segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Filme produzido por alunos do Júlia Teles é selecionado para exibição em festival no Rio

2/08/2015 12:35 (214 acessos)
 Fonte: Portal da SEED-SE


O curta-metragem Flores do Jardim, produzido por alunos da Escola Estadual Júlia Teles, foi selecionado para exibição no Festival Visões Periféricas que ocorrerá no Rio de Janeiro, entre os dias 18 e 23 de agosto.

O filme é resultado do projeto Inventar a diferença da Universidade Federal Fluminense (UFF), que em parceria com a escola realizou junto aos alunos, no ano de 2014, uma oficina de cinema e vídeo.

Levy Pacheco, que na época estudava no Júlia Teles, juntamente com o professor Zezito de Oliveira, embarca para a capital fluminense, no próximo dia 20, para fazer a apresentação do filme.

Essa é a primeira vez que um filme produzido por alunos sergipanos participam deste importante festival que revela talentos e geram reflexões de forma lúdica e criativa sobre questões da atualidade.

O estudante Levy Pacheco explicou que sempre gostou de cinema e quando, juntamente com seus colegas, teve a oportunidade de fazer a oficina não pensou duas vezes em se inscrever.

"É muito bom a escola desenvolver um projeto como este que nos ensina de forma diferente saindo da sala de aula e fazendo na prática o que aprendemos na teoria", disse o aluno.

Ele explicou que o filme Flores no Jardim faz uma caricatura da mídia policial de Sergipe. "O roteiro nasceu da necessidade de se criar uma voz que rebatesse a mídia que tanto estigmatiza a comunidade em que a escola está inserida. Tivemos a orientação dos professores Zezito e Wladimir Guimarães e aulas com a cineasta Gabriela Caldas. O resultado foi este vídeo que ficou muito bonito e vai ser visto por muita gente", disse o aluno.

Para o professor Zezito de Oliveira, projeto como este o que aconteceu no Júlia Teles dever ser estimulado e acontecer em outras unidades escolares. "O nosso jovem está imerso na cultura áudio-visual e a escola ainda está muito presa a linguagem escrita e verbal, isso gera um choque cultural e de geração. Por isso a importância de projeto que é criar um diálogo com a turma de forma mais produtiva e eficaz. O pontapé inicial já foi dado e o resultado foi surpreendente", disse o professor.

Zezito de Oliveira salientou que o os custos da viagem do estudante Levy Pacheco foi todo por conta da organização do Festival.

"Porém, a minha participação neste importante festival foi viabilizado pela Secretaria de Estado da Educação que garantiu minha passagem aérea e ajuda de custo para eu acompanhar Levy", informou o professor.


Olha que legal, o filme “Flores do Jardim”, produzido por nossos alunos da Escola Estadual Júlia Teles, em Nossa Senhora do Socorro, foi selecionado e será exibido no Festival Visões Periféricas, no Rio de Janeiro.

Essa é a primeira vez que um filme produzido por alunos sergipanos participa deste importante festival que revela talentos. Estamos muito orgulhosos, parabéns meninos da Escola Estadual Júlia Teles pelo trabalho, vocês merecerem o reconhecimento!

Tem inicio Cine-Realidade, primeiro cineclube em uma escola sergipana com temática voltada para histórias e cenários das periferias.

O Cine-Realidade  começou bem,  com a escolha do filme “Uma onda no ar”, bastante elogiado por todos os presentes. A estréia aconteceu  na tarde do dia 15 de agosto de 2015, na Escola Estadual Júlia Teles.

 Também foram elogiados a abertura da escola em um sábado a tarde para apresentar um tipo de programação dessa natureza, assim como a participação do jornalista e radialista Renato Nogueira, cuja fala serviu  para  inspirar/provocar  reflexão sobre o tema da democratização da comunicação. 
 Em especial,  diante das manifestações contra e a favor do golpe politico-midiático-judicial, programada para os dias seguintes, as  quais no  caso da primeira  recebe uma cobertura muito maior dos órgãos de imprensa, prejudicando o equilíbrio da democracia a favor daqueles que possuem maior renda e que exploram o trabalho da maioria da população.

 A participação em horário de pico chegou  perto da meta pretendida de 20 pessoas, em razão de pessoas que chegaram mais tarde e outras que saíram  mais cedo. Uma presença de  destaque foi a de representantes do Cineclube Siri, que tem estréia prevista para o dia 23 de agosto e do coletivo de grafite Socorreria, todos residentes em bairros situados no complexo Taiçoca, do mesmo município do qual faz parte o conjunto Jardim, Nossa Senhora do Socorro.

 Isso aumenta ainda mais a importância de  programação cultural como esta,   aproximar e unir entre si,  pessoas que residem no Jardim e nas imediações e estas  com pessoas de outros bairros.

 O lanche comunitário, uma contribuição de várias pessoas que se fizeram presentes,  realizou na prática,   um pequeno exemplo do milagre da multiplicação dos pães. 

Como  no Evangelho,  quando todos tiram um pouco de si, nada falta para os outros . O pudim de leite foi uma das atrações, uma delicia para o paladar, além dos chocolates e refrigerantes. A partilha aconteceu também no campo dos recursos materiais. A  escola cedeu o espaço limpo e arrumado com a tela de projeção, o Ponto de Cultura Juventude e Cidadania/Ação Cultural cedeu os equipamentos para a projeção e o som.

 Se há uma maneira de realizarmos mais milagres como este, eis o segredo da receita,  mais colaboração e compartilhamento  de recursos e conhecimentos. 

Os próximos filmes  serão sugeridos pelos integrantes e parceiros do projeto Rap Identidade Cultural, iniciativa da qual o cineclube faz parte. 


A segunda atração prevista para o dia 29 de agosto  é o filme  “Na quebrada”.  A programação será quinzenal e não necessariamente ligado ao universo da cultura hip-hop, porém a temática preferencialmente abordará as histórias e os cenários das periferias, periferias geográficas e periferias existenciais.  Uma das sugestões para outras edições partiu do radialista Renato Nogueira, o filme “Ônibus 174”. 

 Buscaremos sempre utilizar filmes originais  em função da qualidade da imagem  e para não fortalecer a cópia ilegal. Para isso,  aceitamos doações ou empréstimos de  filmes em formato  DVD . 

Em termos de apoio por meio de editais para a utilização de  recursos públicos, não contamos por enquanto,  com nenhuma ajuda neste sentido, mas aguardamos a chegada de recursos já aprovados junto ao governo federal,  para adquirirmos mais equipamenos, cópias de filmes, custeio das despesas com o transporte do equipamento  e com a  divulgação e com o transporte para os debatedores convidados.

A proposta é escolhermos sempre filmes que possam colaborar para informar e  divertir  ao mesmo tempo. A roda de conversa, como dessa primeira vez,  será sempre em um formato de circulo com bate-papo.
O público convidado é toda a família, salvo quando o filme tiver classificação indicativa que recomende o limite de idade.

 

A programação constará de um  longa metragem e de um curta, preferencialmente sergipano ou de vários curtas e média metragem, e será realizada  quinzenalmente nos dias de sábados.

Antes do término da programação, dois jovens integrantes da equipe de realizadores do filme   "Flores no Jardim" foram até os estúdios da rádio aperipê fm, programa rua da cultura,  para falar sobre a experiência e a seleção do "Flores do Jardim" no Festival Visões Periféricas,  que acontecerá no periodo de 18 a 23 de agosto no Rio de Janeiro.



 

















domingo, 9 de agosto de 2015

Curta "Flores do Jardim" é selecionado para participar do Festival Visões Periféricas 2015


 Mais uma vitória!!!

Depois de selecionado para apresentação no Festival do Rio em 2014. Flores do Jardim é selecionado em 2015, para ser exibido no Festival Visões Periféricas , outra vez no Rio de Janeiro. 
O filme "Flores do Jardim" é resultado de uma oficina realizada na Escola Estadual Júlia Teles no ano de 2014, através do  projeto "Inventar a Diferença" da Universidade Federal Fluminense e que em Sergipe contou  com a mediação da professora e realizadora de audiovisual  Gabriela Caldas e dos professores Zezito de Oliveira e Vladimir Guimarães.  
 Sinopse - Conjunto Jardim, periferia da grande Aracaju, é caracterizado pela caricatura da mídia policial de Sergipe. Flores do Jardim, nasceu da necessidade de se criar uma voz que rebatesse a mídia que tanto estigmatiza a comunidade em que a escola está inserida. Criando assim, uma polifonia onde cada um se reafirma como protagonista dessa estória, uma nova estória contada por eles.


  A informação enviada pela produção do festival  foi realizada nos seguintes termos:
Prezado (a) realizador,
"Temos a satisfação de informar que seu filme foi  selecionado para a mostra competitiva do Festival Visões Periféricas 2015, que ocorrerá nos dias 18 a 23 de agosto de 2015, no Rio de Janeiro.
 Agradecemos a todxs que inscreveram seus filmes e parabenizamos os selecionadxs. Não é uma tarefa fácil, pois trata-se sempre de um recorte em função do perfil e objetivos do festival, o que muitas vezes deixa de fora filmes interessantes, mas que não atendem aos critérios de curadoria. Procuramos compor um painel de filmes que ampliem e problematizem esteticamente a noção de periferia e que sejam representativos do tamanho e diversidade do país" 
De Sergipe, também foi selecionado Madona e a cidade paraíso, de André Aragão (SE). Para saber mais, clique aqui
 
O projeto articula audiovisual, educação e tecnologias para ampliar o universo de expressão e percepção estética das múltiplas periferias brasileiras. Durante os dias em que acontece o festival recebe e promove o encontro entre filmes e diretores de diversas partes do país e continente. O Visões Periféricas é um festival pioneiro no Rio de Janeiro. Não só foi o primeiro a criar um espaço privilegiado para filmes e realizadores oriundos de oficinas, escolas livres e projetos de formação do Brasil, como também é pioneiro ao realizar exibições em regiões da cidade que até então não eram contempladas por festivais desse porte, como as favelas cariocas. Regina Casé, Eduardo Coutinho, Marcelo Yuka e a atriz Léa Garcia já foram homenageados neste que é um festival referência no país e América Latina.
O grande homenageado do Visões Periféricas 2015 é o FUNK, PATRIMÔNIO CULTURAL CARIOCA.
E pra fazer jus a esta homenagem, na abertura do festival teremos a estreia do filme FUNK BRASIL – 5 visões do batidão, de Luciano Vidigal, Marcelo Gularte, Paulo Silva, Julio Pecly, Rodrigo Felha, Chrisitan Caselli e Cavi Borges e contaremos com as ilustres presenças do DJ Marcão (Cash Box) e do DJ Batutinha, que irão receber o troféu da nossa homenagem, além da glamurosa Lexa.
E ainda teremos mesas de debates sobre o funk carioca, dentro da nossa programação. Acompanhe o festival por https://www.facebook.com/visoesperifericas?fref=ts
Curtiu a vibe? Então espalhe por aí ‪#‎VisõesPeriféricas2015‬ ‪#‎FunkCarioca

Projetos selecionados - Visões Periféricas 2015 

A lista a seguir foi atualizada no dia 11 de julho com o acréscimo dos selecionados na mostra Panorâmica.


Selecionados Panorâmica


  • Entreturnos, de Edson Ferreira (ES)
  • Matança, de Maria Mazzillo Costa (RJ)
  • Brasil S/A, de Marcelo Pedroso (PE)
  • Ela Volta na Quinta, de André Novais Oliveira (MG)
  • Tudo vai ficar da cor que você quiser, de Letícia Simões (SP)
  • Copa pra alemão ver, de Grupo Faveladoc (RJ)
  • Anjos e Trovoadas, de Juliana Radler (RJ)
  • O Lugar das Perdas, de Israel Branco (CE)
  • Mães do Pina, de Leo Falcão (PE)

Selecionados Lugar Incomum


  • Restrutural, de Marcelo Díaz (DF)
  • Febre da madeira, de Daniel Nolasco (RJ)
  • Hoje é dia de folia, de Paulo Roberto de Araújo (GO)
  • Nau Insensata, de Cristiano Sidoti (SP)
  • Dia da Mentira, de Thiago B. Mendonça e Marco Escrivão (SP)
  • Entrada pela frente, de Leonardo Cata Preta (MG)
  • Crônicas de uma cidade inventada, de Luísa Caetano (DF)

Selecionados Singular Periferia


  • Milton - o cineasta da Vila, de Fabricio Mafezoli (SP)
  • SerTão resistente, de Roger Pires, Bruno Xavier, Pedro Rocha, Ivna Girão (CE)
  • Conselhos Entoados, de Paola Correia Mallmann de Oliveira, Eugênio de Souza Barboza (RJ)
  • Piquete, de Coletivo Nigéria (CE)
  • Nunca Esqueça, de Thiago Bezerra Benites (PR)
  • A casa alta da Dona Irene, de Edinardo Lucas, Lucas Felício (GO)
  • A rua na dança, de Keila Serruya (AM)
  • O bom Malandro, de Mariana Castelo Branco (MG)
  • Negro lá Negro cá, de Eduardo Cunha (CE)

Selecionados Tudojuntoemisturado


  • A saída da fábrica, de Lucas Florêncio Guerra (SP)
  • Ausência, de Ricco Lima e Layla Fassarella (RJ)
  • Chaira, de Junior SQL (RJ)
  • Escola no Cinema, de Lucas de Sá (AM)
  • Eu etiqueta, de Alex Walker (AL)
  • Inerte, de Davi Mello (SP)
  • Mu Ro Ru Mo, de Heraldo HB (RJ)
  • O Menino e o pássaro, Ricardo Sena (BA)
  • Otimizado, de Cristiano Sousa (GO)
  • Ritual Pam Pam Pam, Ramon Coutinho (BA)
  • Um minuto de brasilidade, de Bruno Pereira e George Augusto (AM)
  • Volta, de João Lima (RJ)

Selecionados Visorama


  • Armat Jakawinaka – vidas ausentes, de Ronaldo Dimer, Academia Internacional de Cinema (SP)
  • Assassinato em Broadcast, de Felipe Dutra, Cinemaneiro (RJ)
  • Autorretrato, de Turma VI de Vídeo, Oi Kabum! Salvador (BA)
  • Cartas de Antônio, de Luana Farias, Elena Meirelles, Júlia Meirelles, Felipe Fernandes, Mariana Moron (RJ)
  • Cinema do meu bairro, cadê você?, de Renata Lima, UFRJ (RJ)
  • Do futuro, de Thiago Gallego, Madiano Marcheti e Joana Werner, PUC-Rio (RJ)
  • Em transe, de Fernando Daghlian, Ana Borges, Érica Vieira, Estela Ribeiro, Malu França, Mariana Rio, Cinema Nosso (RJ)
  • Flores do jardim, de Escola Estadual Júlia Teles (SE) em Parceria com o Projeto Inventar com a Diferença da UFF (RJ)
  • Raspage, de Cineclube Nome Provisório, Instituto Marlim Azul (ES)
  • Sente-se em casa, de Turma IV de Fotografia, Oi Kabum! de Recife e Auçuba Comunicação e Educação (PE)
  • Sons da Maré, de Raphael Peixoto, Escola Popular de Comunicação Crítica do Observatório de Favelas (RJ)

Selecionados Fronteiras Imaginárias


  • A voz do povo, de Germano Weiss (RJ)
  • Artigo 6º - não queremos virar estatística, de Vitor Kruter (RJ)
  • Crua, de Benedito Serafim (PE)
  • E o amor foi se tornando cada dia mais distante, de Alexander de Moraes (RJ)
  • Gerais, de Tiago Carvalho e Arthur Frazão (RJ)
  • Ilhados, de Wayner Tristão e Lucas Bonini (ES)
  • Madona e a cidade paraíso, de André Aragão (SE)
  • Malha, de Paulo Roberto (PB)
  • O dia que ele decidiu sair, de Thamires Vieira (BA)
  • O Maraca é nosso?, de Canal Molambo (RJ)
  • O vulto, de Wladymir Lima (AL)
  • Ocupação, de Diego Jesus (RJ)
  • Operários do samba, de Carolina Calcavecchia (RJ)
  • Paixão nacional, de Jandir Santin (PR)
  • Resguardo, de Francisco Franco e Luiz Fernando Priamo (MG)
  • Rua da solidariedade, de Jader Chahine e João Paulo Bocchi (SP)
  • Ruim é ter que trabalhar, de Lincoln Péricles (SP)

Selecionados Cinema da Gema


  • Casa Félix, de Arthur Moura (RJ)
  • Como seria?, de Daniel Gonçalves (RJ)
  • Doutor Magarinos, advogado do morro, de Ludmila Curi (RJ)
  • Elekô, de Coletivo Mulheres de Pedra (RJ)
  • Jurema, de Clementino Junior (RJ)
  • Lira do 13, de Pedro Gui e Saulo Nicolai (RJ)
  • Penha, uma festa carioca, de Ricardo do Carmo (RJ)
  • Programa da tarde, de  Bruno Rubim, Escola de Cinema Darcy Ribeiro (RJ)
  • Quem matou Gilberto?, de coletivo Na Favela (RJ)
  • Sem título (Bangu), de Michel Schettert (RJ)
  • Sexy trash ou: como parei de me preocupar e passei a amar o Rio de Janeiro, de Tainá Rei (RJ)
  • Todas as coisas são uma metáfora sobre a morte, de Beto Waite (RJ)
  • Um filme para Gerson, de Getulio Ribeiro e Melise Fremiot (RJ)
  • Vegetal, de Thor Weglinski e Fabiano Soares (RJ)
  • Vermelho, de Márcia Bellotti (RJ)
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  • Para saber como foi o festival visões periféricas 2014, clique  aqui

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Projeto Rap Identidade Cultural inicia programação do Cine-Realidade


No dia 15/08 (sábado), estaremos iniciando as atividades do Cine Realidade,  como parte das ações do coletivo Rap Jardim, ação educativa e cultural que tem como carro chefe o Projeto Rap Identidade Cultural, que articula jovens de grupos de Rap do conjunto Jardim, a Escola Estadual Júlia Teles e o Ponto de Cultura Juventude e Cidadania/Ação Cultural através da realização de oficinas de rap.

A atividade terá inicio às 15h00 (três horas da tarde)com os filme "Flores do Jardim" e  “Uma onda no ar”, seguida de debate sobre rádios comunitárias e democratização da comunicação.




Para saber mais sobre o filme "Uma onda no ar", clique aqui


O filme "Flores do Jardim" é resultado de uma oficina realizada na Escola Estadual Júlia Teles no ano de 2014, através do  projeto "Inventar a Diferença" da Universidade Federal Fluminense e que em Sergipe contou  com a mediação da professora e realizadora de audiovisual  Gabriela Caldas e dos professores Zezito de Oliveira e Vladmir Guimarães.  

 Sinopse - Conjunto Jardim, periferia da grande Aracaju, é caracterizado pela caricatura da mídia policial de Sergipe. Flores do Jardim, nasceu da necessidade de se criar uma voz que rebatesse a mídia que tanto estigmatiza a comunidade em que a escola está inserida. Criando assim, uma polifonia onde cada um se reafirma como protagonista dessa estória, uma nova estória contada por eles.



Quem tiver interesse em participar deverá levar um prato de doces, salgadinhos, frutas, sucos ou refrigerante para o lanche comunitário.


Vamos espalhar esta idéia e realizar em outros bairros da periferia. Quem quiser algumas dicas é só nos procurar.

 Para saber mais sobre o projeto, clique aqui. 

Parceria inédita realiza a primeira oficina colaborativa de audiovisual em um bairro popular de Aracaju .




 Trabalho conjunto que une a Ação Cultural, a Paróquia São Francisco de Assis e os realizadores em audiovisual Marcel Magalhães e Rafael Lins, visando disseminar conhecimentos técnicos, teóricos e práticos,  ligados ao mundo do audiovisual,  reuniu neste final de semana, 01 e 02/08/2015,  17 jovens e  3 adultos. A grande maioria   ligados  a atividades de cunho religioso, social e de comunicação, desenvolvidos pela paróquia São Francisco de Assis , no bairro Santos Dumont e em  outras paróquias de bairros adjacentes. 
Conforme afirmou na abertura, Zezito de Oliveira, coordenador  pedagógico da Ação Cultural/Ponto de Cultura, Juventude e Cidadania,    essa atividade se reveste da mais  alta importância, em razão do audiovisual estar ocupando um espaço cada vez maior na vida daqueles que estão vivendo no atual  tempo histórico.

Falou mais, uma tendência de futuro será  todas as escolas alfabetizarem as crianças em linguagem audiovisual, assim como acontece  há séculos com a  linguagem escrita. Neste sentido, um trabalho como o que está sendo realizado nesta oficina, traz o futuro para mais perto de nós.

Por último,  disse que a realização da oficina estava sendo  possível graças a parceria da paróquia São Francisco de Assis, que  fez a divulgação na igreja e no bairro, além de ceder  gratuitamente  o espaço , o  lanche, a  água  e a colaboração de voluntários como apoio. A  Ação Cultural/Ponto de Cultura Juventude e Cidadania   que colaborou na produção do release,  divulgação na internet, supervisão e apoio  pedagógico e  produção, além da cessão de equipamentos. Já no  caso de Marcel Magalhães, a colaboração foi realizada  com a  redução do valor do cachê, criação da arte do flyer/cartaz de divulgação e cessão de equipamentos.

  Com relação ao público atingido, 2/3 dos presentes informaram  nunca ter  participado  de uma oficina de audiovisual , mesmo tendo o hábito de fotografar e filmar com celular ou câmeras digitais.  A maioria manifestou interesse em  aprimorar conhecimentos básicos no campo da fotografia, alguns  manifestaram também o interesse em conhecer as bases primárias do trabalho com filmagens.

Ao final da oficina,  a satisfação com o resultado deu a tônica do encerramento, com uma série de sugestões que foram registradas e que servirão para aperfeiçoar os outros módulos, inclusive o mais solicitado, o  de aprofundamento em fotografia.

 O Pe. Soares declarou em mensagem nas redes sociais,  que se sentiu honrado  em participar da parceria com a Ação Cultural e  bastante feliz com o resultado, mesmo com o corre-corre de um dia cheio de trabalho e de desafios. Também afirmou:  “na  periferia parece que tudo é mais gostoso e difícil”.  O  padre definiu  o oficineiro Marcel Magalhães como um  “fera” no ensino do audiovisual.

 

















Para saber mais sobre a gestação da proposta e como contratar uma oficina, clique aqui