segunda-feira, 9 de março de 2026

2º Festival de Teatro - Um boa oportunidade para o sergipano voltar seu olhar para a produção cultural de base comunitária do alto sertão.

 De 16 a 28 de Março  

 

Falar do Brasil sem ouvir o sertão É como estar cego em pleno clarão. Olhar o Brasil e não ver o sertão. É como negar o queijo com a faca na mão. Lembrar do Brasil sem pensar no sertão É como negar o alicerce de uma construção. Amar o Brasil sem louvar o sertão. É dar o tiro no escuro, errar no futuro da nossa nação.

 


A programação oficial do nosso festival já está disponível. Nela você pode conferir, de forma organizada, todas as atividades, horários e os diferentes momentos que irão compor essa grande celebração.

Preparamos uma programação diversa, pensada para valorizar a arte, a cultura e os encontros que tornam o festival um espaço de troca, expressão e construção coletiva. Cada atividade faz parte de um conjunto que fortalece a experiência do público e dos artistas envolvidos.

Convidamos todos a acompanharem a programação, se organizarem e participarem de cada momento dessa jornada cultural que está sendo preparada com muito cuidado e dedicação.

🎭 Confira a programação completa e venha viver o festival com a gente!

https://www.instagram.com/p/DVqcJ24Fl42/?igsh=MWtkaTIxMmN0YjJiZw==



"A programação foi construída de forma participativa, buscando atender às populações de povoados distantes das sedes dos municípios, integrando-as como criadoras e produtoras, e não apenas como plateia. O projeto tem compromisso com a formação da consciência cultural e cidadã, colaborando para a construção da urgente e necessária formação estética e democrática da nossa gente.  


 
O trabalho realizado pelo Grupo Raízes Nordestinas  e os versos da  música "Do Sertão"  se abraçam no reconhecimento de que o Brasil só se completa quando ouve a voz que vem do campo. Enquanto a letra avisa que negar o sertão é "negar o alicerce de uma construção", o projeto coloca a mão na massa ao levar arte e cidadania aos povoados mais distantes, transformando a plateia em autora da sua própria história. É a união entre o "queijo e a faca": a gestão cultural oferece o espaço, e o povo sertanejo entrega a alma, garantindo que o brilho da nossa nação não seja apenas um "tiro no escuro", mas um clarão de consciência e beleza.

Zezito de Oliveira













 



 

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