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domingo, 19 de abril de 2026
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas
Casaldàliga Fundació
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas
“Roubaram as terras indígenas
e batizaram as fazendas
com nomes indígenas ausentes.
Aritana, onde estás?”
Pedro Casaldáliga transformou em poesia aquilo que muitos tentaram calar:
o roubo das terras, o silenciamento dos povos originários, a violência disfarçada de progresso.
Ao chegar ao Brasil, ele assumiu como missão entregar a vida à realidade indígena, negra e camponesa, denunciando injustiças e anunciando um caminho de amor, paz, justiça e solidariedade.
Neste 19 de abril, não celebramos um passado folclórico,
mas afirmamos a vida, a resistência e a dignidade dos povos indígenas,
que seguem cantando — mesmo quando a terra é ferida.
Hoje, 19 de abril, Dia Nacional dos Povos Indígenas, a maior cidade do país é palco de um encontro histórico de arte, cultura, resistência e futuro.
O Festival Raízes Ancestrais - São Paulo é Terra Indígena, é uma realização da Mídia Indígena, execução do Instituto No Setor em parceria com o Ministério dos Povos Indígenas, com produção da Maracá.pro e apoio de importantes aliados da luta indígena.
O festival nasce para afirmar uma verdade que muitos ainda insistem em esquecer, os povos indígenas estão vivos, presentes, produzindo arte, pensamento e transformando o Brasil todos os dias.
Será um grande ato cultural e político com shows, artistas indígenas, lideranças, convidados especiais e a força de quem protege os territórios, as florestas e a memória ancestral deste país.
Programação:
BrisaFlow
Djuena
Yura Yuxãnaívu
Gean Pankararu
O Wherá
Maria Gadú
Eryia Yawanawa
Terenas
Intervenção Guaranis
Marcelo Nakamura
Eric Terena
+ Katu Mirim
+ Kaê Guajajara
Eric Terena
Ian Wapichana
Nelson D
1992 (Quinientos años de que) || Belchior & Larbanois e Carrero
GUERREIRA SURARA - SURARAS DO TAPAJÓS
1992 (Quinhentos Anos de Que?)
CD Anexo da Tese de Doutorado de Babi Fonteles
CD anexo à Tese de Doutorado "Subjetivação e Educação Indígena", de Babi Fonteles, defendida em 09/05/2003 junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal do Ceará (UFC).
*Ordem das Músicas:
1. Água Di Manin
2. Ô Jandê
3. Canungá
4. Djiparana Vidju
5. Brandin Poti
6. Índio Balançador
7. O Nó
8. O Caçador
9. Lagoa da Camboa
10. Maturis vão florar
11. No som do maracá
12. Pancada do mar
13. Vem comigo namorar
14. Anjo lindo
15. Brincar de roda
16. Pega-pega
Este cd contém uma pequena amostra da produção musical Tremembé, em períodos e situações diversificadas da existência social do grupo.
As faixas de nº 1 ao 5 são músicas antigas do Torém, cantadas na língua tremembé. As faixas 6 e 7 são parte da inesgotável produção atual de canções para o Torém, compostas sobretudo por João Venança, cacique, e Dandão da Batedeira. Todas elas foram gravadas em dez/2000, por Tonio Vargas, com o apoio de André Moura, sob minha direção musical. As outras faixas, 9 a 16, são criações coletivas dos professores, realizadas durante a disciplina Artes, do Curso de Magistério Indígena Tremembé, sendo que as três últimas faixas se destinam à animação de crianças, especificamente.
A profª Ângela Linhares, que ministrou a disciplina, e eu fizemos a direção musical da gravação das faixas 9 a 13. Fui o técnico de gravação destas faixas, bem como das faixas restantes, das quais fiz também a direção musical. Fiz a execução do violão, com exceção da faixa 13, em que é executado por Evandro, professor tremembé. A percussão foi feita por vários dos tremembés, com a participação especial de Solange Pereira, da Igreja Metodista, nas faixas 9, 12 e 13, e minha na faixa 11.
Marlui Miranda - IHU Todos os Sons (1995) - Completo/Full Album
CARTÃO POSTAL PANKARARU - GEAN RAMOS
O que os povos indígenas têm a comemorar no dia 19 de abril
Representantes de diferentes etnias, como Eloy Terena, Sônia Guajajara, Ailton Krenak e Alice Pataxó, debatem se a data é motivo de festa e comemoração ou de luta e resistência.
Hoje é dia dos povos indígenas. Esses mesmos de onde viemos e que ,se não tivessem sido quase dizimados. E retirados de sua função de cuidadores da floresta e da vida ,não estaríamos neste emaranhado de guerras e ganâncias individuais. Órfãos da capacidade de sonhar seguimos abduzidos pela própria imagem”perfeita” , no afogamento de Narciso ,só que acrescido de ansiedade e depressão. O coletivo é a nossa verdadeira salvação!
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