informações sobre ações culturais de base comunitária, cultura periférica, contracultura, educação pública, educação popular, comunicação alternativa, teologia da libertação, memória histórica e economia solidária, assim como noticias e estudos referentes a análise de politica e gestão cultural, conjuntura, indústria cultural, direitos humanos, ecologia integral e etc., visando ao aumento de atividades que produzam geração de riqueza simbólica, afetiva e material = felicidade"
O
meme acima é recorrente no carnaval, gosto dele e nos últimos anos,
tenho-o trazido por ocasião da época do carnaval, sem antes não deixar
de lembrar que é necessário considerarmos o contexto de época em que as
palavras acima foram ditas.
Decerto
que eram tempos mais delicados do que estes, ou tempo em que
poderiámos encontrar mais pessoas e gestos delicados do que na
atualidade, mesmo que situações de sofrimento e dor também pudessem ser
encontradas fora ou dentro dos espaços de carnaval.
Como
acredito mais na segunda alternativa, a de que mesmo com a poderosa
mercantilização e as tentativas do eterno regresso à um tipo de
sociedade mais "falso moralista", repressora, anti-democrática e
injusta, de muitos contrários ao carnaval, é possivel encontrarmos e
fortalecermos locais e formas de brincar o carnaval, da forma mais próxima ao espirito preconizado por Dom Hélder.
A
este propósito, sabemos de programas socioculturais, de convivência e
fortalecimento de vinculos, além de escolas, familias, comunidades
tradicionais ou alternativas que buscam fazer algo neste sentido.
Que
cresça sempre mais este movimento em prol de um carnaval menos
comercial e mais comunitário, mas que cresça com atenção apurada aos
aspectos artisticos e culturais mais genuínos e criativos.
Que tal como em um espetáculo, filme ou exposição de época, possamos nos sentir ao adentrar a estes espaços de carnaval redivivo como nos
tempos de Dom Hélder? Que bom podermos entrar como em uma espécie de
tunel do tempo e por algumas horas, termos a sensação de voltarmos a
uma espécie de paraiso perdido.
Para
isso, não podemos esquecer de profissionais como historiadores ou
artistas de teatro, artistas plásticos e etc., que poderão colaborar
bastante neste sentido, criar o clima, o ambiente, as sensações, e, na
falta deles, com sensibilidade, pesquisa e compromisso estético pode-se
conseguir um bom resultado.
Por
outro lado, em nossos tempos atuais, podemos participar com o mesmo
espirito de Dom Hélder. Como podemos constatar no relato crônica do
pastor Mozart Noronha. Zezito de Oliveira - Educador e Produtor Cultural
E já que falamos em tempos da/de delicadeza..
ANTES QUE CHEGUE A QUARTA-FEIRA
Pastor Mozart Noronha 07 de Fevereiro de 2016
Fomos, o Pastor Jose Kowalska
Prelicz, Leonir Knaul Kowalska, Ana Sophia Knaul Kowalska, a Diácona Vilma
Petsch e eu, um Pastor Emérito, todos pertencentes, com certo orgulho, à Santa,
Católica e Apostólica Igreja Evangélica de Confissão Luterana.
Todos nós tínhamos estado no
culto matutino e participado da Santa Comunhão, antecipada da Confissão
Comunitária, através da qual fomos absolvidos dos nossos pecados que na verdade
nem eram tantos.Eu,por exemplo,tinha passado a noite dormindo e entendo que
enquanto dormimos não cometemos pecados pois "...aos seu amados o Senhor
dá enquanto dormem".(Sl.127,2)
Convictos do perdão antecipado fomos
ver um pouco do famoso carnaval de rua em Ipanema. Vimos gente de todas as
cores, de todos os sexos com uma incrível variedade de fantasias. Alguns jóvens
me abordaram admirados e procuravam tocar nas minhas barbas pensando que eu
estava fantasiado de Papai Noel. Logo descobrimos que a multidão não nos
permitia caminhar pelas ruas e resolvemos voltar para casa de Deus onde Ele
permite que moremos. Entretanto estávamos todos fascinados com as pessoas que
passavam pela Rua Barão da Torre, número noventa e oito, onde está encravada a
Paróquia Bom Samaritano.
Fizemos uma rápida assembléia e
tomamos, por unanimidade, a decisão de colocarmos cadeiras na porta do templo
que fica protegido por um grande portão. A ideia que partiu do Pastor José Kowalska
e da Diácona Vilma foi de transformarmos a tarde de hoje em uma oportunidade
para evangelização dos carnavalescos.
O pastor abriu a porta principal
de igreja. Leonir, fiel à tradição sulista, trouxe chimarrão e têrêrê(não sei
como se escreve), Vilma contribuiu com várias cervejas,Ana Sophia sentada emsua cadeira de praia distribuindo
simpatia. Tudo estava preparado.Agora deveríamos esperar os
evangelisáveis. Foi um sucesso! Logo um rapaz parou em frente do templo e leu a
inscrição: Paróquia Bom Samaritano (IECLB). Do lado de fora sorriu e disse:
Sou
um padre da Igreja Católica na Paraiba. Abri o portão e ele entrou. Logo lhe
foi oferecida a cuia de chimarrão. Ele tomou um gole e não gostou. Eu como um
pernambucano agauchado disse-lhe que ele tinha que beber até o fim. Ele fez a
gentileza e bebeu tudo. Só que jurou por todos os santos jamais passar perto de
um ritual chimarrônico. Chegou a vezde se agir de forma diaconal.
Três ou quatro mocinhas pararam em frente do portão principal, uma olhou para nós
com cara de desespero e pediu para entrar e fazer xixi. Eu abri o portão e lhe disse:
Menina, "aqui você tem lugar", inclusive para fazer xixi!
Ana Sophia a conduziu ao toalete.
Ela agradeceu o nosso gesto de termos aplicado a pastoral do apóstolo Tiago de
que a fé sem obras é morta e ganhou folhetos evangelísticos da ComunhãoMartim Lutero. Uma moça que já tinha bebido
umas dez cervejas não teve tempo de pedir para ir ao banheiro, fez xixi na
frente do portão. Os dois pastores fecharam os olhos. Não recorreram à
conhecida "lei do xixi". Aproveitamos aqueles momentos para resolver
todos os problemas da nossa querida e amada Igreja Luterana(IECLB).
Amanhã
estaremos no mesmo lugar e no mesmo horário. Fiquei pensando se no próximo ano
não seria interessante que a paróquia organizasse um Bloco de Carnaval com o
lema Salvos Por Graça e Fé. A Diácona Vilma seria a Porta Bandeira e o Pastor
José o Mestre Sala.
--------------------------
Quando adolescente morei no Rio
de Janeiro e lembro de ter visto/ouvido o pastor Mozart, em um ato ecumênico em
favor dos padres franceses presos no Araguaia e ameaçado de expulsão do Brasil por defender posseiros oprimidos pelo latifundio na amazônia. Foi no
Instituto Bennet em Botafogo. Me recordo de um ato na cinelândia e que contou
com a presença dele, não lembro o motivo. Muito bom poder compartilhar dos seus
pensamentos e práticas por aqui.
As oficinas artísticas da Ação
Cultural/Ponto de Cultura Juventude e Cidadania estão com previsão de retorno
para março.
Ainda não temos previsão de data.
A lista das oficinas com os respectivos educadores/oficineiros são as
seguintes:
Oficina de dança moderna com
inspiração na cultura brasileira em especial na herança, africana, indígena e
tradições nordestinas, além das situações existenciais de quem vive no mundo
moderno. Professora responsável Sheila Karine - Consultora técnica, Cristiane
dos Anjos.
Oficina de dança de rua -
professor responsável Thiago Santos
Oficina de teatro popular -
professor responsável, Eduardo Freitas
Oficina de Audiovisual –
professor responsável Marcolino Joe
Oficina de Rap - instrutores
responsáveis, David dos Santos, Wilians Oliveira e como consultor técnico o
professor Zezito de Oliveira.
Haverá oficinas de grafite e DJ,
mas as inscrições para estas serão realizadas posteriormente.
A nossa intenção é começarmos a
pré-inscrição com quem participou de oficinas culturais ou outras atividades da
Ação Cultural/Ponto de Cultura Juventude e Cidadania nos anos de 2012, 2013 e
2014 e que tem interesse em retornar a participar. O prazo para o preenchimento
e entrega da pré-inscrição abaixo é o inicio de março, quando abriremos
inscrições para quem ainda não participou das oficinas do Ponto de Cultura.
Para participar das oficinas de
dança é preciso ter idade entre 12 e 20 anos. A oficina de teatro popular é
para quem tem de 9 a 15 anos. O Rap é para quem tem entre 12 a 20 anos e o
audiovisual para quem tem de 15 anos em diante. A escolaridade mínima para a
dança e rap, é 6º ano. Para o teatro é 5º ano e para o audiovisual é 9º ano em
diante.
A oficina de dança
moderna/cultura brasileira será realizada aos sábado pela tarde. A oficina de
teatro, sábado pela manhã. A oficina de audiovisual em dois dias na semana, em
dias e turnos a serem decididos e a oficina de dança de rua em uma dia pela
manhã.
PRÉ INSCRIÇÃO
Qual o seu nome?
Qual o seu endereço e telefone:
Escreva dois números de telefone para contato. Pode ser telefone de um um outro
membro da familia.
Qual a sua idade, a série e a
escola onde você estuda?
Qual o nome do seu perfil no
facebok ou como você se apresenta no face
Qual o seu E-mail, se tiver
Qual o nome da sua mãe ou
responsável. Caso tenha menos de 18 anos
Qual oficina que você deseja
participar? Pode escolher uma ou duas. Coloque primeira opção e nome da oficina
e segunda opção, nome da oficina
Por que escolheu esta (s) oficina
(s) ?
Quais oficinas ou atividades que
você participou ou que participa atualmente e que tem ligação com a (s) oficina
(s) escolhida (s) ?
O que você espera aprender na (s)
oficina (s)?
Os interessados deverão preencher
as informações acima e enviar por mensagem inbox face, por e-mail,
ongacaocultural@yahoo.com.br ou entregar na secretaria da escola.
Não há problemas de quem se
inscrever nestas oficinas, se inscrever ou participar de outras oficinas ou
atividades culturais. Inclusive, podemos também divulgar oficinas artísticas
porventura oferecidas por outras organizações ou órgãos públicos, porém é
necessário que a participação em oficinas artísticas ou atividades culturais
oferecidas em grande quantidade, não acabe atrapalhando o processo de
aprendizagem e os produtos artísticos que serão gerados a partir da oficina do
Ponto de Cultura, que conta com profissionais qualificados, a maioria graduados
e pós graduados, incluindo trabalhos de arte educação e produção de espetáculos
em diversas cidades do Brasil e do exterior .
Todas as oficinas serão
acompanhadas pelo professor especialista em arte educação, Zezito de Oliveira,
o qual também é certificado em gestão e produção cultural pelo Ministério da Cultura e
que realiza trabalho voluntário, no caso especifico destas oficinas realizadas
pela Ação Cultural em parceria com a Escola Júlia Teles. Outros espaços e
instituições, valores a combinar. As oficinas artísticas do Ponto
de Cultura Juventude e Cidadania são patrocinadas pelo Ministério da Cultura e
o acompanhamento/supervisão é realizado pela Secretaria de Estado da Cultura no
campo do planejamento e aplicação dos recursos financeiros
Historiador brasileiro tem encontro com Papa Francisco no Vaticano
Reunião em Roma selará acordo de cooperação na área de Cultura e Transformação Social.
Célio Turino criou o Programa Cultura Viva no MinC
Promover a Cultura e
colocá-la como eixo principal na construção de iniciativas para jovens,
adolescentes e diversos públicos pelo mundo envolvendo a arte,
educação, esporte e tecnologia. Este foi um dos motivos que levou o
Papa Francisco a convidar um historiador brasileiro e sua esposa para
participarem de um congresso no Vaticano.
O Papa teve contato com o projeto Cultura Viva,
idealizado por Turino, quando era arcebispo em Buenos Aires e ao
iniciar uma ação chamada Escolas de Vizinhos.
O Projeto Cultura Viva (Pontos de Cultura), política pública
inovadora que destinou recursos diretamente para entidades não
governamentais, coletivos e grupos culturais, investiu recurso público
diretamente em agentes de transformação social, com pequenos valores
mensais em dinheiro por três anos para execução de projetos coletivos e
comunitários.
Esta história foi transformada em livro chamado Ponto de Cultura - O
Brasil de baixo para cima, que foi traduzido para o inglês e espanhol, e
a versão latina chegou as mãos de Francisco.
COOPERAÇÃO MÚTUA
No dia 03 de fevereiro, na residência oficial de Santa Marta no Vaticano,
o historiador e escritor Célio Turino e a professora universitária
Silvana Bragatto terão um encontro para a assinatura de termo de acordo
entre a experiência da Cultura Viva Comunitária na América Latina e o
programa Scholas Ocurrentes, criado por Francisco.
CULTURA VIVA
A experiência desenvolvida no Brasil alcançou mais de 3.000
Pontos de Cultura, em 1.100 municípios, beneficiando mais de 8 milhões
de pessoas em todo o país e acabou sendo replicada em mais de 20 países,
sobretudo na América Latina. Também teve estudos e teses acadêmicas
desenvolvidas em diversos idiomas.
SCHOLAS OCURRENTES
O projeto criado por Papa
Francisco surgiu com o objetivo de promover a integração social por meio da
educação, esportes, cultura e tecnologia atuando juntas na criação de oportunidades
de desenvolvimento social e humano. O projeto nasceu na Argentina e Francisco
ampliou para o restante do mundo, onde a igreja católica está presente.
Célio Turino foi Secretário de
Cultura de Campinas (SP), atuou como Secretário Nacional de Cidadania Cultural
do Ministério da Cultura entre 2004 e 2010 durante o governo Lula.
Direto de Roma, Celio relatou que a
proposta deste convênio prevê a sistematização das mais diversas
experiências de cultura, arte, educação e transformação social a partir
de uma respectiva comunitária, produção de um livro e filme
documentário, realização de um congresso, no Vaticano, para a
consolidação destas experiências, em que serão chamados chefes de
estado, ministros militares e de educação e lideranças de diversas
religiões para debater o papel da arte na transformação social e cultura de convivência e paz.
Célio espera que do acordo resulte propostas similares ao
Cultura Viva, onde agentes jovens de cultura cidadã tenham a opção de
passarem por formação comunitária em arte, ambiente, esporte e lazer,
com prestação de serviços as suas comunidades e recebendo uma bolsa para
isso. Esta opção, segundo ele, pode substituir o alistamento militar,
por exemplo.
Turino prevê também que seja possível a criação de Pontos de
Encontro (como um ponto de cultura) por todo o mundo, que ficarão
encarregados da formação dos agentes jovens de cultura cidadã.
QUEM SÃO
Célio Turino e Silvana Bragatto acadêmicos, ativistas
culturais e entusiastas de movimentos sociais sustentáveis e
integradores. Na política, apoiaram na criação do Partido Rede
Sustentabilidade, de Marina Silva, e atuaram na fundação do Partido Raiz
Cidadanista, sigla que defende a filosofia do Ecossocialismo, Ubuntu,
Teko Porã e Consenso Progressivo.
O conceito e a experiência prática dos Pontos de Cultura irão servir
de referência para a construção de um projeto de formação cidadã
liderado pelo Papa Francisco que pretende alcançar 200 milhões de jovens
em 20 anos. As Scholas Occurrentes
são uma organização internacional criada em 2013 para fomentar a
cultura do encontro pela paz por meio da arte, esporte e tecnologia.
Elas estão presentes em 82 países, entre eles o Brasil, tendo sedes no
Vaticano, Argentina, Espanha, Paraguai e Moçambique. Saiba mais: http://culturaviva.gov.br/?p=1351 ------------------------------
Em
3 de fevereiro, organizações de cultura viva comunitária América Latina
representadas por Celio Turino (entre as que que se encontra a Coop La Comunitaria De Rivadavia Y La Pampa da Argentina) assinamos um convênio com o Papa Francisco e sua Fundação Schollas Astutos. Ouvi o relato do querido Celio Turino: Foi um encontro de simplicidade e ousadia. Papa Francisco, mais uma
vez, falou da importância de arte para uma mudança civilizatória. E
saímos com resultados práticos e um acordo assinado, com previsão de 3
anos de duração inicial. Em resumo, nos comprometemos a: A) Realizar residências artístico-pedagógicas sobre a relação entre escolas e comunidades; B) Realizar o primeiro encontro da harmonia "a arte do encontro", Que
será um congresso mundial de arte-educação a ser realizada no Vaticano,
provavelmente em maio de 2017; C) Registro de 12 experiências
emblemáticas (dois do Brasil e as outras de outros países da América
Latina) no filme documentário (a ser liderado por Silvio Tendler, que
também esteve presente no encontro de hoje) e livro. Além de seminário
de imersão na cidade de Medellín, Colômbia, em maio de 2016; D) O desenvolvimento, a partir de agora, de acordos com governos, universidades, empresas e entidades comunitárias para: 1) Criação de pontos de encontro (semelhantes aos pontos de cultura) em
todo o mundo, com um orçamento mínimo e garantia de autonomia, o
protagonismo e empoderamento social; 2) Agentes jovens de cultura
cidadã - serviço-aprendizagem em actividades culturais, ambientais e
comunitárias, a levar a cabo a partir dos pontos de encontro; 3) Ambientes criativos para novas pedagogias que atravessem arte / Educação e comunidades; Agradeço a todos os que contribuíram para que chegássemos até aqui, em
especial Ines Sanguinetti, os amigos do Scholas, o Instituto Olga kos e
Wolf Kos e a toda a gente de cultura viva comunitária, no Brasil e na
América Latina, assim como a Tod@S os amig@s que nos acompanhou nos
momentos mais difíceis desta jornada, em especial a Silvana, companheira
de todas as horas. Agora é continuar juntos (e há espaço para tod@s que queiram construir) por uma arte que emancipa!
A Cultura Viva do Brasil
empolga Congresso Mundial promovido pelo papa
“Sabem
por que iniciamos este processo de Cultura Viva? Porque a vida é livre”. Assim
o historiador Célio Turino, convidado da Academia de Ciências do Vaticano,
abriu a sua intervenção na conferência inaugural do Congresso Mundial de
Scholas Occurrentes, que acontece até esta quinta-feira, 5 de fevereiro, sob o
tema geral “Arte e inclusão social”.
O projeto Scholas Occurrentes, liderado pelo
Papa Francisco, já reúne 400 mil escolas em todo mundo. Durante o evento está
sendo lançado o projeto de Scholas Labs, um laboratório educativo a nível
mundial, com aulas compartilhadas através da Internet.
Turino
foi convidado para abrir o Congresso em função de sua passagem pelo Ministério
da Cultura, na gestão de Gilberto Gil, quando foi o organizador e principal
impulsionador do Programa Cultura Viva, que resultou na proliferação de
milhares de pontos de cultura pelo Brasil. Um novo conceito de cultura,
fundamentado no saber e no fazer com afeto, com solidariedade, e não focado em
construções ou grandes teatros.
“Empoderemos
as pessoas. Que elas se encontrem e ativem iniciativas de cultura viva
comunitária”, disse Turino na abertura do Congresso, que reúne participantes do
mundo todo. Célio Turino, que é funcionário da Prefeitura de Campinas, sempre
destacou que o primeiro Ponto de Cultura do Brasil funcionou no distrito de
Joaquim Egídio.
Ainda na
abertura do Congresso, o bispo chanceler da Pontifícia Academia de Ciências,
monsenhor Marcelo Sanchez Sorondo, afirmou que um dos grandes desafios do mundo
contemporâneo é a inclusão social, “que fundamentalmente é educação”.
Já o
chefe do Cerimonial do Vaticano, monsenhor Guillermo Kärcher, destacou que
a proposta do Papa “é uma ideia revolucionária porque está reunindo distintas
realidades, distintas entidades, desde educadores, empresários, políticos,
artistas, desportistas, além das fronteiras da religião. Aqui não importa o
credo e sim a boa vontade”.
A Cultura Viva do Brasil empolga Congresso Mundial promovido pelo papa
“Sabem por que iniciamos este processo de Cultura Viva? Porque a
vida é livre”. Assim o historiador Célio Turino, convidado da Academia
de Ciências do Vaticano, abriu a sua intervenção na conferência
inaugural do Congresso Mundial de Scholas Occurrentes, que acontece até
esta quinta-feira, 5 de fevereiro, sob o tema geral “Arte e inclusão
social”. O projeto Scholas Occurrentes, liderado pelo Papa Francisco, já
reúne 400 mil escolas em todo mundo. Durante o evento está sendo
lançado o projeto de Scholas Labs, um laboratório educativo a nível
mundial, com aulas compartilhadas através da Internet.
Turino foi convidado para abrir o Congresso em função de sua passagem
pelo Ministério da Cultura, na gestão de Gilberto Gil, quando foi o
organizador e principal impulsionador do Programa Cultura Viva, que
resultou na proliferação de milhares de pontos de cultura pelo Brasil.
Um novo conceito de cultura, fundamentado no saber e no fazer com afeto,
com solidariedade, e não focado em construções ou grandes teatros.
“Empoderemos as pessoas. Que elas se encontrem e ativem iniciativas
de cultura viva comunitária”, disse Turino na abertura do Congresso, que
reúne participantes do mundo todo. Célio Turino, que é funcionário da
Prefeitura de Campinas, sempre destacou que o primeiro Ponto de Cultura
do Brasil funcionou no distrito de Joaquim Egídio.
Ainda na abertura do Congresso, o bispo chanceler da Pontifícia
Academia de Ciências, monsenhor Marcelo Sanchez Sorondo, afirmou que um
dos grandes desafios do mundo contemporâneo é a inclusão social, “que
fundamentalmente é educação”. Já o chefe do Cerimonial do Vaticano,
monsenhor Guillermo Kärcher, destacou que a proposta do Papa “é uma
ideia revolucionária porque está reunindo distintas realidades,
distintas entidades, desde educadores, empresários, políticos, artistas,
desportistas, além das fronteiras da religião. Aqui não importa o credo
e sim a boa vontade”.
- See more at: http://agenciasn.com.br/arquivos/2278#sthash.mMOSxYfd.dpuf
A Cultura Viva do Brasil empolga Congresso Mundial promovido pelo papa
“Sabem por que iniciamos este processo de Cultura Viva? Porque a
vida é livre”. Assim o historiador Célio Turino, convidado da Academia
de Ciências do Vaticano, abriu a sua intervenção na conferência
inaugural do Congresso Mundial de Scholas Occurrentes, que acontece até
esta quinta-feira, 5 de fevereiro, sob o tema geral “Arte e inclusão
social”. O projeto Scholas Occurrentes, liderado pelo Papa Francisco, já
reúne 400 mil escolas em todo mundo. Durante o evento está sendo
lançado o projeto de Scholas Labs, um laboratório educativo a nível
mundial, com aulas compartilhadas através da Internet.
Turino foi convidado para abrir o Congresso em função de sua passagem
pelo Ministério da Cultura, na gestão de Gilberto Gil, quando foi o
organizador e principal impulsionador do Programa Cultura Viva, que
resultou na proliferação de milhares de pontos de cultura pelo Brasil.
Um novo conceito de cultura, fundamentado no saber e no fazer com afeto,
com solidariedade, e não focado em construções ou grandes teatros.
“Empoderemos as pessoas. Que elas se encontrem e ativem iniciativas
de cultura viva comunitária”, disse Turino na abertura do Congresso, que
reúne participantes do mundo todo. Célio Turino, que é funcionário da
Prefeitura de Campinas, sempre destacou que o primeiro Ponto de Cultura
do Brasil funcionou no distrito de Joaquim Egídio.
Ainda na abertura do Congresso, o bispo chanceler da Pontifícia
Academia de Ciências, monsenhor Marcelo Sanchez Sorondo, afirmou que um
dos grandes desafios do mundo contemporâneo é a inclusão social, “que
fundamentalmente é educação”. Já o chefe do Cerimonial do Vaticano,
monsenhor Guillermo Kärcher, destacou que a proposta do Papa “é uma
ideia revolucionária porque está reunindo distintas realidades,
distintas entidades, desde educadores, empresários, políticos, artistas,
desportistas, além das fronteiras da religião. Aqui não importa o credo
e sim a boa vontade”.
- See more at: http://agenciasn.com.br/arquivos/2278#sthash.mMOSxYfd.dpuf
A Cultura Viva do Brasil empolga Congresso Mundial promovido pelo papa
“Sabem por que iniciamos este processo de Cultura Viva? Porque a
vida é livre”. Assim o historiador Célio Turino, convidado da Academia
de Ciências do Vaticano, abriu a sua intervenção na conferência
inaugural do Congresso Mundial de Scholas Occurrentes, que acontece até
esta quinta-feira, 5 de fevereiro, sob o tema geral “Arte e inclusão
social”. O projeto Scholas Occurrentes, liderado pelo Papa Francisco, já
reúne 400 mil escolas em todo mundo. Durante o evento está sendo
lançado o projeto de Scholas Labs, um laboratório educativo a nível
mundial, com aulas compartilhadas através da Internet.
Turino foi convidado para abrir o Congresso em função de sua passagem
pelo Ministério da Cultura, na gestão de Gilberto Gil, quando foi o
organizador e principal impulsionador do Programa Cultura Viva, que
resultou na proliferação de milhares de pontos de cultura pelo Brasil.
Um novo conceito de cultura, fundamentado no saber e no fazer com afeto,
com solidariedade, e não focado em construções ou grandes teatros.
“Empoderemos as pessoas. Que elas se encontrem e ativem iniciativas
de cultura viva comunitária”, disse Turino na abertura do Congresso, que
reúne participantes do mundo todo. Célio Turino, que é funcionário da
Prefeitura de Campinas, sempre destacou que o primeiro Ponto de Cultura
do Brasil funcionou no distrito de Joaquim Egídio.
Ainda na abertura do Congresso, o bispo chanceler da Pontifícia
Academia de Ciências, monsenhor Marcelo Sanchez Sorondo, afirmou que um
dos grandes desafios do mundo contemporâneo é a inclusão social, “que
fundamentalmente é educação”. Já o chefe do Cerimonial do Vaticano,
monsenhor Guillermo Kärcher, destacou que a proposta do Papa “é uma
ideia revolucionária porque está reunindo distintas realidades,
distintas entidades, desde educadores, empresários, políticos, artistas,
desportistas, além das fronteiras da religião. Aqui não importa o credo
e sim a boa vontade”.
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