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sábado, 18 de abril de 2015

Play List - Tudo indio, tudo parente..

 





Versão mais atual de "Todo dia era dia de indio"





Video clipe da música Kane Kanare do álbum "Kanarô" de Shaneihu Yawanawa. O clipe conta com a direção de Mihay Freire, que assina também a fotografia e edição das imagens. Com direção musical de Alexandre Anselmo, Kanarô é o primeiro CD de Shaneihu e o lançamento se dará em apresentações em Tarauacá, Rio Branco, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Curitiba e em Florianópolis. O disco e o lançamento tem o apoio da Fundação Garibaldi Brasil e o video clipe foi realizado pela Gongôlo Filmes.



















 

 

Tudo índio - Eliakin Rufino


Eu conheço Wapixana que mora no treze
E ele sabe de outros cem
Que também moram lá
Muita gente índia, muita gente
No conselho indigenista
Macuxi de São Vicente
Tudo índio, tudo parente
Em cada bairro da cidade
Cada tribo tem o seu representante
Os Tuxáuas se reúnem
Toda semana
Na associação do Asa Branca
Tudo índio, tudo parente
Eu conheço Yanomame que vende sorvete
E um predreiro Taurepang que vive de biscate
As mulheres índias
Longe da maloca e da floresta
Sobrevivem como desempregadas domésticas
E os milhares de meninos e meninas
Fazem papel de índio no Boi
Durante as festas juninas
Tudo índio, tudo parente
 
Composiçõ de Eliakin Rufino
Gravado por Nilson Chaves


Esta composição fala da vinda dos índios de Roraima para a cidade e como é a  situação deles nessa nova vida.
Wapixana,Yanomame,Taurepang,Macuxi = Nome de tribos indiginas de RR
São Vicente,Asa Branca  = Bairros periféricos de Boa Vista-RR

Fonte:  http://clubecaiubi.ning.com/profiles/blogs/tudo-indio-eliakin-rufino?xgs=1&xg_source=msg_share_url#ixzz1JzvjpgUQ



Mais..

"CHÁ DE TORÉM" - canções cantadas-dançadas do Torém, ritual típico Povo Tremembé.

 
Dia do índio: Uma lista com 15 músicas sobre índios
A'Uwe - TV Brasil - Acesso aos vídeos
Produzido pela TV Cultura de São Paulo e apresentado por Marcos Palmeira, o programa A’Uwe conta com documentários realizados pelo projeto Vídeo nas Aldeias, entre outros, incluindo indígenas e não indígenas entre os realizadores dos filmes exibidos em cada episódio, que tratam da realidade de diversas etnias indígenas espalhadas pelo Brasil e de povos nativos do mundo todo.
Para acessar os vídeos na Internet:
PI’ÕNHITSI, Mulheres Xavante sem Nome
http://www.videonasaldeias.org.br/2009/video.php?c=77
Nas trilhas de Makunaima
http://www.youtube.com/watch?v=yPLrp9HLA4A
Você já abriu os olhos?
https://www.youtube.com/watch?v=R5CfMJSTMa4
Wai’á Rini, O poder do sonho
http://www.videonasaldeias.org.br/2009/video.php?c=63
O ritual Yaõkwa
https://www.youtube.com/watch?v=VHbPDF9dnMU
YAÕKWA, um patrimônio ameaçado
http://www.youtube.com/watch?v=VHbPDF9dnMU
Caminho para a Vida, Aprendizes do Futuro, Floresta Viva
http://www.videonasaldeias.org.br/2009/video.php?c=14
Prisioneiros de um Deus Branco
http://www.youtube.com/watch?v=6eLZ-RFM6t0
Estratégia Xavante
http://www.youtube.com/watch?v=fhfJBOHt200
Página do Vídeo nas Aldeias no You Tube
http://www.youtube.com/user/VideoNasAldeias
Foto: Marcos Palmeira e índios xavantes em aldeia xavante, durante as filmagens do documentário "Expedição A'Uwe - a Volta de Tsiwari". Uso não comercial.
19 de abril: ‪#‎DiaDoIndio‬

Tradição e Resistência: um olhar sobre os índios do Brasil

Donos de uma sabedoria ancestral, os povos indígenas sempre estiveram intimamente ligados à história do Brasil. Os depoimentos selecionados nessa coleção destacam a importância da preservação desses grupos, da manutenção de suas terras e direitos e, principalmente, o respeito às suas manifestações culturais. Conheça essas histórias!

Ñande Reko Arandu - (2000) Memória Viva Guarani [Full Album] 

 

Segue a letra e a tradução da música do título acima:
GWYRÁ MI MINHÃ
GUVIXA NHEÊ
OMBOAJE VYVE
KOÊJU MA REXAVYVE
OVE OVE VE
JAVY JAVYARE
GWYRÁ TUKANJUÍ
OGWUE OGWEI
NHANDERU
NHANDERU
OEJA VAÊQUE
JARQUE
O PASSARINHO OBEDECE AO CHEFE
VOA ALEGRE AO NASCER DA MANHÃ
QUANDO NÓS ACORDAMOS
O PASSARINHO AMARELINHO
VOANDO DE ÁRVORE EM ÁRVORE
NHANDERU, NHANDERU QUE CRIOU
CONSIDERE ISTO.


http://radioyande.com/
CONTRA OS MUROS, A DINÂMICA DA MATA
Christian Dunker, que lança livro sobre Brasil polarizado, sustenta: reencontro com Arte e Natureza pode livrar Brasil de dinâmica política marcada por alienação e ódio
Por Daniel Benevides e Patrícia Rousseaux


Temos que aprender a ser índios, diz antropólogo

Na Flip, Eduardo Viveiros de Castro afirma que é preciso aprender a viver no mundo sem destruí-lo e compara a situação dos índios no Mato Grosso com a dos palestinos em Gaza



"Toda a política governamental brasileira é transformar o índio em pobre para depois incluí-lo através das políticas de inclusão social.
(...)
Toda a questão se resume a pensar o índio como pobre ou pensar o pobre como índio".
Eduardo Viveiros De Castro, em Os Mil Nomes de Gaia - do Antropoceno à Idade da Terra



O que (não) fazer no Dia do Índio
Ricardo Ampudia - Gestão Escolar - 2015

Na data em homenagem aos primeiros habitantes do Brasil, uma série de estereótipos e preconceitos costuma invadir a sala de aula. Saiba como evitá-los e confira algumas propostas de especialistas de quais conteúdos trabalhar
Dia do índio
O Dia do Índio é comemorado em 19 de abril no Brasil para lembrar a data histórica de 1940, quando se deu o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. O evento quase fracassou nos dias de abertura, mas teve sucesso no dia 19, assim que as lideranças indígenas deixaram a desconfiança e o medo de lado e apareceram para discutir seus direitos, em um encontro marcante.
Por ocasião da data, é comum encontrar nas escolas comemorações com fantasias, crianças pintadas, música e atividades culturais. No entanto, especialistas questionam a maneira como algumas dessas práticas são conduzidas e afirmam que, além de reproduzir antigos preconceitos e estereótipos, não geram aprendizagem alguma. "O índigena trabalhado em sala de aula hoje é, muitas vezes, aquele indígena de 1500 e parece que ele só se mantém índio se permanecer daquele modo. É preciso mostrar que o índio é contemporâneo e tem os mesmos direitos que muitos de nós, 'brancos'", diz a coordenadora de Educação Indígena no Acre, Maria do Socorro de Oliveira.
Saiba o que fazer e o que não fazer no Dia do Índio:
1. Não use o Dia do Índio para mitificar a figura do indígena, com atividades que incluam vestir as crianças com cocares ou pintá-las.
Faça uma discussão sobre a cultura indígena usando fotos, vídeos, música e a vasta literatura de contos indígenas. "Ser índio não é estar nu ou pintado, não é algo que se veste. A cultura indígena faz parte da essência da pessoa. Não se deixa de ser índio por viver na sociedade contemporânea", explica a antropóloga Majoí Gongora, do Instituto Socioambiental.
2. Não reproduza preconceitos em sala de aula, mostrando o indígena como um ser à parte da sociedade ocidental, que anda nu pela mata e vive da caça de animais selvagens
Mostre aos alunos que os povos indígenas não vivem mais como em 1500. Hoje, muitos têm acesso à tecnologia, à universidade e a tudo o que a cidade proporciona. Nem por isso deixam de ser indígenas e de preservar a cultura e os costumes.
3. Não represente o índio com uma gravura de livro, ou um tupinambá do século 14
Sempre recorra a exemplos reais e explique qual é a etnia, a língua falada, o local e os costumes. Explique que o Brasil tem cerca de 230 povos indígenas, que falam cerca de 180 línguas. Cada etnia tem sua identidade, rituais, modo de vestir e de se organizar. Não se prenda a uma etnia. Fale, por exemplo, dos Ashinkas, que têm ligação com o império Inca; dos povos não-contatados e dos Pankararu, que vivem na Zona Sul de São Paulo.
4. Não faça do 19 de abril o único dia do índio na escola
A Lei 11.645/08 inclui a cultura indígena no currículo escolar brasileiro. Por que não incluir no planejamento de História, de Língua Portuguesa e de Geografia discussões e atividades sobre a cultura indígena, ao longo do ano todo? Procure material de referência e elabore aulas que proponham uma discussão sobre cultura indígena ou sobre elementos que a emprestou à nossa vida, seja na língua, na alimentação, na arte ou na medicina.
5. Não tente reproduzir as casas e aldeias de maneira simplificada, com maquetes de ocas
"Oca" é uma palavra tupi, que não se aplica a outros povos. O formato de cada habitação varia de acordo com a etnia e diz respeito ao seu modo de organização social. Prefira mostrar fotos ou vídeos.
6. Não utilize a figura do índio só para discussões sobre como o homem branco influencia suas vidas
Debata sobre o que podemos aprender com esses povos. Em relação à sustentabilidade, por exemplo, como poderíamos aprender a nos sentir parte da terra e a cuidar melhor dela, tal como fazem e valorizam as sociedades indígenas?
Quer saber mais?
Consultoria:
Maria do Socorro de Oliveira, coordenadora de Educação Escolar Indígena d a Sec. De Educação do estado do Acre
Majoí Gongora, Antropóloga do programa de Povos Indígenas do Brasil do Instituto Socioambiental
O site do Instituto Socioambiental mantém o projeto Povos Indígenas no Brasil que traz uma descrição de várias etnias com uma versão para crianças, com jogos e animações e também uma Sala do Professor http://pib.socioambiental.org/pt
A temática indígena na escola, de Aracy Lopes da Silva, no Domínio Público. http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me002103.pdf
Imagem: Gestão Escolar. Uso não comercial.
Ricardo Ampudia (gestaoescolar@fvc.org.br)
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Crianças de BH descobrem que todo dia é dia de índio
Zulmira Furbino - Estado de Minas - 19/04/2015
Hoje, 19 de abril, é a data em que se comemora o Dia do Índio. Mas você sabe como e por que ela surgiu? Foi há muito tempo, mais precisamente há 74 anos, quando ocorreu o 1º Congresso Indigenista Interamericano, no México. Outra pergunta: você acha suficiente pensar na história da população indígena do Brasil somente nesse dia ou acredita que seria mais justo pensar e respeitar os índios todos os dias do ano, como se espera que aconteça com a gente? Afinal, como canta aquela música da Baby Consuelo, “antes que os homens pisassem nas ricas e férteis terras Brasilis, todo dia era dia de índio”.
Imagine que cena incrível, a primeira vez que índios e portugueses se encontraram – ou desencontraram. Segundo o antropólogo, educador e escritor Darcy Ribeiro, que também escrevia livros infantis – a Global Editora acaba de lançar Fico, o gato do rabo emplumado – foi curioso. Da praia, os índios avistam aqueles barcos grandes, com suas velas que pareciam borboletas, e gritam em algazarra. Eles iam chegando, bonitos, com seus corpos pintados, as cabeças emplumadas e gritavam, olhando para mar: “Venham ver, venham ver. Só pode ser Maíra, o povo de deus que está chegando!”. Do lado do mar, os portugueses olhavam para a terra e viam um lugar bonito, com água abundante e um monte de índios pelados e sem vergonha nenhuma de estar assim. Resultado: pensaram imediatamente que esse povo deveria ser “salvo”.
Com projeto sobre os índios, alunos do Instituto Casa Viva, em BH, aprendem mais sobre os primeiros habitantes do Brasil
Darcy Ribeiro começou a sua carreira pesquisando os índios, criou uma extensa obra em defesa da causa indígena e ajudou a criar o Parque do Xingu, que é um dos temas que vêm sendo estudados, num projeto sobre os índios brasileiros, por alunos de 6 a 8 anos no Instituto Casa Viva, em Belo Horizonte. “Estamos pesquisando o que os índios fazem. Existe um lugar que se chama Parque Indígena do Xingu e ele está sendo invadido por garimpeiros, pescadores, fazendeiros e mineradores”, avisa Clara Monteiro de Carvalho, de 8.
“Quero falar sobre o dia 19 de abril, que foi escolhido como o Dia do Índio. Os índios estavam sendo caçados e escravizados e, nesse dia 19, algumas tribos se juntaram. Por isso, essa data foi a escolhida”, ensina Bernardo Ludovico Liberato, de 7. “Até agora, o que achei mais legal (no projeto) foi saber sobre as plantas medicinais, coisas que eles plantavam para comer”, diz Pedro Braz de Vasconcelos, de 7. “A tribo Pataxó é a maior do mundo”, observa Felipe Furtado Santos, de 8, ele próprio descendente de índio. “Minha mãe tem uma tia que é índia”, revela.
Seu colega Henrique de Moura e Morais, de 8, explica que os índios do Xingu, embora tenham suas terras demarcadas na reserva, estão sendo obrigados a mudar as barracas de lugar por causa da invasão das pessoas, que estão andando e pescando nos rios deles. “Os índios têm um líder, que é chamado de cacique, mas ele não manda em tudo. As coisas são resolvidas numa reunião, com votação. O que tiver mais votos será feito, na política deles”, comenta Bernardo. Para encerrar o assunto, Pedro afirma que “não vale a pena ter um só dia do índio. Eles precisam ser respeitados todos os dias, assim como nós somos”.
Foto: Gladyston Rodrigues
Link do texto: http://www.em.com.br/…/criancas-de-bh-descobrem-que-todo-di… 19 de abril: ‪#‎DiaDoIndio‬ e todo dia dia de índio!
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"A 22 de abril de 1979, na Catedral Metropolitana de São Paulo, 7 mil pessoas assistiram um memorável evento: missa de memória, remorso, denúncia e compromisso. As imagens da missa se mesclam cenas filmadas nas aldeias guaranis do Paraguai. Na mística guarani, a Terra sem males é a Terra Nova, o Novo Céu que o Pai Deus ajudou dar a seus filhos. A utopia possível, construída pela luta de todos os oprimidos."
Produção: Verbo Filmes -1979

Material digitalizado pelo Armazém Memória do acervo de VHS da Associação Brasileira de Vídeo Popular - ABVP, pertencente à Escola Nacional Florestan Fernandes.

 O Relatório Figueiredo e o massacre de indígenas na ditadura

 Dilma assina carta aberta aos povos indígenas do Brasil

A presidenta Dilma Rousseff dirige carta aos povos indígenas do Brasil, informando realizações e reforçando compromissos.
Confira a íntegra:
Carta aos Povos Indígenas do Brasil
Aos companheiros e companheiras indígenas, os primeiros brasileiros,
No ano passado vivemos dias intensos; falo das Jornadas de Junho que, para quem não lembra, milhares de brasileiros foram às ruas exigir melhorias sociais e democráticas e, também, exigir mudanças. Naquele mesmo período recebemos os movimentos sociais, grupos da juventude e, também, recebemos lideranças indígenas de todo o Brasil. Após receber a carta com reivindicações das mãos das lideranças indígenas constatei o respeito à nossa Constituição que todos vocês nutrem e afirmei naquela reunião o que escrevo agora: nada em nossa Constituição será alterado com relação aos direitos dos povos indígenas! De todas as justas reivindicações apresentadas não tive dúvidas sobre a questão da inconstitucionalidade da PEC 215. Hoje, todos sabemos, existem desafios na esfera jurídica para podermos avançar na demarcação das terras indígenas no país, principalmente nas regiões centro-oeste, sul e nordeste. Temos que enfrentar e superar estes desafios respeitando a nossa Constituição.
Nos últimos anos construímos, com a participação de representantes indígenas, diversas políticas públicas voltadas aos povos indígenas: políticas afirmativas para o ingresso e permanência de estudantes indígenas nas universidades públicas federais; valorização das culturas indígenas com o Prêmio Culturas Indígenas; inclusão das famílias indígenas em programas federais como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida. Tive a enorme alegria em assinar o decreto que instituiu a Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial em Terras Indígenas(PNGATI), pois trata-se de uma política fundamental para a sustentabilidade dos povos indígenas.Além destas políticas públicas, buscamos superar graves dívidas históricas do Estado brasileiro com os povos indígenas, realizando a desintrusão da Terra Indígena Xavante de Marãiwatsédé, no Mato Grosso, e a desintrusão da Terra Indígena Awá-Guajá, no Maranhão.Neste ano de 2014 assinei o decreto que convoca a Conferência Nacional de Política Indigenista, que poderá se constituir num espaço privilegiado para a avaliação de toda a relação do Estado brasileiro com os povos indígenas, de identificação das dificuldades atuais, bem como num espaço de pactuação de novos avanços, particularmente na demarcação das terras indígenas, dentro dos marcos da nossa Constituição.
Gostaria de dizer a vocês que manteremos os compromissos com o fortalecimento da Fundação Nacional do Índio; com a melhoria do atendimento à Saúde Indígena; com a qualidade da Educação Escolar Indígena; com a articulação para a aprovação, pelo Congresso Nacional, do Conselho Nacional de Política Indigenista e do Estatuto dos Povos Indígenas; com o acesso das comunidades indígenas a políticas nacionais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e outras, além de avançar na regulamentação e aplicação do direito de consulta livre, prévia e informada, conforme a Convenção 169 da OIT.
Conto com o apoio de vocês para, nos próximos quatro anos, enfrentarmos juntos os desafios e cumprirmos com os compromissos, garantindo o bem viver para todos os povos indígenas no Brasil.
Dilma Rousseff
Presidenta do Brasil

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