terça-feira, 29 de setembro de 2026

Nunca foi por causa da corrupção. Por Zezito de Oliveira



 Causa-nos espécie como um candidato com a vida pregressa de Flávio Bolsonaro, e pela forma como se comporta na campanha — e, para completar, com o escândalo-bomba que estourou no dia de hoje —, ainda esteja com os atuais índices de preferência do eleitorado, ameaçando até ser eleito presidente da República.

Se fosse um candidato do PT, bastaria 10% de tudo o que esse candidato tosco e rastaquera fez e faz para os índices terem baixado à metade do que esta figura detém, fazendo da eleição um passeio neste domingo para o principal adversário.

O jornalista Moisés Mendes apresentou, com o comentário abaixo na manhã de hoje pelo  facebook , uma das principais razões para isso.

Moisés Mendes

"Se o Brasil vivesse sob normalidade, a reportagem do PlatôBR sobre o filho ungido teria acabado com a candidatura do sujeito. O texto está sendo compartilhado pelos sites progressistas, mas não será lido nos jornalões. É assustador até para a extrema direita."

Essa opinião faz coro com o que escreveu, em 1904, o jornalista Joseph Pulitzer na revista acadêmica e política The North American Review:

"Uma imprensa cínica, mercenária e demagógica produzirá, com o tempo, um povo tão vil quanto ela mesma."

E assim, mais uma vez, voltamos à nossa velha cantilena — e à de muitos outros brasileiros.

O provável governo Lula 4 precisa dedicar uma atenção prioritária à questão da comunicação, tanto em termos da macropolítica como da micropolítica, do contrário não tem como essa país dar certo.

E se quiser saber como: Convide as melhores cabeças pensantes acerca da questão, e não são poucas.. 








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