sexta-feira, 5 de junho de 2009

Entrevista com José de Oliveira Santos

Em abril recebi uma consulta por e-mail da parte de Carolina Fakouri aluna do quarto ano de jornalismo da Universidade Anhembi Morumbi (São Paulo) que estava realizando juntamente com mais três colegas, uma reportagem sobre ações de cunho social voltadas à disseminação da cultura para jovens carentes.

A descoberta do nosso trabalho se deu por meio de pesquisas nesse sentido, através da internet.

Aí está o resultado:
http://sonsdacidadania.blogspot.com/2009_04_01_archive.html



José de Oliveira Santos é professor de História e Educador Popular. Em entrevista concedida ao nosso grupo, falou sobre questões que permeiam o trabalho com crianças e jovens carentes, fez uma análise dos atuais programas nesse sentido e traçou perspectivas para o trabalho de inclusão desse público, que constitui, literalmente, o futuro da nação. O professor acredita nas atividades culturais como sendo um dos melhores mecanismos para o cultivo de valores como amizade, cooperação, respeito, tolerância, entre outros, fatores ligados diretamente à construção da cidadania; e quando questionado sobre o maior desafio na vida de um profissional que trabalha com crianças e jovens carentes,é enfático: “é a falta de entendimento por parte da maioria dos adultos, em especial daqueles que detém maior poder político e/ou econômico, a respeito da necessidade de se criar mais condições e oportunidades para que as crianças, adolescentes e jovens brinquem, experimentem as diversas linguagens artísticas, façam festa, enfim, celebrem a vida!” E é exatamente isso que o professor José tem feito há vinte anos: celebrado a vida, com todo o encanto que esse tipo de iniciativa tem a proporcionar.

Confira abaixo a entrevista na íntegra com o professor José de Oliveira Santos*:

Qual foi a motivação que o levou a trabalhar com projetos beneficientes?
Vivi a minha adolescência no Rio de Janeiro, de 1969 a 1982, e quando pensava sobre o meu projeto de vida, uma das questões fundamentais a que me propus em certo momento foi me somar a pessoas e instituições que estivessem lutando para construir um mundo mais justo. Esta definição foi muito importante para mim, porque no período da adolescência somos convidados a aderir a todo tipo de grupo e para não ficarmos perdidos, confusos ou por terminar sendo envolvido em situações difíceis, faz-se necessário descobrirmos um norte. Nas décadas de 70 e 80, parcela expressiva da igreja católica no Brasil estava comprometida em palavras e com ações na luta pela democracia e direitos humanos e isso me ajudou bastante em termos da vivência prática e teórica, participando de grupos de jovens e mantendo contatos com algumas comunidades eclesiais de base em São João de Meriti (inicialmente ligadas a Diocese de Nova Iguaçu e posteriormente sob a jurisdição da Diocese de Duque de Caxias).

A construção da cidadania está intimamente ligada à cultura de modo geral. Fale um pouco sobre essa relação.

Falando em termos da construção de uma cultura de paz, a qual está bastante próxima dos ideais que norteiam aqueles que lutam pela construção da cidadania, está claro que todos querem cultivar valores como amizade, cooperação, disciplina, respeito, criatividade, tolerância, alegria e etc. Por esses motivos, a prática de atividades artísticas/culturais, conforme alguns estudos e pesquisas tem demonstrado, é um dos melhores mecanismos para o cultivo dos valores pelos quais tanto ansiamos e que caso continuem neste decadência que aí está, serão motivo de muito mais infelicidade e sofrimento para toda a sociedade.



Estamos falando de inclusão através da cultura. O senhor poderia nos falar um pouco sobre o Projeto Reculturarte? Quais atividades eram desenvolvidas e para que público?
No ano de 1983, então com 18 anos de idade, recém chegado a Aracaju, ajudei a organizar a Associação dos Moradores e Amigos do Bairro América e com poucos recursos assumi a tarefa de agrupar adolescentes e jovens em torno do teatro. Depois de alguns anos com apoios pontuais da prefeitura, passamos a contar com oficinas de capoeira, artesanato, dança e projeção de filmes. Vale ressaltar a permanência da capoeira que foi o grupo cultural que permaneceu em atividade constante durante mais de dez anos.Com o acúmulo da experiência e a partir da consolidação da parceria com professores e estudantes da Universidade Federal de Sergipe, foi elaborado no ano de 1990 o projeto Reculturarte, que consistiu na organização de oficinas culturais permanentes de teatro, dança, capoeira, música, além do reforço escolar e da escolinha de futebol.Também tivemos momentos especiais de formação, envolvendo dezenas de adolescentes e os jovens educadores em “retiros” nos dias de feriados prolongados em escolas, sítios de amigos e/ou espaços ligados a Igreja Católica. Outro momento bastante especial era a realização do festival anual, onde se apresentava o resultado dos trabalhos das oficinas e alguns artistas e grupos culturais convidados. O projeto Reculturarte existiu até o ano de 1998 e contou com o financiamento das agências de cooperação internacional - Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE) e Visão Mundial, esporadicamente contou com a ajuda do Unicef/Criança Esperança e Assembléia Legislativa.



Qual o significado da realização de um projeto cultural em um país que de certa forma monopoliza apenas um certo tipo de segmento de cultura na mídia, a cultura do espetáculo?"
O significado da realização dos projetos culturais é combater a tentativa de empobrecimento ético e estético que a industria cultural nos impõe". Pelo fato de visar tão somente o lucro imediato, aqueles que investem nas redes de televisão, rádio, artistas e bandas estão muito pouco preocupados com o cultivo dos valores humanos que citei anteriormente e acabam sendo co-responsáveis da violência que impera em nossa sociedade. Embora isso não seja tão evidente para a maioria das pessoas.

Qual é o maior retorno que uma pessoa pode ter ao trabalhar com este tipo de projeto?
Em termos de retorno pessoal e imediato, eu garanto que o tédio, a solidão e até mesmo depressão estarão bem distantes de q
uem trabalha com este tipo de atividade.

Na sua opinião, o que falta em termos de legislação que poderia aproximar os investidores, a cultura e o público final, neste caso as crianças e jovens carentes?
Em termos de legislação o país está evoluindo, como o município de São Paulo que criou a lei municipal que instituiu o Programa VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) cujo objetivo é apoiar com um pequeno subsidio financeiro, atividades culturais de grupos juvenis que atuam na periferia. Outra ação que merece os mais altos elogios são os CEUs (Centros Educacionais Unificados), com esta proposta, São Paulo pode redimir as experiências frustradas de Anisio Teixeira (Escolas Parque) e Darcy Ribeiro (CIEPS),pois com certeza se estas duas propostas de educação integral tivessem continuado o Brasil estaria com índices de miséria e criminalidade bastante reduzidos. Os CEUs são tão importantes para quem quer educação, arte e esporte caminhando de mãos dadas, que foram prioridade nos contatos e visitas que realizei por ocasião das duas últimas viagens que fiz a São Paulo, em julho de 2004 para participar do Fórum Cultural Mundial e em janeiro de 2009 para participar do curso Arte e Educação Popular. Também deve merecer atenção especial o Programa Multicultural da Prefeitura do Recife, infelizmente pouco divulgado e estudado e que valoriza a informação, a formação e a profissionalização da cultura como construção da cidadania. Outro programa bastante importante é o Escola da Familia, o qual aqui em Sergipe recebe o nome de Abrindo Espaços e em outros estados Escolas da Paz. No âmbito federal temos o Programa Cultura Viva-Pontos de Cultura que repassa um subsidio financeiro substancial e com destinação preferencial para projetos culturais que envolvam crianças, adolescentes e jovens da periferia e cidades do interior. Para garantir que o Programa Cultura Viva não sofra descontinuidade e/ou descaracterização, por causa de mudança de governo, está se propondo que os objetivos programáticos e os recursos financeiros sejam garantidos através de lei federal. "O que é preciso garantir além de se tornarem políticas públicas de estado, para não dependerem apenas do interesse e boa vontade do partido que estiver no governo, é o aumento dos recursos financeiros destinados a estes programas e a ampliação do controle social e da transparência no repasse e na utilização deste recursos".

Quais ferramentas o senhor utiliza para manter as crianças estimuladas a buscar cultura mesmo quando estão longe da Instituição beneficiente? Existe algum programa de aconselhamento aos pais?

Distante das atividades cotidianas do projeto, a nossa expectativa é que a criança, o adolescente e o jovem possam escolher outras opções do que aquelas que são determinadas pelos mass media e que acabam por se constituir na “preferência” da maioria dos familiares e amigos.
Já conversamos com alguns adolescentes sobre esse assunto e sabemos que não é fácil, na maioria das vezes a família possui só uma televisão, principal instrumento de acesso a cultura por parte de parcela expressiva da sociedade, e em especial no horário noturno é mais difícil assistir outro canal diferente que não sejam aqueles que tem nas novelas o carro-chefe da programação.
Por outro lado, quem não possui antena parabólica, mesmo a que permite acesso gratuito a canais abertos, está com um campo de opções bastante limitado, entretanto a internet e os aparelhos reprodutores de músicas (MP... IPod e etc.) oferecem perespectivas mais animadoras para o futuro.
Quanto ao trabalho de aconselhamento as famílias o assunto está detalhado na resposta abaixo.

Por falar em família, de maneira geral qual a postura dos familiares dessas crianças e jovens?
Em relação ao trabalho com os pais, no Projeto Reculturarte mantínhamos reuniões bimestrais com uma parte deles. Infelizmente a maioria não participava destas reuniões, mesmo que buscássemos realizá-las com atividades lúdicas e com audiovisual. Os temas das reuniões eram sobre o desempenho dos filhos em termos de crescimento e limites e, em alguns momentos, convidamos profissionais ligados as areas da psicologia, religião, direito e medicina.
Alguns pais, em número bem mais reduzido, assistiam aos ensaios e treinos e participavam das viagens para os retiros e para apresentações. Em alguns momentos foram realizadas cursos de alimentação e medicina alternativa com as mães/pais e passeios recreativos, estas três últimas atividades contaram com uma frequência maior. Havia também festas juninas e de Natal e que contavam com a presença de uma parte das famílias.

O senhor já esteve envolvido com ONGs. Como é desenvolver um trabalho que não conta com subsídios públicos?
O trabalho com ONGs é difícil e requer muita paciência, perseverança e estudo. Uma das estratégias que recomendo para quem quer trilhar por este caminho é estar bem atento em “casar” o seu gosto pessoal com as necessidades das pessoas com as quais você pretende trabalhar. Por exemplo, se você gosta de arte e cultura, como é o meu caso, e entende que isto é necessário para melhorar as pessoas e o mundo, é fundamental que você se aproxime de pessoas e grupos que compartilhem desta opinião e que já estejam realizando algo neste sentido. Mesmo que o trabalho esteja sendo feito no campo individual, por exemplo, mesmo que seja um grupo de estudantes universitários do curso de comunicação ou do curso de artes ou que estejam participando de oficinas ou cursos de curta ou média duração em artes ou comunicação e que nunca tenham ido para o campo.
É necessário também leituras, seminários e oficinas ligados a assunto de legislação e gestão do terceiro setor e é recomendável se juntar a ONGs e/ou pessoas que já tem ou tiveram experiência em atividades de voluntariado e/ou ativismo social ou cultural para aprender com gente experiente como se deve atuar e ás vezes até mesmo como não se deve.
"Importante é não esperar,estar pronto para iniciar o trabalho com o grupo ou comunidade, porque muita coisa é aprendida no dia-a-dia mesmo e o que importa inicialmente, no caso do exemplo de quem deseja trabalhar com ação cultural, é perceber se arte e cultura são elementos que mobilizam quereres, saberes e fazeres de um certo grupo de pessoas marginalizadas. Caso seja possível a realização do casamento, então mãos a obra!"

O que o senhor diria no sentido de tentar conscientizar as pessoas da importância de desenvolver trabalhos em prol da comunidade carente?
Quem dera pudesse todo homem e (todas as mulheres) compreender oh! Mãe, Quem dera! Que o mundo precisa de gente que sejam as mãos, os pés, os olhos e o coração feminino de Deus que sofre por causa de tanto egoísmo, cobiça e ódio, fonte de tanta dor e sofrimento e que poderá tornar irreversível a existência das obra de arte de Deus - a terra, o ser humano e as outras espécies com as quais compartilhamos o planeta.
Que entendamos, o começo da solução está em nós e o começo passa pelo nosso coração, mas para isso necessitamos ser alimentados e produzirmos obras de arte que nos transmitam este amor maternal de Deus e o desejo dele de recriarmos o paraíso agora e refazermos o mundo como um jardim de mil delicias.
Quem dera pudesse todo homem e (todas as mulheres) compreender oh! Mãe, Quem dera!
Que para vermos Deus face a face a solução está em nos tornarmos cada vez mais humanos, porque foi a lição mais importante que seu filho Jesus nos legou, quando afirmou que ao dar de comer e de beber a quem tem fome é a Jesus Cristo que estamos saciando. Quando cuidarmos dos doentes e das crianças e dele que estamos cuidando. Quando visitarmos os presos é a Jesus Cristo que estamos visitando.
Que mais homens e mulheres possam encontrar Deus através do serviço do atendimento das necessidades humanas de todas as criaturas, como fez Jesus Cristo ao operar milagres, considerando que as carências humanas não são apenas de ordem material e aqueles que tem mais tempo, bens materiais, conhecimento ás vezes precisam de afeto, carinho, atenção e estas necessidades são satisfeitas ao abrirem mão de uma parte do seu tempo, dos seus bens materiais e dos seus conhecimentos.
Um dia vivi a ilusão que o mito do progresso material, ás vezes manipulando o nome de Deus, tudo me daria. Também vivi a ilusão que somente a explicação racional e cientifica do mundo é suficiente para dar conta de tantos segredos e mistérios escondidos dentro do meu ser e no universo.
O Deus que habita em mim, cumprimenta o Deus que está em você, não importa em qual nome você o cultua, não importa nem mesmo se você tem fé, se demonstrares em ações o seu amor pela humanidade, pelos seres vivos e pelo planeta, Deus habita em você e eu os reconheço através de suas atitudes “humanas”, para mim e para Deus é o que faz sentido.

Ao escrever este texto lembrei-me das seguintes obras de arte: Guernica de Picasso, Super-Homem de Gilberto Gil, Sol de Primavera de Beto Guedes, Canção Rosa de Hiroshima de Vinicius de Moraes, Cantico dos Cânticos e Evangelhos

quinta-feira, 19 de março de 2009

PROJETO DE DANÇAS CIRCULARES É PREMIADO PELO MINC

"Prêmio Cultura e Saúde do Ministério da Cultura em parceria com o Ministério da Saúde (Mais Cultura, Mais Saúde) no âmbito do Programa Nacional de Cultura, Educação e Saúde – Cultura Viva".

o formato do projeto que foi apresentado como candidato a esta premiação o " Roda de Cura" é aberto sem uma convocatória dirigida a um local ou grupo específico. Mulheres de diferentes origens e locais participam dos encontros. Como a atividade foi contemplada nesta premiação ela se ampliará a divulgação para os centros de saúde do Distrito Federal onde haja atendimento de mulheres no climatério.

Para as regiões do DF onde se concentram comunidades de menor poder aquisitivo se deixará com a responsável pelo programa da mulher. Para as unidades básicas de saúde que tiverem número atividades de grupo com mulheres na fase do climatério se poderá oferecer a atividade da Roda no próprio local. Durante o período possível de utilização do recurso referente à premiação a Roda de Cura será oferecida gratuitamente a estas mulheres.

A oficina Rodas de Cura: o círculo das 13 Mães dos Clãs é uma vivência que se propõe trilhar um caminho de autotransformação pelas Danças Circulares Sagradas. Essa oficina é dirigida em especial às mulheres e se baseia nos arquétipos ancestrais femininos resgatados pela escritora norte-americana Jamie Sams, no seu livro sobre a lenda e os ensinamentos das 13 Mães dos Clãs Originais.

O fio condutor da oficina é a tradição nativa norte-americana e as Danças Circulares são o instrumento principal de conexão das participantes com os ensinamentos das 13 Mães. Cada uma delas reflete um aspecto da sabedoria feminina e juntas formam o Círculo de Mulheres Sábias, cuja missão é trazer o equilíbrio perdido de volta à humanidade e ao planeta Terra.

Além das Danças Circulares Sagradas, histórias, cantos, visualização criativa, oráculos e diferentes atividades (como desenho, bordado e escrita) nos conduzirão pelos caminhos trilhados por essas mulheres arquetípicas, para que vivenciemos seus desafios e conquistas, seus aprendizados e ritos de passagem de profunda transformação. A partir de janeiro de 2008 os encontros passaram a ter como tema "As 13 qualidades das mulheres sábias", baseado no livro de Jean Shinoda Bolen.

Cerca de 30 mulheres participam mensalmente desde janeiro de 2006. As rodas são abertas a mulheres de todas as idades, no entanto, pela natureza do convite, a participação se concentra em mulheres com mais de 30 anos.

o Grupo Rodas da Lua Difusão de Danças Circulares ganhou o prêmio por ter apresentado o projeto Rodas de Cura , criado e realizado por Elizabetta Recine, Marilda Donatelli e Rita Almeida.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

CURSO A DISTÂNCIA - Para Educadores Populares e Ativistas Sociais e Culturais

CURSO A DISTÂNCIA - Para Educadores Populares e Ativistas Sociais e Culturais

Coordenadora: Neusa Tetzner
E-mail: c.distancia@cesep.org.br
Tel: (55-11) 3105-1680
Fax: (55-11) 3241-1169
Vagas: 30
www.cesep.org.br

Em 2005, o CESEP abriu nova modalidade de participação em cursos de educação popular. São os Cursos a Distância¸ via on-line, realizados em parceria com a Coordenação Central de Educação a Distância da PUC do Rio de Janeiro (CCEAD/PUC-RJ).
Atualmente estão disponíveis os seguintes cursos:

1. AGUA E CIDADANIA
2. ECOLOGIA: CUIDAR DA VIDA E DA INTEGRIDADE DA CRIAÇÃO
3. JUVENTUDE: OUTRO MUNDO POSSÍVEL
4. ARTE E EDUCAÇÃO POPULAR Os cursos On-Line têm como destinatários/as pessoas que atuam nas comunidades, pastorais, movimentos populares, área social, cultural, educacional e política, que desejam continuar sua capacitação, fortalecendo seu compromisso com a educação popular, o movimento ecumênico e a partilha organizada. Os cursos On-Line colocam à disposição dos seus participantes textos e materiais trabalhados nos últimos Cursos de Verão presenciais promovidos pelo CESEP.Os cursos visam atender, sobretudo, pessoas que por razões específicas não podem se afastar da família e do local de trabalho por período prolongado ou que encontram dificuldades para custear despesas com deslocamento e estadia.

O VALOR DOS CURSOS À DISTÂNCIA É DE R$100 , PODENDO SER PARCELADOS EM DUAS VEZES.
Atenção para o calendário de 2009:Arte e Educação Popular - 16/02 a 13/04 - COMEÇA HOJE!
Juventude - 16/03 a 08/06
Ecologia - 15/04 a 08/07
Água e Cidadania - 10/06 a 02/09
Arte e Educação Popular - 10/07 a 04/09
Juventude - 07/09 a 30/11

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

II Conferencia Nacional de Cultura

Amigos (as) da Cultura

Em 2009 desejamos, saúde, paz e prosperidade. Aproveitamos para lembrar que neste ano, faremos a II Conferencia Nacional de Cultura e contamos com o apoio e participação de todos (as) para a construção das políticas públicas do setor.

Descrição do tema: Em 2009, o MinC promoverá a II Conferência Nacional de Cultura, com objetivo de desenvolver políticas públicas de cultura e promover a participação social. A II CNC terá como tema central “Cultura, cidade e desenvolvimento local” abordando o papel do Estado e da sociedade na construção da cidadania, no desenvolvimento das cidades, na produção simbólica, na economia da cultura e na consolidação do Sistema Nacional de Cultura.

Indicativo de datas:

Até 30 de agosto de 2009 – Conferências Municipais de Cultura

Até 4 de outubro de 2009 – Conferências Estaduais de Cultura

1ª semana de Dezembro de 2009 – Conferência Nacional de Cultura

A proposta de tema, a forma de escolha dos delegados que representarão os estados e municípios na II CNC, os eixos e as datas deverão ser apresentadados e aprovadados na primeira reunião anual do Conselho Nacional de Políticas Culturais, prevista para acontecer em março de 2009, em Brasília.


Desde já agradeço pela cooperação.



Att,





Fred Maia

Gerente de Articulação Nacional

Secretaria de Articulação Institucional

Ministério da Cultura

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

ARTIGOS E ENSAIOS SOBRE DANÇAS CIRCULARES

TRÊS ARTIGOS E UM ENSAIO SOBRE DANÇAS CIRCULARES

Leia mais:
http://www.overmundo.com.br/overblog/a-danca-da-vida-2-movimento-1

http://www.overmundo.com.br/overblog/a-danca-da-vida

http://www.overmundo.com.br/overblog/bailando-com-as-estrelas

http://acaoculturalse.blogspot.com/2008/03/danas-circulares-uma-proposta-cultural.html

Olá, amigos!
Espero que tenham aproveitado bem as festas/férias!


Há alguns dias, recebemos uma mensagem de Álvaro propondo uma nova Oficina de Danças Circulares-- As Mais Belas Danças de Roda-- para ainda este semestre. E como ele deverá viajar para Portugal em meados de abril, seria interessante (e até mais viável) que o evento fosse realizado no primeiro fim de semana daquele mês (04 e 05/04/2009).

Gostaríamos, por isso, de lançar essa proposta ao grupo, e que recebêssemos uma resposta confirmando ou não a possibilidade de sua participação e apoio ao evento. Afinal, nada poderíamos realizar sem a valiosa presença de cada um de vocês, que já participaram dos nossos encontros anteriores, como também daqueles que desejam conhecer as Danças Circulares e experimentar essa tão bela e benéfica atividade.

Portanto, para que tenhamos real êxito nessa Oficina, pedimos, por favor, que:

1- Respondam o quanto antes a esse chamado (se possível, com suas idéias e sugestões);
2- Convidem a outros que possam manifestar interesse em participar (seria interessante que cada um de nós conseguíssemos pelo menos mais um participante);

Só com uma resposta em tempo hábil poderemos nos organizar e realizar o evento de forma satisfatória!

Contamos com vocês!

Um grande e saudoso abraço.

P.S.: O valor do investimento permanecerá o mesmo da última Oficina (R$ 50), seguindo-se aqueles critérios. Para tanto, precisamos de um número satisfatório de participantes (como o da última Oficina)!

Contatos:
8815-1116-- Maxivel
8822-5963 -- Zezito




"Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo."-- José Saramago


"Consulte não a seus medos mas a suas esperanças e sonhos.
Pense não sobre suas frustrações, mas sobre seu potencial
não usado. Preocupe-se não com o que você tentou e falhou,
mas com aquilo que ainda é possível a você fazer."--
Papa João XXIII