informações sobre ações culturais de base comunitária, cultura periférica, contracultura, educação pública, educação popular, comunicação alternativa, teologia da libertação, memória histórica e economia solidária, assim como noticias e estudos referentes a análise de politica e gestão cultural, conjuntura, indústria cultural, direitos humanos, ecologia integral e etc., visando ao aumento de atividades que produzam geração de riqueza simbólica, afetiva e material = felicidade"
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Ô Cride, avisa geral: depois de "Honestino", a memória histórica volta ao cinema para explicar o presente. Professores, estudantes, artistas e lideranças progressistas, fiquem atentos.
Anistia 79: filme traz imagens inéditas de exilados durante ditadura
E no Cinema do Centro, além da estréia de Anistia 79, Honestino entra na segunda semana e para quem não assistiu ainda há uma quarta chance para assistir o filme sobre o Teatro Experimental do Negro.
O "Cride" é o personagem da clássica música "Televisão", da banda Titãs .
A história tem uma origem curiosa: nos versos "Ô Cride! Fala pra mãe que tudo que a antena captar meu coração captura", a banda usou um bordão do comediante Ronald Golias. Golias, por sua vez, se inspirou em um vizinho de infância chamado Euclides Gomes dos Santos, cuja mãe sempre o chamava pela rua .
Não há como não se emocionar vendo pela primeira vez o material filmado pelo militante auto-exilado Hamilton Lopes dos Santos durante a Conferência Internacional pela Anistia no Brasil, em Roma, em junho de 1979. As imagens límpidas e firmes captam falas combativas de Gregório Bezerra, Apolônio de Carvalho, Airton Soares, Francisco Julião e Diógenes Arruda. Registram discursos e conversas entre exilados e banidos brasileiros, ali reunidos no que é considerado o maior encontro da esquerda brasileira fora do país na época da ditadura.
Essas cenas preciosas eram desconhecidas até caírem nas mãos de Anita Leandro, documentarista, pesquisadora e professora de cinema da UFRJ.
Ela já nos havia brindado com Retratos de Identificação, outro
documentário incontornável como memória daquele triste Brasil, também baseado em arquivos. No caso, fotografias e documentos dos arquivos da repressão.
Nos cinemas de todo país, o filme Anistia 79 traz arquivos inéditos que poucas pessoas sabiam de sua existencia. São registros da Conferência Internacional pela Anistia no Brasil, realizada em Roma, em junho de 1979, no Senado Italiano. É o grande encontro da esquerda brasileira exilada durante a ditadura. Estavam lá Apolônio de Carvalho, Gregório Bezerra, Francisco Julião entre outros. Quem Conversa Bem Viver é a diretora, Anita Leandro, documentarista, pesquisadora e professora de cinema da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Diretor do documentário Anistia 79 fala sobre o que ainda resta da ditadura no
Nenhum comentário:
Postar um comentário