Pedrada (Chico César)
Cães danados do fascismo
Babam e arreganham os dentes
Sai do ovo a serpente
Fruto podre do cinismo
Para oprimir as gentes
Nos manter no escravismo
Pra nos empurrar no abismo
E nos triturar com os dentes
Ê república de parentes pode crer
Na nova Babilônia eu e você
Somos só carne humana pra moer
E o amor não é pra nós
Mas nós temos a pedrada pra jogar
A bola incendiária está no ar
Fogo nos fascistas
Fogo, Jah
Ê república de parentes pode crer
Na nova Babilônia eu e você
Somos só carne humana pra moer
E o amor não é pra nós
Mas nós temos a pedrada pra jogar
A bola incendiária está no ar
Fogo nos fascistas
Fogo, Jah
Cães danados do fascismo
Babam e arreganham os dentes
Sai do ovo a serpente
Fruto podre do cinismo
Para oprimir as gentes
Nos manter no escravismo
Pra nos empurrar no abismo
E nos triturar com os dentes
Ê república de parentes pode crer
Na nova Babilônia eu e você
Somos só carne humana pra moer
E o amor não é pra nós
Mas nós temos a pedrada pra jogar
A bola incendiária está no ar
Fogo nos fascistas
Fogo, Jah
Ê república de parentes pode crer
Na nova Babilônia eu e você
Somos só carne humana pra moer
E o amor não é pra nós
Mas nós temos a pedrada pra jogar
A bola incendiária está no ar
Fogo nos fascistas
Fogo, Jah, queima, queima (fogo, fogo)
Uh uh uh (fogo, fogo)
Queima, queima
Todo homem que oprimi o outro homem
Por ganância, por dinheiro
Faz da nossa revolta teu incêndio
Cada um de nós com uma fagulha senhor
E queima a Babilônia
Fogo, Jah, fogo, Jah
Mas nós temos a pedrada pra jogar
A bola incendiária está no ar
Fogo nos fascistas
Fogo, Jah
LIVRO DE DANIEL: PEDRADA ANTICAPITALISTA – do CEBI-MG, set./2026

Ê, República de parentes pode crer
na nova Babiblônia eu e você
Somos só carne humana para moer…
E o amor não é para nós!
Mas, nós temos a pedrada para jogar,
a bola incendiária está no ar:
fogo nos racistas!
Chico César, Pedrada
Obs.: Segue, abaixo, em pdf, a íntegra do LIVRO DE DANIEL: PEDRADA ANTICAPITALISTA, do CEBI-MG, Set./2026.
Pode baixar gratuitamente, ler e compartilhar. Oxalá a leitura atenta nos inspire nas lutas necessárias pelo que é justo, bom e belo.
Livro de Daniel em PDF Pedrada anticapitalista Texto-base do CEBI-MG 2026
https://cebimg.org.br/2026/09/21/livro-de-daniel-pedrada-anticapitalista-do-cebi-mg-set-2026/
Vento Bom
O Vento da Democracia (Vento Bom) conta com a participação de 37 artistas, como Zeca Pagodinho, Seu Jorge, Daniela Mercury, Chico César, Maria Gadú, Zélia Duncan, Simone e muitos outros. Clipe da canção conta com imagens de Bob Wolfenson e produção do Coletivo Bijari
Por SOM.VC - 16 de setembro de 2026 11:23
S.O.M - Sistema Operacional da Música – acelera oportunidades na cena independente.
Desde os tempos antigos até os dias de hoje, a busca por liberdade e justiça tem sido marcada por grandes desafios. A luta pela democracia ressoa profundamente ao redor do mundo. A música popular brasileira segue pródiga em canções que falam das demandas e inconformidades da sociedade brasileira.
No dia 18 de setembro (sexta-feira), Carlos Rennó, Ivan Lins e Eduardo Krieger foi lançada a canção inédita “O Vento da Democracia (Vento Bom)”, um projeto que visa a ser uma contribuição artística da música brasileira para a democracia. De autoria de Rennó (letra, projeto e direção artística), Ivan e Krieger (música), com produção musical de Domenico Lancellotti, direção de produção de César Lacerda e produção executiva da Circus Produções, o single é uma carta aberta à igualdade.
A música conta com a participação de 37 artistas, entre eles Zeca Pagodinho, Seu Jorge, Daniela Mercury, Chico César, Maria Gadú, Zélia Duncan, Simone, Monica Salmaso, Delacruz, Duda Beat, Flor Gil e Moreno Veloso.
Além do single, o clipe “O Vento da Democracia (Vento Bom)”, com produção do premiado e engajado Coletivo Bijari, ganha vida com imagens de Bob Wolfenson. Ao longo do videoclipe, o público entra em contato com imagens produzidas por Wolfenson em diversos momentos da história do país, trazendo a essência da busca pela democracia ao longo do tempo e elementos da cultura do Brasil.
“Fui instado a escrever essa letra diante da onda antidemocrática que assola não só o nosso, mas muitos países no tempo presente. E para responder à questão: democracia para quê e para quem, em primeiro lugar? Espero que tenha sucedido bem na missão que me impus. Penso também que o elenco, quantitativamente admirável, que conseguimos reunir corresponde ao que pretendi no plano temático: uma grande diversidade de artistas – admiráveis também em termos qualitativos – em matéria de estilos, gêneros e gerações”, diz Carlos Rennó.
Fascismo: afinal, do que estamos falando?
A palavra fascismo voltou a aparecer com muita frequência no debate político brasileiro. Mas o que ela significa? De onde veio? Quais são suas principais características? E quando chamar alguém ou algum movimento de fascista deixa de ser uma análise histórica e passa a ser apenas um xingamento político?
Para ajudar a responder essas perguntas, reunimos abaixo alguns conteúdos curtos, didáticos e criativos. A proposta é simples: informar para compreender melhor, e compreender para participar do debate público com mais consciência.
🎥 Para começar: o fascismo explicado de maneira simples
Canal Nostalgia — O que é Fascismo? Entenda de um jeito SIMPLES
Com animações e linguagem acessível, o vídeo apresenta a origem do fascismo e algumas de suas características: nacionalismo, culto ao líder, construção do inimigo, rejeição do pluralismo, elitismo e valorização da violência política.
🎥 Em cerca de 12 minutos
BBC News Brasil — Glossário político: O que é ser fascista?
Um bom material para entender por que a palavra “fascista” é tão utilizada atualmente e quais são seus significados históricos e políticos.
🎧 Em apenas 2 minutos e 40 segundos
CBN — De novo no debate político, termo “fascismo” encontra definição na história
Uma introdução muito rápida ao tema, útil para quem quer começar sem entrar imediatamente em uma discussão mais longa.
📖 Para quem prefere ler
BBC News Brasil — O que é fascismo?
O texto apresenta diferentes interpretações históricas e ajuda a compreender por que o conceito não deve ser utilizado de maneira indiscriminada.
🎧 Para aprofundar
Lincoln Secco — Fascismos ontem e hoje
Ouvir no Le Monde Diplomatique Brasil
Uma conversa mais longa com o historiador Lincoln Secco sobre as origens históricas do fascismo, suas bases sociais e suas manifestações contemporâneas.
Uma pergunta para começar a conversa
Talvez uma boa maneira de terminar — ou começar — uma roda de conversa seja perguntar:
Quando tudo aquilo de que discordamos passa a ser chamado de fascismo, não corremos o risco de banalizar o próprio conceito?
Compreender o fascismo não significa concordar ou discordar de uma posição política específica. Significa conhecer a história, reconhecer suas características e utilizar os conceitos políticos com responsabilidade.
Informação também é uma forma de participação cidadã.
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13 canções para tocar mentes e corações a favor da melhor decisão em 04 de Outubro, incluindo càmara e senado..Reis do Agronegócio (Chico César)
domingo, 20 de setembro de 2026
2. Porque sabemos o que significa perder uma política pública
A história da Ação Cultural também é marcada por interrupções. Quando uma política cultural desaparece, não desaparecem apenas recursos: interrompem-se oficinas, processos formativos, articulações, redes e vínculos construídos durante anos. Por isso, a retomada da Cultura Viva tem um significado concreto para quem viveu esse processo.


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