terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Quando a guerra cultural chega as vias de fato. Uma confusão generalizada acabou com a festa de formatura de estudantes do colégio particular Madre de Deus.

O que fazer? É o que procura buscar o  blog da cultura seguindo a máxima de Caetano Veloso em "Tropicália", Alegria".

 O caso aconteceu na sexta-feira (12), e imagens do empurra-empurra e do bate-boca repercutiram nas redes sociais. 

A mãe de uma aluna aparece no palco dizendo que uma música tocada pelo DJ era inapropriada para adolescentes escutarem.

Ela faz referência à música "Helicóptero", lançada em 2019 por DJ Guuga com MC Pierre. 

"Gente, vocês estão fazendo apologia à prostituição. Vocês são crianças. Você acha certo? Se não der a 'xereca', vai jogar a menina lá de cima?", grita a mulher. 

Segundo testemunhas, a confusão começou após o pai de uma aluna tentar expulsar o DJ Vitor Bayma, que tocou essa canção na formatura. 

Saiba mais no #g1.


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segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

A participação de Zezito de Oliveira no canal Histórias Periféricas falando sobre o livro AMABA e a importância de engajar crianças e jovens com a cultura na comunidade e nas escolas.


E foi uma conversa em que me senti bem a vontade e com confiança no futuro, apesar de tudo que é feito para nos deixar com um sentimento de incertezas e de impotência na transformação deste mundo em "festa, trabalho e pão" como afirma um dos versos da  canção Viramundo, da autoria de Gilberto Gil e Capinan.

E daquilo que falei nesse dia trago e reforço o que disse na abertura com um verso da canção "Sou da quebrada" da autoria de Edvaldo Santana, "Sou da quebrada mas eu sou das antigas, onde tem palavra, não tem bala perdida".

E onde tem,  além da palavra em forma de literatura, também na forma de hip-hop,  capoeira, dança, teatro, audiovisual, artes visuais, produtoras de comunicação como Histórias Periféricas e etc,,  além de não ter bala perdida, não tem excesso de telas, diminui o consumo de álcool e outros tipos de substância entorpecentes, aumenta o interesse pelo estudo, pelo conhecimento, diminui o preconceito, a discriminação, a alienação, aumenta a consciência democrática de participação cidadã, de respeito às diferenças, pode-se abrir espaços para inserção produtiva da juventude de forma qualificada e em áreas diversas, desde profissões mais tradicionais, como em setores de ponta. 


domingo, 12 de março de 2023



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