quarta-feira, 12 de maio de 2010

9 palavras e expressões contraindicadas no trabalho



Em artigo na Forbes, a autora Linnda Durre elege as palavras mais negativas de um ambiente de trabalho
Fonte: iG São Paulo | 11/05/2010 08:16


Foto: Getty Images

Se não tem nada de bom a dizer, fique quieta: expressões que denotam pouco interesse devem ser evitadas no trabalho
Em artigo publicado na Forbes.com, Linnda Durre, consultora, psicóloga e autora do livro "Surviving Toxic Workplaces" ("Sobrevivendo a Locais de Trabalho Tóxicos", em tradução literal), listou as piores nove expressões e palavras para se dizer no trabalho.

Para Sonia Carminhato, diretora de operações do Grupo Soma, empresa de consultoria em Recursos Humanos, quando uma empresa contrata um colaborador, espera que ele leve soluções. Dizer "vou ver o que eu posso fazer" e frases do tipo denotam uma predisposição a não fazer. Por isso, tome cuidado com seu discurso. "Frases assim denotam pouca proatividade", alerta. "Mas o principal é avaliar o comportamento do colaborador, não só o discurso".

Leia mais: AQUI

Curso Livre Danças Circulares da Amazônia



Estão abertas as inscrições para o Curso Livre “Danças Circulares da Amazônia”, uma realização do Ponto de Cultura Danças Circulares da Amazônia/Oscip Mana-Maní, com apoio da Secult/Programa “Pontos de Cultura do Pará” e do MINC/”Programa Mais Cultura”.São 30 vagas para arte-ducadores, professores, animadores, brincantes e profissionais de todas as áreas com atuação no Estado do Pará em projetos socioculturais e educação, com interesse nas artes e culturas populares da Amazônia-Brasil, Ética da Diversidade e Cultura de Paz, a serem trabalhadas por meio das Danças Circulares.

Com uma carga horária total de 60hs, distribuídas em 04 módulos-encontros de final de semana, de Maio a Setembro, na cidade de Belém, o curso tem como objetivo geral “Revelar e Celebrar os Brasis na Amazônia”, focalizando potencialidades identitárias, lúdicas, éticas e estéticas de nossas culturas populares, a partir da arte da dança de roda. “Do Carimbó ao Samba… Dançando a Alma Brasileira”; “Danças Circulares, Ética da Diversidade e Cultura de Paz”; “Danças Circulares da Amazônia - ReEnCantando o Nosso Mundo”; e “Amazônia PoÉtica – Danças, Cantorias, Mitos, Toques e Trocas…” são as temáticas que irão permear o aprendizado de um repertório de 45 danças do Pará, Maranhão e Amapá. Um conteúdo programático que está alinhado com as abordagens e instrumentos contemporâneos de promoção do Patrimônio Imaterial; da Diversidade Cultural dos Povos; da Cultura de Paz; e da Identidade e Diversidade Cultural Brasileira.
Saiba mais...
www.dancascircularesdaamazonia.wordpress.com

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Poesias de Vinicius de Moraes na Internet

Fonte: Teia Cultural Minas - Nº 16 - 29 de Abril de 2010 (representação regional do Ministério da Cultura de Minas Gerais)

A Biblioteca Brasiliana USP disponibilizou nesta segunda-feira, 26 de abril, o acervo completo de poemas de Vinicius de Moraes para leitura e acesso livre pela Internet, na página www.brasiliana.usp.br. Toda a poesia de Vinicius de Moraes reúne 15 livros do poeta, que foram doados ao projeto pelo bibliófilo José Mindlin. O lançamento da obra digitalizada ocorreu durante a abertura do Simpósio Internacional de Políticas Públicas para Acervos Digitais, promovido pelo Ministério da Cultura, Casa da Cultura Digital e Brasiliana USP, até o dia 29, em São Paulo.

Entre os livros que compõem a coleção destacam-se O caminho para a distância (1933), o primeiro livro publicado; a primeira edição de Orfeu da Conceição (1956), peça em três atos premiada no Concurso de Teatro do IV Centenário de São Paulo; e Livro de sonetos (1957), uma das mais populares publicações do poeta.


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quinta-feira, 29 de abril de 2010

O Portal do Som (2) - Música e Tragédia Urbana

Recentemente, algumas tragédias urbanas — em especial a relacionada ao assassinato do cartunista Glauco e do seu filho, Raoni — me trouxeram à lembrança alguns versos da canção "Muros e Grades"( “Nas grandes cidades, no pequeno dia-a-dia, o medo nos leva tudo, sobretudo a fantasia...”), um grande sucesso dos Engenheiros do Hawaii, e uma das canções que fez parte da trilha sonora da vida de uma “banda” da geração 80. (1)

Falo em banda querendo aqui me referir a uma parte da juventude, pois outras juventudes estavam ligadas em outras vertentes musicais, mesmo que, em muitos casos, a matriz de origem fosse o mesmo rock brazuca que despontava com toda força, a partir do início da década.


Leia mais em: http://www.overmundo.com.br/overblog/o-portal-do-som-2-musica-e-tragedia-urbana

sexta-feira, 23 de abril de 2010

ALDEA DE PAZ, FORO SOCIAL MUNDIAL, ZOCALO DE LA CIUDAD DE MEXICO, 2, 3 Y 4 DE MAYO DEL 2010

Con ocasión del próximo FSM en la ciudad de México, los invitamos a participar en "La Aldea de Paz," un espacio de intercambio vivencial entre representantes de distintos movimientos sociales, ambientales, indígenas, artistas que estará instalado en el Zócalo del DF los días 2, 3 y 4 de mayo. La Aldea temporal, es también un espacio de reflexión acerca de las diferentes formas en las que tod@s podemos participar en la creación de un "mundo mejor para tod@s." Por medio de una exposición de ecotecnologías, talleres, conferencias, ceremonias y presentaciones artísticas este espacio estará presentando diferentes propuestas de acción para la regeneración planetaria. "Otro Mundo es Posible," y ahí estaremos tod@s, construyéndolo junt@s.


MUESTRA ITINERANTE DE ECOTECNIAS
Este espacio tendrá un recorrido en cinco áreas, para cada uno de los elementos: Tierra, Agua, Aire, Fuego y el Tiempo es Arte como quinto elemento. En cada área tendremos manuales, información y muestras de tecnología de bajo impacto ambiental tanto disponibles en el mercado como otras fáciles de replicar, de costo mínimo, al alcance de los pobladores de las comunidades que más las necesitan para mejorar la calidad de sus vidas.
El área de “Tierra” incluirá una reflexión acerca de nuestros hábitos de consumo, ejemplos de tecnologías para reducir, reciclar y reaprovechar los desperdicios sólidos del hogar, diferentes tipos de composta, huertos urbanos, tejados verdes, alimentación saludable, nutrición, bancos de semillas entre otros.
El área de “Agua”, incluirá reconocimiento de cuenca, sanitarios ecológicos sistemas ahorradores de agua, biodigestores, filtros, captadores de agua, regaderas solares, , jabones naturales, detergentes biodegradables, etc.
En el área de “Aire-comunicación”, estamos considerando mostrar varios tipos de transporte alternativo, biocombustibles, bici-innovaciones con aditamentos para moler, licuar y revolver alimentos accionadas por fuerza humana.
Al área “Fuego-Energía” corresponden las energías provenientes de celdas fotovoltaicas, foto térmicas, iluminación, sensores, hornos, calentadores y estufas solares, estufas ahorradoras de leña y mas

Finalmente en el área de Tiempo es Arte estaremos llevando información sobre el Comercio Justo, Biorregionalismo, Permacultura, vegetarianismo, Calendario maya, plantas medicinales. Se llevaran a cabo pláticas y conferencias así como presentaciones audiovisuales mostrando el trabajo de los movimientos ecológicos de México y particularmente la experiencia de la Caravana Arcoris de la Paz
Como parte de esta exposición se estará presentando el histórico autobús “Mazorca” de la Caravana Arcoiris por la Paz, proyecto educativo y cultural itinerante que recorrió por 13 años, diez y siete países de América Central y del Sur. La Mazorca estará abierta al público y funcionará como oficina durante el evento.
Este espacio le da continuidad a la Casa Ecológica instalada en el FSM 2008, además de la Carpa de Ecotécnias instalada recientemente en el Festival Cumbre Tajin 2010. Ambos eventos tuvieron una buena aceptación del público, así como de los medios de comunicación.

HISTORIA DE LA ALDEA DE PAZLa “Aldea temporal de Paz” es una propuesta de campamento-ecológico y espacio de intercambio experimental entre representantes de distintos movimientos sociales, ambientales, indígenas, artistas, que tuvo sus orígenes en México a principios de los años 1990´s, convocados por los Consejos de Visiones de Guardianes de la Tierra. Hasta la fecha, el Consejo ha realizado nueve montajes de estas “Aldeas” en distintas biorregiones del país y actualmete se está convocando para su 10º encuentro, que tendrá lugar el próximo mes de noviembre, en la ecoaldea Nierika, poblado de Chalmita, en el estado de México.

En 1996, un grupo de activistas y artistas provenientes de la ecoaldea Huehuecóyotl, situada en Tepoztlán-Morelos, decidimos llevar a Centro y Sudamérica el diseño de estas “Aldeas temporales”, por medio de la “Caravana Arcoiris por la Paz, y en los 13 años siguientes, recorrimos 17 países del Sur, realizando centenares de actividades por una Cultura de Paz, sustentable y con justicia social, con el apoyo de los movimientos sociales de toda Latinoamérica.

El modelo de estos encuentros ha sido adoptado por una gran cantidad de grupos en distintos países, no solo de América sino del resto mundo, y en la actualidad se están replicando, cada uno con sus características propias, pero manteniendo la propuesta de inclusión, ecumenismo y pluralidad arcoírica, que es el corazón pulsante de nuestras “Aldeas,” dando cabida al compartir de todas las visiones que apunten a la creación de un nuevo paradigma planetario.

Las “Aldeas temporales de Paz” han sido un espacio que ha hecho parte de los foros Sociales Mundiales de Porto Alegre-Brasil, desde el 2003, del de Caracas-Venezuela en 2006 y más recientemente del 10º Aniversario de los FSM en Porto Alegre, este año de 2010. La Caravana Arcoiris contribuyó con su montaje tanto en el Foro Social de Santiago de Chile en 2004 como el año pasado en Belem do Pará. Con más de 1200 activistas del mundo entero acampando en ella, la “Aldea” fue considerada una de las proyectos más propositivos de Belem, por demostrar que el “otro mundo posible”, ya está aquí, ahora, y que lo estamos construyendo entre todos los que participamos de esta visión colectiva.

Desde el regreso a México el año pasado de la Caravana Arcoiris, después de 13 años de activismo social y espiritual en el Sur, hemos montado la Aldea de Paz en el Festival Noosférico en Meztitla en diciembre del 2009, y más recientemente, durante el mes de marzo del 2010, junto con las organizaciones Organi-K, Manos a la Tierra, Permacultura en Acción, SARAR, Ayotl, la Dirección de Cultura de la Delegación de Coyoacán, entre otras, en el marco del Festival de “La Cumbre del Tajin.” En esta ocasión instalamos como parte central de la Aldea, una “Carpa de Ecotecnias,” con docenas de módulos de tecnologías apropiadas para el cuidado de la tierra, el agua, el aire, el fuego (energía) y con un espacio central para el arte, como la acción humana que mejor integra a todas las demás. Más de 4500 personas nos visitaron en los cinco días del evento.


El autobús que guió a la Caravana Arcoiris en su epopeya histórica se llama la “Mazorca,” y debido a los numerosos documentales, artículos, programas de TV y radio que se han hecho sobre la odisea, en cuatro continentes, la “Mazorca” se ha convertido en un ícono y un símbolo que inspira a personas, grupos y redes de cambio de nuestro continente, y es en la actualidad un pequeño museo vivo que acompaña a la Aldea en sus distintos montajes.

L@s esperamos a tod@s


Un abrazo solidario


Coyote Alberto Ruz

MOSTRA Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto

Encontros e Práticas em ARACAJU

Acontece no dia 30 de abril, a Mostra “Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto – Encontros e Práticas em Aracaju”, quando multiplicadores e praticantes do método criado pelo teatrólogo Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas. Na ocasião será apresentada uma peça teatral “Fora preconceito” com atuação de um dos grupos de Teatro do Oprimido de Aracaju. Ao final da apresentação alguns espectadores serão convidados a subir no palco e, trocando de lugar com o protagonista, mostrar alternativas aos problemas encenados. O espectador da sessão de Teatro-Fórum (espect-ator) não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido e/ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida.


A programação da Mostra conta ainda com: o lançamento do livro póstumo do teatrólogo e ensaísta Augusto Boal, A Estética do Oprimido, considerado o testamento artístico do autor; uma exposição de produtos artísticos produzidos pelos grupos locais, palestras, exibição de um curta metragem. No dia anterior (29/4) os praticantes do Teatro do Oprimido em Aracaju participam de uma oficina teórica e prática da Estética do Oprimido ministrada pelos curingas do Centro de Teatro do Oprimido (www.cto.org.br).



As atividades do evento integram o "Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto", cujo objetivo é a capacitação e acompanhamento de novos multiplicadores do método Teatro do Oprimido em dezoito estados brasileiros e quatro países da África lusófona (Moçambique, Guiné-Bissau, Senegal e Angola), é uma realização do Centro de Teatro do Oprimido com patrocínio do Ministério da Cultura por intermédio do Programa Cultura Viva.



PROGRAMAÇÃO – 30 DE ABRIL, SEXTA-FEIRA



17:00h - Abertura da exposição



18:00h – Abertura com palavra de Monique Rodrigues, curinga do Centro de Teatro do Oprimido (CTO), seguido de exibição de curta metragem sobre as atividades do Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto no Brasil e na África lusófona.



18:30h – Lançamento do livro A Estética do Oprimido, com palestra de Geo Britto, sociólogo e curinga do CTO, a respeito da aplicação desta técnica no Projeto.



19:00h – Apresentação de Sinestesia do Poema com o Grupo Nova Imagem.



19:30h – Apresentação da peça “Fora Preconceito” com o grupo Dilemas da Vida, seguido de Teatro-Fórum. Sinopse: A peça retrata a história real de Amélia, usuária da saúde mental, que possui grande desejo de ser pintora. Contudo, ao tentar se matricular na Escola de Artes da cidade é surpreendida pelo preconceito de João, professor da escola, que a impede de entrar no curso quando descobre que Amélia é usuária de um Caps (Centro de Atenção Psicossocial). Para João e grande parte dos alunos dizem que “maluco” não tem o direito de estar cursando uma escola tradicional. Sobre o Grupo: O grupo Dilemas da Vida existe há um ano e é formado por usuários do Caps Liberdade.



20:30h – Coquetel



O CENTRO DE TEATRO DO OPRIMIDO



Surgido em 1986, o Centro de Teatro do Oprimido (CTO) é um centro de pesquisa e difusão, que desenvolve metodologia específica do Teatro do Oprimido em laboratórios e seminários, ambos de caráter permanente, para revisão, experimentação, análise e sistematização de exercícios, jogos e técnicas teatrais. Nos laboratórios e seminários são elaborados e produzidos projetos sócio-culturais, espetáculos teatrais e produtos artísticos, tendo como alicerce a Estética do Oprimido. A filosofia e as ações desta instituição visam à democratização dos meios de produção cultural, como forma de expansão intelectual de seus participantes, além da propagação do Teatro do Oprimido como meio, da ativação e do democrático fortalecimento da cidadania. O CTO implementa projetos que estimulam a participação ativa e protagônica das camadas oprimidas da sociedade, e visam à transformação da realidade a partir do diálogo e através de meios estéticos. Dessa forma o CTO desenvolve projetos na área da educação, saúde mental, sistema prisional, pontos de cultura, movimentos sociais, comunidades, entre outros. Por conta de sua natureza humanística e do potencial do Teatro do Oprimido, está atuante em todo o Brasil e em países como Moçambique, Guiné Bissau, Angola e Senegal.



SERVIÇO



Evento: Mostra Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto - Encontros e Práticas em Aracaju

Local: Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória

Endereço: Rua Dr. Leonardo Leite s/n°, 13 de Julho

Tels: 3179-1907 e 3179-1935

Capacidade de público: 200 pessoas
Horário: 17 às 20h

Classificação indicativa: LIVRE

ENTRADA FRANCA



ATENDIMENTO À IMPRENSA



Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido
Assessor de Comunicação
(21) 2539-2873 e 8718-1965