um convite à reflexão, à ação e à solidariedade, estimulando a construção de uma sociedade mais justa e fraterna.

Ao longo de sua trajetória, Zé Vicente tornou-se um símbolo de resistência e esperança, inspirando

Projeto traz Cinema na Praça para bairros de S.J.Campos

Sessões são gratuitas sempre ás 19h. Confira a programação!

O projeto Cinema na Praça - Uma Jornada nas Estrelas, aprovado no edital LPG001/FCCR/2023 – Fomento Audiovisual Lei Paulo Gustavo está promovendo a exibição de filmes gratuitos ao ar livre em dez bairros de São José dos Campos.


História de pipoqueiro que viveu 102 anos e trabalhou por sete décadas vira documentário: 'Símbolo vivo da alma da cidade'
Nascido em 17 de agosto de 1917, na cidade de Embú, na Grande São Paulo, Serafim chegou a Itapeva em 1942. Ele começou a trabalhar como pipoqueiro no fim da década de 1940.
Leia mais AQUI



Lelê Teles: O cinema salva. Salve o quilombo Nosso Lar, em Sergipe!.

No final de semana, dias 17, 18 e 19, estivemos no quilombo Nosso Lar, em São Cristóvão, para a gravação do curta-metragem O Cinema Salva, com direção de Marcelo Rodrigo.

A presença da equipe de filmagem agitou a quebrada.

Dezenas de crianças e adolescentes colaram na produção; uma gente curiosa, interessada e interessante.

Sempre fazendo perguntas e demonstrado abertura ao aprendizado.

As senhoras, mais discretas, iam chegando devagarzinho com uma vassoura na mão e daqui a pouco estavam integradas à muvuca.

Abriram a porta de suas casas para a gente, ofereceram acolhimento, água, cafezinho e cederam até o sofá de casa para um cochilo.

Chegávamos no quilombo às seis da manhã e só íamos embora no início da noite.
Leia a continuação do artigo AQUI

O projeto acima está sendo realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo - São Cristóvão (SE).


A "Liga de Galileia” é um documentário curta-metragem que mergulha nos acontecimentos históricos que levaram à fundação da Sociedade Agrícola e Pecuária dos Plantadores de Pernambuco (SAPPP), no Engenho Galileia, em Vitória de Santo Antão, Pernambuco. 
O filme destaca a importância desse movimento social, que foi fundamental na luta pela reforma agrária no Brasil.
 Esse projeto tem incentivo da Lei Federal Paulo Gustavo, através do Ministério da Cultura e Secretaria de Cultura, Turismo e Economia Criativa de Vitória de Santo Antão Ficha Técnica: Roteiro: Zito da Galileia Roteiro Adaptado: Lázaro Santos Direção: Lázaro Santos Fotografia: Victor Nelo Filmagem: Victor Nelo Direção Fotográfica: Victor Nelo Edição: Victor Nelo Técnico de Som: Victor Nelo Produção Executiva: Lázaro Santos Design: Letícia Azevedo Assessoria de Imprensa: Letícia Azevedo Assistente de Produção: Ângelo Amâncio, Letícia Azevedo Trilha Sonora: Pirritança - Rafael Setestrelo Entrevistados: Marcelo Hermínio, Anacleto Julião, Zito da Galileia Vitória de Santo Antão, maio de 2024


Música autoral Márcia Maria de Campos como Perséfone Johnny Martins de Oliveira como Hades Composição da Letra: Márcia Maria de Campos e Adriano Texugo Composição da Música e Produção musical: Eduardo Souza Preparação de canto e Direção vocal: Erika Andrade Intérprete: Márcia Maria de Campos Roteiro e Produção de videoclipe: Lígia Franco e Márcia Maria de Campos Direção e Direção de Arte: Lígia Franco Fotografia: Rodolfo Oliveira Edição, Mixagem de Som e Color Grading: Gabriel Paz Assistente de Produção e Cenário: Elaine Callegari Assistente de Produção: Di Nitchs e José Carlos Martins Assistente de Produção e Iluminação: Matheus Alexandre Dias Produção de objetos de cena: Aurélio Correia e Rosângela Vinhas Tradução para LIBRAS: Eline Péres André Belgara Agradecimentos: Edson Franco de Godoy Carlos Pinheiro.  Esse projeto tem incentivo da Lei Federal Paulo Gustavo, através do Ministério da Cultura e da Secretaria de Cultura da Prefeitura de Mogi Guaçu/SP.



Filme realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo 2023. Apoio: Prefeitura Municipal de Anchieta/ES, Gerência Estratégica de Cultura e Patrimônio Histórico de Anchieta. Realização: Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura, Governo Federal. Direção: Othon Ribeiro Música: Douglas Lopes Trilha sonora e masterização: Igor Comério Entrevistado: Anderson "Dedelso" dos Anjos Barbosa Acessibilidade: ETC Filmes

Tudo Que Você Precisa É Amor... nas Escolas Públicas de Salvador! 📢

Está aberto o Edital para a ocupação do filme "Tudo que Você Precisa é Amor", em 6 escolas públicas e institutos federais da cidade de Salvador e região metropolitana . 

Além das exibições audiovisuais com acessibilidade em LIBRAS, audiodescricao e legenda descritiva, o projeto promoverá rodas de conversas e as oficinas “Riso como Enfrentamento”, para alunas e alunes do ensino médio, e como contrapartida, para a equipe pedagógica das escolas.

As instituições de ensino interessadas em receber as ações devem realizar a inscrição, disponível em www.feliciadecastro.com/amornasescolas  🖥💻📱!

🔴 FELÍCIA DE CASTRO - Em 30 anos de carreira, Felícia de Castro (BA) desenvolve um trabalho como artista cênica, baseada na comicidade, dança, tecnologias ancestrais e ativismo.

Participe, indique, compartilhe! 📲

 Mais informações em @feliciadecastroartist | (71) 98684-5651 Giulia Ventura


Este Curta metragem foi selecionado no edital da Lei Paulo Gustavo da cidade de Ubaitaba-BA.

Cine clube CINECURUBÉ, em comunidade Feliciana, lago do caiambé zona rural, município de Tefé Amazonas














Homenagem aos Mestres: A Tuba de Quinquim

Homenagem aos casal de mestres Vanderlino Gomes da Silva (In memoriam) e Antonia Novais da Silva na 12ª Edição da Feira das Artes de Mucugê realizado em parceria com a Filarmônica 23 de Dezembro através do restauro e do registro na Tuba tocada pelo músico por mais de 60 anos que integrou o grupo músical. A Filarmônica tocou ainda a música Carraspana que era a sua preferida para a emoção de todos presentes nesta edição da Feira de Cultura, Cidadania e Economia Solidária realizada na Rua do Cruzeiro desde 2018. O registro e edição deste minidocumentário foi selecionado no edital municipal da Lei Paulo Gustavo com recursos do Ministério da Cultura.



Oficina gratuita PROJETOS CULTURAIS com MICKAELLY ESS, faz parte da contrapartida de projeto realizado pela LEI PAULO GUSTAVO, do município de RIO BRILHANTE, no MATO GROSSO DO SUL. 

Esse projeto tem o patrocínio do Governo Federal, e realização da Prefeitura Municipal e Fundação de Cultura, Esporte e Lazer de Rio Brilhante (FUNCERB)

Online pelo Google Meet, com carga horária de 3 horas. 

DOCUMENTÁRIO: A morte das Gameleiras. O Cangaço em Serra RedondaPB (Lei Paulo Gustavo)

Produzido por meio da Lei Paulo Gustavo- Edital 001/2023n PM de Serra Redonda-PB



  

O curta-documentário ´´Vestimenta de Caboclo`` fala sobre a valorização da cultura religiosa afro-brasileira e o combate a intolerância religiosa.

ESTE PROJETO/EVENTO TEM O APOIO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA E TURISMO DE LIMOEIRO DO NORTE POR MEIO DO EDITAL CINE CAPRI DE AUDIOVISUAL LIMOEIRENSE COM RECURSOS PROVENIENTES DA LEI FEDERAL COMPLEMENTAR Nº 195 – LEI PAULO GUSTAVO

LEI PAULO GUSTAVO EM CARDEAL: Documentário do Locutor Júlio Tavares


Júlio Cruz Tavares Correia, natural de Cardeal da Silva e é originário de família humilde. Desde adolescente, a locução foi um porto seguro, que ele teve uma identificação e rapidamente adaptou-se aos palcos e microfones. Com uma voz forte e encorpada, destacou-se em apresentações de pequenas festas e logo foi inserido no mundo da propaganda política. Com menos de 18 anos, assumiu em Cardeal da Silva a responsabilidade de comandar a locução de um candidato a prefeito, o que lhe rendeu elogios e destaque profissional. Passados os anos, Julinho, como é popularmente conhecido, foi convidado para idealizar uma rádio comunitária e sua sensibilidade na comunicação fez destacar programas de notícias, entrevistas e entretenimento na programação da local. Atualmente, iniciou um curso de jornalismo e agora protagoniza a realização de campeonatos de futebol com grande maestria e eficiência.

Documentário "Jundiá: Entre tradições e transformações" | Legendado | Lei Paulo Gustavo

O documentário cinematográfico "Jundiá: Entre Tradições e Transformações" mergulha na cidade de Jundiá, localizada no estado do Rio Grande do Norte, Brasil, explorando suas ricas tradições culturais, sua história fascinante e os desafios contemporâneos enfrentados por essa comunidade única.

A iniciativa nasceu da necessidade de preservar e compartilhar o patrimônio cultural da cidade, contando com o apoio dos recursos da Lei Paulo Gustavo nº195/2022.


Documentário_ Cheiro de Terra: Brotos de Vida
“Cheiro de Terra: Brotos de Vida” é um documentário da Cia Koi, que aborda a relação das culturas japonesa e indígena Kaingang com a cidade de Lins e região, como uma forma de enriquecer conhecimentos acerca destes povos que contribuíram na formação da identidade cultural deste território. Através de relatos históricos, vivências e intervenções cênicas, o vídeo sensibiliza para a memória que permeia esta terra, e como isto pode reverberar ao longo do tempo.



"Em Crucilândia, nos anos 80, um grupo de amigos se une para cantar"

A história do coral Contratempo, regido pelo Dr. Joaquim, contada por alguns de seus membros, nos leva a uma viagem no passado da cidade de Crucilândia, quando um grupo de amigos, se divertiam com alternativas de um período sem muitas opções de lazer, uma delas era o canto. Com a chegada do Dr. Joaquim na cidade, médico e também um apaixonado pela música, o que era brincadeira se torna algo sério e o coral se destaca, principalmente em apresentações na igreja matriz. 
A história nos faz refletir sobre o tempo, amizades, conexões e os laços deixados por toda uma vida.

Contratempo, o documentário foi realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura do Governo Federal, apoiado pela Secretaria de Cultura e Prefeitura Municipal de Crucilândia, MG.




Registros da sessão do projeto Cine Cajuí Itinerante, nas comunidades rurais do município de Milagres, no Cariri cearense. Mesmo com a chuva, o pessoal saiu de casa para assistir a um filme produzido no próprio município, por moradores do sítio Cajuí. Cena linda de ver. Viva o Cineclube e o cinema independente.


Rapadura: Raiz da Economia de Água Quente | Documentário Lei Paulo Gustavo


No coração de Érico Cardoso, uma tradição ancestral se mantém viva: a produção de rapadura. Este documentário mergulha nas raízes dessa prática que transcende a mera atividade econômica, sendo uma herança cultural transmitida de geração em geração. Desde os primórdios dos engenhos de madeira à visão revolucionária de Leobino José Rodrigues, testemunhamos a evolução dessa arte, onde a cana-de-açúcar é transformada em rapadura com maestria e tradição. Mais do que um processo de produção, é um legado que une famílias e preserva a identidade de Érico Cardoso, celebrando sua resiliência e tradição.

Este é um documentário proposto por Egnaldo Azevedo da Silva e aprovado para a Lei Paulo Gustavo (Complementar 195, de 2022) - realizada pelo Ministério da Cultura, através do Governo Federal, com apoio da Prefeitura Municipal de Érico Cardoso.


LAVRINHA - RAÍZES DO PASSADO - Documentário curta-metragem (Lei Paulo Gustavo)
"Lavrinha: Raízes do Passado" surge como uma homenagem à comunidade rural de Lavrinha, localizada em Mato Verde/MG, que é amplamente reconhecida como uma das localidades mais antigas e significativas do município. Esta iniciativa cinematográfica busca mergulhar nas profundas e ricas histórias da região, destacando suas tradições, valores e as histórias inspiradoras que moldaram a vida dos habitantes locais ao longo das gerações que passaram pela querida Lavrinha. A ideia para o vídeo clipe foi inspirada nos roteiros turísticos que acontecem na cidade, cujo um dos destinos é a Fazenda Lavrinha. É preciso fortalecer a cultura local e compartilhar a história da Lavrinha com um público mais amplo, com certeza só irá ajudar a nossa cidade que se tornará mais rica do que já é. Através deste curta-metragem, pretendemos capturar a essência e a beleza das vivências passadas e presentes desta comunidade, preservando suas memórias para as futuras gerações e incentivando um maior interesse pelas histórias fascinantes que Lavrinha tem para contar que a partir da implementação do projeto serão imortalizadas.

Projeto realizado através da Lei Paulo Gustavo
Apoio: Prefeitura de Mato Verde e Secretaria Municipal de Educação e Cultura

“Ritmo da Inspiração”: A Jornada de Darliany


Realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo. Lei Complementar n.º 195, de 8 de julho de 2022. Operacionalização: Secretaria de Cultura, Prefeitura Municipal de NOVA OLINDA -PB, 05 de Janeiro de 2024. . Produzido por @erickmedeeiros .




São Gonçalo do Sapucaí - MG / Uma Jornada pela História e Cultura (Documentário Lei Paulo Gustavo)




(LEI PAULO GUSTAVO) CURTA METRAGEM DO PROJETO, QUEBRADEIRAS DE LICURI DE SERROLÂNDIA 



Este documentário tem como objetivo resgatar, valorizar e preservar as memórias e o patrimônio imaterial da comunidade oiteiro redondo, zona rural de Fátima-BA. Este projeto foi aprovado na Lei Paulo Gustavo do município de Fátima-BA, e conta com o apoio financeiro da Secretaria Municipal de Esporte, Cultura e Lazer, com recurso destinado ao Ministério da Cultura e Governo Federal através da Lei complementar n° 195/2022 . Equipe técnica: Coordenação: Valéria Souza de Abreu Produção Cultural: José Vilmário de Santana Sousa Direção e filmagens: L&L Studio Edição Profissional: Leandro Santos Acessibilidade Comunicacional: Dr. Nilton Alex Fernandes





MEU RIO, MEU LAR - FILME CURTA-METRAGEM - REALIZADO COM A LEI PAULO GUSTAVO


Documentário Valadares na Pele é obra em quatro mulheres negras, narram suas vivências e a sua relação com a cidade de Governador Valadares. Este documentário foi totalmente gravado com telefone celular e editado com APPs de edição de vídeos gratuitos.
MÚSICA Autora: Afropecado Beat: Nabuco no beat Mix e Master: Studio MLBP FICHA TÉCNICA - Videoclipe ROTEIRO Afropecado e Raone Calixto DIREÇÃO Raone Calixto DIREÇÃO ARTÍSTICA Afropecado FILMAGEM Ricardo Nery EDIÇÃO DE VÍDEO Raone Calixto ASS. DIREÇÃO Ricardo Nery, Maria Tavares e Rick Trindade COBERTURA FOTOGRÁFICA Maria Tavares MAKING OF Rick Trindade ARTE DE CAPA Vittu e Iran Britto FIGURINISTA Afropecado CROCHETEIRA Raquel Silva MAQUIAGEM Maísa Rebouças TRANCISTA Ana Cristina Souza TÉCNICO DE SOM Ellian Maciel Ribeiro FIGURAÇÃO Maciel Arcanjo Ribeiro EQUIPE DE APOIO Ricardo Joseph Hugo Xoroque Juscely Magalhães PARTICIPAÇÃO ESPECIAL Geralda Conceição Cruz (Mãezinha) PARTICIPAÇÃO ESPECIAL Nélia Conceição Evangelista (Dona Nélia) Esse projeto foi realizado através da Lei Complementar N° 195, de 8 de Julho de 2022 do Ministério da Cultura (Lei Paulo Gustavo), Chamada Pública 017/2023 (Secretaria de Cultura de Itacaré-BA).





Luz do Luar
Protagonista enfrenta dicotomia emocional, após recente rompimento de relacionamento, prepara-se para gravar projeto cinematográfico" Projeto realizado pela Lei Paulo Gustavo Edital contemplado no município de Pedralva brunoferreira.audiovisual@gmail.com @brunoferreira_audiovisual

DOCUMENTÁRIO Conversa de Calçada - 
Lei Paulo Gustavo MARANGUAPE- CE




Tremedal - Lei Paulo Gustavo_ Documentário Harmonias do Sertão . Luan _ produções @lacasadoaudio


Licuri - O menino, a mãe e a folha O filme conta a história de Licuri, uma criança do sertão da Bahia. Sua mãe, uma mulher do campo, produtora era artesanal de farinha de tapioca, feirante e benzedeira. Na ambientação da feira livre, Licuri é sequestrado, revelando o drama de muitas crianças brasileiras. Sua mãe começa uma labuta em busca do filho, peregrinando entre a delegacia, o terreiro e a rádio, importantes instituições do interior do país. A morte ronda a vida da mãe e do filho, mas o poder das folhas muda o boato da história. O filme é inspirado no “cinema mudo” e no melodrama clássico. Licuri - O menino, a mãe e a folha é resultado do Edital de Chamamento Público Nº 013/2023, Audiovisual - Categoria Curta Metragem, Lei Paulo Gustavo/2023, Secretaria Municipal de Cultura - SECULT, Prefeitura Municipal de Senhor do Bonfim - Bahia, Brasil . 


O CURTA-METRAGEM ZÉ CAZUZA E TERESINHA CONTA A HISTÓRIA DE UM CASAL DE TRABALHADORES QUE ASSIM COMO TODO CIDADÃO SONHA EM TER MELHOR QUALIDADE DE VIDA. PARA ISSO ELES TRABALHAM INCANSAVELMENTE, ENFRENTANDO AS ADVERSIDADES COM MUITO HUMOR E GRATIDÃO, O QUE OS TORNAM MAIS FORTES PARA CONSTRUIR CADA DEGRAU ATÉ CHEGAR AOS SEUS OBJETIVOS. PROJETO DO CURTA METRAGEM APROVADO PELA DA LEI PAULO GUSTAVO DO MUNICÍPIO DE VALENÇA DO PIAUÍ-PI, O CURTA METRAGEM ZÉ CAZUZA E TEREZINHA TEM COMO IDEALIZADORES O CASAL TORRES, CÍCERO E MARÍLIA, O PRODUTOR DE AUDIO VISUAL WEVERSON MIRANDA, DIRETOR DO FILME E ATOR MARCOS ROBERTO, ROTEIRISTA JOSIMAR CASTRO, PARTICIPAÇÃO DE EUDEAN ALVES, COMPOSITORA IOLANDA RÊIS E DOMER, INTERPRETE VAVÁ RIBEIRO, INTERPRETE DE LIBRAS IANÁRIA SOARES.



Projeto Nossa Indentidade o Fruto da Resistência, que fez parte da Lei Paulo Gustavo, conta a história de Erasmo Vieira que se dedica a mais de 22 anos em prol da Cultura Popular em Jucati - PE

O curta-metragem “Terreiro da Diversidade” aborda a relação entre as transgeneridades e as religiões de matriz afrobrasileira. Um filme de Mãe Gleice de Oxumarê.
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Curta-metragem de Francisca Gleiciane Vieira de Matos proponente do Projeto Terreiro da Diversidade – Termo de execução nº 51/2024 aprovado na Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar nº 195, de 08 de julho de 2022), contemplado pelo edital nº 003/2023 do Edital de seleção de projetos da Secretaria de Cultura de Pacatuba (Ceará). 




Projeto de Documentário - Lei Paulo Gustavo Proponente: Hiago Gonçalves de Aguiar Documentário: "Machacalis e sua originalidade" Apoio Institucional: Governo Federal Prefeitura Municipal de Machacalis-MG Secretaria Municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo Apoio e Produção Cultural: Associação Cultural Jovens Cênicos Machacalis e sua Originalidade é um documentário fascinante que mergulha na rica tapeçaria cultural da cidade de Machacalis, localizada em Minas Gerais. Por meio de relatos autênticos e imagens cativantes, o filme revela como tradições, costumes e histórias únicas que moldam a identidade desta comunidade vibrante. A produção é uma iniciativa do proponente Hiago Gonçalves de Aguiar, viabilizada pela Lei Paulo Gustavo, e conta com o apoio essencial do Governo Federal, da Prefeitura Municipal de Machacalis e da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo. Com o apoio da Associação Cultural Jovens Cênicos, o documentário destaca a importância da preservação cultural e celebra a originalidade de Machacalis, convidando os espectadores a se encantarem com suas peculiaridades e diversidade.


PROJETO CONTEMPLADO NO EDITAL PAULO GUSTAVO PELO GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS - CATEGORIA VÍDEOS ARTES EXPERIMENTAIS (2023)




O Município de Paraty, por meio da Secretaria de Cultura e Conselho Municipal de Políticas Culturais de Paraty, com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, em conformidade com as diretrizes da Lei Paulo Gustavo, apresentam: 
Sinopse: Após um dia cansativo brincando com as crianças, Truma, que tem uma visão sensível do mundo, folheia um livro sobre o folclore de Paraty. Em seus pensamentos, decide embarcar em uma jornada. Ele se encontra em um cenário mágico, iniciando uma busca de autodescoberta pelas trilhas da vida, "Procurando alguém". Embora não saiba exatamente quem procura, no caminho cruza com figuras folclóricas enigmáticas. Cada encontro revela novas facetas do mundo e de si mesmo, em uma jornada lúdica e transformadora. Fantasia e realidade se entrelaçam, criando uma experiência encantadora e imersiva.


O NORDESTINO CARIOCA: VIDA E OBRA DE CHICO SALLES | DOCUMENTÁRIO | LEI PAULO GUSTAVO.
Este documentário reúne depoimentos de pessoas que fizeram parte da vida e carreira de Chico Salles. Nascido no município de São Francisco, depois Distrito de Sousa, o paraibano radicou-se no Rio de Janeiro. Na cidade maravilhosa constituiu sua família e desenvolveu diversos trabalhos como cordelista, compositor e sambista, sem perder as suas referências nordestinas. O nordestino carioca, como se intitulava era um amante da arte e da literatura e sempre fez questão de unir a cultura nordestina com a boemia carioca. Este trabalho é produzido pela Lei Federal Paulo Gustavo, através da Prefeitura Municipal de São Francisco-PB. Direção: Reynaldo Martins


Documentário Saberes do Axé: Fé e Tradição na Lagoa da Boa Vista Seabra - BA
Documentário produzido pelo grupo cultural e religioso Ilê Axé Ogunjá e Oxum Opará, do município de Seabra - BA através da lei de incentivo a cultura Paulo Gustavo.


DOCUMENTÁRIO ALCYVANDO LUZ: O TROPICALISMO TEM UM PÉ EM BARREIRAS
O documentário ALCYVANDO LUZ: O TROPICALISMO TEM UM PÉ EM BARREIRAS conta, através de depoimentos de familiares e amigos, um pouco da história do genial músico barreirense gravado por tantos nomes importantes da MPB e que merecia uma estátua na praça pelo importância da sua obra. O documentário foi idealizado e escrito pelo jornalista Roberto de Sena e teve a direção de Son Araújo, fotografia de Otonriki Castro e produção de Gabriel Sena. Foi classificado em primeiro lugar na Lei Paulo Gustavo de Incentivo a Cultura, organizado pela prefeitura de Barreiras, através da secretaria de Cultura, na pessoa de Emília Moreno, com recursos do Governo Federal.




Antigamente Tudo era Diferente - Libras e Legenda em português

Antigamente Tudo Era Diferente é um curta-metragem documental que transporta o espectador para o recôncavo baiano, mais especificamente para São Gonçalo dos Campos, cidade rica em histórias e tradições. A produção é inteiramente rodada na própria cidade e conta com a participação de artistas, técnicos, diretores e produtores nascidos e/ou radicados na região, trazendo uma visão autêntica e verdadeira da cultura local.
O filme acompanha o mestre griô Antônio de Abécio, uma figura central na preservação da memória da cidade, que compartilha suas lembranças e casos sobre a fundação, as origens e as festas populares de São Gonçalo dos Campos. Com o auxílio de dramaturgia, passagens pitorescas como as lendas sobre o santo São Gonçalo e a fonte da Gameleira, a festa da Lavagem, a tradição das rezadeiras e parteiras são recriadas, revivendo momentos mágicos e únicos que marcam a história do lugar.
Além de resgatar as tradições e a convivência harmônica entre as manifestações religiosas da cidade, Antigamente Tudo Era Diferente celebra a diversidade cultural do povo sangonçalense e a importância da preservação da memória oral e das raízes históricas.
Este projeto tem a particularidade de ser uma produção de artistas e profissionais locais, com total apoio financeiro pela Lei Paulo Gustavo, garantindo uma obra genuinamente representativa da cidade e da região. A obra não só resgata o passado, mas também fortalece a cultura local ao empoderar aqueles que vivem e respiram essa história todos os dias.

OLHO DE PILÃO | Um documentário sobre a comunidade afrobrasileira de Nepomucen


A Letra da Vida (2024)


Benza (2024) - Um documentário sobre benzedeiras de Extrema-MG





Produção Audiovisual - Lei Paulo Gustavo - Anemoia por Yan Bodevan - Cultura de Goioerê

Luana Flores feat. Juliana Linhares - ALUMEIA (videoclipe oficial)


Além do Concreto | Documentário sobre Resistência e Mestres da Cultura Popular


Passarim - Fernanda Luz


Em 2024 coloquei o meu principal projeto de ensino do som em séries ou filmes de longa, para funcionar. A Paulo Gustavo aprovou o Ouvindo Cinema, projeto que tem como objetivo  revelar às crianças o universo do som no audiovisual! Vejam  nesses vídeos o sucesso atingido com o projeto.
Beto Strada







Além Da Pele - Curta Metragem - LEI PAULO GUSTAVO

JAPUÍRA: O RETORNO DOS RIKBAKTSA À TERRA ANCESTRAL - EPISÓDIO III: LUTA RIKBAKTSA NA CAPITAL
O terceiro episódio da série conta a trajetória dos Rikbaktsa ao reivindicar a
demarcação em Brasília, após os acontecimentos do episódio anterior, quando sofreram emboscada e quase foram dizimados.

A série "Japuíra: o retorno dos Rikbaktsa à Terra Ancestral" foi produzida com recursos da Lei Paulo Gustavo captados através do Edital de Chamamento Público 001/2023 da Prefeitura Municipal de Juína.

Um musical que tem como protagonista Chiquinha Gonzaga, uma pianista, que tenta fazer com que o afinador de piano Antônio enxergue Itararé, fazendo com que ele veja o lado bom das coisas.



Margarida Bela Flor


Frutos da Terra - Pé de quê? Clipe oficial#Lei Paulo Gustavo



HISTÓRIAS E MEMÓRIAS DA TERRA CONSTRUINDO NOVOS HORIZONTES
Documentário fala sobre a cultura do Assentamento Novo Horizonte Apoiado pela lei Paulo Gustavo em edital da Secretaria de Cultura e Turismo de Tururu

 Documentário Tecendo Vivências na Vila Irmã Dulce/Teresina-PI 

EDITAL LEI PAULO GUSTAVO - LPG 01/2023 – TORQUATO NETO
APOIO DIRETO A PROJETOS DE FOMENTO DE AÇÕES CULTURAIS DO AUDIOVISUAL – EXCETO SALAS DE CINEMA. Inciso III do art. 6º da LPG: apoio à realização de ação de 
Formação Audiovisual ou de Apoio a Cineclubes. Tecendo Escritas e Imprimindo a Identidade de um Povo no Audiovisual. Capacitação em Desenvolvimento de Roteiro e Adaptação para o Audiovisual. NORMA SOELY GUIMARÃES ROCHA. TERMO DE EXECUÇÃO - Nº 123/2024, Proc. admin. nº 00022.002231/2023-02.

Realização do projeto: NSG PRODUÇÕES e Governo Federal – Lei Paulo Gustavo, através do MINC apoiado pelo Governo do Estado através da SECULT/PI.

Apoios: 
Governo do Estado: SECULT/PI, PREX/UESPI, SASC/PIAUÍ, SERES/PI, CCOM/PI, Defensoria Pública do Piauí DPE/PI.
Municipal: Escola Municipal Dom Helder Câmara – diretora Socorro Pires
Mídias: TV Antares e TV Cidade Verde.
Apoio privado: Água Viena
Comunidades: Associação Quilombola de Artur Passos/Jerumenha-PI, Associação de Capoeira de Quilombo do Saco Curtume/São João - PI e Associação Movimento Mais Amor/Vila Irmã Dulce – Teresina/PI.

Foram realizadas três Oficinas de Capacitação em Desenvolvimento de Roteiro e Adaptação para o Audiovisual, executadas conforme o planejamento, de forma completa, pois, não basta chegar em uma comunidade sem acesso a capacitações e ensinar a fazer apenas um roteiro, ou seja, deixar a comunidade com um papel na mão, sem capacitá-la para se apropriar dos meios de produção do audiovisual completos. Por isto, foi importante fazer a capacitação com teoria e prática dos processos de pré-produção, produção e pós-produção finalizando com o documentário de cada comunidade tendo, inclusive, boa parte dos participantes atuando como personagens.

Os objetivos e metas foram cumpridos com maestria e o resultado final foi além do esperado e dos recursos captados. Foram criados os roteiros e produzidos três documentários de média metragem, que foram exibidos para as comunidades, que participaram das oficinas. 

As oficinas foram realizadas considerando as peculiaridades de cada comunidade: 1 – Quilombo Artur Passos/Jerumenha-PI - está vivenciando um momento desafiador de tentativas de descaracterização por outros interesses, mas o documentário traz a força da comunidade, que se reconhece como ribeirinha, tradicional e quilombola. 2 - Quilombo Saco Curtume - São João do Piauí/PI - traz a força da Capoeira de Quilombo, que transforma a vida das crianças e jovens da comunidade e 3 – a Vila Irmã Dulce – Teresina/PI, a segunda maior ocupação da América Latina, que tem as mulheres como protagonistas. 

Os principais resultados gerados e benefícios alcançados foram: o envolvimento de toda a comunidade no processo, que envolveu inicialmente suas lideranças; a aprendizagem por meio da metodologia de Paulo Freire, de forma dialógica, mesclando teoria e prática; a criação de 3 documentários com o tempo de média metragem (mais de 40min), quando a proposta inicial era de fazer 3 curtas metragens de até 10min; a visibilidade das 3 comunidades para o mundo após a divulgação em mostras e nas redes sociais. 

Foi importante fazer, além da Oficina de Capacitação em Roteiros, a capacitação das três comunidades no fazer audiovisual, tornando mais simples e possível, esse processo criativo. A exibição dos documentários foi realizada no final de cada oficina para as comunidades, proporcionando o envolvimento de todos em momentos de muita alegria e visibilidade dos saberes dessas comunidades. Ninguém será mais o mesmo após a conclusão do projeto, pois houve um impacto positivo incrível!


Batidas Ancestrais Tambor de de Crioula em São José de Ribamar



Êxodo Urbano - FILME COMPLETO - Legendado - Projeto realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo


documentário "Teófilo Otoni: Mais Cheio de Histórias que Uma Roda de Conversa".



DOC - O São João do Ceará - Tradição, Patrimônio e Diversidade Cultural
O São João do Ceará como você nunca viu!

Tradição, memória e diversidade em um espetáculo que movimenta o coração do nosso estado. 

Este projeto é apoiado pela Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, com recursos da Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar n. 195/2022)






DOCUMENTÁRIO DO PROJETO CANTANDO MARABAIXO NAS ESCOLAS - PARTE 01


Documentário - O HOMEM QUE ERA LUZ (Dirigido por IAGOFILMES)
“O Homem Que Era Luz” é um documentário de 23 minutos sobre Alfredo da Luz, criador do primeiro trio elétrico de Irará (BA), o “Irajá”. Com base em depoimentos e memórias pouco documentadas, o filme resgata sua trajetória pioneira e mostra como sua ligação com a música e o trabalho moldou a identidade cultural da cidade.

Este projeto foi contemplado pelos editais da Lei Paulo Gustavo Irará-BA e tem apoio financeiro da Prefeitura Municipal de Irará, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), com recursos direcionados pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. A Lei Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para viabilizar ações emergenciais de apoio ao setor cultural, em cumprimento à Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.


Documentário "O Canto da Coruja" | Lei Paulo Gustavo Municipal




1º Bienal de Literatura de Aracaju derrapa na compreensão do conceito "liberdade de expressão".

 Uma publicação que confirmava a presença do ex-policial rodoviário federal Paulo Rodolpho, envolvido no caso Genivaldo, foi veiculada no perfil oficial da 1° Bienal do livro e cultural de Aracaju, que acontece nos dias 17 e 18 de maio. Após a repercussão do caso, o post foi excluído.

Segundo o advogado Rawlinson Ferraz, responsável pela defesa de Paulo, apesar da publicação inferir a participação do ex-policial, ele não estaria presente no evento, uma vez que está privado de liberdade.



leiturasdanath no instagram
 
"Olha, vou falar aqui uma vez que vocês não respondem DM: a verdade é que essa nota aí fala nada com nada. Foge e muito da responsabilidade humana e social, fazendo parecer que o erro de critério é um erro apenas técnico. Faz parecer que o erro está no fato de que houve uma confusão pelo fato do autor não comparecer e sim a mulher, quando vocês deveriam reconhecer que o problema reside em deixar passar na seleção um livro socialmente dúbio cuja autoria remete a uma pessoa envolvida no assassinato bárbaro, com requintes de crueldade, de um homem negro e esquizofrênico. Assumam o erro como seres humanos, reconhecendo onde verdadeiramente está toda a questão e talvez - talvez - o transcorrer dessa bienal ainda tenha algum futuro sem termos que lembrar a todo momento que sua primeira edição foi maculada por um fato como esse."

leiturasdanath no instagram

"eu sou a favor de critério sociais, leitura sensível e avaliação de todo o contexto de uma obra e seu autor antes de permitir que ela tenha um espaço em uma Bienal, onde o simples fato de aparecer, pode incomodar familiares da vítima de um crime bárbaro, indo contra toda uma luta social de um movimento, quando esse espaço poderia ser muito melhor empregado a um outro autor ou autora que tenha uma obra com zero envolvimento com um crime racial que chocou uma nação. Em qualquer seleção com o mínimo de critério social e humano, esse livro e seu autor não passariam. "

Para entender porque a organização da bienal errou, leia mais e assista a live abaixo, em especial a primeira parte.



Já o primeiro I Festival Literário Internacional de Petrópolis – Flipetrópolis, traz uma entrevista com Jamil Chade em  outra direção....Combate a tortura nos porões da ditadura militar...







domingo, 5 de maio de 2024

Depois do ato de protesto da sociedade civil contra a demolição do prédio A. Fonseca, antes casa de Manoel Bomfim, como prosseguir a luta em favor da memória e da revitalização do centro histórico de Aracaju?

Acima, antes de 05 de maio de 2024. Abaixo, depois.. Foto: acima Rás de Sá, abaixo Jéssika Lima

 https://www.instagram.com/reel/C6lxZIxurQH/?igsh=aXB4Y3hoenQzZTA0

Patrimônio Histórico de Aracaju vilipendiado!

Neste sábado, 04 de maio, por volta das 12h fomos informados extraoficialmente sobre a decisão judicial pela demolição parcial do prédio A Fonseca, edificação comercial do século XX, componente do patrimônio histórico sergipano, mais precisamente “protegida” pela lei do Plano Diretor de Aracaju (42/00) em seu anexo XI como sendo “Declarada de Interesse Cultural”.

Enquanto conselho, buscamos alternativas jurídicas sem êxito por conta da tempestividade do ato, ocorrido na manhã de hoje e porque não éramos parte do processo. O ponto positivo foi a união com diversas outras entidades na tentativa de barrar tal demolição e salvar a fachada do prédio, já que existem outras formas de preservação da construção que podem ser substituídas pela demolição, além da inegável necessidade da segurança para a população que transita por ali.

Infelizmente a demolição parcial ocorreu, a defesa civil fez o trabalho dela de forma técnica mas também nos ouviu e o prédio não foi completamente demolido.

Agora iremos acompanhar os próximos passos dessa situação e, dentro de nossas possibilidades, buscaremos meios para que situações tristes como essa não voltem a acontecer, que degradam o nosso patrimônio arquitetônico sergipano, ou pelo menos o que ainda nos resta!


#LIvesAC2024 - A primeira live do ciclo "Arte contra a ditadura militar e pela democracia em Sergipe" está sendo um sucesso em visualizações. A segunda será em 25 de maio, sábado, às 19horas

 


Agradecemos a Deus em primeiro lugar, ao aceite do convite por parte de Luiz Eduardo Oliva, a equipe técnica, Raoni Smith e Maxivel Ferreira, assim como o engajamento de dezenas de pessoas que compartilharam e/ou assistiram ao vivo e depois..

A próxima será com o ator e técnico/gestor cultural, Isaac Eneas Galvão, com a temática "teatro sergipano nos tempos da  redemocratização, anos finais da década de 1970 e década de 1980".

Nessa segunda edição contamos com a mesma energia positiva e o engajamento de quem se identifica com a temática. Como sugestão,  deixamos o convite para que a próxima live seja assistida em clima de mesa de bar ou conversa na varanda, mesmo que não estejamos fisicamente próximos,   para isso preparemos em nossas casas -  cerveja gelada, vinho, sucos e outros tipos de bebidas, ao gosto de cada um,  além de petiscos.

Também estamos a disposição para quem quiser e puder continuar a conversa acerca da live presencialmente,  o que pode ser em nossa casa ou em outro local, neste caso é só entrar em contato pelo whatasap para podermos combinar. 

Isaac Galvão sobre o Festival de Artes de São Cristóvão



DÉCADAS DOURADAS DAS ARTES E DA CULTURA SERGIPANA

13/09/2023 /  Por Eugênio Nascimento

ELITO VASCONCELOS – Jornalista, advogado e fazedor de poesia.

A década dos anos 80 até meados dos anos 90, o movimento artístico e cultural em Sergipe, nas suas mais variadas formas de expressão (teatro, cinema, dança, artes plásticas, coros, poesia, etc.) foi, sem dúvidas, efervescente. 

A Universidade Federal de Sergipe (UFS) teve uma grande participação nessa efervescência cultural, com ações impulsionadoras que envolviam professores, estudantes e admiradores das artes e da cultura. Para tanto, possuía Pró-Reitoria e outros órgãos internos ligados diretamente à cultura, que proporcionavam e propagavam ações culturais.

Podemos citar o Centro de Cultura e Arte (CULTART), que atuava como uma trincheira e palco para o desenvolvimento de várias ações culturais. A sede do CULTART, localizada no prédio da antiga faculdade de Direito, na avenida Ivo do Prado, transformou-se na “casa dos artistas”. Prova disso é que os porões do prédio histórico foram destinados para abrigar os grupos teatrais, de dança e folclóricos, onde eram guardados seus adereços e materiais, além, é claro, de servir como local de ensaios.

Vale ressaltar que, à época, a grande maioria daqueles que se envolviam nos movimentos culturais, especialmente, no teatro, dança, poesia, etc. e tal, era a estudantada da UFS, principalmente dos cursos da área de ciências humanas (licenciamento em letras, história, geografia; pedagogia, etc.).

Dos grupos de teatro amador existentes e deveras atuantes à época, destacavam-se o grupo “Opinião”, “Imbuaça” (teatro de rua), “Mamulengo do Cheiroso” (teatro de bonecos), “Raízes” e “Experimental da UFS”; tendo como personagens centrais ou que lideravam, “as irmãs Sandes”  (Walmir e Walkyria Sandes); Lindolfo Amaral, Mariano (in memorian), Pierri, Valdice Teles( in memorian), Isabel Santos: Augusto Barreto, Aglaé D’Avila Fones de Alencar; Jorge Lins; Tadeu Machado, Lânia Conde Duarte, Amilton Andrade, Benedito Letrado, Isaac Galvão; professor, ator e diretor João Costa (in memorian) , jornalista, autor, escritor, diretor e ator Vieira Neto,  e tantos outros não tão menos importantes.  

A área do teatro estava tão organizada que até mesmo uma entidade representativa atuava intensamente. Trata-se da Federação de Teatro Amador do Estado de Sergipe. Por lá passaram como Presidentes, os atores Lindolfo Amaral, Isaac Enéas Galvão, Luiz Carlos Dussantus e Virgínia Lúcia.

Além de congregar e defender os interesses dos grupos e dos artistas, a federação promovia cursos, seminários e, anualmente, os encontros regionais de teatro amador de Sergipe, em Aracaju e nos municípios sergipanos. Lembro-me que participei de alguns desses encontros, realizados em Aracaju e no município de Santo Amaro das Brotas.

Após longos e intensos ensaios, os grupos de teatro produziam belas peças teatrais, que ao longo do ano eram encenadas em Aracaju, no interior e em outros Estados da federação, inclusive, participando de festivais regionais e nacionais.

Algumas peças teatrais que chamaram a atenção do público à época – “Brefaias”, “A Cara do Povo Como ela é”, “Transe”, “O Macaco e a Velha”, “Voomitos Coloridos e tantas outras. Mesmo com poucos espaços culturais para apresentação, isso não impedia que o movimento cultural efervescente dos anos 80 e 90 em Sergipe mostrasse a sua cara. Tínhamos apenas em funcionamento o Auditório/teatro “Lourival Baptista”, no bairro Siqueira Campos e o “Atheneu”, no bairro São José, além do auditório/teatro no CULTART, no prédio da antiga faculdade de Direito, na avenida Ivo do Prado.

Mesmo com toda essa precariedade de espaços culturais, quase que mensalmente tínhamos apresentações de produções teatrais locais.

Na música vivemos e apreciamos bons momentos, com a explosão da música essencialmente sergipana, realização de festivais e apresentações nos poucos espaços culturais que tínhamos à época, superados pelos bares e restaurantes bem freqüentados pelos estudantes, artistas, intelectuais, jornalistas, ativistas políticos e culturais e outros bichos mais, a exemplo do bar “Gosto Gostoso”, no bairro Grageru. O fuzuê mesmo era às quartas-feiras, quando o bar se estendia até a rua, com mesinhas espalhadas e interrompendo o trânsito. Não dava para quem queria.

Por lá, tive a oportunidade de presenciar, além de figuras tresloucadas, debochadas, revolucionários, falsos burgueses, até o ex-vice-Reitor da UFS, professor José Paulino, Renato Brandão- ex-deputado estadual e ex-prefeito de Propriá, Marcelo Déda – ex-governador ( freqüentadores assíduos),   o ex-deputado federal José Dirceu e o atual Presidente Lula.

O Gosto Gostoso “era o bar da guerrilha citadina nos anos 80”, como dizia o jornalista e poeta Amaral Cavalcante.

O “Lavocar” era outro bar dos encontros e desencontros, localizado na avenida Hermes Fontes com a  av. Nova Saneamento. Este, na verdade era um posto de lavagem de veículos. Durante o dia funcionava como posto de lavagem; e a partir dos finais de tarde um movimentado bar, com música ao vivo.

Nesses dois bares a música ao vivo era a tônica. Por lá encontrávamos com Chico Queiroga, Cataluzes, Ismar Barreto (in memorian), Cláudio Miguel, Joseane de Josa, Sena & Sergival, Tonho Baixinho ou Tom Robson, como queira chamá-lo; forrozeiros, declamadores de poesia.

Não podemos esquecer de outro espaço cultural surgido naquelas décadas áureas. O “Circo Amora & Amores” idealizado e posto em funcionamento pelo jornalista, ator, produtor, diretor e ativista cultural Jorge Lins, tinha como local a brisa mar das areias da praia da Coroa do Meio.

O circo, sempre lotado, principalmente nos finais de semana,  servia como palco para apresentações artísticas ( teatro, música, saraus de poesia, dança, etc….). Por lá passaram vários artistas locais e nacionais – Chico Queiroga, Clemilda, Alceu Valença, Dominguinhos, Cataluzes e outros.

O movimento cultural vivenciado nos anos 80/90 em Aracaju, também fervilhava com as artes plásticas. A falta de espaços, tal qual sofria os grupos teatrais, não intimidava os artistas plásticos e produtores.                       À época, como até hoje, praticamente tínhamos apenas três galerias de arte: Galeria Municipal “Álvaro Santos”, localizada na praça “Olímpio Campos”; “J. Inácio” – na biblioteca pública estadual “Epifânio Dórea” e “Florival Santos” – no Centro de Cultura e Arte (CULTART), da UFS, localizada no prédio da antiga faculdade de Direito, na avenida Ivo do Prado.

Mesmo assim, mensalmente eram realizadas exposições de artes plásticos com novos e famosos artistas plásticos sergipanos, além de saraus poéticos, lançamentos literários, sempre regados a fartos coquetéis, no dia da abertura.  Mesmo com a falta de recursos financeiros, os diretores das galerias, principalmente da Álvaro Santos, buscavam apoios culturais, junto aos empresários locais, que patrocinavam os fartos coquetéis.

Vale ressaltar as exposições coletivas de artes plásticas realizadas sempre nos finais de ano, que reuniam obras de artistas plásticos sergipanos vivos e já falecidos. Hoje deparamo-nos com espaços vazios, mórbidos e sem criatividade.

 Mas, não pára por aí. As artes literárias também eram intensamente movimentadas. Na efervescência da cultura, os autores sergipanos produziam e lançavam livros de poesias e poemas, contos,  etc.

E foi justamente na década dos anos 80 que surgiu a COOPOESIA. Idealizada pelo poeta potiguar, à época residente em Aracaju, Jaécio de Oliveira Carlos. A COOPOESIA  reunia poetas famosos e iniciantes, a exemplo de Carlos Ayres de Britto, Jeová Santana, Iara Vieira, Maruze Reis, Ancelmo Oliveira, Vera Vilar, Antônio Santos Souza Neto, Lizaldo Vieira, Joval Santos, Carlos Magno, este escriba e tantos outros.

Os integrantes da COOPOESIA reuniam-se informalmente aos sábados em locais variados, geralmente bares e restaurantes e, entre uns goles e outros de cervejas, debates sobre poesias e poetas, além, é claro, de produção literária ao punho em guardanapos.

A COOPOESIA chegou a produzir e lançar duas ou três edições do APERITIVO POÉTICO. Coletânea de poemas e poesias dos seus integrantes, colaboradores e convidados.

Na dança, anualmente, sempre no mês de dezembro, a estonteante professora e bailarina Lú Spinelli (Studium Danças) produzia um grande espetáculo, com a apresentação no teatro Atheneu, de um resumo de suas aulas e peças realizadas durante o ano, com a participação de seus alunos e alunas e bailarinos profissionais.

A tradicional música de coros também era uma tônica nas décadas dos anos 80 e 90. Anualmente a Universidade Federal de Sergipe realizava o Festival de Coros, com a participação de corais de Sergipe e de vários Estados brasileiros. De Sergipe, destacavam-se os corais da UFS, UNIT, do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, dentre outros.

Pois bem! Com todas as dificuldades da época, falta de espaços e recursos financeiros, os anos dourados das décadas 80 e 90 em Sergipe permitia-se afirmar, como dizia o saudoso jornalista e colunista social João de Barros, que, “Brilhar era o axial”.

Fonte: Blog Primeira Mão de Eugênio Nascimento

Madonna arrasa no Rio e deixa fortes marcas em Sergipe.

 ANÁLISE | Se Madonna não tivesse subido ao palco gigante montado na praia de Copacabana, neste sábado (4), só sua presença no Brasil, e a iminência do show, já teriam sido suficientes para chacoalhar o país. 📲 Leia mais na #Folha: https://mla.bs/cd9f0963



MADONNA NÃO RECEBEU DINHEIRO DO GOVERNO FEDERAL!   
Não caiam nessa mentira! O Show da Madonna não recebeu dinheiro do Governo Federal, o show teve patrocínio do Itaú e da Heineken, além do apoio do Governo do RJ e da Prefeitura do RJ. Não espalhem fake news!




Secretário desmente ida de Janja a show da Madonna no Rio: "está em Brasília"

Márcio Tavares, do Ministério da Cultura, destacou que a presença de Janja no RJ nesta sexta-feira se deu pois ela "participa ativamente da construção das ações de cultura do G-20"



sábado, 2 de setembro de 2023

 Este semana tive vontade de ouvir Live To Tell, uma canção bela e melancólica ao mesmo tempo, como tantas canções de ritmos e origens diversas, inclusive da nossa querida música brasileira.

A vontade em ouvir esta semana eu não sei o motivo, faz tempo que não a ouço, mas sei que os primeiros acordes do arranjo de Live To Tell me remete ao primeiro momento do grupo de dança Reculturarte, inicio dos anos 1990, sob a batuta do professor Henrique e da professora Adriana, em especial desta,  que ficou mais tempo dando aulas e montando coreografias para e com o grupo...

Com o lançamento dos editais da Lei Paulo Gustavo esperamos mais uma vez contar com o auxilio desta lei de fomento, assim como se sucedeu com o edital da Lei Aldir Blanc 1 na pandemia, o que tornou possivel a publicação do primeiro volume.

E se não foi possível fazer o lançamento do primeiro volume com pompa e majestade, por causa da pandemia da COVID, a qual quase me levou para o outro plano, assim também como por causa das limitações do orçamento, esperamos no caso do lançamento deste segundo volume fazer uma festa regada a boa comida, a boa bebida e a boa música, incluindo algumas de Madonna, como esta que estamos trazendo aqui em destaque, assim como canções do Olodum, Marisa Monte, Ilê Ayê, do álbum Saltimbancos Trapalhões e outras, cuja lista faremos com a memória das ex-professoras e ex- integrantes do grupo de dança Reculturarte.

E se foi um tempo bom, confesso que vivi, mas também às vezes com cada tipo de situação de sufoco e perrengue... 

E para saber como foi, não deixem de adquirir  o segundo volume, quando estiver disponível. Possivelmente ainda este ano, se tudo correr dentro das expectativas...

Leia mais e assista/ouça no link abaixo:

https://acaoculturalse.blogspot.com/2023/09/a-lembranca-de-live-to-tell-de-madonna.html


Madonna em Sergipe foi um travesti retratado no filme  'Madonna e a Cidade Paraíso'

O curta metragem sergipano retrata a vida da irreverente e conhecida travesti Madonna, que vivia no centro de Aracaju. No filme, Madonna e Val vivenciam as expectativas em torno do Pré-Caju, festa que antecede o carnaval na cidade Paraíso. Entre a agitação e a violência da cidade nesta época, Madonna acaba sendo vítima do preconceito de um grupo de homens. A obra provoca reflexões acerca do alto índice de violência contra homossexuais e travestis.

'Madonna e a Cidade Paraíso' já foi exibido em diversos festivais, a exemplo do Festival Curta o Gênero (Brazil 2015), Visões Periféricas (Rio de Janeiro), Fincortex 2015 (Colômbia), Freedon Film Festival 2015 (Los Angeles - EUA), 15º Blackbird Film Festival ? (Cortland, New York) e no 15 Festival Ibero Americano de Cinema , sendo premiado nas categorias: Melhor Curta Sergipano Juri Oficial | Melhor Curta Sergipano Juri Popular | Melhor Curta Sergipano Direção | Melhor Curta Sergipano Direção de Fotografia | Melhor Trailler Juri Oficial.


página do filme no facebook. AQUI


08/05/2018 19h59

Pianista sergipano toca com Madonna

João Ventura faz doutorado de música em Lisboa.

Na noite desta segunda-feira (7), o pianista sergipano João Ventura tocou para a cantora Madonna no Baile de Gala do Metropolitan Museu, em Nova York, nos Estados Unidos.

Leia/assista mais: https://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/pianista-sergipano-toca-com-madonna.ghtml

SHOW HISTÓRICO

A cantora que é considerada a rainha do pop fez a homenagem durante a execução da música "Live To Tell", presente no terceiro álbum de sua carreira intitulado "True Blue" de 1986, ano em que a doença vitimou várias pessoas e personalidades. Durante a música, a artista ícone cultural do século XX se emocionou. Click no link para ler a matéria completa:

https://www.instagram.com/p/C6ksxRJsmZb/?igsh=MTdtYWhpNjZ5N3h1Yg==


CELEBRATION TOUR

Erika Hilton, Marielle, Marina Silva e Chico Mendes são homenageados por Madonna

Em show apoteótico que atraiu mais de 1,6 milhão de pessoas no Rio, cantora não mediu esforços ao fazer tributo a grandes nomes

Leia matéria completa AQUI 



"MADONNA É UMA PUTA!
Puta e indecente, disse meu pai, ao ver o comercial que anunciava seu show a ser exibido na band, talvez o ano fosse 97, eu tinha 10 anos. Obviamente, eu assisti escondido aquele show. E não era só Puta, era isso e muito mais.
Vi uma mulher que desejava! Era ela dona, meretriz, chefe, sensível, forte - literalmente forte-, feroz, volátil, sexual, puta e desejante. Chamá-la de puta era a resposta de seu próprio comando. Quão poderoso era isso! 
Cresci ouvindo sobre ela, e sobre Adriane galisteu com Sena, Xuxa com Pelé, Elza Soares com Garrincha, todas mulheres ruins, putas, indecentes e interesseiras. O que me causou fascínio instantâneo por escutá-las, “lê-las”, ouvi-las, percebê-las sob outra perspectiva. 
Nem Evas, nem Marias. Nem Santas, putas, boas ou más, sobretudo mulheres desejantes. 
Como mulher é odiada! As desejantes em potencial reforço. 
A mulher nao pode desejar. O desejo parte do homem, elas esperam, e agradecem se são. 
A primeira a desejar, na literatura bíblica, foi Eva. E por Deus, como essa mulher errou feio, não?! 
Isso porque objeto não deseja, ele é desejado, ele serve, ele tá lá pra ser acessado e descartado. Ele obedece e sempre diz sim. O desejo delas é visto como uma ameaça à quem tem poder sobre elas. 
Madonna nunca esteve nesse lugar. Ela é quem deseja. 
O desejo foi tomado do outro, para ela. Ela se concretizou não na limitação do ser desejada, mas naquela que deseja. O foco muda da órbita para si, para o corpo de um outro, homem ou não, mas não antes de partir de si mesma. Isso foi, é e sempre será chocante.  Mordeu a maçã porque quis, a serpente foi ela mesma, glória à deusa. 
Adiantou Madonna a grande revolução, sendo a pedra fundamental de um movimento que é imparável. Mulheres desejam! 
Tomou dos homens, tomou da igreja, tomou do meu pai. 
Em Madonna a mulher desejante pôde tudo. Dizer sim, dizer Não. Engravidar, abortar, casar, descasar, nunca casar, amar, desamar, construir uma carreira, ir ou ficar. 
Madonna  está para as mulheres e os homens gays, como Alexandre O grande está para a civilização moderna. Se fez maldição, deu voz, luz e palco. Eu me sinto honrado em ser seu contemporâneo."
Douglas Amorim - Um psicólogo em Cuiabá

Chico Alencar 

O grande momento do show da Madonna foi quando ela dividiu a cena com a Pablo Vitar e uma bateria de escola de samba com integrantes de várias baterias-mirins do Rio. Nos telões, homenagens a brasileiros e brasileiras que fazem parte da nossa história, como Marielle, Cazuza, Paulo Freire, Betinho, Raoni, Gilberto Gil, Abdias do Nascimento, Bruno Pereira, Fernanda Montenegro, entre outros.



Madonna, a discografia: g1 coloca todos os 14 álbuns da diva na ordem (do pior ao melhor)

VÍDEO mostra mini críticas dos discos da rainha do pop, que canta neste sábado (4), na Praia de Copacabana, no Rio. Lista tem 'Like a Prayer', 'Music', 'Like a Virgin' e 'Ray of Light'.







sábado, 4 de maio de 2024

Delírios Utópicos: A Genealogia dos Pontos de Cultura na gestão Gilberto Gil no MinC (2003 a 2008)

Na aurora do séc. 21 d.C., o Brasil raiava no cenário global como um farol, iluminando caminhos para a transformação: “o outro mundo possível” do Fórum Social Mundial (inaugurado em PoA em Junho de 2001), a eleição de Lula para a presidência da República (em 2002) e a nomeação do artista tropicalista Gilberto Gil como Ministro da Cultura (leia seu discurso de posse) davam o tom a uma proposta de renovação radical da cultura brasileira.

“A multiplicidade cultural brasileira é um fato. Paradoxalmente, a nossa unidade de cultura unidade básica, abrangente e profunda também. Em verdade, podemos mesmo dizer que a diversidade interna é, hoje, um dos nossos traços identitários mais nítidos. É o que faz com que um habitante da favela carioca, vinculado ao samba e à macumba, e um caboclo amazônico, cultivando carimbós e encantados, sintam-se e, de fato, sejam igualmente brasileiros. Como bem disse Agostinho da Silva, o Brasil não é o país do isto ou aquilo, mas o país do isto e aquilo. Somos um povo mestiço que vem criando, ao longo dos séculos, uma cultura essencialmente sincrética. Uma cultura diversificada, plural, mas que é como um verbo conjugado por pessoas diversas, em tempos e modos distintos. Porque, ao mesmo tempo, essa cultura é una: cultura tropical sincrética tecida ao abrigo e à luz da língua portuguesa.” (GIL, 2003)

A diversidade pulsava como valor privilegiado das políticas públicas culturais. Navegando contra a standardização imposta pela indústria cultural para consumo das massas, a proposta da Cultura Viva nascia com a diversidade como seu estandarte. Em uma teia hiperconectada, na era da digitalização, a Cultura era convocada a tornar-se uma força concreta para a expansão da participação social nos assuntos que nos interessam em comum. Pulsando no epicentro destes delírios utópicos estavam os Pontos de Cultura.

A utopia foi sintetizada por Célio Turino em seu livro sobre os Pontos de Cultura: “O Brasil de baixo para cima”.  Empoderar na base, des-silenciar os brasileiros costumeiramente silenciados, potencializar a participação social da população usualmente marginalizada – eis alguns dos objetivos dos Pontos. Longe de apenas objeto ou vítima das políticas públicas, longe também de estarem simplesmente abandonadas pelo Estado e entregues ao próprio azar, cada célula do grande organismo de nossa população era convocada a se assumir enquanto cidadão e agente cultural. 

Aquela “cultura do silenciamento” e aquela “inexperiência democrática” criticadas por Paulo Freire, e que a Pedagogia do Oprimido nasceu para remediar, estavam com os dias contados: os Pontos de Cultura seriam um espaço para que nascessem os cidadãos empoderados de sua própria expressão e munidos com as ferramentas para que entrassem de cabeça no século XXI.

Como disse o jornalista Julian Dibbell em matéria da revista Wired, uma das mais importantes publicações do mundo sobre tecnologias, o Brasil era identificado mundo afora como “nação open source”. Um país futurível, navegando rumo ao futuro com a ousadia dos que estão abertos a todos os experimentos e renovações.

Trocando em miúdos, nascia uma cultura viva que queria insuflar a chama do ativismo cidadão – para evitar a proliferação, como diz Turino inspirado em Milton Santos, de “deficientes cívicos”, o que ocorre sempre que há a “dissociação entre cultura e educação” (seminário Inteligência.com, Célio Turino e Viviane Mosé, SESI – Assista na íntegra).  

Na sua gênese, o Ponto de Cultura é pensado em analogia com práticas e saberes ancestrais: Gil, como veremos, os pensava a partir de um horizonte orientalizante e que ia buscar inspiração na acupuntura (o do-in antropológico), mas Turino gosta de falar que a noção remete a Arquimedes de Siracusa, 287 a.C. – 212 a.C.) (o Sr. “eureka!”) quando disse – “me dê um ponto de apoio e uma alavanca que levantarei o mundo.” 

Continue a ler em..... 

 https://acasadevidro.com/pontos-de-cultura/