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segunda-feira, 22 de junho de 2026

O que estão dizendo os frequentadores da programação de São João sob a batuta da prefeitura de Aracaju e do Governo do Estado?

Chico César aponta caminhos na perspectiva de fortalecer a cultura participativa e popular em alternativa aos "estranhos espetáculos" sem a alma junina!

É preciso que a sociedade reaja contra esse apagamento planejado da nossa cultura, antes que seja tarde.

Muito importante ouvir e engajar a sociedade, e tenho visto com esperança, crianças e jovens curtindo o forró autêntico.

Por isso que as escolas são fundamentais nesse processo de luta e resistência.

Um bom exemplo nesse sentido é o projeto Caravana Luiz Gonzaga Vai à Escola,  apresentado pela Ação Cultural ao Edital Centenário Luiz Gonzaga e premiado pela Funarte no ano de 2012. A nossa expectativa é retomar a Caravana em 2027 com recursos da Lei Aldir Blanc. 


E o MINC, através da Diretoria de Culturas Tradicionais e Populares,  vinculada à Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural não poderia puxar um seminário para tratar acerca de sugestões para lidar com essa questão?  E as comissões de cultura das duas casas do congresso, assembléias legislativas?  E as Universidades? 

SE TV 1ª Edição

Caravana traz a alunos de Sergipe a história dos 100 anos de Luiz Gonzaga

No ano do centenário de Luiz Gonzaga uma caravana está na capital e traz a vida e a obra do Rei do Baião para alunos de dez escolas públicas de Aracaju, São Cristóvão e Nossa Senhora do Socorro.

https://globoplay.globo.com/v/2118374/



Assim, o blog da Cultura reafirma o papel de observatório popular da cultura de forma critica e independente. 

A fonte inicial para o levantamento abaixo foi realizada com base na afirmação de uma professora de artes da rede pública, no facebook 

"o Forró Caju está infinitamente melhor para quem quer dançar forró de verdade, destaco além das atrações,   um piso espetacular pra dançar no palco pequeno" 

E você? Concorda ou discorda da opinião e argumentos  abaixo. Deixe sua opinião com argumentos nos comentários aqui no  blog, no instagram ou no facebook. 

"A percepção de que o Forró Caju 2026 está superior para quem deseja dançar forró encontra respaldo na forte aprovação popular registrada nas etapas descentralizadas, nas praças lotadas, na valorização do repertório tradicional nordestino e na qualidade da programação artística. Embora a Vila do Forró da Orla mantenha relevância turística e cultural, muitos frequentadores têm destacado que o ambiente do Forró Caju favorece mais a experiência do baile e da dança."



 1. Aprovação popular registrada pela imprensa

Na abertura da programação descentralizada no Augusto Franco, a própria cobertura jornalística destacou depoimentos de moradores, comerciantes e frequentadores elogiando a iniciativa de levar a festa para perto dos bairros. O público relatou satisfação com a estrutura e com a possibilidade de participar sem grandes deslocamentos.

2. Praças lotadas como indicador de aceitação

O encerramento da etapa do Augusto Franco foi marcado por praça lotada e grande presença popular. A cobertura destacou que a adesão do público foi interpretada como uma validação da estratégia da Prefeitura de descentralizar os festejos e aproximar a programação das comunidades.

3. Programação considerada forte e diversificada

Um dado objetivo reforça sua impressão sobre a qualidade artística: o Forró Caju 2026 reuniu 109 atrações, sendo cerca de 67% artistas sergipanos, combinando nomes tradicionais do forró com atrações de grande apelo popular. Entre os artistas citados estavam Alceu Valença, Elba Ramalho, Trio Nordestino, Mestrinho, Calcinha Preta, Wesley Safadão e diversos representantes da cena local.

4. Valorização do forró tradicional

Diversas reportagens destacaram que a programação procurou privilegiar os ritmos nordestinos e artistas ligados à tradição junina. Para quem gosta de dançar forró, esse aspecto pesa bastante na avaliação da festa, porque influencia diretamente o ambiente do público e a ocupação da pista.

5. O contraste com a Orla

Embora a Vila do Forró na Orla da Atalaia continue sendo um dos principais polos juninos do estado, sua proposta é mais ampla, misturando shows, apresentações culturais, gastronomia, turismo e circulação de visitantes. Já o Forró Caju, especialmente em alguns espaços menores e mais focados no baile, tende a favorecer quem quer efetivamente dançar por horas.

Músicos

O sanfoneiro e vocalista da banda Casaca de Couro, Joaquim Casaca de Couro, afirmou que participar do Forró Caju representa uma oportunidade de fortalecer a cultura nordestina e valorizar a produção musical sergipana. A fala foi registrada durante a abertura da programação no Augusto Franco.

Já artistas sergipanos ouvidos durante o lançamento da programação destacaram positivamente o fato de mais de 67% das atrações serem locais, enxergando a edição como um fortalecimento da cena cultural do estado.

Dançarinos e professores

Uma das entrevistadas pela cobertura do segundo dia no Augusto Franco, identificada como praticante de dança de salão e forró, resumiu sua relação com a festa dizendo: "O forró é a minha vida". O depoimento foi apresentado no contexto de elogios ao ambiente criado para os dançarinos e amantes do gênero.

A professora Gabriela Santos, moradora do bairro, também foi destacada entre os participantes da programação descentralizada, em reportagem que enfatizou a boa recepção da iniciativa junto à comunidade local.

Produtores e agentes culturais

O secretário municipal de Cultura, Paulo Corrêa, avaliou que a descentralização se consolidou como uma iniciativa importante para a cultura, para a economia e para a população, destacando a permanência do público mesmo sob chuva na abertura do evento.

A estratégia de descentralização também foi apresentada como uma das marcas centrais da edição 2026, aproximando os festejos dos bairros e ampliando o acesso da população às manifestações culturais.

Frequentadores e moradores

A aposentada Ely Oliveira declarou:

"A Prefeitura de Aracaju está de parabéns por promover um forró de verdade."

O depoimento foi dado durante a abertura do Forró Caju no Augusto Franco.

A estudante Anne Raquel afirmou que a descentralização facilitou sua participação:

"Hoje é minha primeira vez e estou amando."

Ela relatou que anteriormente evitava comparecer devido à concentração da festa em um único local.

A empresária Lívia Raulino elogiou a estrutura e a valorização da cultura nordestina:

"A Prefeitura está no caminho certo ao descentralizar o São João."

Ela também destacou a presença dos artistas sergipanos na programação.

Opiniões espontâneas nas redes sociais

Em uma discussão recente no Reddit sobre o Forró Caju realizado na região dos mercados, um frequentador afirmou:

"É mais tranquilo de ir e voltar do que a orla, não tem violência, tem menos tumulto e são dois palcos."

Outro usuário relatou:

"Clima de São João raiz. É muvuca, é suor, é gente dançando até na calçada."

Um terceiro participante, que afirmou frequentar o evento há anos por motivos profissionais, comentou que a segurança estaria "alta para um ambiente até pequeno" e avaliou o evento como tranquilo. 

Pesquisa acima realizada com o apoio de IA  

Uma pesquisa quantitativa e qualitativa de caráter cientifico mais abrangente,  independente e recorrente (ao longo dos anos)  pode ser uma boa ideia para universidades, especialistas no tema e etc...

Abaixo, um outro olhar de  quem viveu um momento em Aracaju de um São João radicalmente mais autêntico e comunitário.

São João de Aracaju: Quando a Sanfona Era a Estrela da Festa

 20 de junho de 2026  

Emanuel Rocha*

Memórias de um tempo em que a comunidade era o palco, a sanfona era soberana e o forró contava a história do povo nordestino.

Estamos em junho, o mês das festas juninas. O Nordeste se enche de cores, bandeirinhas e fogueiras, e no ar já se sente aquele chamado antigo da sanfona anunciando que a festa vai começar. É tempo de celebrar uma das tradições mais bonitas e representativas da cultura nordestina.

E se há algo que o tempo não apaga, é a memória dos grandes São Joões que Aracaju viveu, especialmente entre as décadas de 1950 e o início dos anos 1990. Naqueles tempos, a festa era mais que diversão. Era encontro, fé, partilha e vida comunitária.

Meses antes, famílias e vizinhos já começavam os preparativos. As ruas se transformavam em grandes arraiais a céu aberto. Bandeirinhas coloriam os céus, mastros eram erguidos e as fogueiras se tornavam o coração da festa. Havia até disputas amistosas para saber qual rua estava mais bonita e animada.

Nas comunidades populares, os festejos ganhavam identidade própria. O Arraiá do Josa, no Novo Paraíso, atraía multidões ao som da zabumba e da sanfona. O Arraiá das Veias mantinha uma saudável rivalidade, levando os forrozeiros a circularem de um lado para outro em busca da melhor animação. Muitos chegavam a pé, de bicicleta ou a cavalo; outros vinham em seus automóveis, atraídos pela fama dos festejos.

No bairro América, o Arraiá do Alto do Miolo iluminava as noites com muito forró. Já no Cirurgia, o lendário Arranca Unha atravessava madrugadas embalado pelo fole, pelo triângulo e pela zabumba. Cada bairro tinha sua marca, seu jeito de festejar e suas histórias para contar.

As noites costumavam começar com as novenas dedicadas a Santo Antônio, São João e São Pedro. A fé reunia as famílias e fortalecia os laços da comunidade. Mas bastava a última oração terminar para que as cadeiras fossem afastadas e o forró tomasse conta do ambiente. A sanfona puxava os primeiros acordes e ninguém conseguia ficar parado.

Os sanfoneiros eram os grandes reis da festa. Muitos tocavam por amor à tradição, sem luxo, sem camarins e sem grandes exigências. O pagamento vinha no sorriso do povo, na casa cheia e na alegria de ver gerações inteiras dançando juntas.

Nem tudo era solenidade. Havia também as brincadeiras que arrancavam gargalhadas. O famoso cordão cheiroso, quando aceso por algum gaiato, espalhava um odor tão forte que fazia a multidão se dispersar correndo e rindo. E quando algum dançarino exagerava na animação, não faltava um sanfoneiro bem-humorado para interromper a música e fazer uma observação espirituosa que virava motivo de risos para o resto da noite.

Ao redor das fogueiras aconteciam os batizados simbólicos e os casamentos matutos. Eram tradições que fortaleciam os vínculos entre vizinhos e amigos. Quando a fogueira virava brasa, começavam as conversas, as histórias e as lembranças compartilhadas entre gerações.

Também havia as famosas batalhas de busca-pés. Em terrenos abertos, grupos de jovens se enfrentavam em meio a faíscas, estampidos e muita adrenalina. Era uma diversão típica de uma época em que os festejos ocupavam todos os espaços da cidade.

E nenhuma festa estaria completa sem a culinária junina. Nas mesas fartas apareciam milho cozido, pamonha, canjica, mungunzá, pé de moleque, bolo de macaxeira, bolo de puba e os tradicionais licores. Mais do que comida, era um gesto de acolhimento. Sempre havia lugar para mais um à mesa.

Aracaju se iluminava com centenas de fogueiras espalhadas pelos bairros. O cheiro da madeira queimando se misturava ao milho assado e ao som distante das sanfonas. As ruas se tornavam espaços de convivência, onde crianças brincavam, jovens namoravam e os mais velhos contavam histórias enquanto observavam o movimento da festa.

Hoje os festejos são diferentes. Os grandes palcos, os equipamentos modernos e as multidões passaram a ocupar o centro das celebrações. É natural que a cultura se transforme com o passar do tempo. O problema surge quando a busca por públicos cada vez maiores começa a empurrar para o canto aquilo que deu origem à própria festa.

Em muitas cidades, o forró autêntico passou a disputar espaço com atrações que pouco ou nada têm a ver com a tradição junina. A sanfona, a zabumba e o triângulo, símbolos maiores da identidade nordestina, muitas vezes cedem lugar a espetáculos que poderiam acontecer em qualquer época do ano e em qualquer lugar do país. Trocam-se as raízes pela popularidade momentânea, como se a cultura precisasse abandonar sua essência para continuar existindo.

Não se trata de rejeitar o novo, mas de preservar aquilo que faz do São João uma celebração única. Afinal, uma festa sem identidade pode reunir multidões, mas dificilmente conseguirá transmitir às futuras gerações o mesmo sentimento de pertencimento que marcou os antigos arraiais.

Que os festejos continuem crescendo, atraindo visitantes e movimentando a economia. Mas que nunca esqueçam que sua maior riqueza não está nos refletores nem nos cachês milionários. Está na cultura popular que lhes deu origem, na sanfona que embalou gerações, nos arraiais erguidos pelo próprio povo e no forró que contava, em versos e melodias, a história do Nordeste.

Porque, se a tradição virar apenas decoração de palco, as bandeirinhas continuarão colorindo o céu, as fogueiras continuarão acesas e as multidões continuarão chegando. Mas algo essencial terá sido perdido. E quando a sanfona deixar de ser a estrela da festa, o São João poderá continuar existindo, mas já não será o mesmo que vive na memória e no coração do povo nordestino.

* Emanuel Rocha é Historiador, poeta popular, escritor  e repórter fotográfico

https://roacontece.com.br/2026/06/20/sao-joao-de-aracaju-quando-a-sanfona-era-a-estrela-da-festa/

E por último,  a visão  de quem pensa com um olhar mais comercial, o que é considerado por muitos como predatório e inconsequente.. 

Forró dividido enfraquece os festejos juninos de Aracaju

em 16 jun, 2026 8:30

Adiberto de Souza

 Diferente de Campina Grande e Caruaru, onde os festejos juninos são concentrados, em Aracaju o forrobodó é fatiado em locais diferentes. Na Orla de Atalaia, o governo de Sergipe promove o milionário Arraiá do Povo, enquanto a Prefeitura espalhou o Forró Caju por vários pontos da cidade. O governador Fábio Mitidieri (PSD) alardeia que promove o maior São João à beira-mar do Brasil, já a prefeita Emília Corrêa (PL) jura que sua gestão faz o mais animado São João dessas paragens. Certamente, se estado e município concentrassem os recursos e esforços num único evento, Aracaju poderia concorrer de igual para igual com Campina Grande e Caruaru, como já aconteceu no passado. Vale ressaltar que essa divisão de palcos começou em 2003, quando o então governador João Alves Filho instalou a Vila do Forró na Orla de Atalaia. O objetivo era concorrer com o tradicional Forró Caju, promovido pela gestão do ex-prefeito Marcelo Déda (PT) nos mercados centrais da capital sergipana. Desde então, assa disputa entre o governo e a prefeitura para ver quem faz o evento mais bonito só diminui a visibilidade dos festejos juninos em nível nacional e, por consequência, reduz o interesse dos turistas, que acabam optando pela grandiosidade do São João de Pernambuco e da Paraíba. Simples assim!

https://infonet.com.br/blogs/adiberto/forro-dividido-enfraquece-os-festejos-juninos-de-aracaju/

O acervo do blog  da cultura sobre o ciclo junino. AQUI


quinta-feira, 14 de maio de 2026

Saudades do Fórum do Forró. Por Zezito de Oliveira

O Fórum do Forró completa 19 edições realizadas. Embora tenha sido criado em 2001, o evento não alcança sua 25ª edição em 2026 porque deixou de acontecer em alguns anos ao longo desse intervalo.

Criado dentro da programação do Forró Caju, o Fórum do Forró de Aracaju tornou-se um dos mais importantes espaços de reflexão sobre a cultura nordestina e a música popular brasileira. Mais do que uma atividade paralela aos festejos juninos, o fórum consolidou-se como ambiente de encontro entre artistas, pesquisadores, jornalistas, produtores culturais, gestores públicos e estudiosos interessados em discutir o passado, o presente e o futuro do forró.

Idealizado pelo pesquisador e gestor cultural Paulo Corrêa, o evento atravessou diferentes administrações municipais, mudanças no mercado musical e transformações tecnológicas, mantendo como eixo central a defesa do forró tradicional e a valorização da memória cultural nordestina.

Nos anos em que foi realizado, deixou marcas profundas em nossa memória e em nossa atuação como educador e produtor cultural. Um dos pontos mais significativos dessa relação com o tema foi a Mostra Cultural Caravana Luiz Gonzaga Vai à Escola.

A Caravana “Luiz Gonzaga Vai à Escola”, realizada em Sergipe em 2012 pela Ação Cultural com apoio da Fundação Nacional de Artes (Funarte), integrou as comemorações do centenário de Luiz Gonzaga, levando palestras, apresentações musicais, exibição de vídeos, exposições, dança e debates sobre a cultura nordestina para escolas públicas e espaços culturais sergipanos.

A iniciativa buscou aproximar estudantes da obra e da importância histórica do Rei do Baião, valorizando o forró como patrimônio cultural e instrumento de formação identitária nordestina. A caravana dialogava diretamente com os princípios defendidos pelo Fórum do Forró de Aracaju, especialmente na preservação do forró tradicional, na difusão da memória cultural nordestina e na articulação entre educação, pesquisa e cultura popular, funcionando como uma extensão pedagógica das discussões históricas promovidas pelo fórum ao longo de suas edições.

Neste ano de 2026, tendo Paulo Corrêa — idealizador e produtor histórico do evento — à frente da Secretaria Municipal da Cultura de Aracaju, percebe-se, naturalmente, a intenção de realizar um grande Fórum do Forró, à altura das melhores edições já promovidas. Ainda há muito a ser feito, mas permanece a esperança de que o evento volte a alcançar plenamente sua força histórica e simbólica.

Entre as saudades que carrego — e que parcialmente me senti contemplado nesta edição — está a qualidade artística do cartaz, novamente digna das melhores fases do fórum.

O local escolhido, o Teatro Atheneu, também merece destaque. Outros espaços confortáveis e acessíveis já acolheram o evento em diferentes momentos, inclusive o Teatro Juca Barreto, palco da primeira edição. A propósito, permanece a esperança de que o teatro venha a ser plenamente restaurado e devolvido ao público.

Em outras ocasiões, o fórum ocorreu no teatro de bolso do Centro Cultural de Aracaju, espaço menor e mais intimista, que, apesar das limitações, conseguiu cumprir seu papel. Ainda assim, fica a reflexão: e se Aracaju finalmente envidasse esforços para construir um verdadeiro Teatro Municipal, talvez aproveitando a área localizada nos fundos da antiga sede da Prefeitura, no centro da cidade, inclusive com apoio da bancada sergipana no Congresso Nacional?

Também sinto saudade das conferências que ampliavam e contextualizavam a discussão sobre o forró para além das questões meramente memoriais. Em 2002, por exemplo, Bráulio Tavares participou do II Fórum do Forró de Aracaju, dedicado a Jackson do Pandeiro, apresentando a conferência “Análise Temática da Obra de Jackson do Pandeiro”. Também integrou o debate “Forró Pé-de-serra x Forró Eletrônico”, ao lado de Fernando Moura, Antônio Barros, Cecéu e Almira Castilho.

Em 2003, Durval Muniz de Albuquerque Júnior apresentou a conferência “A Invenção da Cultura Popular Nordestina”, ampliando o alcance acadêmico do fórum e introduzindo reflexões sobre regionalismo, indústria cultural e construção simbólica da identidade nordestina.

Já Silvério Pessoa, em participação marcante no fórum de 2015, alertou para “o sério risco de termos uma tradição diluída”, desenvolvendo uma reflexão brilhante sobre o papel da escola na preservação do forró e do coco nordestino.

Em 2022, Anderson Fanta e Cleuza Lopez trouxeram ao debate as plataformas digitais e os desafios do mercado musical contemporâneo, demonstrando que o Fórum do Forró sempre foi mais do que nostalgia: foi também espaço de reflexão sobre permanências, mudanças e futuro.

Entre outras lembranças marcantes estão os robustos coquetéis de comida nordestina oferecidos em algumas edições, momentos de confraternização que prolongavam os debates e fortaleciam os vínculos afetivos em torno da cultura popular.

Mas talvez uma das imagens mais fortes da memória do fórum seja a tradicional fila de debatedores da plateia — aquilo que gosto de chamar de “a fila dos últimos românticos do forró”. Entre essas figuras inesquecíveis estava Ribeiro, presença constante e apaixonada em praticamente todas as edições.

Enquanto pesquisadores e artistas discutiam o futuro do forró nas mesas do palco, figuras como Ribeiro ocupavam, de maneira emocionada e vibrante, o microfone aberto da plateia ano após ano, transformando presença em verdadeira militância cultural. Sua fidelidade ao Fórum do Forró revelava que a defesa do forró tradicional não acontecia apenas nos discursos acadêmicos ou nos palcos, mas também no compromisso afetivo do público que fazia daquele espaço um território vivo de memória nordestina.

quarta-feira, 26 de abril de 2023

A propósito dessa “fila dos últimos românticos do forró”, também merece destaque Thiago Paulino, representante de uma geração mais jovem de pesquisadores que ajudou a renovar o debate cultural sobre o forró. Autor do livro Palco de Disputas e Disputas pelo Palco no País do Forró (2018), Thiago analisou criticamente as transformações do forró contemporâneo, os conflitos entre tradição e mercado e as disputas simbólicas presentes nos festejos juninos nordestinos, contribuindo para ampliar a reflexão sobre cultura popular, identidade e indústria cultural.

No artigo “A Décima Edição do Fórum do Forró e a Derrubada do Muro” (2011), Thiago escreveu:

“Infelizmente, a outra constante é o que poderíamos chamar de um ‘muro de lamentações do forró’. Todo ano algumas temáticas se repetem: a falta de qualidade das bandas de forró elétrico, a disparidade dos cachês entre artistas locais e bandas de fora e a falta de valorização do artista local. Se por um lado essas reclamações possuem legitimidade, por outro é necessário proporcionar palestras e oficinas para que o próprio sanfoneiro, ou alguém próximo a ele, se aprimore enquanto produtor ou agente cultural.”

Ao defender a qualificação dos próprios artistas e agentes culturais, Thiago apontava um caminho importante para além da crítica recorrente: a necessidade de fortalecer formação, produção, circulação e profissionalização dentro do próprio universo do forró.

O Fórum do Forró consolidou-se ao longo de suas 19 edições como um dos mais importantes espaços de reflexão sobre a cultura nordestina e o forró tradicional. Ainda assim, sua trajetória também foi marcada por críticas recorrentes feitas por artistas, pesquisadores, como Thiago Paulino  e pelo próprio público. Para efeito de contribuição em forma de sintese para que os próximos Foruns deixe ainda mais saudades, destacamos a atenção a descontinuidade do evento nos futuros anos pela dependência das mudanças políticas e administrativas da Prefeitura de Aracaju, além da dificuldade de transformar os debates em políticas culturais permanentes.

Outro ponto importante a ser considerado é a contradição entre o discurso de defesa do forró pé-de-serra no Fórum e a crescente presença de atrações comerciais e do forró eletrônico na programação dos festejos juninos. Também houve e há criticas  sobre a pouca preservação do acervo histórico do evento, limitações de infraestrutura, redução do espaço para participação espontânea da plateia nos últimos anos  e a ausência de maior projeção nacional para um encontro considerado referência na discussão sobre patrimônio cultural nordestino.

Mesmo diante dessas limitações, o Fórum do Forró permanece como um raro território de resistência cultural, memória afetiva e debate crítico sobre identidade nordestina e cultura popular brasileira. 

Confira em reportagens da TV Sergipe como foi o  Fórum do Forró 2026 em Aracaju     ]

 https://globoplay.globo.com/v/14608470/

A tradição das festas juninas resiste em Sergipe com o Fórum do Forró - 1ª parte - Paulo Corrêa






O XI Fórum do Forró foi dez!

Divulgação - Ao final dos debates, o público presenciou um show em homenagem a Luiz Gonzaga.

Zezito de Oliveira · Aracaju, SE - Publicado no Overmundo

http://www.overmundo.com.br/overblog/o-xi-forum-do-forro-foi-dez

11/6/2012 · O Fórum do Forró, que aconteceu nos dias 05 e 06 de junho de 2012, em Aracaju, realizou uma homenagem ao saudoso e querido Luiz Lua Gonzaga à altura da qualidade do grande legado que o mestre deixou.

Das homenagens realizadas no centenário do Gonzagão em Sergipe, esta é uma das que merecem mais louvores, pelo fato de se ter iniciado no ano de 2002, prosseguindo, de forma ininterrupta, até o presente ano.

A outra homenagem longeva a Luiz Gonzaga e também digna de louvor é o programa Aquarela Nordestina , apresentado pelo professor José Augusto, há cerca de 20 anos, pelas ondas da Rádio Aperipê 630 AM.

O que me chamou a atenção no primeiro dia foi a apresentação do site LuizLuaGonzaga por parte de seu criador e mantenedor Paulo Vanderley. Isto se deveu à forma clara, segura e apaixonada ancorada na utilização de um criativo recurso audiovisual, o próprio site. Foi o dia em que fui acompanhado da esposa e dos filhos (um pré-adolescente e uma adolescente). Os elogios que faço, aliás, também tomam como base a opinião deles.

No segundo dia senti um clima com forte presença de elementos místicos e emocionais, com destaque para a apresentação e homenagem ao compositor João Silva, importante parceiro do Rei do Baião, e a apresentação de Bené Fonteles, responsável por uma belíssima publicação — O Rei e o Baião —, composta de análises instigantes elaborados por intelectuais e reprodução de material iconográfico sobre Luiz Gonzaga e releituras ou interpretação de sua obra por parte de artistas de outras linguagens, em especial das artes plásticas, visuais e literária.

Uma frase dita por Bené Fonteles me chamou a atenção! Disse ele: “Gonzaga já é mais do que o mito, Gonzaga é uma entidade”. Frase semelhante ouvi de Veronica Sacta, educadora, artista e xamã equatoriana, que deu importante contribuição à nossa gestão a frente do Complexo Cultural “O Gonzagão”, no período em que estivemos à frente da direção daquele equipamento cultural pertencente ao governo de Sergipe (2007 a 2009). E não à toa, presenteei-a com um CD contendo uma coletânea de gravações clássica do Velho Lua, quando ela se despediu dos amigos(as) sergipanos, após quase um ano de presença em Aracaju.

No final do fórum, solicitei a palavra para divulgar a seleção do projeto “Caravana Cultural Luiz Gonzaga vai a Escola”, no prêmio Funarte-Centenário Luiz Gonzaga. Desde que soube do resultado, pensei ser o Fórum do Forró o local mais apropriado para isso. Mesmo que esta notícia já fosse do conhecimento de uma parte daqueles que estavam presentes naquele momento.

Na fala em que citei a conquista do prêmio, parabenizei e agradeci a Paulo Correa ( idealizador e coordenador do Fórum do Forró desde a sua criação)pela iniciativa, além de lembrar outro dois nomes que garantiram a cobertura institucional para a realização do evento: o bancário e professor de História Chico Buchinho (presidente da Funcaju, na época), bem como o prefeito em 2001(ano do primeiro Fórum do Forró) e atual governador de Sergipe, Marcelo Déda.

Eu disse que o fórum do forró foi uma das fontes de inspiração para a elaboração do projeto da Caravana Luiz Gonzaga e, em razão das limitações de tempo, deixei de falar que a Caravana Luiz Gonzaga responde, mesmo de forma limitada e localizada, a angústia ou ao anseio de algumas pessoas que manifestaram no espaço de debates do Fórum do Forró seus protestos e/ou desabafos com o desconhecimento e/ou desvalorização do forró pé-de-serra, por parte significativa de pessoas das novas gerações.

No final, destaquei que era importante e necessário que as excelentes palestras e apresentações durante todos esses anos de Fórum do Forró fossem registradas e publicadas em forma de textos e imagens. Esta demanda já foi colocada em outros fóruns, mas infelizmente não conseguiu sensibilizar a prefeitura de Aracaju, com a honrosa exceção de uma ou duas edições do evento.

No final, após uma das diversas e belas apresentações desta segunda noite, protagonizadas, entre outros, por Erivaldo de Carira e Thais Nogueira, destaco a fala do primeiro, o qual lembrou que muitos prefeitos do interior de Sergipe precisam valorizar mais os artistas que produzem o forró pé-de-serra, contratando seus trabalhos pelo menos no período dos festejos juninos.

Nesse momento, lembrei-me que uma forma das autoridades públicas mostrarem seu real amor por sua gente e por sua terra é valorizando e investindo na arte e cultura do seu povo, muito além de palavras ou gestos simbólicos como na utilização da arte e da cultura sergipana apenas em propagandas institucionais e/ou recepções a convidados de outras localidades.

Como 2012 é um ano de eleição e a bola está com o cidadão eleitor, é importante que a valorização e o investimento em educação e cultura de qualidade sejam fatores importantes de decisão na hora do voto.

P.S: No primeiro dia do Fórum do Forró o jornalista Thiago Paulino indagou palestrantes e debatedores a respeito de sugestões acerca de políticas públicas no campo da educação e da cultura, voltadas para ampliar o alcance de iniciativas semelhantes a Caravana Luiz Gonzaga.

O jornalista Jozailto Lima, por sua vez, também fez uma pergunta, enumerando alguns movimentos musicais brasileiros, como a bossa nova, a jovem guarda, o tropicalismo, o clube da esquina e uma imensa gama de estudos acadêmicos sobre estes.

Jozailto quiz saber se o fato de o baião — que tem uma importância tão significativa para a cultura brasileira — não ter sido agraciado com o mesmo tratamento, por parte das universidades, não significaria uma atitude de preconceito regional e social por parte da academia.

Como as respostas dadas a estas perguntas não esgotaram as soluções ou alternativas possíveis, resolvemos trazê-las para quem sabe, possibilitar que mais pessoas, coletivos ou instituições busquem outras respostas que se convertam em ações.

Quanto a questão proposta por Thiago Paulino, vale citar uma iniciativa da atual gestão dos ministérios da cultura e da educação, que está criando um coletivo investigador da pesquisa-ação que será realizada em Recife, nos dias 14 e 15 de junho, em tempo integral, cujo objetivo é formular princípios que auxiliem na formulação e orientação de políticas de cultura voltadas para a educação. O coletivo investigador é composto por professores, educadores populares, artistas e outros agentes da educação e da cultura empenhados na formação de um sistema educacional que integre as experiências de Educação Formal e as de Educação Não-Formal, realizadas por organizações da sociedade civil, bibliotecas e museus.

Esse coletivo investigador contará com a presença do autor desse texto.

sábado, 9 de junho de 2012

sábado, 9 de junho de 2012















sábado, 21 de junho de 2025

São João: a força econômica da cultura popular brasileira

Nos  artigos  publicados pelo blog da cultura  neste ano de 2025  sobre os festejos juninos em Aracaju, em Sergipe e em Pernambuco, da autoria de Emanuel Rocha, Silvio Santos e José Teles   sobressai o aspecto da desfiguração que os festejos juninos no nordeste vem sofrendo em matéria de identidade cultural e criação ou fortalecimento de vínculos comunitários, dando lugar a exploração comercial pura e simplesmente, todavia, seja na forma mais autêntica ou mais tradicional, seja no formato comercial, os festejos são fontes de geração de riqueza econômica... A matéria abaixo da jornal Correio Braziliense  traz uma pequena, mas importante reportagem nessa perspectiva.

Foto: Pixabay/Reprodução

Mas não ficamos por aqui, dado o caráter formativo e propositivo do blog da cultura, solicitamos atenção além da leitura dos artigos referentes ao ciclo junino publicados neste ano, também ao dos anos anteriores,  bem como as iniciativas realizadas com a participação do blog da Cultura, com a chancela da OSC Ação Cultural, como a Caravana Cultural Luiz Gonzaga Vai a Escola que já inspirou uma segunda iniciativa, sendo esta de cunho mais pedagógico e realizada pela segunda vez em uma escola pública, no caso de 2025 na Escola Estadual Neyde Mesquita, localizada no municipio de São Cristóvão. A primeira vez em 2016 no então Colégio Carlos Firpo, em Santa Rosa de Lima. Assim como uma espécie  de "Fórum Virtual do Forró" realizado em 2o2o/2021, no período da  pandemia, com discussões bastantes pertinentes. 

Por outro lado, uma sugestão inspirada na matéria abaixo e que pode ser abraçada pelos escritórios estaduais do MINC, Comitês de Cultura, Pontão de Cultura, neste último caso, para atender ao escopo da proposta abaixo, mas com caracteristicas próprias e mais abrangentes,  o que pode ser estimulado  via edital para seleção de um Pontão de Cultura nacional voltado a realização de  pesquisas sobre economia da cultura e impacto social e cultural dos  investimentos do Programa Cultura Viva.

A proposta a que nos referimos acima: 

Neste sentido, imaginemos a potência que poder ser  uma rede unindo  escritórios locais do MINC da  região nordeste, junto com comitês de cultura em parceria com universidades, com financiamento de um fundo destinado pelos estados via PNAB ? 
Uma pesquisa além do caráter quantitativo, também com levantamento e análises  acerca da qualidade do investimento na produção cultural ligada ao ciclo junino, tendo como principais indicadores, entre outros, o  fortalecimento da cadeia produtiva de cada lugar  e a identidade cultural local.

 Estudo do Instituto Locomotiva mostra que quatro em cada dez brasileiros pretendem gastar mais de R$ 200 durante as festas 

4 em cada 10 brasileiros pretendem gastar mais de R$ 200 nas festas juninas
Pesquisa do Instituto Locomotiva e QuestionPro mostra ainda que 81% dos entrevistados pretendem participar de alguma atividade relacionada à festa de São João

Por Caetano Yamamoto* — A temporada de festas juninas é um período de movimentação da economia, com a compra de comidas e bebidas, roupas, adereços e ingressos para festas. É o que mostra a pesquisa do Instituto Locomotiva e QuestionPro: 41% dos brasileiros que vão a festas de São João pretendem gastar mais de R$ 200. Outros 52% pretendem gastar até R$ 200 e 7% dizem que não devem gastar nada.

O São João aquece “o comércio local e a valorização da cultura regional, especialmente nas regiões Norte e Nordeste”, explica Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.

Destaque da pesquisa fica com a região Nordeste, onde 46% pretendem gastar mais de R$ 200, liderando os gastos no país, seguido pela região Sudeste, com 41% de pretendentes, e pelo Centro-Oeste, com 37%. Empatadas em quarto lugar estão Sul e Norte, ambos com 36%.

O levantamento ainda mostra que 81% dos brasileiros pretendem participar de alguma atividade relacionada à festa de São João, destes, 51% vão a festas gratuitas de rua, 41% querem comemorar na casa de amigos ou familiares e 37% vão celebrar nas igrejas e quermesse. Aqueles que vão em festas juninas pagas também somam 37% — 21% em clubes e centros culturais e 16% em escolas.

Já nas festas gratuitas, quem lidera em participação é a região Norte, com 57% de pretensão de participar nas festas de rua. Nas casas de amigos quem lidera é o Sudeste, com 45% de intenção. Empatados, Centro-Oeste e Sudeste ficam em primeiro lugar no Brasil quando as festas são em igrejas e quermesses, com 46% cada.

*Estagiário sob a supervisão de Andreia Castro




E do bairro Cirurgia em Aracaju, um lugar de memória e reexistência cultural bem forte em nossa cidade, temos um bom exemplo de empreendedorismo cultural de base comunitária. O "reexistir" aqui se aplica muito bem ao evento abaixo, que foi realizado em anos anteriores de uma maneira bem familiar e comunitária, sendo neste ano de 2025 agregando um conceito mais profissional.



O São João do Osvaldinho chega em sua 5ª edição e a partir do que ouvimos de vocês que já participaram de edições anteriores, entendemos a importância de fazê-lo ainda mais estruturado, mantendo sua essência comunitária e afetiva, mas com melhorias que ampliam a experiência do público e valorizam a produção cultural local.


POR QUE PRECISO CONTRIBUIR? ESSA CONTRIBUIÇÃO CONTEMPLA:

- Palco MAIOR, com melhor estrutura de som e iluminação;
- MAIS tendas de cobertura, mesas e cadeiras garantindo conforto e proteção para o público;
- BUFFET Yêyê Bistrô da Iyá Sônia com uma mesa especial de comidas típicas - ⚠ Inclusive disponibilizando comida para onívoros, intolerantes a lactose, vegetarianos e vegano. ⚠ (esse ano você NÃO precisa levar comida!);
- A bebida é por sua conta e você PODE levar seu cooler, caixa térmica, mas quem quiser ir despreocupade TEREMOS um Bar Central da Doca para venda de bebidas 🍺🥃
- E a festa está garantida ATÉ O SOL RAIAR!!!☀


Abaixo, recortes das lives do "Fórum Virtual do Forró" citadas acima:

A questão da apropriação do forró como máquina de produzir dinheiro (Part 2 )



Live "Memórias afetivas e culturais dos festejos juninos" com Profº José Paulino (UFS)


“O São João resiste na obra do artista e agente cultural Félix Mendes.”- 2ª parte - Wendel Salvador

A tradição das festas juninas resiste em Sergipe com o Fórum do Forró - 1ª parte - Paulo Corrêa.


Gonzagão nas Escolas (part 2)





sexta-feira, 23 de agosto de 2024

O ano era 2020 (20 anos de fundação da Ação Cultural - Cultura Viva 20 anos)

 NOTAS nos itens 5 e 16.

 01. Cine Circular

A) Descrição resumida da atividade:

Ontem foi dia de Cine Circular. A terceira sessão desta vez trouxe o filme “Privacidade Hackeada”.  Muita gente  assistiu/assiste em casa na hora que quiser, este e outros filmes sozinho, via Netflix,  ou  acompanhado de uma, duas ou três pessoas próximas.

Poder assistir sozinho é muito bom. Mas acompanhado é 
melhor, isso porque pode-se conversar um pouco durante e mais ainda depois.

B) Programação:

* Exibição do filme “Privacidade Hackeada”;

* Roda de conversa sobre o filme.

C) Tempo, período, duração: 08 de fevereiro de 2020.

D) Local: NÃO ESPECIFICADO.

E) Público atingido: 4 pessoas.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Ponto de Cultura Juventude e Cidadania.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/02/eba-ontem-sabado-08-de-fevereiro-foi.html

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/02/o-1-momento-do-do-cine-circular-de-2020.html

 02. Seminário Educação Popular e Planejamento

A) Descrição resumida da atividade:

O seminário serviu para aqueles que pensam em pesquisar ou pretendem fazer trabalho de educação popular. O objetivo foi dar continuidade à articulação iniciada com a realização das quatro etapas de exposição e debates que aconteceram na sede da CUT, nos meses de novembro/dezembro de 2019, sob a coordenação do Professor Romero Venâncio.

B) Programação:

* Palestra e roda de conversa.

C) Tempo, período, duração: 18 de fevereiro de 2020.

D) Local: auditório da Adufs.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Centro de Estudos Árabes e Islâmicos da UFS, Coletivo Trapiche, ADUFS, CEBI-SE, ABJD.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/02/seminario-educacao-popular-e.html

 03. Ação Cultural promoveu LIVE sobre o que Sergipe aprendeu com a COVID-19

A) Descrição resumida da atividade:

A LIVE da Ação Cultural trouxe o tema: “Sergipe e a pandemia do coronavírus. O que podemos aprender?”, sendo exibida na página da Ação Cultural no Facebook na primeira semana de isolamento social exigida pelo governador Belivaldo Chagas que deixou a sociedade sergipana foi surpreendida com a notícia.

B) Programação:

* Live com o Padre José Soares, o pedagogo José Carlos Barbalho, e o professor Zezito de Oliveira.

C) Tempo, período, duração: 07 de maio de 2020 às 19:30h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Padre José Soares, e o pedagogo José Carlos Barbalho.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/05/acao-cultural-promove-live-na-proxima.html

 04. A 3ª live de quinta da Ação Cultural irá tratar do tema Juventudes, Paulo Freire e AnimAÇÂO Cultural. Junto e misturado.


A) Descrição resumida da atividade:

A LIVE de 21 de maio de 2020 da Ação Cultural se iniciou a partir das 20h e trouxe o tema "Juventudes, Paulo Freire e AnimAÇÃO Cultural. Como essa combinação  pode colaborar para fortalecer a consciência critica e o espirito de coletividade?".

B) Programação:

* LIVE com os professores João Simão Neto, Zezito de Oliveira, e a professora Claudia Santos da Silva.

C) Tempo, período, duração: 21 de maio de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, professor João Simão Neto, e a professora Claudia Santos da Silva.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/05/a-3-live-da-acao-cultural-ira-tratar-do.html

 05. A 4ª LIVE da Ação Cultural trouxe o tema "Como a arte combinada com a educação popular ajudou a “libertar” centenas de crianças no Bairro América nas décadas de 1980 e 1990 e no Conjunto Jardim, entre 2001 e 2006?".

A) Descrição resumida da atividade:

A 4ª LIVE da Ação Cultural, trouxe a continuidade da abordagem sobre os resultados da combinação Juventudes, Paulo Freire e AnimAÇÂO cultural.  Com base nas seguintes perguntas: Como a arte, a educação popular e o esporte comunitário ajudou a “libertar” centenas de crianças no bairro américa nas décadas de 1980 e 1990 através da AMABA/Projeto Reculturarte?

B) Programação:

* LIVE com Rejane Conceição, José Cosme dos Santos (Nano), Claudionor dos Santos (Kakau), mediação Zezito de Oliveira 

C) Tempo, período, duração: 28 de maio de 2020 às (?)

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Rejane Conceição, José Cosme dos Santos (Nano), Claudionor dos Santos (Kakau).

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/05/a-4-live-de-quinta-da-acao-cultural-em.html

 06. 5ª LIVE da Ação Cultural trouxe o tema “Memória como resistência. Histórias do Bairro América”.

A) Descrição resumida da atividade:

A 5ª LIVE da Ação Cultural trouxe como tema as “Histórias do Bairro América”, com base nas pesquisas e no texto escrito pelos historiadores Antônio Wanderley e Emanuel Rocha para o livro Bairro América, a saga de uma comunidade.

B) Programação:

* LIVE com os professores Antônio Wanderley, Emanuel Rocha. Mediação -  Zezito de Oliveira.

C) Tempo, período, duração: 04 de junho de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Antônio Wanderley, Emanuel Rocha.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/05/memoria-como-resistencia-america-um.html

 07. 6ª LIVE da Ação Cultural: AnimAÇÃO Cultural nos bairros, morros e alagados do Recife com o Padre Reginaldo Veloso.

A) Descrição resumida da atividade:

A 6ª LIVE da Ação Cultural, com base no eixo Juventudes, Educação Popular e Animação Cultural, buscou responder a pergunta: “Como os meninos e meninas do MAC e do PROAC fazem alegria e constroem sonhos de mãos dadas?”. A LIVE contou com a participação do padre, educador popular e animador cultural Reginaldo Veloso.

B) Programação:

* LIVE com Reginaldo Veloso e Ação Cultural.

C) Tempo, período, duração: 11 de junho de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural e o padre Reginaldo Veloso.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/06/com-educacao-popular-e-animacao.html

 08. 7ª LIVE da Ação Cultural com Àlvaro Pantoja. Educar/Viver com Arte. Paulo Freire e Arte/Educação.

A) Descrição resumida da atividade:

A 7ª LIVE da Ação Cultural trouxe como temática a liberdade das crianças nas escolas, defendendo um espaço para o aprendizado e diversões, que não se assemelhe  a uma prisão. Além de abordar também a valorização de professores e professoras, bem como a sustentabilidade.

B) Programação:

* LIVE com Ação Cultural e Àlvaro Pantoja.

C) Tempo, período, duração: 13 de junho de 2020 às 16h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: 

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural e Àlvaro Pantoja.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/06/7-live-da-acao-cultural-nesse-13-de.html

 09. 8ª LIVE da Ação Cultural trouxe o tema: “Educação holística para bem viver agora e no pós pandemia.”

A) Descrição resumida da atividade:

A 8ª LIVE da Ação Cultural trouxe o tema: “Educação holística para bem viver agora e no pós pandemia”. Isso porque no início da pandemia do coronavírus, houve a quarentena, mas empresários insistiram em colocar em risco a vida das pessoas. Sendo assim, tratou-se de uma época para as pessoas se protegerem, pensar, e refletir sobre o ritmo de vida alucinante do capitalismo e encontrarem soluções naquela época.

B) Programação:

* LIVE com Ação Cultural, Maria Tereza Azevedo Barreto, Márcia Cristiane Pereira de Oliveira.

C) Tempo, período, duração: 12 de julho de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Maria Tereza Azevedo Barreto, Márcia Cristiane Pereira de Oliveira.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/06/8-live-da-acao-cultural-em-18-de-junho.html

 10. 9ª LIVE da Ação Cultural apresentando a disputa Forró tradição X Forró comercial com Thiago Paulino e Alberto Marcelino.

A) Descrição resumida da atividade:

A 9ª LIVE da Ação Cultural se baseou no eixo alma sergipana, alma nordestina, e trouxe como tema "a questão da apropriação do forró como máquina de produzir dinheiro,  em detrimento do forró como tradição, do forró como cultura".

B) Programação:

* LIVE com Ação Cultural, Thiago Paulino, Alberto Marcelino.

C) Tempo, período, duração: 25 de junho de 2020 às 16h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Thiago Paulino, Alberto Marcelino.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/06/9-live-da-acao-cultural-em-25-de-junho.html

 11. 10ª LIVE da Ação Cultural "Memórias afetivas e culturais dos festejos juninos", com a participação do Professor José Paulino.

A) Descrição resumida da atividade:

A 10ª LIVE da Ação Cultural trouxe como tema "Memórias afetivas e culturais dos festejos juninos", tendo sido voltada para a saudade de um tempo bom de São João, e mostrou a saudade da verdadeira alegria que é partilhar a vida, mesmo nos tempos da pandemia de Coronavírus.

B) Programação:

* LIVE com Ação Cultural e Prof. José Paulinho.

C) Tempo, período, duração: 28 de junho de 2020 às 16h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural e Prof. José Paulinho.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/06/10-live-da-acao-cultural-memorias.html

 12. A 11ª LIVE da Ação Cultural trouxe o Fórum do Forró e do artista plástico Félix Mendes.

A) Descrição resumida da atividade:

A 11ª LIVE da Ação Cultural usou como base o eixo alma sergipana, alma nordestina, e mostrou como tema: “O São João autêntico resiste em Sergipe com o fórum do forró e com a obra do artista e agente cultural Félix Mendes”. Contamos também com a participação de Paulo Correa, pesquisador, produtor cultural e radialista e Wendel Salvador, Licenciado em Artes Visuais/UFS, professor de Artes e artista visual.

B) Programação:

* Ação Cultural, Paulo Correa, Wendel Salvador, Félix Mendes.

C) Tempo, período, duração: 02 de julho de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Paulo Correa, Wendel Salvador, Félix Mendes.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/06/a-11-live-de-quinta-da-acao-cultural-02.html

13. 12ª Live da Ação Cultural com o tema “Cultura de base comunitária”.

A) Descrição resumida da atividade:

A 12ª Live da Ação Cultural trouxe o eixo “Cultura de base comunitária”, com o tema “Pontos de Cultura, Produtoras Colaborativas” e “Lei Aldir Blanc”, com o lema: "Para o Brasil poder dar certo. Investir em educação popular e cultura de base comunitária". Estiveram presentes os agentes culturais Cris Alves (BA), João Victor (SE), Pedro Jatobá (PE-BA) e Luciano Accioli (SE).

B) Programação:

* LIVE com Ação Cultural, Cris Alves, João Victor, Pedro Jatobá, e Luciano Accioli.

C) Tempo, período, duração: 16 de julho de 2020 às 20h.

D) Local: Canal da Ação Cultural no YouTube.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Cris Alves, João Victor, Pedro Jatobá, e Luciano Accioli.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/07/12-live-da-acao-cultural-com-o-tema.html

 14. 13º Live da Ação Cultural trouxe a memória de Dom Távora como resistência.

A) Descrição resumida da atividade:

A 13º Live da Ação Cultural trouxe a memória de Dom Távora como resistência, considerado o Bispo dos Operários e criando uma ponte em oposição a Dom Luciano, arcebispo conservador de Aracaju.

B) Programação:

* LIVE da Ação Cultural com o padre Isaias Nascimento, biógrafo de Dom Távora..

C) Tempo, período, duração: 19 de julho de 2020 às 16h.

D) Local: Canal da Ação Cultural no YouTube.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Padre Isaias Nascimento, e o Professor e Historiador José Vieira.

O necessário e atual Dom Távora. O Bispo dos Operários.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/07/13-live-da-acao-cultural-faz-memoria.html

 15. A 14ª Live da Ação Cultural trouxe o tema “CINEMA NAS ESCOLAS”.

A) Descrição resumida da atividade:

A 14ª Live da Ação Cultural trouxe o tema “Cinema nas escolas”. O evento mostrou como objetivo a falta de investimento financeiro em audiovisual nas escolas que deveria acontecer apenas com verbas do ministério e secretarias da educação.

B) Programação:

* LIVE com os professores Wladimir Guimarães, Sérgio Borges,  Zezito de Oliveira  e Levidário Pacheco, participante da oficina do projeto de iniciação ao audiovisual.

C) Tempo, período, duração: 23 de julho de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Wladimir Guimarães, Sérgio Borges e Zezito de Oliveira, e Levidário Pacheco.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/07/a-14-live-da-acao-cultural-trara-como.html

 16. 14º Live da Ação Cultural “Gonzagão na Escola”.

ATENÇÃO: Pela ordem essa LIVE seria a 15ª.

A) Descrição resumida da atividade:

A 14º Live da Ação Cultural trouxe o tema “Gonzagão na Escola”, tendo como objetivo não nos percamos ainda mais com relação àquilo que fomos, àquilo que somos. Na LIVE também foi homenageado o professor José Augusto de Almeida, curador da Caravana Luiz Gonzaga Vai à Escola e grande pesquisador da vida e do legado artístico e cultural de Luiz Gonzaga.

B) Programação:

* LIVE com Joaquim Antônio (Casaca de Couro), Thiago Paulino e Zezito de Oliveira.

C) Tempo, período, duração: 2 de agosto de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Joaquim Antônio (Casaca de Couro), Thiago Paulino.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/08/14-live-da-acao-cultural-gonzagao-na.html

 17. 16ª Live da Ação Cultural com Zé Vicente. Arte da Libertação.

A) Descrição resumida da atividade:

A 16ª Live da Ação Cultural trouxe como tema a “Arte da Libertação”, baseado no trabalho de Zé Vicente, com ênfase no projeto Sertão Vivo e CD Nativo, este considerado o principal trabalho do cantor e compositor do qual mostram canções em estilo toada ou cantoria, aliado a temas da nossa história de lutas por liberdade e dignidade, tradições culturais, memórias afetivas e etc.

B) Programação:

* LIVE com Ação Cultural e o cantor e compositor Zé Vicente.

C) Tempo, período, duração: 16 de agosto de 2020 às 10h30 da manhã.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural e Zé Vicente.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/08/live-da-acao-cultural-com-ze-vicente-em.html

 18. 17ª Live da Ação Cultural com o tema “História local como fonte de auto estima”.

Com o professor Silvaney Silva Santos.

A) Descrição resumida da atividade:

A LIVE da Ação Cultural com o tema “História local como fonte de auto estima”, e trouxe como convidado o professor Silvaney Silva Santos para um bate-papo sobre a história do município de Santo Amaro das Brotas.

B) Programação:

* LIVE com Ação Cultural e o professor Silvaney Silva Santos.

C) Tempo, período, duração: 20 de junho de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural pelo Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural e o professor Silvaney Silva Santos.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/08/live-da-acao-cultural-em-20-de-junho-as.html

 19. 18ª Live da Ação Cultural trouxe como tema a participação da juventude sergipana no movimento estudantil e cultural na década de 1960.

A) Descrição resumida da atividade:

A 18ª LIVE da Ação Cultural trouxe como tema a participação da juventude sergipana no movimento estudantil e cultural na década de 1960, e trouxe como convidado o Professor Dr. José Vieira da Cruz. O objetivo da LIVE foi trazer questões de como os jovens se mobilizavam numa época de Ditadura Militar no Brasil.

B) Programação:

* LIVE da Ação Cultural com o Professor Dr. José Vieira da Cruz.

C) Tempo, período, duração: 27 de agosto de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural e o Professor Dr. José Vieira da Cruz.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/08/utopia-o-que-sobrou-nos-anos-de-1960-e.html

 20. 19ª LIVE da Ação Cultural com o tema: Cinema na Escola 2.

A) Descrição resumida da atividade:

A 19ª Live da Ação Cultural novamente trouxe o tema “Cinema na Escola 2” com foco voltado para a apresentação de um resumo e recorte da dissertação de mestrado Cinema-Educação: Alteridade, criação, experiência, emancipação e ética, de autoria de Raul Marx. Bem como um resumo do artigo O Cineclube Realidade como janela para ver a periferia singular e diversa, de autoria de José de Oliveira Santos.

B) Programação:

* LIVE da Ação Cultural com Raul Marx, Bacharel em Comunicação Social - Habilitação em Audiovisual (UFS) e Mestre Interdisciplinar em Cinema e Narrativas Sociais (PPGCine/UFS).

C) Tempo, período, duração: 10 de setembro de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural e Raul Marx.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/09/19-live-da-acao-cultural-cinema-na.html

 21. 20ª Live da Ação Cultural com o tema “Economia Solidária contra a Barbárie”.

A) Descrição resumida da atividade:

A 20ª Live da Ação Cultural trouxe o tema “Economia Solidária contra a Barbárie”. A LIVE contou com a presença de Newton Rodrigues de Santos/SP e Sidney Porto de Aracaju/SE. O objetivo foi discutir quais respostas, ou o que pode fazer a Economia Solidária, em meio a principal crise civilizatória que o Brasil enfrenta desde a implantação da república em 1889.

B) Programação:

* LIVE da Ação Cultural com Newton Rodrigues, e Sidney Porto.

C) Tempo, período, duração: 23 de setembro de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Newton Rodrigues, e Sidney Porto.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/09/20-live-da-acao-cultural-com-o-tema.html

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/09/newton-jose-rodrigues-da-silva.html

 22. LIVE com as professoras Maíra Magno e Rosangela Meirelles

A) Descrição resumida da atividade:

A LIVE da Ação Cultural com as professoras Maíra Magno e Rosangela Meirelles trouxe o tema “Paulo Freire no chão da Escola: A luta entre o sonho e a realidade”, com eixo em Educação Básica, Universidade Pública e Educação Popular.

B) Programação:

LIVE com Maíra Magno (Ação Cultural) e Rosangela Meirelles.

C) Tempo, período, duração: 22 de outubro de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Maíra Magno e Rosangela Meirelles.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/10/quem-leu-ou-assistiu-o-filme-professora.html

 23. Periferias nas Eleições 2020 - Roda de Conversa Virtual no Facebook

A) Descrição resumida da atividade:

A Roda de Conversa Virtual no Facebook da Ação Cultural trouxe a pauta das eleições de 2020, tendo como convidados são ou foram professores, artistas, agentes culturais, e candidatos a vereador (a). A base da LIVE foi baseada no conceito de “periferia” não apenas no conceito de território, mas também relacionada à eixos ou conceitos marginalizados nos debates e ações politicas.

B) Programação:

* LIVES da ação cultural com os convidados (as):

- Para o dia 04: Marco Vieira PCdoB (Aracaju), Vinicius Oliveira {Bancada Comunitária} PSOL (Aracaju), Cláudia Pereira PT (Aracaju), Iza Negratcha PT (Socorro), Profº Silvaney PT (Santo Amaro das Brotas).

- Para o dia 05: Ângela Melo PT (Aracaju);  Luciano Acciole PT (Japaratuba); Luiz Torres PT (Barra dos Coqueiros); Professora Renata  Rede Sustentabilidade - (São Cristóvão).

C) Tempo, período, duração: 4 e 5 de novembro de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultual e os (as) candidatos (as) a vereadores (as).

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/10/periferias-nas-eleicoes-2020-roda-de.html

 24. LIVE da Ação Cultural com o tema “FASC – Memórias, presente e futuro”

A) Descrição resumida da atividade:

A LIVE da Ação Cultural com o tema “FASC – Memórias, presente e futuro” contou com a presença de convidados e debateu a temática a respeito desse que é considerado o maior evento cultural de Sergipe e um dos maiores do Brasil, sob o ponto de vista da quantidade de participações artísticas e culturais, como pela qualidade.

B) Programação:

* LIVE da Ação Cultural com convidados sobre a retomada do FASC.

C) Tempo, período, duração: 26 e 28 de novembro de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural e os convidados para a LIVE.

 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/11/ao-vivo-da-acao-cultural-imperdivel.html

 25. LIVE da Ação Cultural sobre educadores brasileiros geniais de ontem e de hoje

A) Descrição resumida da atividade:

Essa LIVE da Ação Cultural mostrou como eixo a Educação Básica, Universidade Pública e Educação Popular. Mostrando também a importância da coletividade entre alunos que possam aprender diversos afazes para o dia-a-dia, além do que é aprendido na escola, como também a relevância da interdisciplinaridade e multidisciplinaridade de professores.

B) Programação:

* LIVE da Ação Cultural com os convidados: professor Romero Venâncio (UFS), professor Daniel Ferraz Chiozzini (PUC-SP) e o advogado Luigy Marks.

C) Tempo, período, duração: 15 e 22 de Outubro de 2020 às 20h.

D) Local: página da Ação Cultural no Facebook.

E) Público atingido: NÃO ESPECIFICADO.

F) Apoios, parcerias, patrocínio: Ação Cultural, Romero Venâncio, Daniel Ferraz, Luigy Marks.

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 https://acaoculturalse.blogspot.com/2020/10/sugestao-de-bibliografia-para-live.html