domingo, 12 de abril de 2026

Para onde vai a Juventude,? em meio a redes digitais, IA, bets, empregos precarizados e etc..


 De onde vem, onde está, para onde vai: a partir dessas três perguntas, o teólogo jesuíta João Batista Libanio analisou as tendências da juventude hoje. Em palestra realizada na Faculdade Dom Bosco, em Porto Alegre, nesta terça-feira, 3 de maio, Libanio apresentou os resultados do seu mais novo livro, Para onde vai a juventude? (Ed. Paulus, 2011, 256 páginas), que nasceu, segundo ele, de um desafio posto por outro colega jesuíta, Hilário Dick, para pensar a juventude em uma espécie de movimento.

https://www.ihu.unisinos.br/categorias/173-noticias-2011/42929-para-onde-vai-a-juventude-

Marcio Pochmann: o Brasil está criando milhões de trabalhadores sem lugar | Fórum Onze e Meia 12.04

O Brasil está atravessando uma transformação histórica profunda.

A estrutura que organizou o país ao longo do século XX — baseada no emprego formal e na sociedade salarial — está se dissolvendo.

No lugar dela, emerge uma nova realidade:

trabalhadores precários, informais e uma massa crescente de pessoas sem inserção estável no sistema.

Mas isso não começou agora.

Dos despossuídos do pós-escravidão aos “agregados” do mundo agrário, o Brasil sempre produziu populações excedentes.

A diferença é que hoje isso se tornou estrutural.

Neste episódio do Fórum Sindical:

➡️ Quem é o novo sujeito coletivo

➡️ Por que o trabalho assalariado deixou de organizar a sociedade

➡️ O que isso significa para o sindicalismo

Com dois convidados centrais nesse debate:

🎙️ Marcio Pochmann — economista e autor de “Novo sujeito coletivo”

🎙️ Normando Rodrigues — advogado trabalhista e referência na defesa dos direitos do trabalho

Se o trabalho mudou… a forma de organização da sociedade também precisa mudar.



A insegurança estrutural da juventude brasileira

Ela é mais instruída que as gerações anteriores. Mas deprime-se nas telas, num país estagnado há 40 anos e em pouca esperança de vida florescente. Há duas saídas: ou o ultraindividualismo, ou um novo engajamento político, ainda por construir

A crescente incidência de sofrimento psíquico entre jovens brasileiros, registrada pela Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizada pelo IBGE com apoio dos ministérios da Saúde e da Educação, já não pode ser tratada como um problema isolado ou passageiro. Ela expressa uma mudança mais profunda na sociedade brasileira que resulta da perda de dinamismo econômico, enfraquecimento das promessas de mobilidade social e a transformação das formas de poder e de socialização.

Nesse sentido, a ansiedade revelada em setor crescente da parcela juvenil da nova sociedade de serviços, hiperconectada na era digital, deixa de ser vista apenas como um problema individual ou psicológico. Ela passa a ser compreendida como expressão social de um tempo histórico marcado pela incerteza. Desde os anos 1990, com a adoção de políticas neoliberais, o Brasil perdeu dinamismo econômico, sofreu a desindustrialização, aprisionou-se na financeirização e fragilizou os mecanismos de ascensão social. O resultado tem sido a formação de nova geração cuja subjetividade é atravessada pela instabilidade.

Em um país historicamente desigual, esse processo agravou a sensação de bloqueio social. Embora mais escolarizada do que as gerações anteriores, grande parte da juventude passou a encontrar um mundo do trabalho mais precário, instável e fragmentado. A educação continuou sendo apresentada como caminho de ascensão, mas a correspondência entre esforço e recompensa se enfraqueceu.

Durante o período de industrialização de elevada expansão econômica ocorrida entre as décadas de 1930 e 1980, predominou, apesar das desigualdades, a percepção de que o tempo trabalhava a favor da melhora de vida. Escola, emprego e urbanização apontavam, ainda que de modo desigual, para alguma perspectiva de avanço socieconômico. A partir dos anos 1990, contudo, essa narrativa foi sendo corroída. Em seu lugar, consolidou-se uma sociedade de serviços hiperconectada, porém incapaz de garantir inclusão ampla, segurança e horizonte estável.

É nesse contexto que os dados recentes da PeNSE ganham maior significado. O aumento da tristeza, solidão, ansiedade, exposição à violência e experiências de abuso não deve ser lido apenas como questão sanitária ou psicológica. Esses indicadores expressam uma época em que o futuro perdeu força como promessa coletiva. O horizonte de expectativas superiores se estreitou.

O mal-estar que emerge desse processo não aparece, ao menos por enquanto, como revolta organizada. Ele surge de forma mais difusa, íntima e silenciosa. A juventude brasileira não está apenas ansiosa. Ela percebe, muitas vezes de forma sensível e imediata, que o modelo social que antes prometia alguma melhora deixou de funcionar. A insegurança não decorre apenas do excesso de estímulos digitais, mas também da falta de perspectivas concretas.

A hiperconectividade faz parte desse problema, mas não o explica sozinha. Ao sair das telas de celulares e redes sociais, muitos jovens encontram um mundo que pouco os acolhe. A ansiedade não nasce apenas da conexão permanente, mas da experiência cotidiana de escassez de oportunidades, de fragilidade dos vínculos e de bloqueio do futuro.

Nesse quadro, o neoliberalismo produz mais do que políticas econômicas, pois gera uma forma de experiência social. Ele dissemina a sensação de que não há alternativa, de que cada indivíduo deve resolver sozinho problemas que são coletivos. Mesmo informados, conectados e escolarizados, muitos jovens percebem que poucas portas realmente se abrem. O resultado é uma geração marcada pela incerteza estrutural.

Mais do que uma “geração ansiosa”, trata-se de uma geração formada sob o signo da insegurança. A ansiedade, nesse caso, não é uma anomalia isolada, mas um sintoma de um modelo de desenvolvimento que perdeu a sua maior capacidade de inclusão. Ainda assim, esse sofrimento costuma ser interpretado como falha individual. Ao jovem que não consegue “dar certo”, resta a exigência de se reinventar continuamente como empreendedor de si mesmo.

Com isso, a pressão não desaparece. Ela apenas se internaliza. O peso de uma estrutura social instável é carregado no próprio corpo e na própria mente. A frustração deixa de ser episódica e se torna estrutural. Muitos jovens fizeram o que lhes foi pedido, estudaram, buscaram qualificação e adaptaram-se às novas exigências. Ainda assim, encontram-se à margem de um projeto real de futuro.

É nesse ponto que a questão ganha dimensão política. O que está em formação não é apenas uma geração frustrada, mas um novo sujeito social, ainda fragmentado, instável e sem linguagem política clara. Trata-se de uma experiência comum de insegurança, bloqueio e perda de sentido, que ainda não se traduziu plenamente em organização coletiva.

Esse sujeito, por enquanto, sente antes de formular. A ansiedade pode ser entendida, nesse sentido, como uma de suas primeiras formas de expressão. Ela ainda não aparece como programa político ou ação organizada, mas revela algo importante como a percepção difusa de que o jogo social mudou profundamente.

O risco é evidente. Esse mal-estar pode ser capturado por soluções individualizantes, por discursos de autoajuda ou por promessas de simples adaptação a uma realidade injusta. Também pode ser absorvido por formas regressivas de pertencimento, que oferecem identidade sem projeto coletivo. Mas existe outra possibilidade, ainda aberta: a de que essa ansiedade contenha o início de uma nova consciência histórica.

Não se trata, necessariamente, de uma consciência de classe nos moldes tradicionais. Trata-se, antes, de uma sensibilidade compartilhada diante de um mundo que deixou de oferecer sentido e direção. Algo que ainda não se organiza claramente em partidos, sindicatos ou movimentos duradouros, mas que circula em afetos, frustrações e percepções comuns de injustiça.

Se for assim, os dados da PeNSE deixam de ser apenas um alerta de saúde pública. Eles passam a registrar estatisticamente uma mutação social em curso. O Brasil pode estar diante de uma geração que já não acredita no futuro como promessa garantida, mas que, justamente por isso, talvez venha a recolocá-lo como problema político. Nesse caso, a ansiedade não seria o fim da história. Poderia ser justamente o começo de outra.

https://outraspalavras.net/crise-brasileira/a-inseguranca-estrutural-da-juventude-brasileira/


O lançamento do ChatGPT marcou, segundo Éric Sadin, o início de uma transformação profunda na sociedade. Da perda de empregos à erosão da criatividade, ele traça um cenário sombrio sobre o futuro. Saiba mais: AQUI

Como a extrema direita já está usando IA para ganhar as eleições.

 (leia a matéria completa no link abaixo).

Enquanto a gente discute se deve ou não usar inteligência artificial, o outro lado já montou uma máquina de guerra.

Existe um perfil no Instagram chamado @dn.marias. A “DN Maria” é uma mulher negra, idosa, de óculos, com cabelo crespo curto e expressão de quem não leva desaforo pra casa. Ela comenta política brasileira com indignação, publica reels e cards com roteiro afiado, e acumula números de engajamento que fariam qualquer social media chorar de inveja: um único post tem mais de 41 mil curtidas e 4.600 comentários. O perfil tem quase 1 milhão de seguidores.

DN Maria não existe. O perfil é inteiramente gerado por inteligência artificial, e declara isso: um dos posts fixados diz “AVISO IMPORTANTE - ESSA PÁGINA USA IA - A VERDADE É PRIORIDADE”. Mas nos reels, na cadência dos vídeos, no tom de voz indignado da persona, você não encontra essa informação. O espectador casual vê uma senhora negra revoltada com o governo, e se identifica.

DN Marias: a “emissáraia” que a extrema direita quer que exista - e, por isso, engaja. Foto: reprodução/redes sociais.

Eu quero que você pare pra pensar nisso por um segundo. Quase um milhão de pessoas seguem, interagem, compartilham e provavelmente confiam no conteúdo de alguém que nunca existiu. E o conteúdo funciona não porque é feito com IA, mas porque é extraordinariamente bem pensado.

A escolha da persona é o primeiro acerto: é uma figura que transmite autoridade pela idade, representatividade pela raça, e confiança por lembrar uma avó, uma tia, uma vizinha. É alguém que o público conservador quer que exista. A IA apenas tornou Kwisso possível sem precisar de uma pessoa real. 

 

Juventude e Esquerda: um adeus?

Após governarem Brasil por quase duas décadas, PT e aliados estão mais afastados dos jovens do que nunca. O que isso revela sobre acomodação a uma ordem injusta e perda de horizontes políticos? Como tramar um reencontro?

Arte: Edvard Munch
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Título original:
Juventude, sofrimento e política: o futuro em disputa no Brasil

O artigo recente de Márcio Pochmann, “A insegurança estrutural da juventude brasileira”, publicado em Outras Palavras, oferece um diagnóstico acurado ao deslocar o sofrimento psíquico juvenil do plano individual para o social. Mas há um ponto em sua análise que precisa ser tensionado: a ideia de que esse sofrimento ainda não se traduziu em organização coletiva.  Talvez o problema não seja a ausência de organização, mas o fato de que ela já está ocorrendo — em direção oposta àquela esperada pela esquerda.

Baseado na pesquisa PeNSE do IBGE, o autor identifica um aumento consistente de sentimentos de ansiedade, tristeza e solidão entre os jovens, associando esse fenômeno às transformações estruturais provocadas pelo neoliberalismo no Brasil: perda de dinamismo econômico, enfraquecimento das promessas de mobilidade social e reconfiguração das formas de poder e socialização.

Com ênfase na relação entre mundo do trabalho e subjetividade, Pochmann observa que, embora componha uma geração mais escolarizada do que as anteriores, “a juventude passou a encontrar um mercado de trabalho mais precário, instável e fragmentado”. Nesse sentido, a “educação continua sendo apresentada como caminho de ascensão, mas a correspondência entre esforço e recompensa se enfraqueceu”.

O aumento desse vão produz, inevitavelmente, um profundo sentimento de insegurança e frustração. No entanto, como o próprio autor destaca, esse quadro não pode ser reduzido a uma leitura superficial sobre os efeitos das redes sociais. A ansiedade juvenil “não nasce apenas da hiperconectividade, mas da experiência concreta de um mundo que pouco acolhe”, marcado pela escassez de oportunidades, pela fragilidade dos vínculos e pelo bloqueio do futuro.

Nesse contexto, o neoliberalismo não opera apenas como política econômica, mas como forma de experiência social. “Ele dissemina a sensação de que não há alternativa, de que cada indivíduo deve resolver sozinho problemas que são coletivos. Mesmo informados, conectados e escolarizados, muitos jovens percebem que poucas portas realmente se abrem”. O resultado, segundo o autor, é uma geração marcada pela “incerteza estrutural”.

No campo da política, porém, Pochmann sustenta que esse mal-estar “ainda não se traduziu em revolta organizada”, manifestando-se de forma “difusa, íntima e silenciosa”. É aqui que o diagnóstico precisa ser tensionado.

Isso porque a questão central talvez não seja a ausência de organização, mas a sua direção política.

Os dados recentes indicam um deslocamento nessa direção. A pesquisa “Juventudes: Tarefa Pendente” (2025), da Fundação Friedrich-Ebert-Stiftung, mostra que o Brasil apresenta um dos mais altos níveis de identificação da juventude com a direita: 38% dos jovens se posicionam nesse campo, sendo 17% na extrema-direita — o maior percentual em toda a América Latina. Em comparação, apenas 18% se identificam com a esquerda.

Quando observados em perspectiva histórica, esses números revelam uma transformação profunda. No início dos anos 2000, levantamentos como o “Perfil da Juventude Brasileira” (Fundação Perseu Abramo) indicavam maior presença da esquerda e uma extrema-direita ainda marginal. Duas décadas mais tarde, o quadro se inverte: a extrema-direita praticamente triplicou sua presença entre os jovens (de 6% para 17%), enquanto a esquerda perdeu cerca de um terço (de 27% para 18%).

Esse deslocamento também se expressa no plano eleitoral. Dados recentes da Atlas Intel indicam que cerca de 72% dos jovens desaprovam o governo federal. Ao mesmo tempo, candidaturas associadas à direita liberal e à extrema-direita apresentam desempenho desproporcional nesse segmento. Nomes como Renan Santos, candidato do Partido Missão/MBL, alcançam patamares de intenção de voto entre jovens muito superiores à sua média geral, chegando a disputar com Flávio Bolsonaro e Lula entre os eleitores 16 e 24 anos.

O que os dados indicam, portanto, é que a revolta da juventude não está necessariamente difusa. Ela encontrou novas formas de expressão política — ainda que por meio de canais, linguagens e repertórios distintos daqueles das gerações anteriores.

A questão que se impõe, então, é mais incômoda: por que, diante de um cenário de precarização, insegurança e bloqueio de futuro — cujas causas estão estruturalmente associadas ao neoliberalismo — a juventude tem encontrado respostas mais convincentes justamente em plataformas políticas que tendem a aprofundar essas mesmas condições?

Parte da resposta passa por uma autocrítica da esquerda institucional. Ao longo das últimas décadas, a esquerda, incapaz de formular uma alternativa programática ao neoliberalismo, acabou reduzindo-se ao pragmatismo eleitoral, oferecendo melhorias pontuais enquanto mantinha, no essencial, um sistema político submetido ao capital financeiro — com representação popular forte na forma, mas precária no conteúdo.

Ao estreitar o horizonte da imaginação política para o campo do possível, a esquerda assumiu para si a tarefa histórica de se tornar uma espécie de defensora — ainda que crítica — da ordem social existente. Foi nesse movimento que se abriu uma avenida para que grupos da ultradireita atravessassem, sem dificuldade, as massas de pessoas revoltadas e indignadas com o sistema, oferecendo a elas não apenas respostas simples (e, em geral, enganosas) aos seus problemas, mas também novos imaginários coletivos pelos quais pudessem acreditar, sonhar e lutar.

É nesse terreno que se articula uma combinação estranha, mas politicamente eficaz entre fundamentalismos religiosos, reacionarismos conservadores, extremismos antidemocráticos, influenciadores digitais e oportunistas financeiros. Apesar de sua heterogeneidade, todos compartilham uma mesma gramática: a esquerda e a ordem neoliberal passam a ser percebidas como partes de um mesmo sistema — velho, disfuncional, demagogo, injusto e excludente. Incapaz, portanto, de oferecer futuro.

A questão que se coloca, então, é menos sobre o diagnóstico do presente e mais sobre a capacidade de intervenção sobre o futuro. Como reconstruir um projeto de transformação social capaz de articular desenvolvimento material e sentido coletivo? Como disputar o imaginário em um contexto em que o neoliberalismo não apenas organiza a economia, mas coloniza a própria ideia de possibilidade? E como dialogar com uma juventude que já não reconhece a esquerda como força política indutora de futuro? É nesse deslocamento, entre diagnóstico e imaginação, que se encontra um dos principais desafios do nosso tempo.



Atualização da postagem "Para onde vai a Juventude,? em meio a redes digitais, IA, bets, empregos precarizados  e etc.. " Em 02/05/2026

 
Com seu estilo inconfundível, Renato Meirelles transforma o cenário global dos mercados emergentes brasileiros em conceitos simples e de fácil compreensão para qualquer audiência, estimulando o público a uma reflexão mais precisa sobre as oportunidades de mercado.

Seu refinado senso de humor e talento discursivo, aliados à experiência empresarial, lhe permitem extrair, do simples, o extraordinário e transformar cases do Instituto Locomotiva em analogias perfeitas às práticas mercadológicas.

Renato Meirelles é pai da Helena e Presidente do Instituto Locomotiva e membro do conselho de professores do IBMEC, onde é o titular da Cadeira de Ciências do Consumo e opinião Pública.

Comunicólogo e escritor, desde 2001, Renato conduz centenas de estudos sobre comportamento, consumo, cultura e opinião, liderando diagnósticos e estratégias de negócio para as principais empresas que atuam no Brasil. Foi fundador e presidente do Data Favela e, em 2012, fez parte da comissão que estudou a nova Classe Média Brasileira, na Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE).

Considerado um dos maiores especialistas em consumo e opinião pública do país, foi colaborador do livro “Varejo para Baixa Renda”, publicado pela Fundação Getúlio Vargas e autor dos livros “Guia para enfrentar situações novas sem medo” e “Um País Chamado Favela”.


Cultura não é privilégio, é direito! E é nas periferias que ela pulsa todos os dias, nas batalhas, nos slams, nos saraus, enfrentando a falta de apoio e ocupando a cidade com arte e resistência. O edital Vozes da Periferia, da Secretaria Nacional de Juventude, é fruto dessa luta: vai premiar 100 coletivos com R$ 30 mil, reconhecendo quem já constrói cultura nos territórios. Agora é hora de acessar esse direito também na prática. As inscrições vão até 18 de maio, pelo Mapa da Cultura. 👉 https://mapa.cultura.gov.br/oportunidade/8010/#info Fortalecer a cultura periférica é fortalecer a democracia. ✊🏾


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